Victoria chegava em casa feliz e cantando, entrava, tirava os sapatos e ia até o quarto; lá, tirava e jogava no chão a saia do uniforme da escola, e ia assim até a cozinha: a casa, na ausência dos pais, era toda dela, e podia se dar ao luxo de andar de bunda de fora por aí, e como adorava não cobrir aquela bunda magnífica, inquieta e brincalhona.
Foi assim para a cozinha, ligou o rádio, dançou aquelas músicas estúpidas da moda, mexendo e mostrando a bunda para um público imaginário; se agachando, se inclinando de um jeito que exibia sua bunda divina, dando palmadas nos próprios glúteos, e rindo das coreografias de dançarina putinha que inventava.
Finalmente, depois da sua dança feliz e idiota, colocou água com sal para ferver e preparar o almoço. Abriu a despensa pra ver o que tinha e pensar no que podia fazer. Mordendo o lábio inferior, bem pensativa, olhando a despensa, e completamente livre da vigilância dos pais, chupou dois dedos, ensalivou bem e depois levou eles até o cu. Depois de uma massagem lubrificante, se dedou no ritmo da música, enquanto cantava e não parava de dançar.
Com a mão livre, pegou um pacote de macarrão, o azeite e o sal; procurou a belezinha na geladeira, e deixou tudo em cima da bancada enquanto colocava o macarrão pra cozinhar. Victoria então tirou os dedinhos do cu, lambeu bem, e saiu correndo, rindo, para o quarto; trouxe de lá a bolsa e tirou dela o seu grosso consolador anal, que na hora passou manteiga em cima da bancada, e assim, com uma ou duas manobras de dilatação anal, ficou na beira da bancada bombando a bunda enquanto o macarrão cozinhava, gemendo e aproveitando, imaginando trepadas memoráveis, aquela noite, meses atrás, com seu Amo; pensando como precisava de muito sêmen no almoço, imaginando paus enchendo sua boquinha, seu cu e sua buceta de porra... mas logo lembrou que a buceta tinha prometido a alguém muito especial, e ia continuar virgem. Além disso, a Vicky adorava a própria bunda... ah, sim.
E enfiando completamente a pica de plástico no cu enquanto gemia baixinho e mil pensamentos enchiam sua cabeça, ela apagou o fogo da panela de macarrão, se bombou mais algumas vezes na sua bunda faminta e, finalmente, tirou o consolador do cu, lambeu e saboreou com cuidado, deixando-o em cima da mesa.
Em seguida, Vicky escorreu o macarrão, serviu sua porção num prato, colocou creme e deixou na mesa ao lado do consolador anal ainda quente. Ela riu, satisfeita, de quão puta era.
Bem quando estava prestes a levar o garfo com a primeira garfada de macarrão cremoso à boca, e enquanto uma de suas músicas estúpidas favoritas tocava, percebeu que alguém do corredor a observava. Levou um susto, tentou se levantar e... mas o homem intruso se jogou sobre ela e a segurou na cadeira.
— Cadê o dinheiro que seus velhos guardam, sua putinha? Se me contar, não te machuco — disse o bandido enquanto olhava para as pernas nuas da assustada Vicky e sua buceta virgem.
E Vicky, após um instante de medo, sentiu-se aliviada, e com muita calma e ternura soube dizer, com uma carinha de extremo amor e doçura, ao notar na calça o grande volume cilíndrico que aquele senhor malvado tinha:
— Se me der pica e gozar no meu cu, eu conto tudo que o senhor quiser, moço, não me mata, por favor.
E o ladrão — que já tinha largado o ferro que carregava, entendendo que devia ser um bom samaritano e deixar de lado o caminho do crime — disse, após um instante de incredulidade e reflexão:
— Eeeh...? Que porra...
Chupa minha pica, sua putinha.
E liberou a pica já dura na frente da carinha da Vitória, que na hora soube pegar na boquinha e mamar com muito desejo e alegria, acariciando com sua língua doce e paladar tudo que pudesse saborear e curtir daquela pica, que não parava de chupar e receber fundo na garganta. Deus, como Vicky chupava pica. O ladrão convertido em homem de bem Já tava puxando a Vicky pelo cabelo pra comer ela melhor de boca, pra dar aquele engasgo gostoso nela. Enquanto isso, a buceta da Vicky tava toda quente e molhada, e ela se acariciava devagar; do mesmo jeito, o cu da Vicky pedia pica e relaxava e contraía, querendo alimento grosso, duro e veiudo; urgente.
Foi aí que, assim que o cavalheiro tirou a pica enorme da boquinha cheia de baba e ranho da Vicky, ela conseguiu falar, meio complicada pelo engasgo recente:
— Arrebenta meu cu, moço bonito, prometo depois te contar tudo que precisar sobre o dinheiro do meu pai — e enquanto falava isso, a Vicky não parava de bater uma punheta com as mãozinhas naquela pica deliciosa que milagrosamente tinha chegado pra ela se divertir e aprender.
E foi assim que, depois de umas manobras certeiras, a Vitória ficou com a carinha encostada na mesa enquanto entregava o rabo e separava as bandas do cu com as mãozinhas, pra mostrar o caminho pro homem. Aquele cu que, de uma docinha estrelinha rosada, deixava ver a luz de uma cavidade quentinha que o bom homem não hesitou em encher de pica, meter até o fundo e com força, uma vez e outra enquanto a Vicky pedia mais e mais, e gemia contando praquele senhor prestativo o quanto ela adorava ser uma puta comedora de porra, o quanto precisava e curtia ter o cu arrebentado. E a Vicky agradecia entre gemidos e murmúrios por ter pica no rabo de almoço.
Na última etapa da penetração anal, o homem deu a seguinte ordem sábia pra Vicky: "enfia o consolo na boca e cala a boca, puta do rabo... você não sabe quanta porra eu vou te dar, sua putinha". E Vicky, feliz, obedeceu e chupou o consolo que tinha acabado de enfiar na bunda dela, saboreando com gosto enquanto uma gozada atrás da outra enchia o cu dela.
"Aquele homem que tinha chegado como uma ameaça, agora era um bom senhor que tinha bombado a bunda dela", pensou Vicky gemendo feliz, enquanto tiravam a pica da bunda dela, já tendo esvaziado toda a carga leitosa. Ela tirou o consolo da boca, agradeceu ao cara que via a gostosa que tinha comido, e já imaginava uma segunda rodada de penetração anal pesada, diante daquela bunda amanteigada e arrombada.
E aí Vicky soube por instinto o que devia fazer e, sorrindo, pegou o prato de macarrão na mesa, colocou no chão, e logo se ajeitou de um jeito que o sêmen no cu dela escorresse pela bunda até o macarrão, como um molho quentinho de amor anal; e enquanto olhava nos olhos do senhor com seus olhinhos de puta comedora de porra e agradecida, escorreu um jorro de porra quente e abundante da pica, saindo da bunda dela, no macarrão, que ela mal via a hora de comer.
Vicky passou a mão na bunda bem feita dela, recolheu o esperma que pudesse ter sobrado, lambeu a mãozinha pra se limpar e resgatar qualquer vestígio daquele líquido delicioso de pica. Depois pegou o prato no chão, colocou na mesa e se preparou, sorrindo e faminta, pra comer o macarrão temperado com porra deliciosa de pica, com sabor de cu.
Não aguentando mais o tesão, o cavalheiro gentil, talvez comovido por tanto amor — sem dúvida muito quente — daria mais uma carga de sêmen pra aquela gostosa faminta, batendo uma punheta sobre o macarrão enquanto ela comia, e assim gozou ainda mais esperma no macarrão pra Vicky se alimentar bem. E Vicky, sorrindo, não deixou nenhum fio de macarrão no prato, nem uma gota do Delícia de porra que ela soube conquistar.
O cara despiu os peitos da Vicky e deu um beijo em cada um, uma lambida em cada, e, mesmo Vicky querendo mais foda, o homem foi embora; foi sem roubar nada e deixando pra ele mesmo, e pra Vicky, lições importantes de vida e amor.
Foi assim para a cozinha, ligou o rádio, dançou aquelas músicas estúpidas da moda, mexendo e mostrando a bunda para um público imaginário; se agachando, se inclinando de um jeito que exibia sua bunda divina, dando palmadas nos próprios glúteos, e rindo das coreografias de dançarina putinha que inventava.
Finalmente, depois da sua dança feliz e idiota, colocou água com sal para ferver e preparar o almoço. Abriu a despensa pra ver o que tinha e pensar no que podia fazer. Mordendo o lábio inferior, bem pensativa, olhando a despensa, e completamente livre da vigilância dos pais, chupou dois dedos, ensalivou bem e depois levou eles até o cu. Depois de uma massagem lubrificante, se dedou no ritmo da música, enquanto cantava e não parava de dançar.
Com a mão livre, pegou um pacote de macarrão, o azeite e o sal; procurou a belezinha na geladeira, e deixou tudo em cima da bancada enquanto colocava o macarrão pra cozinhar. Victoria então tirou os dedinhos do cu, lambeu bem, e saiu correndo, rindo, para o quarto; trouxe de lá a bolsa e tirou dela o seu grosso consolador anal, que na hora passou manteiga em cima da bancada, e assim, com uma ou duas manobras de dilatação anal, ficou na beira da bancada bombando a bunda enquanto o macarrão cozinhava, gemendo e aproveitando, imaginando trepadas memoráveis, aquela noite, meses atrás, com seu Amo; pensando como precisava de muito sêmen no almoço, imaginando paus enchendo sua boquinha, seu cu e sua buceta de porra... mas logo lembrou que a buceta tinha prometido a alguém muito especial, e ia continuar virgem. Além disso, a Vicky adorava a própria bunda... ah, sim.
E enfiando completamente a pica de plástico no cu enquanto gemia baixinho e mil pensamentos enchiam sua cabeça, ela apagou o fogo da panela de macarrão, se bombou mais algumas vezes na sua bunda faminta e, finalmente, tirou o consolador do cu, lambeu e saboreou com cuidado, deixando-o em cima da mesa.
Em seguida, Vicky escorreu o macarrão, serviu sua porção num prato, colocou creme e deixou na mesa ao lado do consolador anal ainda quente. Ela riu, satisfeita, de quão puta era.
Bem quando estava prestes a levar o garfo com a primeira garfada de macarrão cremoso à boca, e enquanto uma de suas músicas estúpidas favoritas tocava, percebeu que alguém do corredor a observava. Levou um susto, tentou se levantar e... mas o homem intruso se jogou sobre ela e a segurou na cadeira.
— Cadê o dinheiro que seus velhos guardam, sua putinha? Se me contar, não te machuco — disse o bandido enquanto olhava para as pernas nuas da assustada Vicky e sua buceta virgem.
E Vicky, após um instante de medo, sentiu-se aliviada, e com muita calma e ternura soube dizer, com uma carinha de extremo amor e doçura, ao notar na calça o grande volume cilíndrico que aquele senhor malvado tinha:
— Se me der pica e gozar no meu cu, eu conto tudo que o senhor quiser, moço, não me mata, por favor.
E o ladrão — que já tinha largado o ferro que carregava, entendendo que devia ser um bom samaritano e deixar de lado o caminho do crime — disse, após um instante de incredulidade e reflexão:
— Eeeh...? Que porra...
Chupa minha pica, sua putinha.
E liberou a pica já dura na frente da carinha da Vitória, que na hora soube pegar na boquinha e mamar com muito desejo e alegria, acariciando com sua língua doce e paladar tudo que pudesse saborear e curtir daquela pica, que não parava de chupar e receber fundo na garganta. Deus, como Vicky chupava pica. O ladrão convertido em homem de bem Já tava puxando a Vicky pelo cabelo pra comer ela melhor de boca, pra dar aquele engasgo gostoso nela. Enquanto isso, a buceta da Vicky tava toda quente e molhada, e ela se acariciava devagar; do mesmo jeito, o cu da Vicky pedia pica e relaxava e contraía, querendo alimento grosso, duro e veiudo; urgente.
Foi aí que, assim que o cavalheiro tirou a pica enorme da boquinha cheia de baba e ranho da Vicky, ela conseguiu falar, meio complicada pelo engasgo recente:
— Arrebenta meu cu, moço bonito, prometo depois te contar tudo que precisar sobre o dinheiro do meu pai — e enquanto falava isso, a Vicky não parava de bater uma punheta com as mãozinhas naquela pica deliciosa que milagrosamente tinha chegado pra ela se divertir e aprender.
E foi assim que, depois de umas manobras certeiras, a Vitória ficou com a carinha encostada na mesa enquanto entregava o rabo e separava as bandas do cu com as mãozinhas, pra mostrar o caminho pro homem. Aquele cu que, de uma docinha estrelinha rosada, deixava ver a luz de uma cavidade quentinha que o bom homem não hesitou em encher de pica, meter até o fundo e com força, uma vez e outra enquanto a Vicky pedia mais e mais, e gemia contando praquele senhor prestativo o quanto ela adorava ser uma puta comedora de porra, o quanto precisava e curtia ter o cu arrebentado. E a Vicky agradecia entre gemidos e murmúrios por ter pica no rabo de almoço.
Na última etapa da penetração anal, o homem deu a seguinte ordem sábia pra Vicky: "enfia o consolo na boca e cala a boca, puta do rabo... você não sabe quanta porra eu vou te dar, sua putinha". E Vicky, feliz, obedeceu e chupou o consolo que tinha acabado de enfiar na bunda dela, saboreando com gosto enquanto uma gozada atrás da outra enchia o cu dela. "Aquele homem que tinha chegado como uma ameaça, agora era um bom senhor que tinha bombado a bunda dela", pensou Vicky gemendo feliz, enquanto tiravam a pica da bunda dela, já tendo esvaziado toda a carga leitosa. Ela tirou o consolo da boca, agradeceu ao cara que via a gostosa que tinha comido, e já imaginava uma segunda rodada de penetração anal pesada, diante daquela bunda amanteigada e arrombada.
E aí Vicky soube por instinto o que devia fazer e, sorrindo, pegou o prato de macarrão na mesa, colocou no chão, e logo se ajeitou de um jeito que o sêmen no cu dela escorresse pela bunda até o macarrão, como um molho quentinho de amor anal; e enquanto olhava nos olhos do senhor com seus olhinhos de puta comedora de porra e agradecida, escorreu um jorro de porra quente e abundante da pica, saindo da bunda dela, no macarrão, que ela mal via a hora de comer.
Vicky passou a mão na bunda bem feita dela, recolheu o esperma que pudesse ter sobrado, lambeu a mãozinha pra se limpar e resgatar qualquer vestígio daquele líquido delicioso de pica. Depois pegou o prato no chão, colocou na mesa e se preparou, sorrindo e faminta, pra comer o macarrão temperado com porra deliciosa de pica, com sabor de cu.
Não aguentando mais o tesão, o cavalheiro gentil, talvez comovido por tanto amor — sem dúvida muito quente — daria mais uma carga de sêmen pra aquela gostosa faminta, batendo uma punheta sobre o macarrão enquanto ela comia, e assim gozou ainda mais esperma no macarrão pra Vicky se alimentar bem. E Vicky, sorrindo, não deixou nenhum fio de macarrão no prato, nem uma gota do Delícia de porra que ela soube conquistar.
O cara despiu os peitos da Vicky e deu um beijo em cada um, uma lambida em cada, e, mesmo Vicky querendo mais foda, o homem foi embora; foi sem roubar nada e deixando pra ele mesmo, e pra Vicky, lições importantes de vida e amor.
Lorena, também conhecida como GooLolita
4 comentários - Vicky come bem no cu
me come el bocho imaginar una nena asi, con la cola tan caliente
ideal para mi cumpa @thebaldyman2013