Num dia de estresse e mau humor, resolvi vazar de onde tava pra buscar um pouco de sossego. Naquele momento, me vi sozinha e aliviada, mas me sentia vazia. Depois de uma caminhada, ouvi de longe:
— Ei, você, a de preto.
Na hora, achei que não era comigo, até ouvir de novo:
— Ei, você, a de preto.
Até que resolvi olhar pra ver quem era.
— Ah, meu Deus. O que cê tá fazendo aqui?
Foi a única coisa que saiu quando vi aquele cara que só tinha visto em fotos na internet e com quem tinha feito amizade, me chamando.
— Oi. Sabia que era você. Cheguei há uns dias e tava louco pra te ver, mas como você é tímida, não tinha me decidido a falar com você pra gente se conhecer. Mas cê tá aqui. Tá bem?
— Tô sim. Por que perguntou?
— Porque dá pra ver que cê tá de mau humor. E o que faz aqui sozinha?
— Problemas que rolam, cê sabe como eu sou quando tô de mau humor.
— Sei sim. Se quiser, posso te mostrar uma coisa que vai te ajudar a relaxar.
— hahaha. Já imagino o que é.
— Com o que cê acha que é?
— Ué, já que cê é muito puto.
— Só perguntei se você quer.
— Esse é o problema. Eu quero.
— Então vamos, vou te levar a um lugar que você nunca vai esquecer.
Ver os olhos castanhos daquele cara brilharem ao ouvir minhas palavras aceitando a proposta dele era outro mundo. Aquele cara que por meses eu tive vontade de pegar um avião pra chegar até ele e me foder toda, tava ali na minha frente. Depois disso, chegamos no carro que ele tava usando e ele dirigiu até um condomínio.
— Chegamos. Tem certeza do que quer fazer?
— Não me faz me arrepender...
E com uma risada maliciosa, a gente desceu do carro. Chegamos num apê dos mais lindos, e o quarto dele nem se fala. Naquele momento, comecei a ficar nervosa com o que ele ia fazer comigo. De repente, ele pega minha mão e me beija, um beijo cheio de paixão.
— Cê vai ver meu jeito de tirar o mau humor.
De repente, ele levanta minha saia e enfia a mão na minha calcinha, começando a acariciar meu clitóris e a tirar minha blusa aos poucos. Era uma delícia. delicioso. Aqueles beijos no pescoço que desciam até minhas costas chegavam no fundo de mim. Era algo novo pra mim. Ele me puxa pra sentir o pau dele que endurecia cada vez que eu me mexia no ritmo dos dedos dele, e eu queria pegar com minhas mãos e boca, mas ele não deixou. Quando sentia minhas intenções, me dava um tapa na bunda daqueles que faz você ver estrelas.
— Parece que você gosta de levar palmada, né?
— Vou guardar meu comentário.
E em menos do que imaginei, já estava na cama e ele por cima de mim.
— Então vai guardar o comentário. Já vai ver o que tenho preparado pra você.
Ele para e vai até a mesa de cabeceira, procura uma camisinha e joga pra mim, dizendo:
— Abre.
Num piscar de olhos, tirou os sapatos, jeans, camiseta e cueca. Quando vi aquilo, a única coisa que saiu foi:
— Se vai me foder com isso, por favor, vai devagar.
— Ok. Pra isso que tô aqui, pra te satisfazer.
Passei a camisinha pra ele e ele colocou, foi enfiando devagarinho. Doía, mas não era uma dor que incomodava, era uma dor que eu gostava. De repente, ele parou.
— Então você era virgem!!! Por que não me contou?
— Não gosto de falar sobre isso. Vai continuar ou vai ficar sem me satisfazer???
Ao ouvir minhas palavras, ele começou a meter rápido com raiva, sentia que ia me partir toda. Entrava e saía como se não tivesse fim. Eu gemia de prazer e de dor. Depois, parou e sentou na cama, me colocando montada em cima dele.
— Isso é um castigo por não ter me contado e por ser respondona.
— Um castigo que eu adoro.
Ele me segurou pelas cadeiras e começou a me mover. Ah, aquilo era maravilhoso, queria que ele me fodesse, que me deixasse sem andar por vários dias. Era o que eu sempre desejava cada vez que queria pegar aquele avião pra chegar até ele e ser comida. E meu sonho estava se realizando naquele momento. Eu subia e descia, cada vez que descia mexia minha bunda, até que a velocidade ficou insana, até que ele resolveu morder meu mamilo e naquela hora gozei como uma puta, e ele também. Depois dessa foda maravilhosa, nós... Tomamos banho juntos e volto pra onde a gente se encontrou no começo. Na despedida, com um beijo, ela me disse:
—Espero que se repita. Adorei ser o primeiro e espero ser o único...
—A gente vê. E obrigada pelo seu jeito de acabar com o mau humor.
— Ei, você, a de preto.
Na hora, achei que não era comigo, até ouvir de novo:
— Ei, você, a de preto.
Até que resolvi olhar pra ver quem era.
— Ah, meu Deus. O que cê tá fazendo aqui?
Foi a única coisa que saiu quando vi aquele cara que só tinha visto em fotos na internet e com quem tinha feito amizade, me chamando.
— Oi. Sabia que era você. Cheguei há uns dias e tava louco pra te ver, mas como você é tímida, não tinha me decidido a falar com você pra gente se conhecer. Mas cê tá aqui. Tá bem?
— Tô sim. Por que perguntou?
— Porque dá pra ver que cê tá de mau humor. E o que faz aqui sozinha?
— Problemas que rolam, cê sabe como eu sou quando tô de mau humor.
— Sei sim. Se quiser, posso te mostrar uma coisa que vai te ajudar a relaxar.
— hahaha. Já imagino o que é.
— Com o que cê acha que é?
— Ué, já que cê é muito puto.
— Só perguntei se você quer.
— Esse é o problema. Eu quero.
— Então vamos, vou te levar a um lugar que você nunca vai esquecer.
Ver os olhos castanhos daquele cara brilharem ao ouvir minhas palavras aceitando a proposta dele era outro mundo. Aquele cara que por meses eu tive vontade de pegar um avião pra chegar até ele e me foder toda, tava ali na minha frente. Depois disso, chegamos no carro que ele tava usando e ele dirigiu até um condomínio.
— Chegamos. Tem certeza do que quer fazer?
— Não me faz me arrepender...
E com uma risada maliciosa, a gente desceu do carro. Chegamos num apê dos mais lindos, e o quarto dele nem se fala. Naquele momento, comecei a ficar nervosa com o que ele ia fazer comigo. De repente, ele pega minha mão e me beija, um beijo cheio de paixão.
— Cê vai ver meu jeito de tirar o mau humor.
De repente, ele levanta minha saia e enfia a mão na minha calcinha, começando a acariciar meu clitóris e a tirar minha blusa aos poucos. Era uma delícia. delicioso. Aqueles beijos no pescoço que desciam até minhas costas chegavam no fundo de mim. Era algo novo pra mim. Ele me puxa pra sentir o pau dele que endurecia cada vez que eu me mexia no ritmo dos dedos dele, e eu queria pegar com minhas mãos e boca, mas ele não deixou. Quando sentia minhas intenções, me dava um tapa na bunda daqueles que faz você ver estrelas.
— Parece que você gosta de levar palmada, né?
— Vou guardar meu comentário.
E em menos do que imaginei, já estava na cama e ele por cima de mim.
— Então vai guardar o comentário. Já vai ver o que tenho preparado pra você.
Ele para e vai até a mesa de cabeceira, procura uma camisinha e joga pra mim, dizendo:
— Abre.
Num piscar de olhos, tirou os sapatos, jeans, camiseta e cueca. Quando vi aquilo, a única coisa que saiu foi:
— Se vai me foder com isso, por favor, vai devagar.
— Ok. Pra isso que tô aqui, pra te satisfazer.
Passei a camisinha pra ele e ele colocou, foi enfiando devagarinho. Doía, mas não era uma dor que incomodava, era uma dor que eu gostava. De repente, ele parou.
— Então você era virgem!!! Por que não me contou?
— Não gosto de falar sobre isso. Vai continuar ou vai ficar sem me satisfazer???
Ao ouvir minhas palavras, ele começou a meter rápido com raiva, sentia que ia me partir toda. Entrava e saía como se não tivesse fim. Eu gemia de prazer e de dor. Depois, parou e sentou na cama, me colocando montada em cima dele.
— Isso é um castigo por não ter me contado e por ser respondona.
— Um castigo que eu adoro.
Ele me segurou pelas cadeiras e começou a me mover. Ah, aquilo era maravilhoso, queria que ele me fodesse, que me deixasse sem andar por vários dias. Era o que eu sempre desejava cada vez que queria pegar aquele avião pra chegar até ele e ser comida. E meu sonho estava se realizando naquele momento. Eu subia e descia, cada vez que descia mexia minha bunda, até que a velocidade ficou insana, até que ele resolveu morder meu mamilo e naquela hora gozei como uma puta, e ele também. Depois dessa foda maravilhosa, nós... Tomamos banho juntos e volto pra onde a gente se encontrou no começo. Na despedida, com um beijo, ela me disse:
—Espero que se repita. Adorei ser o primeiro e espero ser o único...
—A gente vê. E obrigada pelo seu jeito de acabar com o mau humor.
6 comentários - Como me tiraram o mau humor.
Muchas grax