Segunda-feira, 23 de dezembro, 16h:
Calor infernal, a temperatura em vez de cair parece que sobe, sobe e sobe. Pra piorar, corta a luz... e aquele Split que instalamos há uns meses, o que faço com ele?... não sejam sem-vergonha, kkk.
Não sei se é por causa da sensação térmica elevada, mas minha temperatura corporal também vai pras nuvens. Tô com tesão, preciso transar, preciso desesperadamente. Dou banho no Ro de duas em duas horas ou quando ele começa a ficar incomodado, eu também tomo uma ducha, mas mesmo tentando me refrescar de mil maneiras, o calor parece aumentar... o calor lá embaixo, claro. Vou pro lavanderia não uma, mas um trilhão de vezes, mas meu vizinho não aparece, a janela dele tá fechada, então decido fazer uma punheta. De costas contra a parede, as pernas levemente abertas, solto o botão do shortinho jeans que tô vestindo, deslizo uma mão pra dentro, por entre o elástico da minha calcinha e minha pele, e começo a me tocar, relembrando cada imagem, cada sensação do que rolou com o tarado do meu vizinho. Na minha fantasia, a janela dele se abre e ele aparece, com o torso nu, suado, acabado pelo calor. Ao vê-lo, sussurro só duas palavras: "Quinto B". Como só pode acontecer numa fantasia, na hora ele tá batendo na minha porta. Corro pra abrir, ao me ver nesse estado desesperador, ele me agarra, me levanta no colo e me beija de língua, me carregando assim levantada até o lavanderia. Ele me encurrala contra a parede e a máquina de lavar, agora são os dedos dele que se enfiam por entre minha roupa pra me tocar no lugar exato, fazendo meu clitóris ficar do tamanho de um mindinho. Ele revolve os dedos dentro de mim e depois tira, pra chupá-los com gosto.
— Mmmm... você tá uma delícia...! — ele fala, a voz carregada de tesão e safadeza.
Ele enfia de novo e tira, mas dessa vez faz com que eu chupe os dedos dele. Prefiro chupar uma parte mais interessante do corpo dele, mas mesmo assim eu obedeço, saboreando a mim mesma. quando na verdade eu queria era saborear ele. Ele enfia os dedos de novo, me beija, e... começa a assobiar, sim, aquele assobio típico que os homens fazem quando querem chamar a atenção de alguém. Confusa, abro os olhos, meu vizinho não está mais comigo, os dedos dele também não estão mais em mim, em vez disso, agora vejo ele na janela dele, com o torso nu, exatamente como imaginei, me olhando com uma mistura de tesão e fascinação.
Corro para dentro do meu apartamento, pego uma folha em branco, um marcador de traço grosso e escrevo em letras grandes e chamativas: "5 B". Volto ao lavanderia e, levantando o cartaz improvisado acima da minha cabeça, mostro pra ele. Ele sorri divertido e desaparece da janela. Já está vindo.
Volto a refrescar o Ro com um pano úmido, rezando pra ele continuar dormindo tão profundamente quanto até aquele momento. Pra não ter problemas, ligo pro porteiro do prédio pra avisar que vai vir um senhor ver... hesito... um problema elétrico, falo finalmente, percebendo só então o quão frágil era minha desculpa, já que, sem luz, que trabalho elétrico ele poderia fazer? E sem ferramentas ainda. Por enquanto, o que o porteiro pudesse pensar era o que menos me importava. Esperei ele andando de um lado pro outro, igual uma leoa enjaulada, os minutos pareciam eternos. Quando ouço as batidas na porta, meu coração dá um pulo, e quando vou abrir, percebo que o short ainda está desabotoado. O que eu faço? A resposta é simples: abaixo o zíper todo, deixando alguns pelinhos aparecerem por cima do elástico da calcinha, e assim recebo ele.
Meu vizinho me olha e sorri, um sorriso mórbido e lascivo que mostra claramente o que ele está pensando... a mesma coisa que eu estou pensando. Como na minha fantasia, ele entra como um furacão e me abraça, devorando minha boca de um jeito super apaixonado. Quando ele me solta, pego ele pela mão e levo direto pro meu quarto. quarto, na minha própria cama de casal. Sento na beirada da cama, com as pernas abertas, e olhando pra ele de baixo pra cima, acaricio o volume excitante que a virilidade dele forma por baixo da calça. Acaricio e aperto, me deliciando com o tamanho. Sem mais enrolação, solto o cinto, desabotoo, abaixo o zíper e, metendo a mão dentro da braguilha quente dele, prendo entre meus dedos o que tanto desejei desde um tempão. Já tá dura e quente, amasso como se quisesse dar forma, embora a forma que tem já me alucine. Então puxo a calça dele de uma vez, com cueca e tudo, e a pica sai como um tiro, sorte que me desvio, senão arrancava meu olho... haha. Quando aparece, seguro de novo, agora com as duas mãos, decidida a não deixar escapar. Beijo a ponta, molhando meus lábios com o suquinho que sai desse terceiro olho onisciente e espalho por todo o contorno. Passo a língua pelos lados, vai e volta, de uma ponta a outra, subo e desço beijando aqui e ali, e quando chego na ponta de novo, abro a boca e enfio pra dentro, só paro quando sinto ela batendo na minha garganta. Fecho os lábios em volta dessa carne pegajosa e começo a chupar, com vontade e prazer, enquanto levanto os olhos e olho pra ele como quem diz: "Finalmente... finalmente tenho ela só pra mim".
Chupo com gosto, sentindo ela endurecer cada vez mais, engolindo o máximo que posso, embora pelo tamanho não dê pra pegar tudo. Mesmo assim, tem um gosto delicioso. Tiro da boca e pressiono contra a barriga pra beijar as bolas dele, pra chupá-las, pra me empanturrar com elas, subo com a língua por todo o tronco, até chegar na ponta e engolir de novo, chupo de cima a baixo, cuspo e chupo de novo, assim uma vez e outra, chupo e cuspo, chupo e cuspo, a saliva misturada com o líquido pré-seminal forma uma espuma branca e pegajosa que escorre pelo canto da boca. dos meus lábios. Meto ele mais pra dentro ainda, seguro ele pela cintura e puxo ele em minha direção enquanto empurro a cabeça pra frente, sinto a cabeça do pau dele pressionando minha laringe e, mesmo engasgando, quero mais, sempre quero mais...
-Agggggghhhhhh...- meus olhos se enchem de lágrimas, mas consigo meu objetivo: chupar ele até quase roçar as bolas dele com meus lábios... quase... mas não consigo.
Então solto ele, deixo ele pulando no ar, e, sob o olhar feroz dele, tiro a blusa e o sutiã. Meus peitos aparecem agitados e molhados com o leite que jorra dos meus mamilos. Não deixo ele reagir, dou uma cusparada grande e generosa, espalhando a saliva por todo o contorno dele, e, colocando o pau no meio das minhas tetas, falo:
-Goza nelas!-
Ele não faz questão de esperar, me fode, deslizando forte entre elas, de vez em quando tira ele e bate num peito e no outro, ou molha a cabeça do pau com o leite que sai dos meus mamilos. Ele faz uma espanholada tão, mas tão brutal que deixa o canal dos meus peitos todo vermelho. Já não aguento mais, preciso sentir ele dentro de mim, me viro de lado e, arrancando o short e a calcinha, me deito apoiada nos cotovelos, pernas abertas, mostrando minha tesão na pele. Minha buceta está escorrendo, meu vizinho mergulha de frente nela pra chupar com o mesmo afinco e frenesi que eu chupei ele. Ele me faz ver estrelas com a língua dele, que ele manuseia com uma agilidade impressionante, tocando em lugares onde as sensações parecem se intensificar. Meu clitóris está prestes a explodir, até dói de tão duro que tá, e ainda por cima ele morde, chupa, belisca com os dentes, torce. Um jato de leite sai de mim e molha a cara dele, meu vizinho ri e lambe tudo que está ao alcance. Depois ele se levanta, tira a calça, a cueca e avança de novo entre minhas pernas, o pau como ponta de lança de uma batalha que já perdi. (ou ganhei?) de antemão.
Adoro ver como ele me penetra, como apoia primeiro a glande entre meus lábios e eles a envolvem delicadamente, grudando naquela textura aveludada que esquenta e incha. Então ele nem precisa empurrar, sou eu que vou sugando ele até quase a metade, só nesse momento percebo que ele não colocou camisinha, mas quando tento ensaiar um protesto tímido já tenho ele todo dentro de mim, me preenchendo de forma deliciosa, sem concessões. Ele levanta minhas pernas, coloca meus tornozelos nos ombros dele e me fode... ahhhhh!... que prazer sentir ele entrando e saindo com estocadas longas e profundas, estocadas que são finalizadas com um empurrãozinho extra que me sacode até a última vértebra do corpo. Ele se deita sobre mim, empurrando minhas pernas para frente, os joelhos contra meu peito, e apoiado nas mãos potencializa os movimentos, mete ele inteiro, e tira até um pouco menos da metade, para mergulhar de novo até o saco, forte, agressiva, implacavelmente. Quando o pau sai, ele esfrega ele toda na minha buceta, bate com ele nos meus lábios, e volta a entrar para continuar serrando sem parar.
- Ahhhhh... mmmm... ahhhhh... mmmm...! - meus gemidos aumentam no ritmo das enfiadas dele.
Então ele tira, me faz chupar ele de novo e me coloca de quatro. Por trás, ele me agarra pela cintura e me fode de novo, eu me molho ao sentir ele entrando outra vez... nessa posição, feito uma puta no cio, me vejo no espelho na minha frente. Estou ali, no meu quarto, na minha cama, no meu próprio leito conjugal, mas quem está atrás de mim não é meu marido, meu marido está nas fotos que vejo dos lados; no nosso casamento, ele de smoking e eu com um vestido branco reluzente; na nossa lua de mel em Córdoba; nas nossas férias com as cataratas ao fundo; segurando felizes nosso primeiro filho, meu marido está em cada canto daquele quarto, nos perfumes dele, nas loções dele. pra depois de barbear, no livro que ela lê à noite, tá em todo lugar, mas não onde devia estar, quem tá lá é meu vizinho e só então percebo que ele virou o segundo homem que meto na minha cama. O primeiro foi Bruno; Hugo, o marido da minha amiga Carmen, não conta porque na verdade a gente trepou na varanda.
Essa certeza, longe de me inibir, me excita, enterro o rosto no travesseiro e agora sou eu que vou ao encontro do pau dele, mexendo pra trás e pra frente, batendo a raba contra a pélvis dele. Já não gemo, agora grito, uivo, solto cada berro que tenho medo de acordar meu bebê, mas não consigo evitar. Meto ele inteiro e me movimento em volta, me esfrego contra o púbis dele sentindo ele vibrar lá dentro, levanto o tronco e colo minhas costas no peito dele, ele me agarra pelos peitos e me prende contra o corpo, então ele me empurra, me coloca de quatro de novo, me puxa pelos cabelos como se fosse a crina de um cavalo (uma gostosa nesse caso) e entra me comendo como se não houvesse amanhã. Ele me deixa um tempo assim, submetida a uma porrada violenta, pra depois, entre rugidos fortes, tirar o pau de dentro e molhar minha raba e minhas costas com uns jatos violentos e cheios de leite. Exausto, ele se joga pro lado, eu também tô exausta, encharcada de suor, mas ainda não tô satisfeita, quero mais, então aproveitando que o pau dele ainda tá em posição de batalha, chupo ele de novo, mantendo com meus lábios essa ereção prodigiosa que tantas satisfações tá me dando. Me viro então de lado, dando as costas pra ele e levantando uma perna, encaixo ela na dele, me abrindo toda pra ele, aproximando minha buceta quente desse pistão de carne e fogo que não diminui nem um pouco o tamanho. Com uma mão, coloco ele na entrada da pussy, mas ele logo corrige o rumo e mete no meu cu, pressiona e de uma só vez entra até a metade... o resto não é problema já que minha bunda tá acostumada com essas paradas. volumes.
Enquanto ele me come, eu me toco na frente, seguindo o mesmo ritmo que ele usa pra me penetrar por trás. Entra e sai, entra e sai, enquanto eu, com meus dedos, estico meu clitóris, sacudo, esfrego, torço, aperto até gozar num mar de gemidos e ofegos. Respeitosamente, meu vizinho para o movimento e me deixa aproveitar meu momento... um orgasmo conquistado na minha própria cama de casal, mas com outro homem.
Assim que os espasmos vão passando, ele recomeça a foda, com ainda mais força, me submetendo a um verdadeiro bombardeio anal. Mas já não consegue prolongar muito o final e, deixando bem enterrado dentro de mim, termina com uma força devastadora. Não sei de onde sai tanta porra, mas sinto escorrendo pelos lados, encharcando minha bunda e minhas coxas com aquela meleca quente e pegajosa. Agora sim, os dois ficamos exaustos, ensopados, como se tivéssemos acabado de sair do chuveiro. A temperatura, em vez de baixar, parece ter subido, e a sensação térmica deve estar muito pior, e a luz ainda não volta. Só então eu realmente percebo o que acabei de fazer. Meti outro homem na minha cama! O vizinho do prédio da frente!!
Passado o momento de tesão, me dou conta das possíveis consequências dessa situação. Levanto de um pulo e falo:
— Você precisa ir embora, por favor.
— Entendo, fica tranquila — ele diz, se levantando na mesma pressa e começando a se vestir.
Em apenas alguns minutos, já está pronto pra ir, não sem antes se despedir com um beijo que me tira o fôlego. Assim que ele sai do meu apartamento, ligo pro porteiro pra avisar que o "eletricista" já está indo embora, e que por favor abra a porta pra ele. Não sei se ele acredita, ao vê-lo saindo como se tivesse voltado de uma guerra, com o cabelo molhado de suor.
Tiro os lençóis, encharcados com nosso suor e fluidos, e troco por outros limpos. Perfumo o quarto pra disfarçar o cheiro de sexo e, depois de um banho rápido, me visto. Apesar do calor, um pijama pra esconder os hematomas que meu vizinho apaixonado deixou marcados pelo meu corpo inteiro. Saio do banheiro me perguntando o que o porteiro deve ter pensado ao ver um homem que ele não conhece saindo do meu apartamento, já que meu marido não tá em casa, e num estado que entregava na cara o tipo de serviço que ele tava fazendo. Vou ter que dar uma cesta de Natal bem boa pra ele, disso não tenho dúvida...
Calor infernal, a temperatura em vez de cair parece que sobe, sobe e sobe. Pra piorar, corta a luz... e aquele Split que instalamos há uns meses, o que faço com ele?... não sejam sem-vergonha, kkk.
Não sei se é por causa da sensação térmica elevada, mas minha temperatura corporal também vai pras nuvens. Tô com tesão, preciso transar, preciso desesperadamente. Dou banho no Ro de duas em duas horas ou quando ele começa a ficar incomodado, eu também tomo uma ducha, mas mesmo tentando me refrescar de mil maneiras, o calor parece aumentar... o calor lá embaixo, claro. Vou pro lavanderia não uma, mas um trilhão de vezes, mas meu vizinho não aparece, a janela dele tá fechada, então decido fazer uma punheta. De costas contra a parede, as pernas levemente abertas, solto o botão do shortinho jeans que tô vestindo, deslizo uma mão pra dentro, por entre o elástico da minha calcinha e minha pele, e começo a me tocar, relembrando cada imagem, cada sensação do que rolou com o tarado do meu vizinho. Na minha fantasia, a janela dele se abre e ele aparece, com o torso nu, suado, acabado pelo calor. Ao vê-lo, sussurro só duas palavras: "Quinto B". Como só pode acontecer numa fantasia, na hora ele tá batendo na minha porta. Corro pra abrir, ao me ver nesse estado desesperador, ele me agarra, me levanta no colo e me beija de língua, me carregando assim levantada até o lavanderia. Ele me encurrala contra a parede e a máquina de lavar, agora são os dedos dele que se enfiam por entre minha roupa pra me tocar no lugar exato, fazendo meu clitóris ficar do tamanho de um mindinho. Ele revolve os dedos dentro de mim e depois tira, pra chupá-los com gosto.
— Mmmm... você tá uma delícia...! — ele fala, a voz carregada de tesão e safadeza.
Ele enfia de novo e tira, mas dessa vez faz com que eu chupe os dedos dele. Prefiro chupar uma parte mais interessante do corpo dele, mas mesmo assim eu obedeço, saboreando a mim mesma. quando na verdade eu queria era saborear ele. Ele enfia os dedos de novo, me beija, e... começa a assobiar, sim, aquele assobio típico que os homens fazem quando querem chamar a atenção de alguém. Confusa, abro os olhos, meu vizinho não está mais comigo, os dedos dele também não estão mais em mim, em vez disso, agora vejo ele na janela dele, com o torso nu, exatamente como imaginei, me olhando com uma mistura de tesão e fascinação.
Corro para dentro do meu apartamento, pego uma folha em branco, um marcador de traço grosso e escrevo em letras grandes e chamativas: "5 B". Volto ao lavanderia e, levantando o cartaz improvisado acima da minha cabeça, mostro pra ele. Ele sorri divertido e desaparece da janela. Já está vindo.
Volto a refrescar o Ro com um pano úmido, rezando pra ele continuar dormindo tão profundamente quanto até aquele momento. Pra não ter problemas, ligo pro porteiro do prédio pra avisar que vai vir um senhor ver... hesito... um problema elétrico, falo finalmente, percebendo só então o quão frágil era minha desculpa, já que, sem luz, que trabalho elétrico ele poderia fazer? E sem ferramentas ainda. Por enquanto, o que o porteiro pudesse pensar era o que menos me importava. Esperei ele andando de um lado pro outro, igual uma leoa enjaulada, os minutos pareciam eternos. Quando ouço as batidas na porta, meu coração dá um pulo, e quando vou abrir, percebo que o short ainda está desabotoado. O que eu faço? A resposta é simples: abaixo o zíper todo, deixando alguns pelinhos aparecerem por cima do elástico da calcinha, e assim recebo ele.
Meu vizinho me olha e sorri, um sorriso mórbido e lascivo que mostra claramente o que ele está pensando... a mesma coisa que eu estou pensando. Como na minha fantasia, ele entra como um furacão e me abraça, devorando minha boca de um jeito super apaixonado. Quando ele me solta, pego ele pela mão e levo direto pro meu quarto. quarto, na minha própria cama de casal. Sento na beirada da cama, com as pernas abertas, e olhando pra ele de baixo pra cima, acaricio o volume excitante que a virilidade dele forma por baixo da calça. Acaricio e aperto, me deliciando com o tamanho. Sem mais enrolação, solto o cinto, desabotoo, abaixo o zíper e, metendo a mão dentro da braguilha quente dele, prendo entre meus dedos o que tanto desejei desde um tempão. Já tá dura e quente, amasso como se quisesse dar forma, embora a forma que tem já me alucine. Então puxo a calça dele de uma vez, com cueca e tudo, e a pica sai como um tiro, sorte que me desvio, senão arrancava meu olho... haha. Quando aparece, seguro de novo, agora com as duas mãos, decidida a não deixar escapar. Beijo a ponta, molhando meus lábios com o suquinho que sai desse terceiro olho onisciente e espalho por todo o contorno. Passo a língua pelos lados, vai e volta, de uma ponta a outra, subo e desço beijando aqui e ali, e quando chego na ponta de novo, abro a boca e enfio pra dentro, só paro quando sinto ela batendo na minha garganta. Fecho os lábios em volta dessa carne pegajosa e começo a chupar, com vontade e prazer, enquanto levanto os olhos e olho pra ele como quem diz: "Finalmente... finalmente tenho ela só pra mim".
Chupo com gosto, sentindo ela endurecer cada vez mais, engolindo o máximo que posso, embora pelo tamanho não dê pra pegar tudo. Mesmo assim, tem um gosto delicioso. Tiro da boca e pressiono contra a barriga pra beijar as bolas dele, pra chupá-las, pra me empanturrar com elas, subo com a língua por todo o tronco, até chegar na ponta e engolir de novo, chupo de cima a baixo, cuspo e chupo de novo, assim uma vez e outra, chupo e cuspo, chupo e cuspo, a saliva misturada com o líquido pré-seminal forma uma espuma branca e pegajosa que escorre pelo canto da boca. dos meus lábios. Meto ele mais pra dentro ainda, seguro ele pela cintura e puxo ele em minha direção enquanto empurro a cabeça pra frente, sinto a cabeça do pau dele pressionando minha laringe e, mesmo engasgando, quero mais, sempre quero mais...
-Agggggghhhhhh...- meus olhos se enchem de lágrimas, mas consigo meu objetivo: chupar ele até quase roçar as bolas dele com meus lábios... quase... mas não consigo.
Então solto ele, deixo ele pulando no ar, e, sob o olhar feroz dele, tiro a blusa e o sutiã. Meus peitos aparecem agitados e molhados com o leite que jorra dos meus mamilos. Não deixo ele reagir, dou uma cusparada grande e generosa, espalhando a saliva por todo o contorno dele, e, colocando o pau no meio das minhas tetas, falo:
-Goza nelas!-
Ele não faz questão de esperar, me fode, deslizando forte entre elas, de vez em quando tira ele e bate num peito e no outro, ou molha a cabeça do pau com o leite que sai dos meus mamilos. Ele faz uma espanholada tão, mas tão brutal que deixa o canal dos meus peitos todo vermelho. Já não aguento mais, preciso sentir ele dentro de mim, me viro de lado e, arrancando o short e a calcinha, me deito apoiada nos cotovelos, pernas abertas, mostrando minha tesão na pele. Minha buceta está escorrendo, meu vizinho mergulha de frente nela pra chupar com o mesmo afinco e frenesi que eu chupei ele. Ele me faz ver estrelas com a língua dele, que ele manuseia com uma agilidade impressionante, tocando em lugares onde as sensações parecem se intensificar. Meu clitóris está prestes a explodir, até dói de tão duro que tá, e ainda por cima ele morde, chupa, belisca com os dentes, torce. Um jato de leite sai de mim e molha a cara dele, meu vizinho ri e lambe tudo que está ao alcance. Depois ele se levanta, tira a calça, a cueca e avança de novo entre minhas pernas, o pau como ponta de lança de uma batalha que já perdi. (ou ganhei?) de antemão.
Adoro ver como ele me penetra, como apoia primeiro a glande entre meus lábios e eles a envolvem delicadamente, grudando naquela textura aveludada que esquenta e incha. Então ele nem precisa empurrar, sou eu que vou sugando ele até quase a metade, só nesse momento percebo que ele não colocou camisinha, mas quando tento ensaiar um protesto tímido já tenho ele todo dentro de mim, me preenchendo de forma deliciosa, sem concessões. Ele levanta minhas pernas, coloca meus tornozelos nos ombros dele e me fode... ahhhhh!... que prazer sentir ele entrando e saindo com estocadas longas e profundas, estocadas que são finalizadas com um empurrãozinho extra que me sacode até a última vértebra do corpo. Ele se deita sobre mim, empurrando minhas pernas para frente, os joelhos contra meu peito, e apoiado nas mãos potencializa os movimentos, mete ele inteiro, e tira até um pouco menos da metade, para mergulhar de novo até o saco, forte, agressiva, implacavelmente. Quando o pau sai, ele esfrega ele toda na minha buceta, bate com ele nos meus lábios, e volta a entrar para continuar serrando sem parar.
- Ahhhhh... mmmm... ahhhhh... mmmm...! - meus gemidos aumentam no ritmo das enfiadas dele.
Então ele tira, me faz chupar ele de novo e me coloca de quatro. Por trás, ele me agarra pela cintura e me fode de novo, eu me molho ao sentir ele entrando outra vez... nessa posição, feito uma puta no cio, me vejo no espelho na minha frente. Estou ali, no meu quarto, na minha cama, no meu próprio leito conjugal, mas quem está atrás de mim não é meu marido, meu marido está nas fotos que vejo dos lados; no nosso casamento, ele de smoking e eu com um vestido branco reluzente; na nossa lua de mel em Córdoba; nas nossas férias com as cataratas ao fundo; segurando felizes nosso primeiro filho, meu marido está em cada canto daquele quarto, nos perfumes dele, nas loções dele. pra depois de barbear, no livro que ela lê à noite, tá em todo lugar, mas não onde devia estar, quem tá lá é meu vizinho e só então percebo que ele virou o segundo homem que meto na minha cama. O primeiro foi Bruno; Hugo, o marido da minha amiga Carmen, não conta porque na verdade a gente trepou na varanda.
Essa certeza, longe de me inibir, me excita, enterro o rosto no travesseiro e agora sou eu que vou ao encontro do pau dele, mexendo pra trás e pra frente, batendo a raba contra a pélvis dele. Já não gemo, agora grito, uivo, solto cada berro que tenho medo de acordar meu bebê, mas não consigo evitar. Meto ele inteiro e me movimento em volta, me esfrego contra o púbis dele sentindo ele vibrar lá dentro, levanto o tronco e colo minhas costas no peito dele, ele me agarra pelos peitos e me prende contra o corpo, então ele me empurra, me coloca de quatro de novo, me puxa pelos cabelos como se fosse a crina de um cavalo (uma gostosa nesse caso) e entra me comendo como se não houvesse amanhã. Ele me deixa um tempo assim, submetida a uma porrada violenta, pra depois, entre rugidos fortes, tirar o pau de dentro e molhar minha raba e minhas costas com uns jatos violentos e cheios de leite. Exausto, ele se joga pro lado, eu também tô exausta, encharcada de suor, mas ainda não tô satisfeita, quero mais, então aproveitando que o pau dele ainda tá em posição de batalha, chupo ele de novo, mantendo com meus lábios essa ereção prodigiosa que tantas satisfações tá me dando. Me viro então de lado, dando as costas pra ele e levantando uma perna, encaixo ela na dele, me abrindo toda pra ele, aproximando minha buceta quente desse pistão de carne e fogo que não diminui nem um pouco o tamanho. Com uma mão, coloco ele na entrada da pussy, mas ele logo corrige o rumo e mete no meu cu, pressiona e de uma só vez entra até a metade... o resto não é problema já que minha bunda tá acostumada com essas paradas. volumes.
Enquanto ele me come, eu me toco na frente, seguindo o mesmo ritmo que ele usa pra me penetrar por trás. Entra e sai, entra e sai, enquanto eu, com meus dedos, estico meu clitóris, sacudo, esfrego, torço, aperto até gozar num mar de gemidos e ofegos. Respeitosamente, meu vizinho para o movimento e me deixa aproveitar meu momento... um orgasmo conquistado na minha própria cama de casal, mas com outro homem.
Assim que os espasmos vão passando, ele recomeça a foda, com ainda mais força, me submetendo a um verdadeiro bombardeio anal. Mas já não consegue prolongar muito o final e, deixando bem enterrado dentro de mim, termina com uma força devastadora. Não sei de onde sai tanta porra, mas sinto escorrendo pelos lados, encharcando minha bunda e minhas coxas com aquela meleca quente e pegajosa. Agora sim, os dois ficamos exaustos, ensopados, como se tivéssemos acabado de sair do chuveiro. A temperatura, em vez de baixar, parece ter subido, e a sensação térmica deve estar muito pior, e a luz ainda não volta. Só então eu realmente percebo o que acabei de fazer. Meti outro homem na minha cama! O vizinho do prédio da frente!!
Passado o momento de tesão, me dou conta das possíveis consequências dessa situação. Levanto de um pulo e falo:
— Você precisa ir embora, por favor.
— Entendo, fica tranquila — ele diz, se levantando na mesma pressa e começando a se vestir.
Em apenas alguns minutos, já está pronto pra ir, não sem antes se despedir com um beijo que me tira o fôlego. Assim que ele sai do meu apartamento, ligo pro porteiro pra avisar que o "eletricista" já está indo embora, e que por favor abra a porta pra ele. Não sei se ele acredita, ao vê-lo saindo como se tivesse voltado de uma guerra, com o cabelo molhado de suor.
Tiro os lençóis, encharcados com nosso suor e fluidos, e troco por outros limpos. Perfumo o quarto pra disfarçar o cheiro de sexo e, depois de um banho rápido, me visto. Apesar do calor, um pijama pra esconder os hematomas que meu vizinho apaixonado deixou marcados pelo meu corpo inteiro. Saio do banheiro me perguntando o que o porteiro deve ter pensado ao ver um homem que ele não conhece saindo do meu apartamento, já que meu marido não tá em casa, e num estado que entregava na cara o tipo de serviço que ele tava fazendo. Vou ter que dar uma cesta de Natal bem boa pra ele, disso não tenho dúvida...
38 comentários - Calor da porra...
PD: sigo esperando tu fotito en el sótano jaja
¡Por favor mujer! ¡Me mataste hoy!
"Calor" es lo que me dejaste después de leerte (y no te cuento allá abajo). Y envidia con cada uno que tuvo el privilegio de cogerte como mereces. Mandaría todo al caraj* con tal de estar una hora con semejante perra a la hora del sexo. Sin dudas Mari, sos la reina de los relatos!
hasta saboree los dedos saliendo de tu concha!!!
Muuuy caliente como siempre!
Me encanto!
Gracias por compartir
Así me gusta leerte, bien puta y caliente, sin medir las consecuencias.
Excelente relato Marita, me pusiste a mil.
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.
Pero, siempre pienso, en lo buena que debés estar.... mi jermu, no se banca mi pedazo por el culo.... a pesar de que sé hacerlo... por eso te admiro que te lo podés mandar a guardar sin ningun drama..... van mis puntos.... un abrazo y feliz año nuevo.
hermosa nunca vi un relato de mas de 2 epa saludos
"Se la beso en la punta, humedeciéndome los labios con el juguito que sale de ese tercer ojo omnisciente"
"...la chupo a todo lo largo, se la escupo y se la vuelvo a chupar, así una y otra vez, chupo y escupo, chupo y escupo...!
"...le doy una gran y profusa escupida, esparciendo la saliva por todo su contorno, y poniendo la pija entre medio de mis tetas, le digo:
-¡Cogemelas!"
"Tengo la concha que me chorrea, mi vecino se zambulle frente a ella para chupármela con el mismo ahínco y frenesí con que se la chupe a él."
"Cuando la pija se sale, me la refriega por toda la concha, me aporrea con ella los labios, y vuelve a entrar para seguir serruchándome sin descanso."
"...me meo al sentirlo entrar otra vez... en esa pose, como una perra en celo, me veo en el espejo que tengo enfrente."
"...me la pone en el culo, presiona y de un solo intento me entra hasta la mitad... el resto no es problema ya que tengo el culito acostumbrado a tales volúmenes."
"...reinicia la culeada, con más énfasis todavía, sometiéndome a un verdadero bombardeo anal."[/i]
Que buen relato una vez más amiga mia, como me dejas de caliente linda, mi imaginación vuela junto a la lectura, y quedo loco de caliente gracias a tí...jajaja
EXCELENTE querida, van merecidos puntos!! +10
Besos y abrazos amiga!!💋