Olá P!, essa é minha primeira postagem....... comentem umas dicas pra mais tarde 🙂 !!
Esta história é inventada, todos os personagens são maiores de idade.Tudo aconteceu no final de 1994, naquela época minha vida era super tranquila. Sabe como é, eu era a típica garota que vai de casa pra escola e da escola pra casa. Desde pequena eu era um pouco gordinha. Com o tempo, meu corpo foi se desenvolvendo e eu adquiri um corpo bonito, sem ser espetacular. Minhas medidas eram mais ou menos 98-69-94.
Bom, mas como eu tava dizendo, minha vida era super tranquila, diferente da dos meus pais, que estavam passando por um grave problema financeiro.
Papai e mamãe trabalhavam naquela época num shopping. Meu pai como auxiliar de contador e minha mãe como supervisora. Juntos, eles tinham feito um financiamento pra comprar a casa onde a gente morava. Papai tinha acabado de comprar um carro e, pelo menos, nunca faltava comida em casa. Isso até chegar a tal da crise.
A crise não fez nada além de trazer desgraça pra minha família. Papai teve que vender o carro e pedir vários empréstimos pra continuar pagando a casa.
Entre os agiotas, tinha um senhor de uns 65 anos chamado Augusto, mas apelidado de "rouba-berço" (depois eu descobriria por que ele tinha esse apelido). O caso é que esse cara emprestou uma grana pesada pro papai pra ele não perder a casa, fazendo ele assinar um documento onde papai prometia pagar tudo antes do prazo que os dois tinham combinado.
Foram várias as vezes que o senhor visitava minha casa pra receber pagamentos parciais dos meus pais. Geralmente, as visitas eram em dias de quinzena, porque acho que era quando meus pais tinham dinheiro. Essas visitas me deixavam meio incomodada, porque o velho não parava de olhar pra minha bunda ou pros meus peitos (principalmente quando eu usava blusas decotadas), de longe ele sorria pra mim e eu não tinha escolha a não ser retribuir o sorriso. Várias vezes reclamei com minha mãe sobre o incômodo que as visitas desse senhor me causavam. mas minha mãe me pediu pra tolerar ele, mesmo que fosse um pouco, afinal ele tinha nos ajudado a não perder a casa.
As visitas do cara continuaram por mais uns dois meses e eu aprendi a lidar com isso.
A crise financeira na minha família só aumentava. Meu pai tinha perdido o emprego e tava desempregado sem conseguir arrumar outro, a idade dele e a crise do país não ajudavam nada, então minha mãe teve que bancar a casa por um tempo.
Meus estudos cada vez exigiam mais grana, na escola onde eu estudava não paravam de pedir livros caros e a mensalidade tava cada vez mais alta. A real é que em casa a gente tava passando aperto.
Um dia, quando eu tinha acabado de chegar da escola, me deparei com o seu Augusto em casa cobrando meus pais, um pagamento que já tava atrasado há mais de 4 dias.
— Por favor, Augusto, me dá mais tempo pra pagar, minha esposa ainda não recebeu, mas se você esperar mais uma semana, juro que te pago. — implorava meu pai.
— Isso mesmo que você me disse da outra vez e olha, já são 4 dias de atraso e nada. — disse Augusto.
— Por favor, nos dá uma chance, a gente realmente tá passando por um momento difícil.
Quando meu pai e o seu Augusto perceberam que eu tava ali, pararam de discutir e meu pai veio me cumprimentar. Já o seu Augusto não, ele ficou me olhando de longe com aquela cara de velho safado que me irritava tanto.
— Boa tarde, seu Augusto. — cumprimentei ele, mal olhando nos olhos dele.
— Boa tarde, gostosa. — ele respondeu.
Assim que fui embora, eles continuaram discutindo a mesma coisa. Me tranquei no meu quarto, coloquei o walkman, que na época era moda, e fiquei surda por vários minutos. Era triste e ao mesmo tempo humilhante ver meu pai tendo que implorar e se humilhar daquele jeito, mas... era a situação e não tinha outra saída a não ser xingar o governo do país.
Depois de alguns minutos, meu pai entrou no meu quarto. Assim que vi ele entrar, tirei os fones e coloquei toda minha atenção nele.
-Desculpa você ter que passar por tudo isso, filha, mas a situação não dá pra gente viver de outro jeito. Eu realmente sinto muito, filha.- disse meu pai, choramingando.
Peguei as mãos dele e, depois de dar um beijo na bochecha, disse que tudo ia ficar bem e que ele não precisava se preocupar, que juntos a gente ia sair dessa terrível pesadelo. Meu pai me agradeceu e desabou a chorar como um bebê nos meus braços.
-Minha filha, me perdoa, por favor. Eu realmente sinto muito.
-Pai, já te falei que não tem nada pra se preocupar. A gente vai dar a volta por cima, vai ver.
-Como eu sinto muito, meu amor…
Realmente me entristecia ver meu pai chorar daquele jeito. Afinal, eles sempre se preocuparam em me dar o melhor e garantir que eu estivesse bem.
Quando passaram dois dias, mamãe nos deu a notícia de que tinha sido demitida. Agora sim, a coisa ia de mal a pior. Tive que sair do colégio particular onde estudava e entrei numa escola pública. A mudança foi radical, mas eu estava disposta a fazer tudo pelos meus pais. Em pouco tempo, consegui me adaptar à minha nova escola. Um dia, quando voltava pra casa, encontrei meus pais já tinham saído, deixando um bilhete dizendo que tinha comida na geladeira e que voltariam em menos de 2 horas. Preparei a comida e, depois de comer, decidi tomar um banho. Exatamente quando estava no banho, ouvi a campainha tocar. Depois de um tempo, tocaram de novo. Como ninguém atendia, continuaram tocando várias vezes, mas não quis sair pra ver quem era. Afinal, meus pais tinham chave, e quem poderia ser tão importante a ponto de ficar tocando tantas vezes?
Depois de um tempo, cheia de curiosidade e vendo que o toque não parava, decidi me enrolar na toalha e sair pra perguntar quem era.
A porta da minha casa não tem vista pra rua, então pra descobrir quem é, só tem dois jeitos. Um é abrindo a porta, e o outro é perguntando de dentro. Quem era. Escolhi a segunda:
- Quem é?
Não responderam, mas continuaram tocando a campainha uma e outra vez.
Irritada e pensando que era uma brincadeira de mau gosto de algum dos nossos vizinhos, abri a porta e me deparei com o sorriso amarelo do seu Augusto, que parado na entrada da minha casa, sem parar de sorrir, perguntou:
- Seus pais estão em casa, gostosa?
- Não estão, seu Augusto. Se quiser voltar daqui a meia hora, provavelmente já chegaram.
Exatamente quando eu me apressava para fechar a porta, seu Augusto a segurou com uma mão e, me olhando de cima a baixo, percorrendo meu corpo com o olhar cheio de safadeza, disse:
- Posso entrar e esperar por eles? Deixei meu carro estacionado longe daqui e acho que, até eu chegar lá, já deve ter passado meia hora. Você sabe, na minha idade a gente não anda como quando é jovem...
Deu vontade de chutar ele e fechar a porta na cara dele. Será que ele não percebia que eu tinha interrompido meu banho e estava enrolada numa toalha só pra ver quem era? Ah, fiquei com tanta raiva, mas na minha mente as palavras da minha mãe pedindo paciência ecoavam uma e outra vez...
- Tá bom, seu Augusto, pode entrar...
O cara entrou sem parar de olhar meu corpo, principalmente onde aparecia pelado, aquela parte que a toalha não conseguia cobrir direito.
Assim que passou, com toda a confiança do mundo, sentou onde achou melhor.
Que folgado, só o que me faltava ter que aturar esse povo. - pensei
- Gostosa, você poderia me dar um copo d'água?
Só faltava essa, o cara me pedindo um copo d'água. Será que ele não achava que eu ia me trocar antes de atendê-lo?
- Já vou trazer, seu Augusto, só deixa eu colocar uma roupa e já trago.
- Gostosa, eu agradeceria se você me trouxesse a água primeiro. Lá fora está muito quente e estou me desidratando. Você não quer que esse velho se desidrate, quer?
Por mim, morra. - pensei - Sim, já vou trazer a água, seu Augusto.
- Isso mesmo. Gostosa, muito obrigada.
Fui pegar água na cozinha. Peguei um copo e me abaixei para tirar um pouco de água do galão que estava no chão. Quando fiz isso, senti duas mãos enrugadas e duras passarem por baixo da toalha até chegarem a apertar minhas duas bundinhas.
Na hora, como uma mola, me levantei e, ao me virar, me deparei com o seu Augusto ali na minha frente. O sem-vergonha tinha me seguido até a cozinha e, pior ainda, tinha pegado na minha bunda.
— O que é isso?!
— Calma, gostosa, não é nada. Só vi aquele par de bundas e deu vontade de pegar um pouco, mas não é motivo pra fazer escândalo, linda.
— Não é nada? Por quem você me tomou?
— Vem cá, gostosa, vamos pra sala conversar um pouco.
Seu Augusto me pegou pelo ombro e me levou até a sala, onde nos sentamos e ele começou a dizer:
— Você sabe muito bem o quanto eu gosto de você, linda. Eu sei disso porque meus olhares não passam despercebidos pra mulheres tão gostosas como você...
— Não sei do que o senhor está falando...
— Bom, se não sabia, agora sabe. Imagino que também saiba que seu pai me deve muito dinheiro, neném.
— Eu sei, mas também sei que meu pai nunca atrasou os pagamentos e sempre pagou em dia.
— Bom, isso até pouco tempo, linda. Como você deve saber, sua mãe foi demitida há alguns dias, então eles não tiveram como me pagar e já estão com vários dias de atraso. Sabia que, se eu processar, posso fazer com que eles percam a casa? Você gostaria que seus pais perdessem essa casa que, mesmo não sendo a mais luxuosa, é pela qual eles trabalharam tanto pra te dar um lugar pra morar?
— Não — pensei, enquanto por dentro xingava aquele velho safado.
— Bom, linda, eu tenho a solução pra que seus pais não percam a casa e todos vivamos felizes.
Abaixei o olhar e comecei a chorar.
— Por que você está chorando, linda? É que você não ama seus pais? Prefere ver eles perderem a casa?
— Não, não é isso...
— Bom, então... Vamos fazer o seguinte. Se você se comportar direitinho comigo e fizer tudo que eu mandar, prometo que vou zerar a dívida dos seus pais. O que me diz? Tá disposta a ajudar seus pais a se reerguerem?
Foi tão difícil pra mim. Em poucas palavras, mesmo sem ter dito diretamente, ele tava me pedindo pra me prostituir em troca da dívida dos meus pais. Foi um golpe duro no meu orgulho como mulher. Mas, por outro lado, tinham meus pais, eles não mereciam perder a casa, ainda mais depois de tudo que passaram. Eles sempre fizeram tudo por mim, e talvez fosse a hora de eu fazer algo por eles, mesmo que isso me custasse o orgulho e a dignidade como mulher.
Parei de chorar e, olhando com esforço nos olhos dele, falei:
— Tá bom, o que o senhor quer que eu faça?
— Isso, assim que eu gosto, que você pense no bem-estar dos seus pais. Me diz uma coisa, você é virgem?
— Senhor, claro que sou virgem. Eu mal tenho…
— Sim, eu sei, desculpa pela pergunta besta. Tá bem, prometo ser bonzinho com você, não precisa ter medo, linda.
Mal ele disse isso, baixou a calça até os joelhos. Depois pegou a cueca e baixou do mesmo jeito, deixando o pau dele de fora, que me pareceu monstruoso. Devia ser gigante, nunca tinha visto um pau na vida, mas aquele me pareceu enorme naquele momento, e pude confirmar que era grande mesmo quando comparei com o do meu marido, com quem sou casada hoje.
Na ponta do pau, duas bolas bem grandes também pendiam. Todas as bolas dele e em volta do pênis estavam cheias de pelos pubianos.
— Calma, não vai acontecer nada, gata.
Ele falou quando viu a cara que eu fiz quando o pau dele começou a crescer até ficar duro, enquanto ele massageava com as duas mãos.
— Quer tocar nele, linda? Vai, vai ver que você vai gostar.
Ele pegou uma das minhas mãos e levou até o pau dele. Tava morno e bem duro. Logo me ensinou a passar a mão de cima pra baixo, fazendo o pau dele ficar ainda mais ereto. Uma voz entrecortada.
- Aaaahhh é isso... pega com as duas mãos, vai...
Segurei com as duas mãos e comecei a mexer de um lado pro outro, de cima pra baixo, fazendo os olhos dele quase saltarem.
- Aaaahhh você tá mandando muito bem... pra ser sua primeira vez, tá arrasando, bonequinha gostosa.
Depois de alguns minutos, ele começou a acariciar meu peito esquerdo com uma mão. No começo, senti uma sensação estranha por deixar outra pessoa, que não eu, tocar minha teta, mas com o tempo comecei a gostar.
- Hmmm...
- Aahhh que durinhas que elas tão. Cê tá gostando, né, linda?
- Tô... sinto uma coisa estranha, hmmm...
- Aahhh deixa eu te mostrar uma coisa que você vai gostar mais. Vem, chega teu rosto no meu pau sem medo, linda, já te falei que não vai acontecer nada de mal.
Aproximei meu rosto do pau dele e ele disse:
- Cheira ele, linda...
Cheirei com meu nariz, fazendo ele bater na ponta do pau, o que fez o Dom Augusto se contorcer no sofá de prazer.
- Aaahhh... que cheiro que tem, linda?
- Hmmm... cheira estranho...
- Quer provar? Me falaram que é uma delícia. Não quer ver qual é o gosto?
Sem dizer mais nada, aproximei meu rosto do pau dele e, abrindo minha boquinha o máximo que pude, chupei a ponta do pau duro dele.
- OOOHHHHH!!!!!
Ele gemeu forte e, assustada, me afastei, tirando o pau da minha boca.
- NÃOOOO! O que cê tá fazendo, linda? Vem... chupa ele como tava fazendo.
- Pensei que tinha te machucado...
- Não, de jeito nenhum, linda. Muito pelo contrário, tô adorando. Vai, chupa ele.
Voltei a aproximar meu rosto do pau dele e, dessa vez, chupei, enfiando mais do pau na minha boca.
- Aaahhh!!! Assimmm!!! Mexe com tuas mãozinhas, igual cê tava fazendo antes, linda.
Enquanto chupava, comecei a mover o pau dele com minhas duas mãozinhas, fazendo o Dom Augusto gritar de prazer.
- AAAHHHHH!!!!
Fiquei chupando o pau por vários minutos. Às vezes, saía um líquido que tinha um gosto bem gostoso, o que me fazia continuar e... continuar devorando o pau dele.
- AAAHHHH Não para, gostosa...
Quando ele sentiu que ia gozar, me pegou pelo queixo e disse:
- Agora quero te mostrar algo mais gostoso. Algo que só as meninas que já são grandes fazem, mas você já tá pronta pra aprender a curtir um sexo bom com um homem maduro como eu, então...
Não passou nem um minuto e meio e eu já tava pelada, com as pernas bem abertas, deitada de costas no sofá, com a ponta da rola dele na entrada da minha buceta, pronta pra me penetrar.
- Talvez isso doa um pouco, mas com o tempo vai sarar e você vai ver que vai acabar gostando tanto quanto eu, boneca.
Ele pressionou minha buceta com o pau duro e começou a afundar, desaparecendo dentro de mim. Primeiro sumiu a cabeça, depois o tronco foi entrando devagar até bater no meu hímen. Foi aí que doeu um pouco.
- Aaagghhhh, tá doendo!!
- Aahhh, vai passar... aguenta mais um pouco...
Ele esperou um pouco e, quando viu que era a hora certa, me penetrou com força, fazendo a rola inteira desaparecer na minha buceta e rompendo meu hímen, que sangrou um pouco.
- Aaaagghhhhh!!!!!
- OHHHHH!! Que sensação deliciosa, boneca!! Fazia tempo que não comia uma bucetinha virgem. Quase esqueci como é bom! AAAHHHH
Nisso, me segurando pelas pernas pra eu levantá-las um pouco, começou a furar minha buceta com força, acelerando as metidas várias vezes e parando só pra pegar um ar.
- AAAAAHHHHHHHHHH
- AAGHHHHH Tá doendo! Pelo amor de Deus, para que você vai me partir no meio!!!
- OOHHHH AAAHHHHH Aguenta mais um pouco... já tô quase terminando!
Ele continuou com as investidas, e logo a dor começou a passar, enquanto um prazer imenso tomava conta do meu corpo inteiro.
- AAAHHHH Assim, me dá mais!!!
- Te falei que você ia gostar!!! AAAHHHH
- AAAHHHH Sinto que vou fazer xixi!!!
- Faz xixi, gostosa, faz xixi!! OHHHHH
Meu corpo começou a tremer. E senti uma explosão dentro de mim. Eu estava tendo meu primeiro orgasmo. Estava sentindo o que é ser mulher.
- AAAHHHHHHHHHHH
- Issooo!!! Gostosaaa!!!
Eu estava sentindo a coisa mais linda da minha vida quando, de repente, sinto um líquido quente inundar todo o meu interior e o senhor Augusto, que se movia com fúria gemendo igual um louco, acaba se esvaziando dentro de mim.
- AAAHHHHHHHHHHH
- HMMMMMMMMMMM
Mais três estocadas fazendo as últimas gotas do pau dele caírem dentro de mim, e o senhor Augusto caiu ao meu lado, exausto.
- Você é uma putinha gostosa, mocinha.
No fim das contas, não tinha sido tão ruim assim. Eu tinha ajudado meus pais a sair da dívida maior e tinha experimentado pela primeira vez o que era um orgasmo.
O senhor Augusto se levantou e, depois de se arrumar, me disse:
- Olha, quero que você entregue essa nota promissória ao seu pai. A dívida acabou.
Ele tirou da carteira uma quantia de notas e, jogando-as no sofá, disse:
- Isso é para você dar aos seus pais. Afinal, eu é que fico devendo a eles com o que me pagaram. Seu pai e eu combinamos que com isso a dívida estaria quitada, mas não tem dúvida que você vale isso e mais. Mil pesos são para seus pais e outros mil para você. Para comprar roupinha bonita e tudo o que quiser. Depois eu venho te dar outra surra de buceta. - E antes de ir, agarrou uma das minhas nádegas firmes e sacudiu como despedida.
Meu pai sabia disso. Meu pai tinha me vendido para o senhor Augusto para sair das dívidas dele... agora entendo por que naquele dia ele não parava de me pedir perdão...
Quando meus pais chegaram, entreguei a nota promissória ao meu pai. Ele me olhou nos olhos e disse:
- Filha, sua mãe e eu arrumamos trabalho numa fábrica, mas o dono quer pagar um salário muito baixo. Você acha que pode nos ajudar?
FIMESPERO QUE TENHAM GOSTADO!! UMA CRÍTICA CONSTRUTIVA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM.... E SE TIVEREM DE BOM HUMOR, DEIXEM UNS PONTINHOS 😉 !!!! MUITO OBRIGADA POR PASSAREM NO MEU POST
Esta história é inventada, todos os personagens são maiores de idade.Tudo aconteceu no final de 1994, naquela época minha vida era super tranquila. Sabe como é, eu era a típica garota que vai de casa pra escola e da escola pra casa. Desde pequena eu era um pouco gordinha. Com o tempo, meu corpo foi se desenvolvendo e eu adquiri um corpo bonito, sem ser espetacular. Minhas medidas eram mais ou menos 98-69-94.
Bom, mas como eu tava dizendo, minha vida era super tranquila, diferente da dos meus pais, que estavam passando por um grave problema financeiro.
Papai e mamãe trabalhavam naquela época num shopping. Meu pai como auxiliar de contador e minha mãe como supervisora. Juntos, eles tinham feito um financiamento pra comprar a casa onde a gente morava. Papai tinha acabado de comprar um carro e, pelo menos, nunca faltava comida em casa. Isso até chegar a tal da crise.
A crise não fez nada além de trazer desgraça pra minha família. Papai teve que vender o carro e pedir vários empréstimos pra continuar pagando a casa.
Entre os agiotas, tinha um senhor de uns 65 anos chamado Augusto, mas apelidado de "rouba-berço" (depois eu descobriria por que ele tinha esse apelido). O caso é que esse cara emprestou uma grana pesada pro papai pra ele não perder a casa, fazendo ele assinar um documento onde papai prometia pagar tudo antes do prazo que os dois tinham combinado.
Foram várias as vezes que o senhor visitava minha casa pra receber pagamentos parciais dos meus pais. Geralmente, as visitas eram em dias de quinzena, porque acho que era quando meus pais tinham dinheiro. Essas visitas me deixavam meio incomodada, porque o velho não parava de olhar pra minha bunda ou pros meus peitos (principalmente quando eu usava blusas decotadas), de longe ele sorria pra mim e eu não tinha escolha a não ser retribuir o sorriso. Várias vezes reclamei com minha mãe sobre o incômodo que as visitas desse senhor me causavam. mas minha mãe me pediu pra tolerar ele, mesmo que fosse um pouco, afinal ele tinha nos ajudado a não perder a casa.
As visitas do cara continuaram por mais uns dois meses e eu aprendi a lidar com isso.
A crise financeira na minha família só aumentava. Meu pai tinha perdido o emprego e tava desempregado sem conseguir arrumar outro, a idade dele e a crise do país não ajudavam nada, então minha mãe teve que bancar a casa por um tempo.
Meus estudos cada vez exigiam mais grana, na escola onde eu estudava não paravam de pedir livros caros e a mensalidade tava cada vez mais alta. A real é que em casa a gente tava passando aperto.
Um dia, quando eu tinha acabado de chegar da escola, me deparei com o seu Augusto em casa cobrando meus pais, um pagamento que já tava atrasado há mais de 4 dias.
— Por favor, Augusto, me dá mais tempo pra pagar, minha esposa ainda não recebeu, mas se você esperar mais uma semana, juro que te pago. — implorava meu pai.
— Isso mesmo que você me disse da outra vez e olha, já são 4 dias de atraso e nada. — disse Augusto.
— Por favor, nos dá uma chance, a gente realmente tá passando por um momento difícil.
Quando meu pai e o seu Augusto perceberam que eu tava ali, pararam de discutir e meu pai veio me cumprimentar. Já o seu Augusto não, ele ficou me olhando de longe com aquela cara de velho safado que me irritava tanto.
— Boa tarde, seu Augusto. — cumprimentei ele, mal olhando nos olhos dele.
— Boa tarde, gostosa. — ele respondeu.
Assim que fui embora, eles continuaram discutindo a mesma coisa. Me tranquei no meu quarto, coloquei o walkman, que na época era moda, e fiquei surda por vários minutos. Era triste e ao mesmo tempo humilhante ver meu pai tendo que implorar e se humilhar daquele jeito, mas... era a situação e não tinha outra saída a não ser xingar o governo do país.
Depois de alguns minutos, meu pai entrou no meu quarto. Assim que vi ele entrar, tirei os fones e coloquei toda minha atenção nele.
-Desculpa você ter que passar por tudo isso, filha, mas a situação não dá pra gente viver de outro jeito. Eu realmente sinto muito, filha.- disse meu pai, choramingando.
Peguei as mãos dele e, depois de dar um beijo na bochecha, disse que tudo ia ficar bem e que ele não precisava se preocupar, que juntos a gente ia sair dessa terrível pesadelo. Meu pai me agradeceu e desabou a chorar como um bebê nos meus braços.
-Minha filha, me perdoa, por favor. Eu realmente sinto muito.
-Pai, já te falei que não tem nada pra se preocupar. A gente vai dar a volta por cima, vai ver.
-Como eu sinto muito, meu amor…
Realmente me entristecia ver meu pai chorar daquele jeito. Afinal, eles sempre se preocuparam em me dar o melhor e garantir que eu estivesse bem.
Quando passaram dois dias, mamãe nos deu a notícia de que tinha sido demitida. Agora sim, a coisa ia de mal a pior. Tive que sair do colégio particular onde estudava e entrei numa escola pública. A mudança foi radical, mas eu estava disposta a fazer tudo pelos meus pais. Em pouco tempo, consegui me adaptar à minha nova escola. Um dia, quando voltava pra casa, encontrei meus pais já tinham saído, deixando um bilhete dizendo que tinha comida na geladeira e que voltariam em menos de 2 horas. Preparei a comida e, depois de comer, decidi tomar um banho. Exatamente quando estava no banho, ouvi a campainha tocar. Depois de um tempo, tocaram de novo. Como ninguém atendia, continuaram tocando várias vezes, mas não quis sair pra ver quem era. Afinal, meus pais tinham chave, e quem poderia ser tão importante a ponto de ficar tocando tantas vezes?
Depois de um tempo, cheia de curiosidade e vendo que o toque não parava, decidi me enrolar na toalha e sair pra perguntar quem era.
A porta da minha casa não tem vista pra rua, então pra descobrir quem é, só tem dois jeitos. Um é abrindo a porta, e o outro é perguntando de dentro. Quem era. Escolhi a segunda:
- Quem é?
Não responderam, mas continuaram tocando a campainha uma e outra vez.
Irritada e pensando que era uma brincadeira de mau gosto de algum dos nossos vizinhos, abri a porta e me deparei com o sorriso amarelo do seu Augusto, que parado na entrada da minha casa, sem parar de sorrir, perguntou:
- Seus pais estão em casa, gostosa?
- Não estão, seu Augusto. Se quiser voltar daqui a meia hora, provavelmente já chegaram.
Exatamente quando eu me apressava para fechar a porta, seu Augusto a segurou com uma mão e, me olhando de cima a baixo, percorrendo meu corpo com o olhar cheio de safadeza, disse:
- Posso entrar e esperar por eles? Deixei meu carro estacionado longe daqui e acho que, até eu chegar lá, já deve ter passado meia hora. Você sabe, na minha idade a gente não anda como quando é jovem...
Deu vontade de chutar ele e fechar a porta na cara dele. Será que ele não percebia que eu tinha interrompido meu banho e estava enrolada numa toalha só pra ver quem era? Ah, fiquei com tanta raiva, mas na minha mente as palavras da minha mãe pedindo paciência ecoavam uma e outra vez...
- Tá bom, seu Augusto, pode entrar...
O cara entrou sem parar de olhar meu corpo, principalmente onde aparecia pelado, aquela parte que a toalha não conseguia cobrir direito.
Assim que passou, com toda a confiança do mundo, sentou onde achou melhor.
Que folgado, só o que me faltava ter que aturar esse povo. - pensei
- Gostosa, você poderia me dar um copo d'água?
Só faltava essa, o cara me pedindo um copo d'água. Será que ele não achava que eu ia me trocar antes de atendê-lo?
- Já vou trazer, seu Augusto, só deixa eu colocar uma roupa e já trago.
- Gostosa, eu agradeceria se você me trouxesse a água primeiro. Lá fora está muito quente e estou me desidratando. Você não quer que esse velho se desidrate, quer?
Por mim, morra. - pensei - Sim, já vou trazer a água, seu Augusto.
- Isso mesmo. Gostosa, muito obrigada.
Fui pegar água na cozinha. Peguei um copo e me abaixei para tirar um pouco de água do galão que estava no chão. Quando fiz isso, senti duas mãos enrugadas e duras passarem por baixo da toalha até chegarem a apertar minhas duas bundinhas.
Na hora, como uma mola, me levantei e, ao me virar, me deparei com o seu Augusto ali na minha frente. O sem-vergonha tinha me seguido até a cozinha e, pior ainda, tinha pegado na minha bunda.
— O que é isso?!
— Calma, gostosa, não é nada. Só vi aquele par de bundas e deu vontade de pegar um pouco, mas não é motivo pra fazer escândalo, linda.
— Não é nada? Por quem você me tomou?
— Vem cá, gostosa, vamos pra sala conversar um pouco.
Seu Augusto me pegou pelo ombro e me levou até a sala, onde nos sentamos e ele começou a dizer:
— Você sabe muito bem o quanto eu gosto de você, linda. Eu sei disso porque meus olhares não passam despercebidos pra mulheres tão gostosas como você...
— Não sei do que o senhor está falando...
— Bom, se não sabia, agora sabe. Imagino que também saiba que seu pai me deve muito dinheiro, neném.
— Eu sei, mas também sei que meu pai nunca atrasou os pagamentos e sempre pagou em dia.
— Bom, isso até pouco tempo, linda. Como você deve saber, sua mãe foi demitida há alguns dias, então eles não tiveram como me pagar e já estão com vários dias de atraso. Sabia que, se eu processar, posso fazer com que eles percam a casa? Você gostaria que seus pais perdessem essa casa que, mesmo não sendo a mais luxuosa, é pela qual eles trabalharam tanto pra te dar um lugar pra morar?
— Não — pensei, enquanto por dentro xingava aquele velho safado.
— Bom, linda, eu tenho a solução pra que seus pais não percam a casa e todos vivamos felizes.
Abaixei o olhar e comecei a chorar.
— Por que você está chorando, linda? É que você não ama seus pais? Prefere ver eles perderem a casa?
— Não, não é isso...
— Bom, então... Vamos fazer o seguinte. Se você se comportar direitinho comigo e fizer tudo que eu mandar, prometo que vou zerar a dívida dos seus pais. O que me diz? Tá disposta a ajudar seus pais a se reerguerem?
Foi tão difícil pra mim. Em poucas palavras, mesmo sem ter dito diretamente, ele tava me pedindo pra me prostituir em troca da dívida dos meus pais. Foi um golpe duro no meu orgulho como mulher. Mas, por outro lado, tinham meus pais, eles não mereciam perder a casa, ainda mais depois de tudo que passaram. Eles sempre fizeram tudo por mim, e talvez fosse a hora de eu fazer algo por eles, mesmo que isso me custasse o orgulho e a dignidade como mulher.
Parei de chorar e, olhando com esforço nos olhos dele, falei:
— Tá bom, o que o senhor quer que eu faça?
— Isso, assim que eu gosto, que você pense no bem-estar dos seus pais. Me diz uma coisa, você é virgem?
— Senhor, claro que sou virgem. Eu mal tenho…
— Sim, eu sei, desculpa pela pergunta besta. Tá bem, prometo ser bonzinho com você, não precisa ter medo, linda.
Mal ele disse isso, baixou a calça até os joelhos. Depois pegou a cueca e baixou do mesmo jeito, deixando o pau dele de fora, que me pareceu monstruoso. Devia ser gigante, nunca tinha visto um pau na vida, mas aquele me pareceu enorme naquele momento, e pude confirmar que era grande mesmo quando comparei com o do meu marido, com quem sou casada hoje.
Na ponta do pau, duas bolas bem grandes também pendiam. Todas as bolas dele e em volta do pênis estavam cheias de pelos pubianos.
— Calma, não vai acontecer nada, gata.
Ele falou quando viu a cara que eu fiz quando o pau dele começou a crescer até ficar duro, enquanto ele massageava com as duas mãos.
— Quer tocar nele, linda? Vai, vai ver que você vai gostar.
Ele pegou uma das minhas mãos e levou até o pau dele. Tava morno e bem duro. Logo me ensinou a passar a mão de cima pra baixo, fazendo o pau dele ficar ainda mais ereto. Uma voz entrecortada.
- Aaaahhh é isso... pega com as duas mãos, vai...
Segurei com as duas mãos e comecei a mexer de um lado pro outro, de cima pra baixo, fazendo os olhos dele quase saltarem.
- Aaaahhh você tá mandando muito bem... pra ser sua primeira vez, tá arrasando, bonequinha gostosa.
Depois de alguns minutos, ele começou a acariciar meu peito esquerdo com uma mão. No começo, senti uma sensação estranha por deixar outra pessoa, que não eu, tocar minha teta, mas com o tempo comecei a gostar.
- Hmmm...
- Aahhh que durinhas que elas tão. Cê tá gostando, né, linda?
- Tô... sinto uma coisa estranha, hmmm...
- Aahhh deixa eu te mostrar uma coisa que você vai gostar mais. Vem, chega teu rosto no meu pau sem medo, linda, já te falei que não vai acontecer nada de mal.
Aproximei meu rosto do pau dele e ele disse:
- Cheira ele, linda...
Cheirei com meu nariz, fazendo ele bater na ponta do pau, o que fez o Dom Augusto se contorcer no sofá de prazer.
- Aaahhh... que cheiro que tem, linda?
- Hmmm... cheira estranho...
- Quer provar? Me falaram que é uma delícia. Não quer ver qual é o gosto?
Sem dizer mais nada, aproximei meu rosto do pau dele e, abrindo minha boquinha o máximo que pude, chupei a ponta do pau duro dele.
- OOOHHHHH!!!!!
Ele gemeu forte e, assustada, me afastei, tirando o pau da minha boca.
- NÃOOOO! O que cê tá fazendo, linda? Vem... chupa ele como tava fazendo.
- Pensei que tinha te machucado...
- Não, de jeito nenhum, linda. Muito pelo contrário, tô adorando. Vai, chupa ele.
Voltei a aproximar meu rosto do pau dele e, dessa vez, chupei, enfiando mais do pau na minha boca.
- Aaahhh!!! Assimmm!!! Mexe com tuas mãozinhas, igual cê tava fazendo antes, linda.
Enquanto chupava, comecei a mover o pau dele com minhas duas mãozinhas, fazendo o Dom Augusto gritar de prazer.
- AAAHHHHH!!!!
Fiquei chupando o pau por vários minutos. Às vezes, saía um líquido que tinha um gosto bem gostoso, o que me fazia continuar e... continuar devorando o pau dele.
- AAAHHHH Não para, gostosa...
Quando ele sentiu que ia gozar, me pegou pelo queixo e disse:
- Agora quero te mostrar algo mais gostoso. Algo que só as meninas que já são grandes fazem, mas você já tá pronta pra aprender a curtir um sexo bom com um homem maduro como eu, então...
Não passou nem um minuto e meio e eu já tava pelada, com as pernas bem abertas, deitada de costas no sofá, com a ponta da rola dele na entrada da minha buceta, pronta pra me penetrar.
- Talvez isso doa um pouco, mas com o tempo vai sarar e você vai ver que vai acabar gostando tanto quanto eu, boneca.
Ele pressionou minha buceta com o pau duro e começou a afundar, desaparecendo dentro de mim. Primeiro sumiu a cabeça, depois o tronco foi entrando devagar até bater no meu hímen. Foi aí que doeu um pouco.
- Aaagghhhh, tá doendo!!
- Aahhh, vai passar... aguenta mais um pouco...
Ele esperou um pouco e, quando viu que era a hora certa, me penetrou com força, fazendo a rola inteira desaparecer na minha buceta e rompendo meu hímen, que sangrou um pouco.
- Aaaagghhhhh!!!!!
- OHHHHH!! Que sensação deliciosa, boneca!! Fazia tempo que não comia uma bucetinha virgem. Quase esqueci como é bom! AAAHHHH
Nisso, me segurando pelas pernas pra eu levantá-las um pouco, começou a furar minha buceta com força, acelerando as metidas várias vezes e parando só pra pegar um ar.
- AAAAAHHHHHHHHHH
- AAGHHHHH Tá doendo! Pelo amor de Deus, para que você vai me partir no meio!!!
- OOHHHH AAAHHHHH Aguenta mais um pouco... já tô quase terminando!
Ele continuou com as investidas, e logo a dor começou a passar, enquanto um prazer imenso tomava conta do meu corpo inteiro.
- AAAHHHH Assim, me dá mais!!!
- Te falei que você ia gostar!!! AAAHHHH
- AAAHHHH Sinto que vou fazer xixi!!!
- Faz xixi, gostosa, faz xixi!! OHHHHH
Meu corpo começou a tremer. E senti uma explosão dentro de mim. Eu estava tendo meu primeiro orgasmo. Estava sentindo o que é ser mulher.
- AAAHHHHHHHHHHH
- Issooo!!! Gostosaaa!!!
Eu estava sentindo a coisa mais linda da minha vida quando, de repente, sinto um líquido quente inundar todo o meu interior e o senhor Augusto, que se movia com fúria gemendo igual um louco, acaba se esvaziando dentro de mim.
- AAAHHHHHHHHHHH
- HMMMMMMMMMMM
Mais três estocadas fazendo as últimas gotas do pau dele caírem dentro de mim, e o senhor Augusto caiu ao meu lado, exausto.
- Você é uma putinha gostosa, mocinha.
No fim das contas, não tinha sido tão ruim assim. Eu tinha ajudado meus pais a sair da dívida maior e tinha experimentado pela primeira vez o que era um orgasmo.
O senhor Augusto se levantou e, depois de se arrumar, me disse:
- Olha, quero que você entregue essa nota promissória ao seu pai. A dívida acabou.
Ele tirou da carteira uma quantia de notas e, jogando-as no sofá, disse:
- Isso é para você dar aos seus pais. Afinal, eu é que fico devendo a eles com o que me pagaram. Seu pai e eu combinamos que com isso a dívida estaria quitada, mas não tem dúvida que você vale isso e mais. Mil pesos são para seus pais e outros mil para você. Para comprar roupinha bonita e tudo o que quiser. Depois eu venho te dar outra surra de buceta. - E antes de ir, agarrou uma das minhas nádegas firmes e sacudiu como despedida.
Meu pai sabia disso. Meu pai tinha me vendido para o senhor Augusto para sair das dívidas dele... agora entendo por que naquele dia ele não parava de me pedir perdão...
Quando meus pais chegaram, entreguei a nota promissória ao meu pai. Ele me olhou nos olhos e disse:
- Filha, sua mãe e eu arrumamos trabalho numa fábrica, mas o dono quer pagar um salário muito baixo. Você acha que pode nos ajudar?
FIMESPERO QUE TENHAM GOSTADO!! UMA CRÍTICA CONSTRUTIVA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM.... E SE TIVEREM DE BOM HUMOR, DEIXEM UNS PONTINHOS 😉 !!!! MUITO OBRIGADA POR PASSAREM NO MEU POST
5 comentários - Meu pai me vendeu pro maior pagador
buena historia, mmm, quizas te falto unpoco mas de la parte sexual pero si estuvo bien