Fiz um love com minha irmãzinha.
Bom, olá pra todo mundo, essa é a primeira história que escrevo, tô meio nervoso, mas preciso desabafar um pouco.
Vou contar como foi que acabei fazendo amor com minha irmã Valéria — não chamaria de transar, porque foi algo além disso, foi espetacular.
Tudo começou há uns meses, em casa. Moramos eu, meus dois irmãos, meu pai e eu. Minha mãe mora separada. Eu tenho 22 anos e minha irmã Valéria tem 18. Somos muito apegados, sempre que ela precisa de algo, recorre a mim. Jogamos juntos, gostamos de conversar e tal. Minha irmã é uma garota muito, muito gostosa. Morena, altura média, cabelo castanho escuro. Os peitos dela são meio grandes pra idade dela, pra ser sincero, é a melhor parte do corpo dela. Ela tem eles grandinhos, sem serem enormes. Foi por causa deles que comecei a ver ela diferente. A bunda dela não é grande, mas também não é ruim, não é reta, xD. Bom, quase sempre ficamos eu e ela sozinhos em casa, porque meu pai e meu irmão trabalham à noite, então eu sou quem "cuida" dela. Ela é uma garota muito linda, provocante. Sempre que saio na rua, vejo os homens olhando o corpo dela. É uma menina de 18 num corpo de mulher. Nunca imaginei ou passou pela minha cabeça comer ela, que ia ter ela gemendo e de joelhos.
Um certo dia, estávamos conversando. Ela tinha um namorado e me disse que não o amava. Não lembro como surgiu o papo, ela disse que só estava com ele pra preencher o vazio que tem, já que nunca teve uma mãe. Foi uma conversa muito sentimental, a ponto de ela, inesperadamente, começar a chorar. Então decidi abraçá-la. Foi aí que tudo começou. Senti os peitinhos pequenos dela no meu peito, muito macios. Nunca a vi daquela forma, porque a amo muito, mas naquele momento pensei que ela já era toda uma mulher, não era mais aquela menina que vi crescer. Bom, passou.
Comecei a vê-la com um pouco de tesão. Ela gosta de usar leggings e agora me sentia muito mal, porque às vezes olhava de relance pra bunda dela. Quando usava blusas, dava pra ver os peitinhos dela, tão gostosos, que era impossível não olhar. Na verdade, em algumas ocasiões, pareceu que ela percebia e ajeitava a blusa.
Ela usava uns sutiãs muito sexy que, ao vê-los, só me restava imaginar o que tinha dentro.
A primeira vez que houve indícios do que ia rolar foi uma vez que estávamos brincando com a nossa... estávamos jogando e, sem querer... Querer a blusa dela deixou ver o mamilo de uma
das tetinhas dela
ela não tinha percebido, me deixavam tão louco que só de ver me deu uma ereção terrível, era quase perfeito, não queria falar que tinha escapado um, mas não achei certo e falei
- olha, tá aparecendo aí
e apontei, e ela respondeu
- aí!!! desculpa
corada
- ei, luis, que que você tá olhando?
- ué, não foi de propósito, não tenho culpa se você não tá de sutiã
- claro que tô de sutiã, só que hahahaha eles são meio grandes e escaparam
- valéria, pra mim que você vem com essa
por dentro eu tava pegando fogo
- aíiiii!!! é comentário
- tá bom, mas isso conta pras suas amigas
- é, minhas amigas zoam de mim, falam que eu tô bem large boobs hahahahaha
- aí valéria, você exagera
- ei, luis? posso te perguntar uma coisa? é que tô com vergonha, promete guardar segredo?
- fala
- agora sem brincadeira, você acha que meus peitos são muito grandes?
naquele momento deu vontade de falar sim, mas não tive coragem, tava super tarado e ao mesmo tempo a consciência pesava
- que pergunta, vale, mas só porque é sério... pra sua idade, um pouco, não muito
- sério que você acha isso?
- sim, mas não se apavora, é normal, melhor colocar seu sutiã e ter mais cuidado
- aí luis, já falei que tô de sutiã, olha
naquele momento não acreditei no que via, ela meteu a mão dentro da blusa e tirou ele, era muito sensual, azul céu, me jogou de um jeito provocante, caiu bem no meu ombro, peguei
e não soube o que fazer, tava a mil, não reagia, não cabia na minha cabeça que era minha irmã mais nova, que tava errado, inconscientemente apertei e levei ao nariz pra cheirar, mas quando me toquei já era tarde demais
ela me olhou com olhos surpresos, e maior foi minha surpresa quando vi meu pau duro que já não dava pra esconder, me fiz de desentendido pra disfarçar e falei
- por que você faz isso, valéria?
- desculpa, não precisa ter vergonha, você é homem, acho que acontece com todo mundo
- sim, mas não com minha irmã, desculpa
levantei e fui pro meu quarto, e aí acabou aquele dia. Os dias Depois daquilo, não conseguia tirar ela da cabeça. Imaginava ela pelada, de joelhos, chupando meu pau e gozando nos peitinhos dela, pedindo mais. Minha consciência não me deixava pensar direito.
Felizmente, nada mudou entre a gente. Continuávamos como sempre, jogando, conversando sobre problemas. Mas meu desejo por ela crescia cada vez mais. Quando a gente jogava, eu passava a mão discretamente, roçava na bundinha dela. Me sentia sujo, mas o desejo era forte. Ela percebia e ficava com vergonha, às vezes se irritava e parava as brincadeiras.
Os dias foram passando até que, finalmente, depois de um mês, chegou o 14 de fevereiro. Com a cabeça ainda a mil, decidi dar pra ela um bichinho de pelúcia e uns caramelos, como de costume. Naquele dia, estávamos sozinhos em casa, como sempre. Lembro que ela estava no quarto dela ouvindo música quando cheguei e entreguei o presente.
— Feliz dia pra gordinha!!!!!! (falei brincando, porque ela não era nada gorda)
— Já tava demorando, hein!!!!! Maninho, hahahaha
— Por ser a irmã número um!!
— Obrigada, te amo muito. Desculpa eu não ter um presente pra você.
Ela me abraçou forte, e de novo aquela sensação de sentir o peito dela esquentou minha cabeça. Depois de uns momentos, ela começou a chorar. Perguntei por que, e ela respondeu que não era nada, que não era importante. Insisti, e depois de um tempo ela disse:
— É que às vezes me sinto sozinha, Luis.
— Por quê? Você tem eu e o Ricardo (meu outro irmão).
— Sim, eu sei, mas sinto falta da minha mãe.
— Ei, feia, não fica triste. Não tem motivo. Você é a rainha da casa, a gente te mima e te apoia.
— Sim, mas não é a mesma coisa....
— Eu sei, mas você sabe que te amo muito.
— É por isso que você me olha desse jeito?
Fiquei mudo.
— Que jeito que você tá falando? — me fiz de desentendido.
— Não se faz. Não sou criança, mas também não sou burra. Já vi como você me olha, até percebo que me acaricia quando a gente brinca.
— Não, não.... não é minha intenção. Eu.... te....
— Por favor, vamos falar a verdade. Eu entendo e sei que você é homem. Na verdade, até me lisonjeia. que você faça isso
- de verdade
- sim, já tinha percebido
ela desabou a chorar horrores, eu abracei ela. o momento era tão delicado que não deu espaço pra pensamentos ruins. depois de alguns minutos, ela se acalmou e foi quando me deixou pálido
- ei, luis, aquilo que aconteceu outro dia, quando joguei meu sutiã em você por... aconteceu
- não sei
- sabe sim, fica tranquilo, não vou falar nada
pensei bem e, depois de um momento, respondi
- acho que me excita
- então quer dizer que te excita só por jogar minha roupa íntima em você
- sim, desculpa
- maninho, se você faria qualquer coisa por mim só pra me ter sempre por perto
- você sabe que sim
- sabia que podia confiar em você
nós nos olhamos nos olhos por um tempo, aos poucos nossos lábios foram se aproximando, devagar, até que demos um selinho. ela reagiu e se virou
- luis, o que foi isso? é errado, somos irmãos, me desculpa
- não sei o que deu em mim
com lágrimas nos olhos, ela se aproximou como quem não quer nada, mas na mente dela queria experimentar. dava pra ver nos olhos dela, ela sabia que tinha um corpo excelente, queria que eu comesse ela, que tocasse nela, que sentisse o corpo dela inteiro de novo. abracei a cinturinha dela e beijei, e dessa vez meti a língua. ela pediu pra eu me afastar, que era irmão dela e me amava muito, mesmo assim continuamos nos beijando. devagar, subi minha mão até aquele par de peitinhos extraordinários, senti eles, eram lindos, acariciei devagar. ela hesitou um pouco, mas deixou eu continuar, eram como dois algodões lindos. tirei a regata dela e, sem tirar o sutiã roxo, chupei os biquinhos dela enquanto acariciava a pererequinha dela com a outra mão. as pernas dela fraquejaram e ela sussurrou baixinho
- gostoso
eu, totalmente fora de mim, continuei sem frescura, era como se não fosse eu. me deixei levar e fiz o que meu corpo pedia. ela, por ser a primeira vez que era tocada, quis continuar com o prazer que sentia, estava excitadíssima
de repente, notei a calcinha dela meio molhada, estava lubrificando. naquele momento, afastei a calcinha dela com meus dedos e os Introduzi. Parecia que doía um pouco e ela me perguntou, ela não sabia de nada, que devia fazer. Então eu disse pra ela fazer tudo que eu mandasse, e ela concordou com um pouco de medo. Deixou eu esfregar a bucetinha dela, era tão macia e era só uma frestinha, sem dúvida era virgem, o que me excitou ainda mais do que eu já tava.
Ela fazia "aa aa aa" quase num sussurro e sorria de um jeito safado.
Acariciei os peitos dela de novo e os biquinhos estavam durinhos. Continuei dedando ela por uns minutos. Depois mandei ela ajoelhar. Ela ajoelhou. Peguei meu pau e olhei pra ela.
— Você tem que chupar ele.
— Sim, sem medo.
— Ok, mas se prometer que vai me fazer amor depois, por favor.
— Prometo. E beijei a testa dela.
Então a língua dela tocou meu pau e eu quase gritei, mas sabia que não era certo. Ela colocou ele na boca dela. Mesmo sem saber fazer direito, a sensação quente da boca dela já era suficiente. Depois mandei ela fazer só com a língua, e aí foi quando ela me levou ao céu. Ela lambeu tão gostoso, ao mesmo tempo que se masturbava. Tava no 100%, sem dúvida morrendo de vontade de ser penetrada. Quase gozei, mas segurei.
Depois de um tempo, ela se levantou. Mandei ela deitar na cama. Ela deitou. Subi em cima dela, peguei meu pau pronto pra comer ela, e ela me parou.
— Luis, não vai doer muito?
— Um pouco, mas depois você vai gostar.
— Mas quando você enfiou os dedos, doeu. Se enfiar ele, vai doer mais.
— Prometo que não vai doer muito. Valéria, me mostra que você já é mulher.
Ela calou a boca e, aos poucos, eu penetrei ela. No começo doeu, mas por sorte não sangrou. Ela reclamava, então eu tirava o pouco que tinha enfiado. Depois de um tempo, enfiei tudo. Aí foi como se não fosse ela. Ela dizia "ai ai ai ai" e ria que nem uma puta de verdade.
— Por favor, irmãozinho, me dá bem duro.
— Valéria, tá doendo?
— Não, tá gostoso. Ai ai ai, duro, por favor, duro.
— Me pede, por favor.
— Ai ai ai, sim, por favor, por favor, até o fundo. Sou sua, te amo, irmão.
Comi ela. Com toda a minha força, empurrava bem forte, adorava os gemidos dela. Tinha ela do jeito que tanto tinha imaginado. Ela rebolava tão forte em cima de mim que parecia que queria me ter ainda mais fundo. Era uma selvagem, já tinha perdido toda a timidez e só queria sentir o prazer.
Deitei ela de bruços e enfiei no cuzinho dela. Ela me parou.
— Achei que isso não se fazia.
— Relaxa, você vai gostar.
— Ok, mas com força — e me deu um beijo na boca.
Penetrei ela pelo cu. Doeu. A bunda dela apertava tanto que quase tirei, mas aos poucos foi dilatando, e aí parecia uma máquina. Metia tão rápido que ela gritava sem dizer uma palavra. Sem dúvida, estava sentindo muito gostoso. Comi ela até não aguentar mais. Era um anjo lindo que se entregava pra mim. Os gemidos dela, o corpo dela... era a sensação mais gostosa. A noite toda ela pediu mais.
Depois de 30 minutos, não aguentei mais aquela bunda. Tirei e mandei ela ficar de joelhos. Uma puta vontade que eu tinha há tempos era gozar nos peitos dela. E foi o que fiz. Jorrei um monte de porra em todos os peitos dela, respingou na cara, nas mãos também. Achei que vi ela chupando os dedos. Ficou toda banhada. Continuou me fazendo boquete, parecia não entender que tinha acabado. Queria mais. Um tempo depois, pareceu cair na real e parou. Eu caí exausto na cama, e ela deitou do meu lado, descabelada, me olhando e chorando. Abracei ela.
— Por que a gente fez isso, Luis?
— Já passou, gostosa.
— Me sinto mal. Eu te amo, mas isso não devia ter acontecido.
— Mas aconteceu. Você não gostou?
Ela concordou com a cabeça.
— Então?
— Ok, isso vai ficar entre a gente, irmão. E só fiz porque você é meu irmão favorito.
— Tudo bem. E vou continuar sendo o favorito.
— Claro que sim — ela sorriu. — E obrigada por esse momento.
Ela sorriu, me beijou no rosto e disse:
— Que bom que perdi a virgindade com meu irmão. Não duvida que eu te amo. Agora não vou mais me sentir sozinha.
— É o que eu espero.
— Prometo. E se não der certo, é pra isso que você tá aqui.
Ela se levantou, meio abatida, mas sorriu pra mim e foi pro chuveiro. Me deixou pensando. Levantei e fui pro meu quarto. Meditar
Depois disso, a gente não teve mais uma aventura, mas às vezes eu passo a mão nela e ela deixa. Continuamos na mesma, unidos.
Só que nós dois guardamos um segredo enorme, que pra mim é muito valioso, porque eu estive dentro da mulher que mais amo, que é minha irmãzinha Valéria.
Bom, galera, aqui termina minha história. É a primeira que escrevo. Espero que tenham gostado. E se eu errei em algo, me escrevam. Me esforcei pra caramba pra escrever isso. Um abraço pra todos.
Bom, olá pra todo mundo, essa é a primeira história que escrevo, tô meio nervoso, mas preciso desabafar um pouco.
Vou contar como foi que acabei fazendo amor com minha irmã Valéria — não chamaria de transar, porque foi algo além disso, foi espetacular.
Tudo começou há uns meses, em casa. Moramos eu, meus dois irmãos, meu pai e eu. Minha mãe mora separada. Eu tenho 22 anos e minha irmã Valéria tem 18. Somos muito apegados, sempre que ela precisa de algo, recorre a mim. Jogamos juntos, gostamos de conversar e tal. Minha irmã é uma garota muito, muito gostosa. Morena, altura média, cabelo castanho escuro. Os peitos dela são meio grandes pra idade dela, pra ser sincero, é a melhor parte do corpo dela. Ela tem eles grandinhos, sem serem enormes. Foi por causa deles que comecei a ver ela diferente. A bunda dela não é grande, mas também não é ruim, não é reta, xD. Bom, quase sempre ficamos eu e ela sozinhos em casa, porque meu pai e meu irmão trabalham à noite, então eu sou quem "cuida" dela. Ela é uma garota muito linda, provocante. Sempre que saio na rua, vejo os homens olhando o corpo dela. É uma menina de 18 num corpo de mulher. Nunca imaginei ou passou pela minha cabeça comer ela, que ia ter ela gemendo e de joelhos.
Um certo dia, estávamos conversando. Ela tinha um namorado e me disse que não o amava. Não lembro como surgiu o papo, ela disse que só estava com ele pra preencher o vazio que tem, já que nunca teve uma mãe. Foi uma conversa muito sentimental, a ponto de ela, inesperadamente, começar a chorar. Então decidi abraçá-la. Foi aí que tudo começou. Senti os peitinhos pequenos dela no meu peito, muito macios. Nunca a vi daquela forma, porque a amo muito, mas naquele momento pensei que ela já era toda uma mulher, não era mais aquela menina que vi crescer. Bom, passou.
Comecei a vê-la com um pouco de tesão. Ela gosta de usar leggings e agora me sentia muito mal, porque às vezes olhava de relance pra bunda dela. Quando usava blusas, dava pra ver os peitinhos dela, tão gostosos, que era impossível não olhar. Na verdade, em algumas ocasiões, pareceu que ela percebia e ajeitava a blusa.
Ela usava uns sutiãs muito sexy que, ao vê-los, só me restava imaginar o que tinha dentro.
A primeira vez que houve indícios do que ia rolar foi uma vez que estávamos brincando com a nossa... estávamos jogando e, sem querer... Querer a blusa dela deixou ver o mamilo de uma
das tetinhas dela
ela não tinha percebido, me deixavam tão louco que só de ver me deu uma ereção terrível, era quase perfeito, não queria falar que tinha escapado um, mas não achei certo e falei
- olha, tá aparecendo aí
e apontei, e ela respondeu
- aí!!! desculpa
corada
- ei, luis, que que você tá olhando?
- ué, não foi de propósito, não tenho culpa se você não tá de sutiã
- claro que tô de sutiã, só que hahahaha eles são meio grandes e escaparam
- valéria, pra mim que você vem com essa
por dentro eu tava pegando fogo
- aíiiii!!! é comentário
- tá bom, mas isso conta pras suas amigas
- é, minhas amigas zoam de mim, falam que eu tô bem large boobs hahahahaha
- aí valéria, você exagera
- ei, luis? posso te perguntar uma coisa? é que tô com vergonha, promete guardar segredo?
- fala
- agora sem brincadeira, você acha que meus peitos são muito grandes?
naquele momento deu vontade de falar sim, mas não tive coragem, tava super tarado e ao mesmo tempo a consciência pesava
- que pergunta, vale, mas só porque é sério... pra sua idade, um pouco, não muito
- sério que você acha isso?
- sim, mas não se apavora, é normal, melhor colocar seu sutiã e ter mais cuidado
- aí luis, já falei que tô de sutiã, olha
naquele momento não acreditei no que via, ela meteu a mão dentro da blusa e tirou ele, era muito sensual, azul céu, me jogou de um jeito provocante, caiu bem no meu ombro, peguei
e não soube o que fazer, tava a mil, não reagia, não cabia na minha cabeça que era minha irmã mais nova, que tava errado, inconscientemente apertei e levei ao nariz pra cheirar, mas quando me toquei já era tarde demais
ela me olhou com olhos surpresos, e maior foi minha surpresa quando vi meu pau duro que já não dava pra esconder, me fiz de desentendido pra disfarçar e falei
- por que você faz isso, valéria?
- desculpa, não precisa ter vergonha, você é homem, acho que acontece com todo mundo
- sim, mas não com minha irmã, desculpa
levantei e fui pro meu quarto, e aí acabou aquele dia. Os dias Depois daquilo, não conseguia tirar ela da cabeça. Imaginava ela pelada, de joelhos, chupando meu pau e gozando nos peitinhos dela, pedindo mais. Minha consciência não me deixava pensar direito.
Felizmente, nada mudou entre a gente. Continuávamos como sempre, jogando, conversando sobre problemas. Mas meu desejo por ela crescia cada vez mais. Quando a gente jogava, eu passava a mão discretamente, roçava na bundinha dela. Me sentia sujo, mas o desejo era forte. Ela percebia e ficava com vergonha, às vezes se irritava e parava as brincadeiras.
Os dias foram passando até que, finalmente, depois de um mês, chegou o 14 de fevereiro. Com a cabeça ainda a mil, decidi dar pra ela um bichinho de pelúcia e uns caramelos, como de costume. Naquele dia, estávamos sozinhos em casa, como sempre. Lembro que ela estava no quarto dela ouvindo música quando cheguei e entreguei o presente.
— Feliz dia pra gordinha!!!!!! (falei brincando, porque ela não era nada gorda)
— Já tava demorando, hein!!!!! Maninho, hahahaha
— Por ser a irmã número um!!
— Obrigada, te amo muito. Desculpa eu não ter um presente pra você.
Ela me abraçou forte, e de novo aquela sensação de sentir o peito dela esquentou minha cabeça. Depois de uns momentos, ela começou a chorar. Perguntei por que, e ela respondeu que não era nada, que não era importante. Insisti, e depois de um tempo ela disse:
— É que às vezes me sinto sozinha, Luis.
— Por quê? Você tem eu e o Ricardo (meu outro irmão).
— Sim, eu sei, mas sinto falta da minha mãe.
— Ei, feia, não fica triste. Não tem motivo. Você é a rainha da casa, a gente te mima e te apoia.
— Sim, mas não é a mesma coisa....
— Eu sei, mas você sabe que te amo muito.
— É por isso que você me olha desse jeito?
Fiquei mudo.
— Que jeito que você tá falando? — me fiz de desentendido.
— Não se faz. Não sou criança, mas também não sou burra. Já vi como você me olha, até percebo que me acaricia quando a gente brinca.
— Não, não.... não é minha intenção. Eu.... te....
— Por favor, vamos falar a verdade. Eu entendo e sei que você é homem. Na verdade, até me lisonjeia. que você faça isso
- de verdade
- sim, já tinha percebido
ela desabou a chorar horrores, eu abracei ela. o momento era tão delicado que não deu espaço pra pensamentos ruins. depois de alguns minutos, ela se acalmou e foi quando me deixou pálido
- ei, luis, aquilo que aconteceu outro dia, quando joguei meu sutiã em você por... aconteceu
- não sei
- sabe sim, fica tranquilo, não vou falar nada
pensei bem e, depois de um momento, respondi
- acho que me excita
- então quer dizer que te excita só por jogar minha roupa íntima em você
- sim, desculpa
- maninho, se você faria qualquer coisa por mim só pra me ter sempre por perto
- você sabe que sim
- sabia que podia confiar em você
nós nos olhamos nos olhos por um tempo, aos poucos nossos lábios foram se aproximando, devagar, até que demos um selinho. ela reagiu e se virou
- luis, o que foi isso? é errado, somos irmãos, me desculpa
- não sei o que deu em mim
com lágrimas nos olhos, ela se aproximou como quem não quer nada, mas na mente dela queria experimentar. dava pra ver nos olhos dela, ela sabia que tinha um corpo excelente, queria que eu comesse ela, que tocasse nela, que sentisse o corpo dela inteiro de novo. abracei a cinturinha dela e beijei, e dessa vez meti a língua. ela pediu pra eu me afastar, que era irmão dela e me amava muito, mesmo assim continuamos nos beijando. devagar, subi minha mão até aquele par de peitinhos extraordinários, senti eles, eram lindos, acariciei devagar. ela hesitou um pouco, mas deixou eu continuar, eram como dois algodões lindos. tirei a regata dela e, sem tirar o sutiã roxo, chupei os biquinhos dela enquanto acariciava a pererequinha dela com a outra mão. as pernas dela fraquejaram e ela sussurrou baixinho
- gostoso
eu, totalmente fora de mim, continuei sem frescura, era como se não fosse eu. me deixei levar e fiz o que meu corpo pedia. ela, por ser a primeira vez que era tocada, quis continuar com o prazer que sentia, estava excitadíssima
de repente, notei a calcinha dela meio molhada, estava lubrificando. naquele momento, afastei a calcinha dela com meus dedos e os Introduzi. Parecia que doía um pouco e ela me perguntou, ela não sabia de nada, que devia fazer. Então eu disse pra ela fazer tudo que eu mandasse, e ela concordou com um pouco de medo. Deixou eu esfregar a bucetinha dela, era tão macia e era só uma frestinha, sem dúvida era virgem, o que me excitou ainda mais do que eu já tava.
Ela fazia "aa aa aa" quase num sussurro e sorria de um jeito safado.
Acariciei os peitos dela de novo e os biquinhos estavam durinhos. Continuei dedando ela por uns minutos. Depois mandei ela ajoelhar. Ela ajoelhou. Peguei meu pau e olhei pra ela.
— Você tem que chupar ele.
— Sim, sem medo.
— Ok, mas se prometer que vai me fazer amor depois, por favor.
— Prometo. E beijei a testa dela.
Então a língua dela tocou meu pau e eu quase gritei, mas sabia que não era certo. Ela colocou ele na boca dela. Mesmo sem saber fazer direito, a sensação quente da boca dela já era suficiente. Depois mandei ela fazer só com a língua, e aí foi quando ela me levou ao céu. Ela lambeu tão gostoso, ao mesmo tempo que se masturbava. Tava no 100%, sem dúvida morrendo de vontade de ser penetrada. Quase gozei, mas segurei.
Depois de um tempo, ela se levantou. Mandei ela deitar na cama. Ela deitou. Subi em cima dela, peguei meu pau pronto pra comer ela, e ela me parou.
— Luis, não vai doer muito?
— Um pouco, mas depois você vai gostar.
— Mas quando você enfiou os dedos, doeu. Se enfiar ele, vai doer mais.
— Prometo que não vai doer muito. Valéria, me mostra que você já é mulher.
Ela calou a boca e, aos poucos, eu penetrei ela. No começo doeu, mas por sorte não sangrou. Ela reclamava, então eu tirava o pouco que tinha enfiado. Depois de um tempo, enfiei tudo. Aí foi como se não fosse ela. Ela dizia "ai ai ai ai" e ria que nem uma puta de verdade.
— Por favor, irmãozinho, me dá bem duro.
— Valéria, tá doendo?
— Não, tá gostoso. Ai ai ai, duro, por favor, duro.
— Me pede, por favor.
— Ai ai ai, sim, por favor, por favor, até o fundo. Sou sua, te amo, irmão.
Comi ela. Com toda a minha força, empurrava bem forte, adorava os gemidos dela. Tinha ela do jeito que tanto tinha imaginado. Ela rebolava tão forte em cima de mim que parecia que queria me ter ainda mais fundo. Era uma selvagem, já tinha perdido toda a timidez e só queria sentir o prazer.
Deitei ela de bruços e enfiei no cuzinho dela. Ela me parou.
— Achei que isso não se fazia.
— Relaxa, você vai gostar.
— Ok, mas com força — e me deu um beijo na boca.
Penetrei ela pelo cu. Doeu. A bunda dela apertava tanto que quase tirei, mas aos poucos foi dilatando, e aí parecia uma máquina. Metia tão rápido que ela gritava sem dizer uma palavra. Sem dúvida, estava sentindo muito gostoso. Comi ela até não aguentar mais. Era um anjo lindo que se entregava pra mim. Os gemidos dela, o corpo dela... era a sensação mais gostosa. A noite toda ela pediu mais.
Depois de 30 minutos, não aguentei mais aquela bunda. Tirei e mandei ela ficar de joelhos. Uma puta vontade que eu tinha há tempos era gozar nos peitos dela. E foi o que fiz. Jorrei um monte de porra em todos os peitos dela, respingou na cara, nas mãos também. Achei que vi ela chupando os dedos. Ficou toda banhada. Continuou me fazendo boquete, parecia não entender que tinha acabado. Queria mais. Um tempo depois, pareceu cair na real e parou. Eu caí exausto na cama, e ela deitou do meu lado, descabelada, me olhando e chorando. Abracei ela.
— Por que a gente fez isso, Luis?
— Já passou, gostosa.
— Me sinto mal. Eu te amo, mas isso não devia ter acontecido.
— Mas aconteceu. Você não gostou?
Ela concordou com a cabeça.
— Então?
— Ok, isso vai ficar entre a gente, irmão. E só fiz porque você é meu irmão favorito.
— Tudo bem. E vou continuar sendo o favorito.
— Claro que sim — ela sorriu. — E obrigada por esse momento.
Ela sorriu, me beijou no rosto e disse:
— Que bom que perdi a virgindade com meu irmão. Não duvida que eu te amo. Agora não vou mais me sentir sozinha.
— É o que eu espero.
— Prometo. E se não der certo, é pra isso que você tá aqui.
Ela se levantou, meio abatida, mas sorriu pra mim e foi pro chuveiro. Me deixou pensando. Levantei e fui pro meu quarto. Meditar
Depois disso, a gente não teve mais uma aventura, mas às vezes eu passo a mão nela e ela deixa. Continuamos na mesma, unidos.
Só que nós dois guardamos um segredo enorme, que pra mim é muito valioso, porque eu estive dentro da mulher que mais amo, que é minha irmãzinha Valéria.
Bom, galera, aqui termina minha história. É a primeira que escrevo. Espero que tenham gostado. E se eu errei em algo, me escrevam. Me esforcei pra caramba pra escrever isso. Um abraço pra todos.
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