Comi a buceta da minha irmãzinha

Fiz um love com minha irmãzinha

Bom, olá pra todo mundo, essa é a primeira história que eu escrevo, tô meio nervoso, mas preciso desabafar um pouco.
Vou contar como foi que acabei transando com minha irmã Valéria — não chamaria de sexo, porque foi algo além disso, foi espetacular.


Tudo começou uns meses atrás, em casa. Moramos eu, meus dois irmãos, meu pai e eu. Minha mãe mora separada. Eu tenho 22 anos e minha irmã Valéria tem 18. Somos muito apegados, sempre que ela precisa de algo, recorre a mim. Jogamos juntos, gostamos de conversar e tal. Minha irmã é uma garota muito, muito gostosa. Morena, altura média, cabelo castanho escuro. Os peitos dela são meio grandes pra idade dela, pra ser sincero, é a melhor parte do corpo dela. Ela tem eles grandinhos sem serem enormes. Foi por causa deles que comecei a ver ela diferente. A bunda dela não é grande, mas também não é ruim, não é reta, xD. Bom, quase sempre ficamos eu e ela sozinhos em casa porque meu pai e meu irmão trabalham à noite, então eu sou quem "cuida" dela. Ela é uma garota muito linda e provocante. Toda vez que saio na rua, vejo os homens olhando pro corpo dela. É uma menina de 18 num corpo de mulher. Nunca imaginei ou passou pela minha cabeça comer ela, que ia ter ela gemendo e de joelhos.

Um certo dia, estávamos conversando. Ela tinha um namorado e me disse que não o amava. Não lembro como a conversa surgiu, ela disse que só tava com ele pra preencher o vazio que tem, já que nunca teve uma mãe. Foi uma conversa muito sentimental, a ponto de ela, inesperadamente, começar a chorar. Então decidi abraçá-la. Foi aí que tudo começou. Senti os peitinhos pequenos dela no meu peito, muito macios. Nunca a vi daquela forma porque a amo muito, mas naquele momento pensei que ela já era toda uma mulher, não era mais aquela menina que vi crescer. Bom, seguiu em frente.

Comecei a vê-la com um pouco de tesão. Ela gosta de usar leggings e agora me sentia muito mal, porque às vezes olhava de relance pra bunda dela. Quando usava blusas, dava pra ver os peitinhos dela, tão gostosos, que era impossível não olhar. Na verdade, em algumas ocasiões, pareceu que ela percebia e ajeitava a blusa.

Ela usava uns sutiãs muito sexy que, ao vê-los, só me restava imaginar o que tinha dentro.

A primeira vez que houve indícios do que ia rolar foi uma vez que estávamos brincando com a nossa... estávamos brincando e sem querer a blusa deixou ver o mamilo de uma
das tetinhas dela
ela não tinha percebido, me deixavam tão louco que só de ver me deu uma ereção terrível, era quase perfeito, não queria falar que um tinha escapado, mas não achei certo e falei

- olha, tá aparecendo aí

e apontei, e ela respondeu

- aí!!! desculpa

corada

- ei, luis, o que você tá olhando?
- ué, não foi de propósito, não tenho culpa se você não tá de sutiã
- claro que tô de sutiã, só que hahaha elas são meio grandes e escaparam
- valéria, pra mim você vem com essa?

por dentro eu tava pegando fogo

- aíiiii!!! é comentário
- tá bom, mas isso conta pras suas amigas
- é, minhas amigas zuam de mim, falam que eu tô bem large boobs hahahaha
- aí valéria, você exagera
- ei, luis? posso te perguntar uma coisa? é que me dá vergonha, promete guardar segredo?
- fala
- agora sem brincadeira, você acha que meus peitos são muito grandes?

naquele momento deu vontade de falar sim, mas não tive coragem, tava super tarado e ao mesmo tempo a consciência pesava

- que pergunta, vale, mas só porque é sério... pra sua idade, um pouco, não muito
- sério que você acha isso?
- sim, mas não se apavora, é normal, melhor colocar seu sutiã e ter mais cuidado
- aí luis, já falei que tô de sutiã, olha

naquele momento não acreditei no que via, ela enfiou a mão dentro da blusa e tirou o sutiã, era muito sensual, azul céu, me jogou de forma provocante, caiu bem no meu ombro, peguei

e não soube o que fazer, tava a mil, não reagia, não cabia na minha cabeça que era minha irmã, que tava errado, inconscientemente apertei e levei ao nariz pra cheirar, mas quando me toquei já era tarde demais

ela me olhou com olhos surpresos, e maior foi minha surpresa quando vi meu pau duro que já não dava pra esconder, me fiz de desentendido pra disfarçar e falei

- por que você faz isso, valéria?
- desculpa, não precisa ter vergonha, você é homem, acho que acontece com todo mundo
- sim, mas não com minha irmã, desculpa

levantei e fui pro meu quarto, e ali acabou aquele dia. Os dias Depois daquilo, não conseguia tirar ela da cabeça. Imaginava ela pelada, de joelhos, chupando meu pau e gozando nos peitinhos dela, pedindo mais. Minha consciência não me deixava pensar direito.
Felizmente, nada mudou entre a gente. Continuávamos como sempre, jogando, conversando sobre problemas, mas meu desejo por ela crescia cada vez mais. Quando jogávamos, passava a mão discretamente e roçava nas bundinhas dela. Me sentia sujo, mas o desejo era forte. Ela percebia e ficava com vergonha, às vezes se irritava e parava as brincadeiras.

Os dias passaram até que, finalmente, depois de um mês, chegou o dia 14 de fevereiro. Com a cabeça ainda a mil, decidi, como de costume, dar um bichinho de pelúcia e uns caramelos pra ela. Naquele dia, estávamos sozinhos, como de costume, em casa. Lembro que ela estava no quarto dela ouvindo música quando cheguei e entreguei o presente.

— Feliz dia pra gordinha!!!!!! (eu falava brincando, porque ela não era nada gorda)
— Já tava demorando, hein!!!!! Maninho kkkkkk
— Por ser a irmã número um!!
— Obrigada, te amo muito. Desculpa se não tenho um presente pra você.

Ela me abraçou forte, e de novo aquela sensação de sentir o peito dela esquentou minha cabeça. Depois de alguns momentos, ela começou a chorar. Perguntei por que ela tava chorando, e ela respondeu que não era nada, que não era importante. Insisti, e depois de um tempo ela disse:

— É que às vezes me sinto sozinha, Luis.
— Por quê? Você tem eu e o Ricardo (meu outro irmão).
— Sim, eu sei, mas sinto falta da minha mãe.
— Ei, feia, vem cá, não fica triste. Não tem motivo pra isso. Você é a rainha da casa, a gente te mima e te apoia.
— Sim, mas não é a mesma coisa...
— Eu sei, mas você sabe que eu te amo muito.
— É por isso que você me olha desse jeito?

Fiquei mudo.

— Que jeito, hein? — fingindo que não entendia.
— Não se faz de bobo. Não sou criança, mas também não sou burra. Já vi como você me olha, até percebo que você me acaricia quando a gente brinca.
— Não, não... não é minha intenção. Eu... te...
— Por favor, vamos falar a verdade. Eu entendo e sei que você é homem. Na verdade, até me sinto lisonjeada. que você faça isso
- de verdade
- sim, já tinha percebido

ela desabou a chorar horrores, eu abracei ela. o momento era tão delicado que não deu espaço pra pensamentos ruins. depois de alguns minutos, ela se acalmou e foi quando me deixou pálido

- ouve, luis, aquilo que aconteceu outro dia, quando joguei meu sutiã em você por... aconteceu
- não sei
- sabe sim, fica tranquilo, não vou contar nada

pensei bem e depois de um momento respondi

- acho que me excita
- então quer dizer que te excita só por jogar minha roupa íntima em você
- sim, desculpa
- maninho, se você faria qualquer coisa por mim só pra me ter sempre por perto
- você sabe que sim
- sabia que podia confiar em você

olhamos nos olhos por um tempo, aos poucos nossos lábios foram se aproximando, devagar, até que demos um beijinho. ela reagiu e se virou

- luis, o que foi isso? é errado, somos irmãos, me desculpa
- não sei o que deu em mim

com lágrimas nos olhos, ela se aproximou como quem não quer nada, mas na mente dela queria experimentar, dava pra ver nos olhos dela. ela sabia que tinha um corpo maravilhoso, queria que eu comesse ela, que tocasse nela, que sentisse o corpo dela todo. abracei a cinturinha dela de novo e beijei ela, e dessa vez meti a língua. ela pediu pra eu me afastar, que era irmão dela e me amava muito, mesmo assim continuamos nos beijando. devagar, subi minha mão até aquele par de peitinhos extraordinários, senti eles, eram lindos, acariciei devagar. ela hesitou um pouco, mas deixou eu continuar, eram como dois algodões lindos. tirei a blusa de alcinha dela e, sem tirar o sutiã roxo, chupei os biquinhos dela enquanto acariciava a perereca dela com a outra mão. as pernas dela fraquejavam e ela sussurrava baixinho

- gostoso

eu, totalmente fora de mim, continuei sem frescura, era como se não fosse eu. me deixei levar e fiz o que meu corpo pedia. ela, como era a primeira vez que tocavam nela, quis continuar com o prazer que sentia, estava excitadíssima

de repente, notei a calcinha dela meio molhada, ela estava lubrificando. naquele momento, afastei a calcinha dela com os dedos e os Introduzi. Parecia que doía um pouco e ela me perguntou, ela não sabia de nada, o que deveria fazer. Então eu disse pra ela fazer tudo que eu mandasse, e ela aceitou com um pouco de medo. Deixou eu acariciar a bucetinha dela, era tão macia e só uma frestinha, sem dúvida era virgem, o que me excitou ainda mais do que já tava.

Ela fazia "aa aa aa" quase num sussurro e sorria de um jeito safado.

Acariciei os peitos dela de novo e os biquinhos estavam durinhos. Continuei dedando ela por uns minutos, depois mandei ela ajoelhar. Ela ajoelhou, peguei meu pau e olhei pra ela.

— Você tem que chupar ele.
— Sim, sem medo.
— Ok, mas se prometer que vai me fazer amor depois, por favor.
— Prometo. E beijei a testa dela.

Então a língua dela tocou meu pau e eu quase gritei, mas sabia que não era certo. Ela colocou na boca dela. Mesmo sem saber fazer direito, a sensação quente da boca dela já era o suficiente. Depois mandei ela fazer só com a língua, e aí foi quando ela me levou pro céu. Lambeu tão gostoso, ao mesmo tempo que ela se masturbava. Tava a mil, sem dúvida morrendo de vontade de ser penetrada. Quase gozei, mas segurei.

Depois de um tempo, ela se levantou. Mandei ela deitar na cama. Ela deitou. Subi em cima dela, peguei meu pau pronto pra comer ela, e ela me parou.

— Luis, não vai doer muito?
— Um pouco, mas depois você vai gostar.
— Mas quando você colocou os dedos, machucou. Se meter esse, vai doer mais.
— Prometo que não vai doer muito. Valéria, me mostra que você já é mulher.

Ela calou a boca e, aos poucos, eu penetrei ela. No começo doeu, mas por sorte não sangrou. Ela reclamava, então eu tirava o pouco que tinha colocado. Depois de um tempo, meti tudo. Aí foi como se não fosse ela, ficava "ai ai ai ai" e ria que nem uma puta de verdade.

— Por favor, irmãozinho, me dá bem duro.
— Valéria, tá doendo?
— Não, tá gostoso. Ai ai ai, duro, por favor, duro.
— Me pede, por favor.
— Ai ai ai, sim, por favor, por favor, até o fundo. Sou sua, te amo, irmão.

Comi ela. Com toda minha força, empurrava bem forte, adorava os gemidos dela. Tinha ela do jeito que tanto tinha imaginado.

Ela rebolava tão forte em cima de mim, parecia que queria me ter ainda mais fundo. Era uma selvagem, já tinha perdido toda a timidez e só queria sentir o prazer.

Deitei ela de barriga pra baixo e enfiei no cuzinho dela. Ela me parou.

— Achei que isso não se fazia.
— Relaxa, você vai gostar.
— Ok, mas vai fundo — e me deu um beijo na boca.

Penetrei ela pelo cu. Doeu. A bunda dela apertava tanto que quase tirei, mas aos poucos foi dilatando, e aí parecia uma máquina. Metia tão rápido, ela gritava sem dizer uma palavra. Sem dúvida, estava sentindo muito gostoso. Comi ela até não aguentar mais. Era um anjo lindo que se entregava pra mim. Os gemidos dela, o corpo dela... era a sensação mais gostosa. A noite toda ela pediu mais.

Depois de 30 minutos, não aguentei mais aquela bunda. Tirei, mandei ela ficar de joelhos. Uma tara que eu tinha há tempos era gozar nos peitos dela. E foi o que fiz. Joguei um jato de porra em todos os peitos dela, respingou na cara também, nas mãos. Achei que vi ela chupando os dedos. Ficou toda banhada. Continuou me fazendo sexo oral, parecia não entender que tinha acabado. Queria mais. Um momento depois, pareceu cair na real e se levantou. Eu caí exausto na cama, e ela deitou do meu lado, despenteada, me olhando. Chorou. Abracei ela.

— Por que a gente fez isso, Luís?
— Já passou, linda.
— Me sinto mal. Eu te amo, mas isso não devia ter acontecido.
— Mas aconteceu. Você não gostou?

Ela concordou com a cabeça.

— Então...
— Ok, isso vai ficar entre nós, irmão. E só fiz porque você é meu irmão favorito.
— Tudo bem. E vou continuar sendo o favorito.
— Claro que sim — ela sorriu. — E obrigada por esse momento.

Ela sorriu pra mim, me beijou no rosto e disse:

— Que bom que perdi a virgindade com meu irmão. Não duvida que eu te amo. Agora não vou mais me sentir sozinha.
— É o que eu espero.
— Prometo. E se não der certo, é pra isso que você está aqui.

Ela se levantou, meio abatida, mas sorriu pra mim e foi pro chuveiro. Me deixou pensando. Levantei, fui pro meu quarto. meditar
depois disso a gente não teve mais uma aventura, mas às vezes eu passo a mão nela e ela deixa, continuamos na mesma, unidos
só que nós dois guardamos um segredo enorme que pra mim é muito valioso, porque eu estive dentro da mulher que eu mais amo, que é minha irmãzinha Valéria
bom, galera, aqui termina minha história, é a primeira que escrevo, espero que tenham gostado, e se eu errei em algo, me escrevam, me esforcei bastante pra escrever isso, um abraço pra todos

2 comentários - Comi a buceta da minha irmãzinha

Excelente relato amigo, mo te doy puntos porque no tengo hasta mañana, se ve que tu hermana esta rica, enviame una foto de ella pls