Com o coração prestes a pular do peito, consegui me acalmar e, com um mínimo de compostura, convidei ela pra entrar no restaurante... maquinalmente ajudei com a cadeira, enquanto custava a tirar os olhos dela, me sentei e esperamos entre sorrisos tímidos que trouxessem o cardápio... a comida foi irrelevante (acho que ambos deixamos passar algum prato quase sem tocar...), mas a conversa não teve desperdício. Depois da clássica atualização de dados triviais, a primeira bomba estourou na sobremesa... Ela tava Separada...!!! Confesso que não consegui disfarçar um sorriso, que ela percebeu e retribuiu na hora. Em seguida, minha mão pegou a dela (que já tava há um tempinho repousando mansa sobre a mesa... (que ilusão a nossa, homens, achar que propomos algo, que controlamos situações, quando somos só um pinto gigante que reage como brinquedo nas mãos experientes de uma mulher madura...!!!). Excitado e exaltado pelo decote dela, que distraidamente me exibia os peitos sem sutiã, como quem grita que o tempo não existe, só consegui balbuciar como ela tava gostosa, o quanto eu gostava dela, o quanto eu a desejava...
Ela me olhou, com a suficiência de quem sabia que era minha dona, e baixando os olhos de lado me disse...
-Me deseja como antes?
-Te desejo como nunca!
-Eu também sinto umas coisas, sei lá...
-A gente se deixa levar, Cory, como quando éramos jovens?
-Como quando a gente era feliz...
Minha mão arrastou suavemente a dela até minha boca, e beijei com vontade, como prelúdio do que, se ela quisesse, podia rolar... Ela entrou no jogo (como jogava bem...!), levou minha mão à boca dela e mordeu de leve enquanto me encarava bem nos olhos, pra eu entender quem seria o dono daquela noite... A sobremesa tinha ido embora e ela falou, baixinho...
-Quer que a gente tome o café na minha casa...?
-Sim, respondi felizão, certo de que aquela noite ia ficar sem café.
Paguei rápido, subimos num táxi, ela deu o endereço (só uns dez quarteirões) e sentou de lado, apoiando a mão na minha perna, fazendo eu ter uma ereção imediata… Disposto a tudo, tentei puxar ela com a mão esquerda, mas ela disse com suavidade e firmeza…
- Espera a gente chegar – enquanto a mão dela acariciava de leve meu volume ao se afastar.
Descemos do táxi, esperei pacientemente ela abrir a porta, ela me fez entrar e assim que fechou e foi trancar, abracei ela por trás, pegando os peitos dela com as duas mãos enquanto me encostava safadamente na bunda dela. Ela se virou e a gente se beijou com fome, enquanto mil mãos não davam conta de se acariciar… Quase com violência, ela arrancou meu paletó e começou a desabotoar minha camisa, enquanto eu lutava pra soltar a alça do vestido dela… A alça cedeu finalmente e a roupa dela caiu como um véu, revelando o corpo dela pra mim, só de fio dental e os eternos saltos altos… Minha boca deslizou suavemente pelo pescoço dela, até encontrar os peitos dela, grandes, duros, coroados por dois lindos frutos quase roxos que se ofereciam pra minha boca… sem saber como, a gente chegou na cama, ela me empurrou e caímos abraçados… eu mordia e chupava os bicos dos peitos dela freneticamente, enquanto minha mão deslizava sobre a ppk dela, toda lisinha e completamente depilada, e com cuidado, procurava o clitóris dela pra acariciar do jeito que eu sabia que ela gostava… Ela se deixava amar, gemia e se contorcia com meus avanços mas se deixava fazer, esperando a hora dela pra me atacar… de repente, virei ela pra ficar por cima e minha boca desceu lentamente até a buceta dela, sensível, molhada, latejante… comecei a fazer oral nela, enquanto minha mão direita penetrava ela com suavidade, procurando o ponto exato onde os vasos estouram e os potes desse licor embriagante que minha língua pedia aos berros se derramam… ela gemia e se contorcia de prazer… penetrei ela com um segundo dedo sem parar de lamber, e quando estava bem lubrificada, quase distraidamente, deixei esse dedo procurar o cu dela… Comecei a brincar com a bunda dela com suavidade, minha língua deixou por um momento a buceta dela e começou a tentar Penetrar a bunda dela, enquanto lubrificava generosamente com minha saliva… a flor dela se abriu toda gostosa, enquanto minha mão continuava brincando com o clitóris dela e a dela só conseguia acariciar um pouco minha cabeça e beliscar os próprios mamilos… não quis mais segurar a onda e me levantei pra tirar a calça. Queria amar ela em cada cantinho, queria penetrar ela e fazer dela minha mais uma vez, mas ela se jogou em cima de mim e com uma mão segurou a minha, que tentava atrapalhada desabotoar meu cinto. Enquanto me disse com safadeza…
— Deixa comigo…
Ela se ajoelhou na minha frente e começou a morder meu pau por cima da calça, enquanto as mãos dela iam me despindo aos poucos… repetiu as mordidas na minha cueca e quando finalmente tirou ele da prisão, enfiou na boca dela com suavidade. Lambendo os sucos que começavam a umedecer ele devagar… percorreu ele inteiro com a língua de fogo, lambeu minhas bolas por um tempão, sem parar de me olhar, e por fim começou o boquete mais doce e profundo que já recebi na vida… eu realmente tinha que me esforçar pra não encher a boca dela com meu gozo, quando de repente ela me empurrou na cama de novo, me deu um beijo selvagem, lambeu meus mamilos (puta merda, como isso me excita!!!) e montou em mim, com os peitos dela balançando na minha frente e o olhar perdido, quase em êxtase, pulando literalmente em cima do meu pau que há muitos anos não sentia assim… quando eu tava quase gozando, ela ajustou o corpo dela em cima do meu pra colocar os peitos na minha boca, me obrigando a lamber eles… Juntei os mamilos dela e comecei a chupar com força, sentindo ela gozar aos gritos…
Nesse ponto, girei meu quadril e fiquei por cima dela, e comecei a penetrar ela com tudo, igual ela tinha feito comigo… entre os gemidos dela e os meus, meu momento não demorou a chegar, inundando ela com gozo quente e generoso, enquanto abraçava ela bem forte, quase em convulsão os dois, exaustos, molhados, ardendo e, por que não, apaixonados…
A gente transou mais duas vezes naquela noite (do nosso jeito). (idade é algo maravilhoso)... mas isso já é outra história...
MUITO OBRIGADO A TODOS QUE ME DERAM SEU TEMPO LENDO O PRIMEIRO RELATO, SE VOCÊS CURTIRAM O FINAL, PROMETO QUE VOU ME ANIMAR MAIS E CONTAR MAIS COISAS... SABEM, 50 ANOS É MUITO TEMPO... HEHEHE BEIJOS!
Ela me olhou, com a suficiência de quem sabia que era minha dona, e baixando os olhos de lado me disse...
-Me deseja como antes?
-Te desejo como nunca!
-Eu também sinto umas coisas, sei lá...
-A gente se deixa levar, Cory, como quando éramos jovens?
-Como quando a gente era feliz...
Minha mão arrastou suavemente a dela até minha boca, e beijei com vontade, como prelúdio do que, se ela quisesse, podia rolar... Ela entrou no jogo (como jogava bem...!), levou minha mão à boca dela e mordeu de leve enquanto me encarava bem nos olhos, pra eu entender quem seria o dono daquela noite... A sobremesa tinha ido embora e ela falou, baixinho...
-Quer que a gente tome o café na minha casa...?
-Sim, respondi felizão, certo de que aquela noite ia ficar sem café.
Paguei rápido, subimos num táxi, ela deu o endereço (só uns dez quarteirões) e sentou de lado, apoiando a mão na minha perna, fazendo eu ter uma ereção imediata… Disposto a tudo, tentei puxar ela com a mão esquerda, mas ela disse com suavidade e firmeza…
- Espera a gente chegar – enquanto a mão dela acariciava de leve meu volume ao se afastar.
Descemos do táxi, esperei pacientemente ela abrir a porta, ela me fez entrar e assim que fechou e foi trancar, abracei ela por trás, pegando os peitos dela com as duas mãos enquanto me encostava safadamente na bunda dela. Ela se virou e a gente se beijou com fome, enquanto mil mãos não davam conta de se acariciar… Quase com violência, ela arrancou meu paletó e começou a desabotoar minha camisa, enquanto eu lutava pra soltar a alça do vestido dela… A alça cedeu finalmente e a roupa dela caiu como um véu, revelando o corpo dela pra mim, só de fio dental e os eternos saltos altos… Minha boca deslizou suavemente pelo pescoço dela, até encontrar os peitos dela, grandes, duros, coroados por dois lindos frutos quase roxos que se ofereciam pra minha boca… sem saber como, a gente chegou na cama, ela me empurrou e caímos abraçados… eu mordia e chupava os bicos dos peitos dela freneticamente, enquanto minha mão deslizava sobre a ppk dela, toda lisinha e completamente depilada, e com cuidado, procurava o clitóris dela pra acariciar do jeito que eu sabia que ela gostava… Ela se deixava amar, gemia e se contorcia com meus avanços mas se deixava fazer, esperando a hora dela pra me atacar… de repente, virei ela pra ficar por cima e minha boca desceu lentamente até a buceta dela, sensível, molhada, latejante… comecei a fazer oral nela, enquanto minha mão direita penetrava ela com suavidade, procurando o ponto exato onde os vasos estouram e os potes desse licor embriagante que minha língua pedia aos berros se derramam… ela gemia e se contorcia de prazer… penetrei ela com um segundo dedo sem parar de lamber, e quando estava bem lubrificada, quase distraidamente, deixei esse dedo procurar o cu dela… Comecei a brincar com a bunda dela com suavidade, minha língua deixou por um momento a buceta dela e começou a tentar Penetrar a bunda dela, enquanto lubrificava generosamente com minha saliva… a flor dela se abriu toda gostosa, enquanto minha mão continuava brincando com o clitóris dela e a dela só conseguia acariciar um pouco minha cabeça e beliscar os próprios mamilos… não quis mais segurar a onda e me levantei pra tirar a calça. Queria amar ela em cada cantinho, queria penetrar ela e fazer dela minha mais uma vez, mas ela se jogou em cima de mim e com uma mão segurou a minha, que tentava atrapalhada desabotoar meu cinto. Enquanto me disse com safadeza…
— Deixa comigo…
Ela se ajoelhou na minha frente e começou a morder meu pau por cima da calça, enquanto as mãos dela iam me despindo aos poucos… repetiu as mordidas na minha cueca e quando finalmente tirou ele da prisão, enfiou na boca dela com suavidade. Lambendo os sucos que começavam a umedecer ele devagar… percorreu ele inteiro com a língua de fogo, lambeu minhas bolas por um tempão, sem parar de me olhar, e por fim começou o boquete mais doce e profundo que já recebi na vida… eu realmente tinha que me esforçar pra não encher a boca dela com meu gozo, quando de repente ela me empurrou na cama de novo, me deu um beijo selvagem, lambeu meus mamilos (puta merda, como isso me excita!!!) e montou em mim, com os peitos dela balançando na minha frente e o olhar perdido, quase em êxtase, pulando literalmente em cima do meu pau que há muitos anos não sentia assim… quando eu tava quase gozando, ela ajustou o corpo dela em cima do meu pra colocar os peitos na minha boca, me obrigando a lamber eles… Juntei os mamilos dela e comecei a chupar com força, sentindo ela gozar aos gritos…
Nesse ponto, girei meu quadril e fiquei por cima dela, e comecei a penetrar ela com tudo, igual ela tinha feito comigo… entre os gemidos dela e os meus, meu momento não demorou a chegar, inundando ela com gozo quente e generoso, enquanto abraçava ela bem forte, quase em convulsão os dois, exaustos, molhados, ardendo e, por que não, apaixonados…
A gente transou mais duas vezes naquela noite (do nosso jeito). (idade é algo maravilhoso)... mas isso já é outra história...
MUITO OBRIGADO A TODOS QUE ME DERAM SEU TEMPO LENDO O PRIMEIRO RELATO, SE VOCÊS CURTIRAM O FINAL, PROMETO QUE VOU ME ANIMAR MAIS E CONTAR MAIS COISAS... SABEM, 50 ANOS É MUITO TEMPO... HEHEHE BEIJOS!
4 comentários - Relato: Voltar aos 18 - Segunda e Final