Numa dessas tantas consultas de rotina, o pediatra tinha me falado pra dar só o peito pro Ro até um ano. Bom, ele já fez um ano e três meses e eu continuo dando a teta, complementada com outros alimentos, claro.
O bebê pede e a mamãe dispõe.
Mas tenho que ser sincera e admitir que o motivo de eu continuar amamentando não é só pelo bem dele, mas também pelo meu, porque eu adoro como meus peitos ficam cheios de leite, muito mais durinhos e firmes, e além disso... não vou negar... me excita pra caralho ver a cara dos caras quando chupam meus peitos e descobrem que sai leite, eles ficam com os olhos virados, haha.
Mas voltando ao que interessa, outro dia, sábado à tarde, eu tinha acabado de dar o peito pro Ro. Como ele já come outras coisas, parece que encheu rápido, então ele se virou e me deixou com a teta jorrando leite pra todo lado... Resultado? Sujei a blusa que tava usando.
Como eu gosto de leite de pai e não de mãe, deixei o Ro na cama e fui me trocar. Primeiro passei no lavanderia pra deixar a blusa no cesto de roupa suja, tirei ela por cima da cabeça, abri a tampa do cesto e quando ia fechar... vejo de relance que alguém tá me olhando do prédio da frente. Não sou de fazer de besta, então sem frescura, me virei e fiquei olhando de volta também. Só pra constar, não tô de sutiã, tô de peitos de fora, me exibindo de frente pra um desconhecido.
Dele, só vejo da cintura pra cima, não é novo, deve ter uns 40-45 anos, de bigode. Quando viu que eu fiquei parada ali, ele também tirou a camiseta. A gente se olhou e sorriu. Parece que os dois tão a fim de brincar. Olhei pras outras janelas do prédio dele e todas tão fechadas, só a dele tá aberta, então pelo menos vamos ter um pouco de privacidade.
Tirei a parte de baixo, o short e a calcinha fio-dental que tava usando e joguei no cesto também. Fiquei pelada na frente daquele vizinho tarado, e imaginando o que ele deve estar desejando, me encosto de costas na parede do tanque e começo a massagear meus peitos. Agarro eles com as duas mãos e estico na direção dele, como se estivesse oferecendo. Com uma mão desço até minha virilha, e deslizando um dedo sobre meu clitóris, que já tá duro e inchado, como se fosse mais um dedo, começo a me masturbar. Ele faz o mesmo, não vejo, mas percebo seus movimentos mais que eloqüentes. Dava vontade de escrever meu endereço num papel e mostrar pra ele, pra ele vir e me comer ali mesmo no tanque, em vez de ficarmos nos punhetando à distância, mas tenho que admitir que o jogo tava bom, então não quis interromper. Daqui a pouco já estávamos gozando juntos, da minha parte soltei um jato forte e bem cheio de fluxo, enquanto ele deve ter feito o mesmo, pena que não dava pra ver.
Já terminado esse surto de excitação, tomei um banho e me troquei agora sim bem mais decentemente. Voltei pro tanque pra limpar o que tinha sujado, mas o cara já não tava mais.
Na segunda saio cedo pra ir trabalhar, e vejo ele parado na esquina, fumando um cigarro, como se esperasse alguém, eu? Olho pra ele, ele me olha, não desvio o olhar, afinal a gente tinha se punhetado junto. De propósito passo do lado dele, embora siga meu caminho, até o ponto de ônibus. Ele me segue, percebo pelos passos que ecoam atrás de mim. A ansiedade me corrói pra saber o que ele vai fazer. Se ele me chamar pra transar, vou na hora, penso. Tô pouco me fodendo pro trabalho.
Chego no ponto e espero o ônibus junto com outras pessoas, ele incluso, já que fica parado do meu lado, mas sem dizer nada. Vem um ônibus, mas deixo passar, ele também, a maioria das pessoas sobe, então ficamos praticamente sozinhos no ponto.
-Foi bom o do sábado, né?- falo baixinho, quase num sussurro.
-Muito bom- ele concorda do mesmo jeito.
-Gostaria de repetir?- pergunto.
-Do mesmo jeito?- Pergunto.
—Não, bem mais perto — esclareço — Num hotel.
—Haha — ele sorri — e pensar que passei o domingo inteiro pensando no que te falar quando chegasse perto de você.
—Não tem muito o que dizer, não acha? — também sorrio.
—Vamos naquele que fica a duas quadras daqui? — ele consulta.
—Sim, bora, esse tá bom — falo, óbvio que já conhecia.
Enquanto caminhamos, ligo pra empresa e invento na hora uma desculpa pra chegar um pouco mais tarde.
Entramos no hotel, ele paga o período, e já a sós, começamos como o jogo de sábado. A uma distância relativa, nos despimos, de frente um pro outro, até ficarmos completamente nus. Os olhos dele passeiam pelo meu corpo, de cima a baixo, enquanto ele pega na própria porra da pica e começa a bater uma. Ela é bem fornida, com um comprimento que ultrapassa de longe o aperto dos dedos dele. Eu faço o mesmo, começo a me tocar sentindo meu clitóris inchar e endurecer. Então ele se aproxima, eu recuo até bater as costas na parede, ficando na mesma posição que mantive naquele sábado, só que agora ele chega ainda mais perto e substitui meus dedos pelos dele, me incentivando a fazer o mesmo. Então agora ele me masturba e eu masturbo ele... a gente se punheta mutuamente, furiosamente, agitadamente. Sinto o fluxo da minha buceta respingando nos dedos dele, e o fluido viril dele umedecendo os meus. Nos beijamos, praticamente devoramos a boca um do outro, e embora o bigode dele arranhe um pouco, é um beijo delicioso, carregado de tesão e putaria.
Ele desce um pouco e, sem parar de me enfiar os dedos, chupa meus peitos, morde meus mamilos. Ainda não gozo, então ele segue em frente, lambendo a linha da barriga, passando a língua no meu umbigo, até se ajoelhar na minha frente e me agradar com uma chupada inesquecível de buceta.
O que ele fez lá embaixo não tem nome... ou tem... haha... mas chupada é pouco. Ele me trabalhou de um jeito que me fez ter um orgasmo ali mesmo, em pé e de costas. contra a parede.
Minhas pernas fraquejaram quando gozei, mas ele me segurou com a boca, com a língua, com os dentes e com aquele bigode que mandava tipo pequenos choques elétricos pelo meu corpo todo. Tremendo, caí no chão, mas ele não me largou, porque continuou me chupando e comendo minha porra com uma voracidade danada. Depois disso, aproveitando que eu tava de costas no chão, ele se colocou em cima de mim, mas ao contrário, ou seja, botando o pau perto da minha boca e os lábios dele perto da minha buceta. Mal eu consegui sentir o pau dele perto (já que de tanta excitação eu tava de olhos fechados), agarrei ele e chupei com gula e avidez. Que porra gostosa, pelo amor de Deus! Absolutamente deliciosa, pura virilidade em forma de carne, eu chupava ele fazendo barulho, soltando vários "mmmm", tentando enfiar o máximo possível, mesmo o tamanho dele passando longe da capacidade da minha garganta. Aquela garganta profunda, sabe? Eu metia o mais fundo que dava, até me engasgar, mas engasgar era o de menos, o importante era sentir ele pulsando, inchando e tremendo com as atenções gulosas da minha boquinha. Ao mesmo tempo, ele continuava cuidando da minha intimidade, lambendo, beijando, mordendo tudo que se estendia perfumado e tentador na frente dos lábios dele. Mas como meu vizinho chupa bem, hein? Será que ele tem um mestrado nisso?
Me deixando com a buceta no ponto, ele se levantou, tirando meu brinquedo favorito, e se jogou em cima de mim, agora de frente, encaixando o pau bem dotado dele bem na entrada da minha buceta. Ele não colocou camisinha, e eu também não pedi, acho que nós dois queríamos a mesma coisa: nos sentir, nem que fosse por um momento, a carne viva, pelados, sem nenhum látex no meio.
Ele meteu, e um suspiro escapou do fundo da minha alma... arqueei as costas e abri ainda mais as pernas pra receber ele por inteiro, me deixando encher por aquela carne dura, quente, vibrante que precisava de uma buceta. tanto quanto eu, uma pica. Ela se moveu algumas vezes, escorrendo por todo o meu interior, arrastando uma boa quantidade de fluido junto, que ao sair se espalhava por toda a minha entreperna. Então ele tira, se levanta e me estende a mão para que eu faça o mesmo, me leva até a cama e lá me faz ficar de quatro, me acomodo com gosto, levantando bem a minha bunda minúscula para ele, balançando de um lado para o outro de um jeito excitante pra caralho. Agora sim ele coloca uma camisinha, ouço o barulho do papel ao rasgar e vejo pelo espelho ele esticando o latex sobre a superfície poderosa dele. Ele se posiciona atrás de mim, me segura com as duas mãos na cintura e... aaaaahhh... enfia sem mais delongas. Mete de uma vez, inteira, me fazendo soltar uma porrada de suspiros e gemidos, que traduzem fielmente o prazer que esse vizinho tarado tá me fazendo sentir. Me mantendo bem presa, ele começa a me comer gostoso e fluido, acelerando cada vez mais, enterrando bem até os ovos, sempre dando um último empurrãozinho no final, tipo uma assinatura, que me faz tremer até o fundo da alma. Que puta eu me sinto fodendo desse jeito com o vizinho que ficou me espiando uns dias antes, me abro toda pra ele e com a voz rouca de tesão, peço mais, mais, muito mais... e sabem de uma?, ele me dá. Em algum momento perco a noção do tempo, e quando me dou conta, tô montada nele, me mexendo de um jeito intenso e agitado pra caralho... como é que eu vim parar aqui? Não importa, a única coisa que quero é aproveitar até a loucura essa pica linda que me enche de sensações plácidas e extáticas. Eu me mijo, tô tão quente e fora de mim que me mijo, uns jatos quentes e efusivos jorram no meio da minha cavalgada acelerada. O cara se levanta um pouco e começa a chupar meus peitos, agora sim, gozo, no começo ele se surpreende. —Tô grávida— falo entre suspiros. Ele sorri e apertando meus peitos com as mãos fortes Mãos, ele me espreme o máximo que pode, lambendo os beiços como um bebê grandão. Sentindo o pau dele causando estrago lá dentro, seguro ele pelos cabelos e prendo ele contra mim, beijo ele na boca, com raiva, saboreando meu próprio leite entre os lábios dele. Volto a me mexer, com mais vontade agora, cravando nele até o mais íntimo e profundo. Fico de cócoras praticamente e deslizo com força sobre esse estandarte viril que continua firme e excitado apesar do desgaste. Numa dessas tantas subidas e descidas, deixo ele sair pra fora e, me mantendo suspensa sobre ele, pego com uma mão e coloco na minha retaguarda, a ponta se acomoda rapidinho entre minhas ansiosas paredes anais, meu vizinho me olha com olhos surpresos, como se não pudesse acreditar que sou eu mesma que peço pra ele me comer de cu, mas é assim que eu sou, puta cem por cento, então sento e vou enfiando ele por trás pedaço por pedaço, no começo sinto uma aspereza meio desconfortável, então deixo ele sair de novo, cuspo bastante na mão e espalho a saliva por toda a minha bunda, enfio até dois dedos pra ajudar na dilatação e volto a enfiar ele no cu... agora sim, entra até mais da metade, embora seja bem comprido, tento engolir ele todo, sinto meus intestinos se amontoarem lá dentro com esse avanço tão trepidante. Mas mesmo assim continuo empurrando pra baixo, me deixando encher até o último cantinho do cu por essa barra de carne que me rompe e desmancha do jeito que quer. Me sinto cheia, cheia de pau, transbordando de tão cheia, mas quero mais e começo a me mexer nesse sentido, deslizando em volta dessa máquina viril de ferro que não diminui nem um pouco o tamanho. Lá dentro sinto ele muito mais comprido e grosso, muito mais quente, muito mais vibrante... então começa, os espasmos, os tremores, aquela sensação única e incomparável que nasce no ventre e se espalha como uma bola de neve por todo o corpo, tudo se prepara pro grande espera, pro "grand finale", a gente acelera junto na direção daquele objetivo mútuo.
- Vamos gozar juntos - ele sussurra, sentindo o cheiro do meu cabelo, mordendo minha orelha e depois se entregando de vez ao maior dos prazeres.
E a gente goza, em uníssono, misturando nossos gemidos e suspiros numa mesma sinfonia excitante. Desabo em cima do corpo dele, esmagando meus peitos no peito dele, cravando meus mamilos duros e dormentes, os dois curtindo um orgasmo que quase nos deixa à beira da inconsciência. Olho pra ele e sorrio, mostro a língua, dou ela pra ele, ofereço, ele chupa, morde, e aí a gente se enrosca num beijo molhado e quente. Adoro a sensação do bigode dele raspando nos meus lábios. Ninguém fala nada, não precisa, os gestos, as sensações falam por nós.
Chego no trabalho duas horas e meia depois. Peço desculpas pelo atraso, falo que foi um tramite urgente, sento e... uma pontada no cu me atravessa igual uma flecha... o preço que tenho que pagar por uma boa enrabada...
O bebê pede e a mamãe dispõe.
Mas tenho que ser sincera e admitir que o motivo de eu continuar amamentando não é só pelo bem dele, mas também pelo meu, porque eu adoro como meus peitos ficam cheios de leite, muito mais durinhos e firmes, e além disso... não vou negar... me excita pra caralho ver a cara dos caras quando chupam meus peitos e descobrem que sai leite, eles ficam com os olhos virados, haha.
Mas voltando ao que interessa, outro dia, sábado à tarde, eu tinha acabado de dar o peito pro Ro. Como ele já come outras coisas, parece que encheu rápido, então ele se virou e me deixou com a teta jorrando leite pra todo lado... Resultado? Sujei a blusa que tava usando.
Como eu gosto de leite de pai e não de mãe, deixei o Ro na cama e fui me trocar. Primeiro passei no lavanderia pra deixar a blusa no cesto de roupa suja, tirei ela por cima da cabeça, abri a tampa do cesto e quando ia fechar... vejo de relance que alguém tá me olhando do prédio da frente. Não sou de fazer de besta, então sem frescura, me virei e fiquei olhando de volta também. Só pra constar, não tô de sutiã, tô de peitos de fora, me exibindo de frente pra um desconhecido.
Dele, só vejo da cintura pra cima, não é novo, deve ter uns 40-45 anos, de bigode. Quando viu que eu fiquei parada ali, ele também tirou a camiseta. A gente se olhou e sorriu. Parece que os dois tão a fim de brincar. Olhei pras outras janelas do prédio dele e todas tão fechadas, só a dele tá aberta, então pelo menos vamos ter um pouco de privacidade.
Tirei a parte de baixo, o short e a calcinha fio-dental que tava usando e joguei no cesto também. Fiquei pelada na frente daquele vizinho tarado, e imaginando o que ele deve estar desejando, me encosto de costas na parede do tanque e começo a massagear meus peitos. Agarro eles com as duas mãos e estico na direção dele, como se estivesse oferecendo. Com uma mão desço até minha virilha, e deslizando um dedo sobre meu clitóris, que já tá duro e inchado, como se fosse mais um dedo, começo a me masturbar. Ele faz o mesmo, não vejo, mas percebo seus movimentos mais que eloqüentes. Dava vontade de escrever meu endereço num papel e mostrar pra ele, pra ele vir e me comer ali mesmo no tanque, em vez de ficarmos nos punhetando à distância, mas tenho que admitir que o jogo tava bom, então não quis interromper. Daqui a pouco já estávamos gozando juntos, da minha parte soltei um jato forte e bem cheio de fluxo, enquanto ele deve ter feito o mesmo, pena que não dava pra ver.
Já terminado esse surto de excitação, tomei um banho e me troquei agora sim bem mais decentemente. Voltei pro tanque pra limpar o que tinha sujado, mas o cara já não tava mais.
Na segunda saio cedo pra ir trabalhar, e vejo ele parado na esquina, fumando um cigarro, como se esperasse alguém, eu? Olho pra ele, ele me olha, não desvio o olhar, afinal a gente tinha se punhetado junto. De propósito passo do lado dele, embora siga meu caminho, até o ponto de ônibus. Ele me segue, percebo pelos passos que ecoam atrás de mim. A ansiedade me corrói pra saber o que ele vai fazer. Se ele me chamar pra transar, vou na hora, penso. Tô pouco me fodendo pro trabalho.
Chego no ponto e espero o ônibus junto com outras pessoas, ele incluso, já que fica parado do meu lado, mas sem dizer nada. Vem um ônibus, mas deixo passar, ele também, a maioria das pessoas sobe, então ficamos praticamente sozinhos no ponto.
-Foi bom o do sábado, né?- falo baixinho, quase num sussurro.
-Muito bom- ele concorda do mesmo jeito.
-Gostaria de repetir?- pergunto.
-Do mesmo jeito?- Pergunto.
—Não, bem mais perto — esclareço — Num hotel.
—Haha — ele sorri — e pensar que passei o domingo inteiro pensando no que te falar quando chegasse perto de você.
—Não tem muito o que dizer, não acha? — também sorrio.
—Vamos naquele que fica a duas quadras daqui? — ele consulta.
—Sim, bora, esse tá bom — falo, óbvio que já conhecia.
Enquanto caminhamos, ligo pra empresa e invento na hora uma desculpa pra chegar um pouco mais tarde.
Entramos no hotel, ele paga o período, e já a sós, começamos como o jogo de sábado. A uma distância relativa, nos despimos, de frente um pro outro, até ficarmos completamente nus. Os olhos dele passeiam pelo meu corpo, de cima a baixo, enquanto ele pega na própria porra da pica e começa a bater uma. Ela é bem fornida, com um comprimento que ultrapassa de longe o aperto dos dedos dele. Eu faço o mesmo, começo a me tocar sentindo meu clitóris inchar e endurecer. Então ele se aproxima, eu recuo até bater as costas na parede, ficando na mesma posição que mantive naquele sábado, só que agora ele chega ainda mais perto e substitui meus dedos pelos dele, me incentivando a fazer o mesmo. Então agora ele me masturba e eu masturbo ele... a gente se punheta mutuamente, furiosamente, agitadamente. Sinto o fluxo da minha buceta respingando nos dedos dele, e o fluido viril dele umedecendo os meus. Nos beijamos, praticamente devoramos a boca um do outro, e embora o bigode dele arranhe um pouco, é um beijo delicioso, carregado de tesão e putaria.
Ele desce um pouco e, sem parar de me enfiar os dedos, chupa meus peitos, morde meus mamilos. Ainda não gozo, então ele segue em frente, lambendo a linha da barriga, passando a língua no meu umbigo, até se ajoelhar na minha frente e me agradar com uma chupada inesquecível de buceta.
O que ele fez lá embaixo não tem nome... ou tem... haha... mas chupada é pouco. Ele me trabalhou de um jeito que me fez ter um orgasmo ali mesmo, em pé e de costas. contra a parede.
Minhas pernas fraquejaram quando gozei, mas ele me segurou com a boca, com a língua, com os dentes e com aquele bigode que mandava tipo pequenos choques elétricos pelo meu corpo todo. Tremendo, caí no chão, mas ele não me largou, porque continuou me chupando e comendo minha porra com uma voracidade danada. Depois disso, aproveitando que eu tava de costas no chão, ele se colocou em cima de mim, mas ao contrário, ou seja, botando o pau perto da minha boca e os lábios dele perto da minha buceta. Mal eu consegui sentir o pau dele perto (já que de tanta excitação eu tava de olhos fechados), agarrei ele e chupei com gula e avidez. Que porra gostosa, pelo amor de Deus! Absolutamente deliciosa, pura virilidade em forma de carne, eu chupava ele fazendo barulho, soltando vários "mmmm", tentando enfiar o máximo possível, mesmo o tamanho dele passando longe da capacidade da minha garganta. Aquela garganta profunda, sabe? Eu metia o mais fundo que dava, até me engasgar, mas engasgar era o de menos, o importante era sentir ele pulsando, inchando e tremendo com as atenções gulosas da minha boquinha. Ao mesmo tempo, ele continuava cuidando da minha intimidade, lambendo, beijando, mordendo tudo que se estendia perfumado e tentador na frente dos lábios dele. Mas como meu vizinho chupa bem, hein? Será que ele tem um mestrado nisso?
Me deixando com a buceta no ponto, ele se levantou, tirando meu brinquedo favorito, e se jogou em cima de mim, agora de frente, encaixando o pau bem dotado dele bem na entrada da minha buceta. Ele não colocou camisinha, e eu também não pedi, acho que nós dois queríamos a mesma coisa: nos sentir, nem que fosse por um momento, a carne viva, pelados, sem nenhum látex no meio.
Ele meteu, e um suspiro escapou do fundo da minha alma... arqueei as costas e abri ainda mais as pernas pra receber ele por inteiro, me deixando encher por aquela carne dura, quente, vibrante que precisava de uma buceta. tanto quanto eu, uma pica. Ela se moveu algumas vezes, escorrendo por todo o meu interior, arrastando uma boa quantidade de fluido junto, que ao sair se espalhava por toda a minha entreperna. Então ele tira, se levanta e me estende a mão para que eu faça o mesmo, me leva até a cama e lá me faz ficar de quatro, me acomodo com gosto, levantando bem a minha bunda minúscula para ele, balançando de um lado para o outro de um jeito excitante pra caralho. Agora sim ele coloca uma camisinha, ouço o barulho do papel ao rasgar e vejo pelo espelho ele esticando o latex sobre a superfície poderosa dele. Ele se posiciona atrás de mim, me segura com as duas mãos na cintura e... aaaaahhh... enfia sem mais delongas. Mete de uma vez, inteira, me fazendo soltar uma porrada de suspiros e gemidos, que traduzem fielmente o prazer que esse vizinho tarado tá me fazendo sentir. Me mantendo bem presa, ele começa a me comer gostoso e fluido, acelerando cada vez mais, enterrando bem até os ovos, sempre dando um último empurrãozinho no final, tipo uma assinatura, que me faz tremer até o fundo da alma. Que puta eu me sinto fodendo desse jeito com o vizinho que ficou me espiando uns dias antes, me abro toda pra ele e com a voz rouca de tesão, peço mais, mais, muito mais... e sabem de uma?, ele me dá. Em algum momento perco a noção do tempo, e quando me dou conta, tô montada nele, me mexendo de um jeito intenso e agitado pra caralho... como é que eu vim parar aqui? Não importa, a única coisa que quero é aproveitar até a loucura essa pica linda que me enche de sensações plácidas e extáticas. Eu me mijo, tô tão quente e fora de mim que me mijo, uns jatos quentes e efusivos jorram no meio da minha cavalgada acelerada. O cara se levanta um pouco e começa a chupar meus peitos, agora sim, gozo, no começo ele se surpreende. —Tô grávida— falo entre suspiros. Ele sorri e apertando meus peitos com as mãos fortes Mãos, ele me espreme o máximo que pode, lambendo os beiços como um bebê grandão. Sentindo o pau dele causando estrago lá dentro, seguro ele pelos cabelos e prendo ele contra mim, beijo ele na boca, com raiva, saboreando meu próprio leite entre os lábios dele. Volto a me mexer, com mais vontade agora, cravando nele até o mais íntimo e profundo. Fico de cócoras praticamente e deslizo com força sobre esse estandarte viril que continua firme e excitado apesar do desgaste. Numa dessas tantas subidas e descidas, deixo ele sair pra fora e, me mantendo suspensa sobre ele, pego com uma mão e coloco na minha retaguarda, a ponta se acomoda rapidinho entre minhas ansiosas paredes anais, meu vizinho me olha com olhos surpresos, como se não pudesse acreditar que sou eu mesma que peço pra ele me comer de cu, mas é assim que eu sou, puta cem por cento, então sento e vou enfiando ele por trás pedaço por pedaço, no começo sinto uma aspereza meio desconfortável, então deixo ele sair de novo, cuspo bastante na mão e espalho a saliva por toda a minha bunda, enfio até dois dedos pra ajudar na dilatação e volto a enfiar ele no cu... agora sim, entra até mais da metade, embora seja bem comprido, tento engolir ele todo, sinto meus intestinos se amontoarem lá dentro com esse avanço tão trepidante. Mas mesmo assim continuo empurrando pra baixo, me deixando encher até o último cantinho do cu por essa barra de carne que me rompe e desmancha do jeito que quer. Me sinto cheia, cheia de pau, transbordando de tão cheia, mas quero mais e começo a me mexer nesse sentido, deslizando em volta dessa máquina viril de ferro que não diminui nem um pouco o tamanho. Lá dentro sinto ele muito mais comprido e grosso, muito mais quente, muito mais vibrante... então começa, os espasmos, os tremores, aquela sensação única e incomparável que nasce no ventre e se espalha como uma bola de neve por todo o corpo, tudo se prepara pro grande espera, pro "grand finale", a gente acelera junto na direção daquele objetivo mútuo.
- Vamos gozar juntos - ele sussurra, sentindo o cheiro do meu cabelo, mordendo minha orelha e depois se entregando de vez ao maior dos prazeres.
E a gente goza, em uníssono, misturando nossos gemidos e suspiros numa mesma sinfonia excitante. Desabo em cima do corpo dele, esmagando meus peitos no peito dele, cravando meus mamilos duros e dormentes, os dois curtindo um orgasmo que quase nos deixa à beira da inconsciência. Olho pra ele e sorrio, mostro a língua, dou ela pra ele, ofereço, ele chupa, morde, e aí a gente se enrosca num beijo molhado e quente. Adoro a sensação do bigode dele raspando nos meus lábios. Ninguém fala nada, não precisa, os gestos, as sensações falam por nós.
Chego no trabalho duas horas e meia depois. Peço desculpas pelo atraso, falo que foi um tramite urgente, sento e... uma pontada no cu me atravessa igual uma flecha... o preço que tenho que pagar por uma boa enrabada...
74 comentários - Vizinho tarado espiando
Me encantan!
pasaste por mis aportes a la comunidad?
comentar es el mejor agradecimiento.
de esta forma te digo GRACIAS.
PD: sigo esperando tu fotito en el sotano. Jeje
Besos!
TU PUTYTO
PD: me tuve que hacer una terrible paja, despues de leer semejante relato
La próxima te pienso en una orgía, a ver si así nos sorprendes con alguna. ¡Te imagino enfiestada por cinco machos ante los cuales te mostras desafiante a que te den mas y mas!
¡Gracias por compartir la experiencia!
Excelente como siempre!!
Muuuy caliente tambien!
Gracias por comparitr
Quien es el verdadero padre biológico de tu hijo?
Lo único que nunca me siento representado, siempre con hombres mayores, por qué nunca un pendejo 😛 ??
Espero te regalen un par parecidos a estos para navidad ;)