Primeiro um parêntese, agradecendo aos seguidores, pontos, comentários, mensagens privadas e tudo mais, pela boa vibe no geral.
Como contei pra alguns que me escreveram, mesmo tendo bastante pra contar e realmente me fazer bem desabafar, não tô com muito tempo livre, entre o trampo que comecei faz pouco, a faculdade e a Clara, tão sugando minha vida.
Dito isso, a quarta parte, ou parte dela.PARTE 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2426017/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia.html
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2426696/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia-Parte-2-fotorelato.html
PARTE 3: http://www.poringa.net/posts/relatos/2428096/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia-Parte-3-fotorelato.html
Depois do que aconteceu, a relação com Clara piorou, meio óbvio por tudo que tinha rolado, a ponto de a gente acabar brigando, se afastando, como quiser chamar.
Clara pediu um tempo pra "pensar" e não tive outra escolha a não ser aceitar.
Ela não tinha como justificar a trepada que tava dando no Gonzalo quando peguei os dois no apê.
E eu não tinha como justificar meu suposto foda com a Agustina.
A relação tinha claramente quebrado.
Gonzalo, por sua vez, não parava de jogar lenha na fogueira, tinha se encarregado de complicar bem as coisas pra mim usando a Agustina como cúmplice, essa garota filha da puta estava ferrando minha vida como ninguém nunca tinha ferrado antes. Uma gostosa que não ligava pra absolutamente nada (além das coisas que o Gonzalo certamente dava pra ela em troca de me afundar), mas que tinha ganhado a confiança da Clara. A ingênua da Clara acreditando em tudo como sempre.
Embora ela aproveitasse ao máximo aquela suposta noite que eu e a Agustina tivemos, era o necessário como desculpa pra poder transar com o Gonzalo sem sentir culpa nenhuma. Ela até perdoou a Agustina por ter "ficado" comigo, a Agustina se escondeu atrás dos supostos efeitos do álcool e lá estava a Clara, ingênua, como sempre.
O ponto é que nunca comemos ninguém, mas se tivesse sido assim, minha namorada estava perdoando ela.
Segundo a Clara, o Gonzalo não tinha nada a ver com nossa separação, algo que eu sabia que não era verdade.
Clara me ofereceu pra sair do apartamento, ao que respondi com um sonoro não, ela também não queria sair. Não fazia muito tempo que tínhamos renovado o contrato por mais dois anos, então decidimos continuar morando juntos. Pro mundo exterior, a gente ainda estava junto, mas não era assim. Eu mantinha a ilusão de reconquistá-la.
Depois de algumas semanas, sem sair do apartamento e sem se importar com o quanto me afetava ou não, ela começou a sair com o Gonzalo, me encarou e me contou (se tem algo de bom pra destacar é que foi na cara), embora não estivessem namorando, se viam com frequência.
Eu já sabia, mas agora era ela que parava de enrolar, me dizendo que na ruptura do nosso relacionamento o Gonzalo não estava envolvido.
Minha vida tinha virado um caos, eu ficava o dia inteiro com a cabeça a mil por hora, toda vez que a Clara não estava em casa, não conseguia pensar em outra coisa que não fosse a imagem dela fodendo com aquele filho da puta.
Ele passava pra buscar ela pra ir pra faculdade, e com certeza aquele tarado curtia.
Fazendo minha mina rebolar no carro durante parte do caminho.
Como contei antes, a Clara é muito boa na arte oral, e o Gonzalo não perdia tempo em explorar essa virtude o tempo todo.
O respeito dela por mim tinha desaparecido. Uma tarde, ela chegou no apê, rindo, meio sem graça, largou as chaves e sentou comigo no futon que a gente tem na sala.C:Você vai me matar...F:Por quê? (falei totalmente surpreso)C:Porque sim...F:Se você não me esclarecer a situação, não tem como eu saber do que você tá falando.C:Bom, não sei se devia te contar isso, mas acho que não tenho outra escolha.F:Tô te ouvindo...C:O Gonzalo veio me buscar pra ir pra facul, viu?F:Sim... e daí?C:Bom, no caminho a gente ia se beijando e...
F:Que...C:Me deu vontade de brincar...F:... (eu fiquei em silêncio olhando pra ela)C:Tá ligado no que eu tô falando? (enquanto soltava um sorrisinho safado)F:Não... (Embora eu achasse que sabia do que ele tava falando, ou na verdade sabia, mas não conseguia acreditar que ele tava me contando isso cara a cara e não me vinha outra coisa na cabeça, falar "Não" nem pensei na hora que soltei, só saiu da minha boca, tava completamente em choque, desnorteado, até já começava a sentir fisicamente com uma tontura leve, o coração batendo cada vez mais forte)C:Me dá vergonha te falar isso, mas preciso te contar o que aconteceu. (ela continuava com aquele sorriso, até que ele disse).C:Comecei a chupar ela...
(Nessa altura eu já começava a suar, e tenho que admitir que tava ficando de pau duro. Minha namorada tinha sido comida de novo e tava me contando.)C:Bom, não é isso que importa...
(Eu pensava... Na verdade, não sei o que pensava, era uma sensação estranha, enlouquecedora e mórbida, sentia que ia explodir, e imaginava que se isso não era o importante, algo pior estava por vir.)C:O problema é que o Gonzalo tava com a janela aberta, e mesmo eu tentando não me deixar ver...F:...C:Vou falar rápido.
C:Acho que seu irmão nos viu... (Algo que, com o passar dos dias, acabou se confirmando numa conversa que tive com ele)F:Que??
O que me faltava... Eu olhava pra ela, sem acreditar. A Clara tava uma puta, não tava nem aí pra nada... e o plus agora era que pra minha família, ou parte dela, eu era um corno. Meu irmão tinha visto minha mina numa caminhonete chupando o pau de alguém que não era eu.
Não sabia o que fazer, era uma mistura interna que acho que não consigo descrever.
De vez em quando, o tesão doentio tomava conta de mim:F:Você gosta de chupar ela, hein?!C:Mmmm... (fingindo que tava pensando) e você gosta que eu chupe ela?F:Me responde, puta!!C:Sim, adoro!!F:Você ficou batendo uma punheta até chegar na faculdade? Tava com vontade de que a cidade inteira te visse?C:Até umas quadras antes...F:Enfiou na sua boca, putinha?C:Haha, te excita que eu te conte?F:Me responde, sua puta de merda!!C:Responde você aí!F:Sim, me deixa com tesão!C:Sabe? Também me excita... E sim, ela encheu minha boquinha de porra... E eu tomei tudo...
Eu tava de pau duro, meu corpo fervia, o tesão me dominava...
Mas quando ela ia embora, e a sanidade voltava a tomar conta de mim, eu queria mandar tudo pra merda e largar tudo, mas se tudo fosse tão fácil a vida não seria o que é, infelizmente tinha algo que eu não conseguia controlar: meus sentimentos por ela. Eu tava muito apaixonado, e nem essas situações conseguiam fazer eu parar de amá-la. Clara foi, é e sempre será a mulher da minha vida.
De qualquer forma, soltei cada desaforo que veio na cabeça. A gente discutiu um pouco, trocamos xingamentos, mostramos ódio um pelo outro por uns segundos, mas tinha algo que mantinha as coisas como estavam.
A gente ainda morava junto, pelo menos. Eu me sentia capaz de reconquistá-la, ainda mantinha a esperança, e ao mesmo tempo não conseguia acreditar que 20 centímetros de carne fossem os culpados pelo fim de 7 anos de namoro e amor.
Eu precisava quebrar aquele ciclo vicioso sexual em que ela tava pra que ela voltasse a ser a mesma de antes.
Enquanto eu olhava pra ela quando me contou aquele episódio em que meu irmão a viu, percebia que ela tava excitada, que se sentia gostosa se mostrando tão puta pra mim. Algo que consegui confirmar com o tempo.
Eu tinha que aguentar vê-la chegar no apartamento de madrugada, recém-comida pelo Gonzalo.
Vestida de enfermeira...
Colegiala...
Mucamita...
Polícia...
E quantas mais coisas inventarem, garanto pra vocês que eu vi.
Até uma noite ela chegou vestida de princesa, me perguntou se tava bonitinho nela... (Tava divina, uma gostosa).
Era algo paradoxal, minha princesa vestida de princesa pra outro.
Algo que ele curtia sem dúvida nenhuma. Não tinha outro motivo senão pra deixar ela continuar morando comigo.
Me mostrar o troféu que tinha sido meu e agora era dele.
Gonzalo comprava pra ela tudo que ela queria, roupa, sapato, vestido, lingerie...
Ele tinha transformado ela na sua putinha, fazia o que queria com ela. Realizava as fantasias dele e também as dela.
Minha princesa agora era uma boneca sexual, a boneca do Gonzalo, ele a vestia como queria, comia ela onde e quando queria e mandava de volta pra nossa casa.
Eu tinha que me contentar em vê-la trocando de roupa, se vestindo, eram os únicos momentos em que a via semi nua.
A relação com Gonzalo era pura fogo, Clara tinha se viciado na pica dele.
Uma noite ela chegou no apartamento, meio bêbada, eu tava dormindo na nossa cama (a gente se revezava, a cama e o futon, uma semana cada um).
Ela pulou em cima de mim.
Ficamos cara a cara, a 5 centímetros...
Ela me olhava, eu olhava ela...
Até que ela resolveu falar:C:Tenho uma fantasia... (O cheiro de pica e álcool que saía da boca dela era impressionante)F:Qual?C:Quero que você me veja trepando com o Gonzalo.F:Tá louca, Clara, me deixa dormir.C:Fala sério... não te daria tesão? (Enquanto eu me tocava a pica por cima da cueca)
Eu já tava entregue, a sacanagem tomava conta de mim de novo, e depois do que ela tinha me falado, mais alguma outra coisa que rolou, já não me surpreendia mais nada.F:Não sei...C:Eu sei que sim... (Ela começou a se esfregar cada vez mais rápido)F:Pode ser... não bastou eu te ver naquela vez dando uma foda no living?C:Não, daquela vez você nos viu, mas eu não sabia que você estava aí... Não consegui aproveitar...F:Ok, tá bom (eu tava muito mas muuuuuito tesuda), mas com uma condição... Duas condições...C:Bom...F:Que o Gonzalo não saiba que eu vou ficar de olho neles.C:Mjuumm, beleza... e o que mais?F:E que a gente foda agora...C:Haha, bom, pro Gonzalo não vou falar nada, mas agora tô cansadinha pra foder, sabe? Já me comeram muito hoje... (parece que a Clara adorava brincar de ser malvada comigo)F:Agora ou nunca, esquece essa sua fantasia (tava me deixando meio duro)C:Ah, é? Quer brincar de ser malvado? Ok, vamos foder... Uma transa, aproveita...
Começamos a trepar, o cheiro e o gosto que a boca da Clara soltava era uma mistura de uma noite de bastante álcool e bastante pica.
Eu apalpava os peitos e a bunda dela desesperadamente.
Eu tocava ela inteira e percebia a gostosa que ela era... Da puta que tive 7 anos ao meu lado, só que agora ela estava explorando toda a sexualidade dela, era uma cadela no cio e já não era mais minha.
Clara tirou minha cueca e começou a me bater uma punheta.
Enquanto me batia, ela mantinha a boca bem perto da minha, sem me beijar, estávamos cara a cara, bem colados, e ela falava comigo.C:Sabe o que me excita no Gonzalo? Além daquela piroca enorme que ele tem...F:Que?...C:Que dura muito mais que você!F:Ah sim? (eu não aguentava mais)C:Sim! ele fica duro até me deixar satisfeita! Olha como você goza tudo sem precisar meter, bobão...
Eu só gozava, queria foder ela, mas sabia que não ia aguentar muito mais, tava quente demais.C:Vamos ver, bebê... Me dá a buceta...
Tentei segurar a cabeça dela pra ela me chupar um pouco, mas ela resistiu...C:Não, não, gatinho... Nada de piroca pro menino...
Ela nem terminou de falar aquilo e eu explodi...
Gozei na mão toda dela, parte da minha barriga e na dela também...
Ela se levantou e me disse:C:Aí está sua gozada... Vou tomar um banho, já cumpri minha parte, agora é sua vez...
Resignado, fiquei pensando, com a visão desfocada, perdida, mil imagens passaram pela minha cabeça.
As boas, de quando a gente começava o namoro, ou de momentos lindos que compartilhamos.
E as ruins, ela fodendo com o Gonzalo, chupando a pica dele, se entregando completamente praquela pica descomunal de filme pornô.
Do banheiro, eu ouço ela gritar: "Sexta à noite, cê acha?
Chegou minha vez de cumprir minha parte...
Como contei pra alguns que me escreveram, mesmo tendo bastante pra contar e realmente me fazer bem desabafar, não tô com muito tempo livre, entre o trampo que comecei faz pouco, a faculdade e a Clara, tão sugando minha vida.
Dito isso, a quarta parte, ou parte dela.PARTE 1: http://www.poringa.net/posts/relatos/2426017/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia.html
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2426696/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia-Parte-2-fotorelato.html
PARTE 3: http://www.poringa.net/posts/relatos/2428096/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia-Parte-3-fotorelato.html
Depois do que aconteceu, a relação com Clara piorou, meio óbvio por tudo que tinha rolado, a ponto de a gente acabar brigando, se afastando, como quiser chamar.
Clara pediu um tempo pra "pensar" e não tive outra escolha a não ser aceitar.
Ela não tinha como justificar a trepada que tava dando no Gonzalo quando peguei os dois no apê.
E eu não tinha como justificar meu suposto foda com a Agustina. A relação tinha claramente quebrado.
Gonzalo, por sua vez, não parava de jogar lenha na fogueira, tinha se encarregado de complicar bem as coisas pra mim usando a Agustina como cúmplice, essa garota filha da puta estava ferrando minha vida como ninguém nunca tinha ferrado antes. Uma gostosa que não ligava pra absolutamente nada (além das coisas que o Gonzalo certamente dava pra ela em troca de me afundar), mas que tinha ganhado a confiança da Clara. A ingênua da Clara acreditando em tudo como sempre.
Embora ela aproveitasse ao máximo aquela suposta noite que eu e a Agustina tivemos, era o necessário como desculpa pra poder transar com o Gonzalo sem sentir culpa nenhuma. Ela até perdoou a Agustina por ter "ficado" comigo, a Agustina se escondeu atrás dos supostos efeitos do álcool e lá estava a Clara, ingênua, como sempre.
O ponto é que nunca comemos ninguém, mas se tivesse sido assim, minha namorada estava perdoando ela.
Segundo a Clara, o Gonzalo não tinha nada a ver com nossa separação, algo que eu sabia que não era verdade.
Clara me ofereceu pra sair do apartamento, ao que respondi com um sonoro não, ela também não queria sair. Não fazia muito tempo que tínhamos renovado o contrato por mais dois anos, então decidimos continuar morando juntos. Pro mundo exterior, a gente ainda estava junto, mas não era assim. Eu mantinha a ilusão de reconquistá-la.
Depois de algumas semanas, sem sair do apartamento e sem se importar com o quanto me afetava ou não, ela começou a sair com o Gonzalo, me encarou e me contou (se tem algo de bom pra destacar é que foi na cara), embora não estivessem namorando, se viam com frequência.
Eu já sabia, mas agora era ela que parava de enrolar, me dizendo que na ruptura do nosso relacionamento o Gonzalo não estava envolvido.
Minha vida tinha virado um caos, eu ficava o dia inteiro com a cabeça a mil por hora, toda vez que a Clara não estava em casa, não conseguia pensar em outra coisa que não fosse a imagem dela fodendo com aquele filho da puta.
Ele passava pra buscar ela pra ir pra faculdade, e com certeza aquele tarado curtia.
Fazendo minha mina rebolar no carro durante parte do caminho.
Como contei antes, a Clara é muito boa na arte oral, e o Gonzalo não perdia tempo em explorar essa virtude o tempo todo.
O respeito dela por mim tinha desaparecido. Uma tarde, ela chegou no apê, rindo, meio sem graça, largou as chaves e sentou comigo no futon que a gente tem na sala.C:Você vai me matar...F:Por quê? (falei totalmente surpreso)C:Porque sim...F:Se você não me esclarecer a situação, não tem como eu saber do que você tá falando.C:Bom, não sei se devia te contar isso, mas acho que não tenho outra escolha.F:Tô te ouvindo...C:O Gonzalo veio me buscar pra ir pra facul, viu?F:Sim... e daí?C:Bom, no caminho a gente ia se beijando e...
F:Que...C:Me deu vontade de brincar...F:... (eu fiquei em silêncio olhando pra ela)C:Tá ligado no que eu tô falando? (enquanto soltava um sorrisinho safado)F:Não... (Embora eu achasse que sabia do que ele tava falando, ou na verdade sabia, mas não conseguia acreditar que ele tava me contando isso cara a cara e não me vinha outra coisa na cabeça, falar "Não" nem pensei na hora que soltei, só saiu da minha boca, tava completamente em choque, desnorteado, até já começava a sentir fisicamente com uma tontura leve, o coração batendo cada vez mais forte)C:Me dá vergonha te falar isso, mas preciso te contar o que aconteceu. (ela continuava com aquele sorriso, até que ele disse).C:Comecei a chupar ela...
(Nessa altura eu já começava a suar, e tenho que admitir que tava ficando de pau duro. Minha namorada tinha sido comida de novo e tava me contando.)C:Bom, não é isso que importa... (Eu pensava... Na verdade, não sei o que pensava, era uma sensação estranha, enlouquecedora e mórbida, sentia que ia explodir, e imaginava que se isso não era o importante, algo pior estava por vir.)C:O problema é que o Gonzalo tava com a janela aberta, e mesmo eu tentando não me deixar ver...F:...C:Vou falar rápido.

C:Acho que seu irmão nos viu... (Algo que, com o passar dos dias, acabou se confirmando numa conversa que tive com ele)F:Que??
O que me faltava... Eu olhava pra ela, sem acreditar. A Clara tava uma puta, não tava nem aí pra nada... e o plus agora era que pra minha família, ou parte dela, eu era um corno. Meu irmão tinha visto minha mina numa caminhonete chupando o pau de alguém que não era eu.
Não sabia o que fazer, era uma mistura interna que acho que não consigo descrever.
De vez em quando, o tesão doentio tomava conta de mim:F:Você gosta de chupar ela, hein?!C:Mmmm... (fingindo que tava pensando) e você gosta que eu chupe ela?F:Me responde, puta!!C:Sim, adoro!!F:Você ficou batendo uma punheta até chegar na faculdade? Tava com vontade de que a cidade inteira te visse?C:Até umas quadras antes...F:Enfiou na sua boca, putinha?C:Haha, te excita que eu te conte?F:Me responde, sua puta de merda!!C:Responde você aí!F:Sim, me deixa com tesão!C:Sabe? Também me excita... E sim, ela encheu minha boquinha de porra... E eu tomei tudo...
Eu tava de pau duro, meu corpo fervia, o tesão me dominava...
Mas quando ela ia embora, e a sanidade voltava a tomar conta de mim, eu queria mandar tudo pra merda e largar tudo, mas se tudo fosse tão fácil a vida não seria o que é, infelizmente tinha algo que eu não conseguia controlar: meus sentimentos por ela. Eu tava muito apaixonado, e nem essas situações conseguiam fazer eu parar de amá-la. Clara foi, é e sempre será a mulher da minha vida.
De qualquer forma, soltei cada desaforo que veio na cabeça. A gente discutiu um pouco, trocamos xingamentos, mostramos ódio um pelo outro por uns segundos, mas tinha algo que mantinha as coisas como estavam.
A gente ainda morava junto, pelo menos. Eu me sentia capaz de reconquistá-la, ainda mantinha a esperança, e ao mesmo tempo não conseguia acreditar que 20 centímetros de carne fossem os culpados pelo fim de 7 anos de namoro e amor.
Eu precisava quebrar aquele ciclo vicioso sexual em que ela tava pra que ela voltasse a ser a mesma de antes.
Enquanto eu olhava pra ela quando me contou aquele episódio em que meu irmão a viu, percebia que ela tava excitada, que se sentia gostosa se mostrando tão puta pra mim. Algo que consegui confirmar com o tempo.
Eu tinha que aguentar vê-la chegar no apartamento de madrugada, recém-comida pelo Gonzalo.
Vestida de enfermeira...
Colegiala...
Mucamita...
Polícia...
E quantas mais coisas inventarem, garanto pra vocês que eu vi. Até uma noite ela chegou vestida de princesa, me perguntou se tava bonitinho nela... (Tava divina, uma gostosa).
Era algo paradoxal, minha princesa vestida de princesa pra outro. Algo que ele curtia sem dúvida nenhuma. Não tinha outro motivo senão pra deixar ela continuar morando comigo.
Me mostrar o troféu que tinha sido meu e agora era dele.
Gonzalo comprava pra ela tudo que ela queria, roupa, sapato, vestido, lingerie...
Ele tinha transformado ela na sua putinha, fazia o que queria com ela. Realizava as fantasias dele e também as dela. Minha princesa agora era uma boneca sexual, a boneca do Gonzalo, ele a vestia como queria, comia ela onde e quando queria e mandava de volta pra nossa casa.
Eu tinha que me contentar em vê-la trocando de roupa, se vestindo, eram os únicos momentos em que a via semi nua.
A relação com Gonzalo era pura fogo, Clara tinha se viciado na pica dele. Uma noite ela chegou no apartamento, meio bêbada, eu tava dormindo na nossa cama (a gente se revezava, a cama e o futon, uma semana cada um).
Ela pulou em cima de mim.
Ficamos cara a cara, a 5 centímetros...
Ela me olhava, eu olhava ela...
Até que ela resolveu falar:C:Tenho uma fantasia... (O cheiro de pica e álcool que saía da boca dela era impressionante)F:Qual?C:Quero que você me veja trepando com o Gonzalo.F:Tá louca, Clara, me deixa dormir.C:Fala sério... não te daria tesão? (Enquanto eu me tocava a pica por cima da cueca)
Eu já tava entregue, a sacanagem tomava conta de mim de novo, e depois do que ela tinha me falado, mais alguma outra coisa que rolou, já não me surpreendia mais nada.F:Não sei...C:Eu sei que sim... (Ela começou a se esfregar cada vez mais rápido)F:Pode ser... não bastou eu te ver naquela vez dando uma foda no living?C:Não, daquela vez você nos viu, mas eu não sabia que você estava aí... Não consegui aproveitar...F:Ok, tá bom (eu tava muito mas muuuuuito tesuda), mas com uma condição... Duas condições...C:Bom...F:Que o Gonzalo não saiba que eu vou ficar de olho neles.C:Mjuumm, beleza... e o que mais?F:E que a gente foda agora...C:Haha, bom, pro Gonzalo não vou falar nada, mas agora tô cansadinha pra foder, sabe? Já me comeram muito hoje... (parece que a Clara adorava brincar de ser malvada comigo)F:Agora ou nunca, esquece essa sua fantasia (tava me deixando meio duro)C:Ah, é? Quer brincar de ser malvado? Ok, vamos foder... Uma transa, aproveita...
Começamos a trepar, o cheiro e o gosto que a boca da Clara soltava era uma mistura de uma noite de bastante álcool e bastante pica.
Eu apalpava os peitos e a bunda dela desesperadamente.
Eu tocava ela inteira e percebia a gostosa que ela era... Da puta que tive 7 anos ao meu lado, só que agora ela estava explorando toda a sexualidade dela, era uma cadela no cio e já não era mais minha.
Clara tirou minha cueca e começou a me bater uma punheta.
Enquanto me batia, ela mantinha a boca bem perto da minha, sem me beijar, estávamos cara a cara, bem colados, e ela falava comigo.C:Sabe o que me excita no Gonzalo? Além daquela piroca enorme que ele tem...F:Que?...C:Que dura muito mais que você!F:Ah sim? (eu não aguentava mais)C:Sim! ele fica duro até me deixar satisfeita! Olha como você goza tudo sem precisar meter, bobão...
Eu só gozava, queria foder ela, mas sabia que não ia aguentar muito mais, tava quente demais.C:Vamos ver, bebê... Me dá a buceta...
Tentei segurar a cabeça dela pra ela me chupar um pouco, mas ela resistiu...C:Não, não, gatinho... Nada de piroca pro menino...
Ela nem terminou de falar aquilo e eu explodi...
Gozei na mão toda dela, parte da minha barriga e na dela também...
Ela se levantou e me disse:C:Aí está sua gozada... Vou tomar um banho, já cumpri minha parte, agora é sua vez...
Resignado, fiquei pensando, com a visão desfocada, perdida, mil imagens passaram pela minha cabeça.
As boas, de quando a gente começava o namoro, ou de momentos lindos que compartilhamos.
E as ruins, ela fodendo com o Gonzalo, chupando a pica dele, se entregando completamente praquela pica descomunal de filme pornô.
Do banheiro, eu ouço ela gritar: "Sexta à noite, cê acha?
Chegou minha vez de cumprir minha parte...
9 comentários - Deram comida pra minha mina.. Parte 4 (fotorelato)
esperamos la otra parte 🙂
pero hoy la chota ya no me da para mas
como cabe imaginado esta con tu novia
Saludos!