Fazia muito tempo que não conseguíamos arrumar um tempo pra gente...
A gente tava com muito tesão, muito mesmo, há vários dias trocando fotos por e-mail e contando histórias no chat, daquelas que fazem eu ficar duro e ela ficar toda molhada...
Combinamos de nos encontrar à tarde, sair pra tomar um café e pensar nos presentes que daríamos nessa época de Natal.
De repente, num shopping, ela me disse: "me espera um pouquinho que vou ao banheiro, não aguento mais". Eu respondi: "não, vem, eu vou com você e aproveito pra entrar também."
Em shoppings, os banheiros costumam ficar no fim de um corredor comprido. Nesse caso em particular, homens à esquerda, mulheres à direita, no fim do corredor (padrão!).
Entrei e, como de costume, saí antes dela, então deu tempo de reconhecer o terreno e perceber que não tinha ninguém por perto — nem cliente, nem funcionário, ninguém, tava vazio...
Além disso, vi que tinha um banheiro com porta inteira, não daquelas de cubículo que só cobrem o rosto e deixam tudo à mostra. Então esperei ela sair e propus: "que tal a gente se trancar naquele banheiro e aliviar um pouco essa vontade que a gente tá?"
A resposta dela foi: "Já já!"
Ela entrou primeiro e eu fui atrás, olhando pra ver se vinha alguém naquele corredor fantasma...
Sabíamos que tinha que ser rápido, então não dava pra tirar a roupa toda. Bastou abaixar as calças. Eu tava com uma ereção do caralho e comecei a acariciar os lábios da buceta dela e o clitóris. Senti a buceta inteira dela ficar molhada, encharcando meus dedos com a umidade dela.
Sou viciado em fazer oral nela, então me abaixei e comecei a lamber o clitóris e os lábios dela. Amo beber da buceta dela, amo o gosto, me enlouquece e me transforma num animal. Masturbei ela e continuei lambendo o clitóris, enquanto ela pedia pra eu acelerar. A gente tentava não fazer barulho, mas ela começou a gemer muito e era muito... Difícil, pra ser sincero, se controlar.
Quando ela ficou pronta, me avisou, então se virou, eu lubrifiquei meu pau com saliva e meti com força, ela marcava o ritmo com a cintura e a gente conseguiu... Conseguimos gozar juntos, algo muito gratificante, algo que não dá pra descrever, só se vive e te liga à outra pessoa.
Ajeitamos a roupa e saímos do banheiro, eu primeiro e esperei um pouco afastado dos banheiros, pra não levantar suspeitas. Depois de alguns segundos, ela saiu, fomos de mãos dadas conversando como qualquer casal que sai pra tomar um café e comprar presentes pros entes queridos na época do Natal.
Enquanto caminhávamos, a gente falava sobre o episódio, como o medo de ser pego aumenta a excitação e nubla a mente, como a gente tinha curtido transar naquele banheiro público, como tudo aconteceu em questão de segundos, sem planejar, sem pensar, só se deixando levar pela luxúria.
A gente tava com muito tesão, muito mesmo, há vários dias trocando fotos por e-mail e contando histórias no chat, daquelas que fazem eu ficar duro e ela ficar toda molhada...
Combinamos de nos encontrar à tarde, sair pra tomar um café e pensar nos presentes que daríamos nessa época de Natal.
De repente, num shopping, ela me disse: "me espera um pouquinho que vou ao banheiro, não aguento mais". Eu respondi: "não, vem, eu vou com você e aproveito pra entrar também."
Em shoppings, os banheiros costumam ficar no fim de um corredor comprido. Nesse caso em particular, homens à esquerda, mulheres à direita, no fim do corredor (padrão!).
Entrei e, como de costume, saí antes dela, então deu tempo de reconhecer o terreno e perceber que não tinha ninguém por perto — nem cliente, nem funcionário, ninguém, tava vazio...
Além disso, vi que tinha um banheiro com porta inteira, não daquelas de cubículo que só cobrem o rosto e deixam tudo à mostra. Então esperei ela sair e propus: "que tal a gente se trancar naquele banheiro e aliviar um pouco essa vontade que a gente tá?"
A resposta dela foi: "Já já!"
Ela entrou primeiro e eu fui atrás, olhando pra ver se vinha alguém naquele corredor fantasma...
Sabíamos que tinha que ser rápido, então não dava pra tirar a roupa toda. Bastou abaixar as calças. Eu tava com uma ereção do caralho e comecei a acariciar os lábios da buceta dela e o clitóris. Senti a buceta inteira dela ficar molhada, encharcando meus dedos com a umidade dela.
Sou viciado em fazer oral nela, então me abaixei e comecei a lamber o clitóris e os lábios dela. Amo beber da buceta dela, amo o gosto, me enlouquece e me transforma num animal. Masturbei ela e continuei lambendo o clitóris, enquanto ela pedia pra eu acelerar. A gente tentava não fazer barulho, mas ela começou a gemer muito e era muito... Difícil, pra ser sincero, se controlar.
Quando ela ficou pronta, me avisou, então se virou, eu lubrifiquei meu pau com saliva e meti com força, ela marcava o ritmo com a cintura e a gente conseguiu... Conseguimos gozar juntos, algo muito gratificante, algo que não dá pra descrever, só se vive e te liga à outra pessoa.
Ajeitamos a roupa e saímos do banheiro, eu primeiro e esperei um pouco afastado dos banheiros, pra não levantar suspeitas. Depois de alguns segundos, ela saiu, fomos de mãos dadas conversando como qualquer casal que sai pra tomar um café e comprar presentes pros entes queridos na época do Natal.
Enquanto caminhávamos, a gente falava sobre o episódio, como o medo de ser pego aumenta a excitação e nubla a mente, como a gente tinha curtido transar naquele banheiro público, como tudo aconteceu em questão de segundos, sem planejar, sem pensar, só se deixando levar pela luxúria.
2 comentários - Polvão no banheiro público
Muy caliente!
Y con mucha adrenalina!
Gracias por comparitr
buen post!