Bueno, porinhadas e porinhadas, essa é a continuação do meu post anterior, que teve bastante visita, poucos mas bons comentários, alguns até favoritaram e um bom samaritano que deixou um ponto.
A gente transou várias vezes, no meio de relâmpagos, trovões e uma chuva torrencial batendo no telhado de zinco do quarto, o que deixava o clima perfeito pra foder e dava a cobertura necessária pra abafar os gritos da Hilda quando ela gozava e minha tranquilidade porque não precisava ficar tapando a boca dela.
Depois, meio cansados mas ainda muito excitados (meu pau ainda não tinha baixado), a gente ficou conversando de boa, abraçados na cama. Falei pra ela que eu, igual muita gente que ia pra ilha, tinha chegado a pensar que ela era sapatão porque achava ela pouco feminina e não pegava ninguém. Ela fez cara de surpresa e na hora pulou em cima da minha cabeça e colocou a buceta dela na minha boca, me apertando com as pernas, enquanto dizia "então sou sapatão, prova essa de novo pra ver se tem gosto de bolo". Fiquei meio sufocado, entre a buceta dela tampando toda minha boca e parte do meu nariz e o acúmulo dos sucos dela e meu gozo misturados descendo em torrente, não tive outra alternativa a não ser começar a engolir. Não me desagradou, aliás, foi tipo um elixir afrodisíaco que fez meu pau crescer e endurecer como nunca.
Comecei a lamber que nem um desesperado e ela se virou pra ocupar a boca dela com meu pedaço. Uns segundos depois eu tava chupando o cu dela, que pra ser sincero, em nenhum momento eu tinha reparado como era pequenininho e rosado. Ela ficou mais doida ainda. Se levantou e gritava: "mais, mais chupa, chupa que nunca senti nada assim"; eu, feito um otário, perguntei se nunca tinham feito isso nela. A resposta foi: "você se acha tão experiente pra pensar que é melhor chupador de cu que todo mundo? Não, nunca fizeram isso nem me meteram por lá também". Respondi que Sempre tem uma primeira vez pra tudo, e comecei a forçar o buraquinho com a língua, dilatando e fazendo ela começar uma dança pra cima e pra baixo por causa do tesão que pegou.
Fiquei um tempão assim e depois coloquei ela de quatro e encostei a pica na entrada, brincando e pressionando devagar pra não machucar ela e estragar o momento. Como isso tava demorando muito e na cara dela dava pra ver o tesão e a dor, falei pra deixarmos pra lá porque não ia ser fácil, e ela respondeu naaaaao, não vai me deixar assim, e recuou de uma vez, dando um grito de dor, e fazendo minha pica entrar até a metade.
Surpreso, eu me mexia devagar pra dor não ser tanta, mas ao mesmo tempo pra aproveitar como nunca tinha feito, porque a bunda dela apertava meu pau de um jeito que parecia que tava espremendo.
Com dor e tudo, ela começou a se mexer mais rápido e a tremer gozando. Ao sentir aquilo, não demorei nem um minuto pra gozar também. O problema foi na hora de tirar, porque ficou parecendo que ela tava com hemorroida e muito dolorida.
Voltamos a conversar e agora sim minha pica não ia mais subir por umas boas horas.
Foi assim que descobri que o pai italiano dela não era tão velho quanto parecia, só tava envelhecido pelo clima das montanhas no começo e pela vida dura de ilhéu depois, mas que era bem mais velho que a mãe dela.
Da mãe alemã dela, ela me contou que a teve com 28 anos e que vinha de uma família muito bem de vida que foi exterminada pelos nazistas por ajudar perseguidos. O pai dela tinha sido empregado e salvou a mãe dela quando era pequena, fugindo quando as execuções começaram. Não tinha amor, mas sim gratidão, e o tempo fez o resto.
Depois dormimos.
Acordei umas 8 horas e a tempestade continuava. Da cozinha vinha cheiro de café e fui pra lá. A Hilda estava corada, o sorriso dela era radiante e muito bem-humorada. Quando segurei ela pela cintura por trás e me aproximei pra beijar, ela pediu pra não apertar forte. porque doía e sangrava. Fiquei com pena, mas ela não reclamava.
Durante a conversa no café da manhã, a Erika, mãe dela, apareceu pra ver como estava tudo. Surgiu toda encharcada na porta da cozinha e disse: "parece que vocês não se saíram nada mal ontem à noite, do corredor já dá pra sentir cheiro de sexo". Hilda fez uma careta do tipo "se você soubesse" e ria safadamente por dentro enquanto tomava o café com gozo na xícara dela. Foi aí que percebi como ela era linda de verdade e a beleza do sorriso dela.
A mãe me olhou franzindo a testa e balançando o dedo indicador, disse: "espero que você não tenha engravidado ela", coisa que só naquele momento me fez pensar. O tesão e a tempestade tinham me transformado num zumbi que só pensava em foder com aquela boneca.
Coloquei minha melhor cara de bobo e, olhando nos olhos dela, não soube o que responder.
Quando ela foi servir uma xícara de café, notei que o roupão molhado estava colado no corpo dela e sem nada por baixo. Quando se sentou à mesa, os peitos duros ficavam bem marcados e os bicos apareciam por causa do frio do ambiente. Não consegui parar de olhar pra ela, também era linda e a filha puxou a ela.
Ao notar meu olhar, Erika disse em alemão pra filha algo como "Ich denke, Ihre kleinen Freund will mich zu setzen", do qual não entendi nada. O resultado foi uma gargalhada sonora da Hilda e a resposta foi "Es kann sein, nie nach unten gehen". Óbvio que minha pergunta foi: o que houve, o que ela disse? Sem resposta.
Depois, a mãe disse pra Hilda que tinham ligado pra avisar que, por ser ilhéu, ela ganhou a bolsa pra universidade. Espantado com essa novidade, perguntei sobre os estudos dela e aí fiquei sabendo que só por um tempo ela ficava lá permanentemente, que o resto do ano ia nos fins de semana. Ela se formou em Perito Mercantil, depois arrumou emprego e ficava com uma tia durante a semana.
Naquele momento, caí na real de que faltava saber tudo sobre ela. Qual tinha sido a vida dela, os homens dela, as Amores, e o mais importante, o futuro deles.
Isso eu descobriria mais tarde...
A gente transou várias vezes, no meio de relâmpagos, trovões e uma chuva torrencial batendo no telhado de zinco do quarto, o que deixava o clima perfeito pra foder e dava a cobertura necessária pra abafar os gritos da Hilda quando ela gozava e minha tranquilidade porque não precisava ficar tapando a boca dela.
Depois, meio cansados mas ainda muito excitados (meu pau ainda não tinha baixado), a gente ficou conversando de boa, abraçados na cama. Falei pra ela que eu, igual muita gente que ia pra ilha, tinha chegado a pensar que ela era sapatão porque achava ela pouco feminina e não pegava ninguém. Ela fez cara de surpresa e na hora pulou em cima da minha cabeça e colocou a buceta dela na minha boca, me apertando com as pernas, enquanto dizia "então sou sapatão, prova essa de novo pra ver se tem gosto de bolo". Fiquei meio sufocado, entre a buceta dela tampando toda minha boca e parte do meu nariz e o acúmulo dos sucos dela e meu gozo misturados descendo em torrente, não tive outra alternativa a não ser começar a engolir. Não me desagradou, aliás, foi tipo um elixir afrodisíaco que fez meu pau crescer e endurecer como nunca.
Comecei a lamber que nem um desesperado e ela se virou pra ocupar a boca dela com meu pedaço. Uns segundos depois eu tava chupando o cu dela, que pra ser sincero, em nenhum momento eu tinha reparado como era pequenininho e rosado. Ela ficou mais doida ainda. Se levantou e gritava: "mais, mais chupa, chupa que nunca senti nada assim"; eu, feito um otário, perguntei se nunca tinham feito isso nela. A resposta foi: "você se acha tão experiente pra pensar que é melhor chupador de cu que todo mundo? Não, nunca fizeram isso nem me meteram por lá também". Respondi que Sempre tem uma primeira vez pra tudo, e comecei a forçar o buraquinho com a língua, dilatando e fazendo ela começar uma dança pra cima e pra baixo por causa do tesão que pegou.
Fiquei um tempão assim e depois coloquei ela de quatro e encostei a pica na entrada, brincando e pressionando devagar pra não machucar ela e estragar o momento. Como isso tava demorando muito e na cara dela dava pra ver o tesão e a dor, falei pra deixarmos pra lá porque não ia ser fácil, e ela respondeu naaaaao, não vai me deixar assim, e recuou de uma vez, dando um grito de dor, e fazendo minha pica entrar até a metade.
Surpreso, eu me mexia devagar pra dor não ser tanta, mas ao mesmo tempo pra aproveitar como nunca tinha feito, porque a bunda dela apertava meu pau de um jeito que parecia que tava espremendo.
Com dor e tudo, ela começou a se mexer mais rápido e a tremer gozando. Ao sentir aquilo, não demorei nem um minuto pra gozar também. O problema foi na hora de tirar, porque ficou parecendo que ela tava com hemorroida e muito dolorida.
Voltamos a conversar e agora sim minha pica não ia mais subir por umas boas horas.
Foi assim que descobri que o pai italiano dela não era tão velho quanto parecia, só tava envelhecido pelo clima das montanhas no começo e pela vida dura de ilhéu depois, mas que era bem mais velho que a mãe dela.
Da mãe alemã dela, ela me contou que a teve com 28 anos e que vinha de uma família muito bem de vida que foi exterminada pelos nazistas por ajudar perseguidos. O pai dela tinha sido empregado e salvou a mãe dela quando era pequena, fugindo quando as execuções começaram. Não tinha amor, mas sim gratidão, e o tempo fez o resto.
Depois dormimos.
Acordei umas 8 horas e a tempestade continuava. Da cozinha vinha cheiro de café e fui pra lá. A Hilda estava corada, o sorriso dela era radiante e muito bem-humorada. Quando segurei ela pela cintura por trás e me aproximei pra beijar, ela pediu pra não apertar forte. porque doía e sangrava. Fiquei com pena, mas ela não reclamava.
Durante a conversa no café da manhã, a Erika, mãe dela, apareceu pra ver como estava tudo. Surgiu toda encharcada na porta da cozinha e disse: "parece que vocês não se saíram nada mal ontem à noite, do corredor já dá pra sentir cheiro de sexo". Hilda fez uma careta do tipo "se você soubesse" e ria safadamente por dentro enquanto tomava o café com gozo na xícara dela. Foi aí que percebi como ela era linda de verdade e a beleza do sorriso dela.
A mãe me olhou franzindo a testa e balançando o dedo indicador, disse: "espero que você não tenha engravidado ela", coisa que só naquele momento me fez pensar. O tesão e a tempestade tinham me transformado num zumbi que só pensava em foder com aquela boneca.
Coloquei minha melhor cara de bobo e, olhando nos olhos dela, não soube o que responder.
Quando ela foi servir uma xícara de café, notei que o roupão molhado estava colado no corpo dela e sem nada por baixo. Quando se sentou à mesa, os peitos duros ficavam bem marcados e os bicos apareciam por causa do frio do ambiente. Não consegui parar de olhar pra ela, também era linda e a filha puxou a ela.
Ao notar meu olhar, Erika disse em alemão pra filha algo como "Ich denke, Ihre kleinen Freund will mich zu setzen", do qual não entendi nada. O resultado foi uma gargalhada sonora da Hilda e a resposta foi "Es kann sein, nie nach unten gehen". Óbvio que minha pergunta foi: o que houve, o que ela disse? Sem resposta.
Depois, a mãe disse pra Hilda que tinham ligado pra avisar que, por ser ilhéu, ela ganhou a bolsa pra universidade. Espantado com essa novidade, perguntei sobre os estudos dela e aí fiquei sabendo que só por um tempo ela ficava lá permanentemente, que o resto do ano ia nos fins de semana. Ela se formou em Perito Mercantil, depois arrumou emprego e ficava com uma tia durante a semana.
Naquele momento, caí na real de que faltava saber tudo sobre ela. Qual tinha sido a vida dela, os homens dela, as Amores, e o mais importante, o futuro deles.
Isso eu descobriria mais tarde...
2 comentários - A filha do caseiro é sapatão? II