A história da minha vida sexual 16 (complicações)
Minhas visitas às quartas na casa da Laura estavam cada vez mais raras, ao contrário das visitas à casa da Adriana. Toda vez que o marido dela viajava, eu passava uma temporada na cama dela.
Continuei na academia, pra manter o shape, mas tanta trepada me fez tomar umas vitaminas, porque eu tava cada vez mais magro. Minha vida, quando não tava comendo alguém, era a coisa mais normal pra um jovem de 19 anos, sem complicações, já que com o dinheiro que eu ganhava, comprava roupa de marca, meus pais não faziam muitas perguntas, mas toda calma vem antes de uma tempestade.
Foi exatamente num sábado que eu tinha saído pra dançar num buteco chique, onde o preço da entrada e uns seguranças na porta eram o filtro pra selecionar a clientela. Tava me divertindo com meus amigos quando alguém esbarra em mim, fazendo eu derrubar minha bebida. Putasso, me viro pra xingar o responsável, quando me deparo com uma mulher lindíssima, que me pede desculpas de mil jeitos, vendo minha cara de ódio.
Rapidamente puxamos conversa, ela me disse que se chamava Maribel, tinha 18 anos, loira natural (minha fraqueza), olhos verdes puxando pro mel, vestindo uma roupa bem provocante: uma blusa branca, umas leggings pretas e uns saltos médios que realçavam as curvas dela e deixavam ela quase na minha altura (como já me descrevi em outros contos, tenho 1,90m).
Saímos várias vezes, e os beijos e as carícias sempre rolavam. Como Maribel me interessava muito, quis levar as coisas devagar, até que num dos encontros ela me perguntou sobre meu trabalho. Hesitei em responder, mas ela merecia a verdade.
Contei pra ela que era acompanhante de mulheres que estavam sozinhas, e fazia elas passarem um bom tempo. A cara dela foi de espanto e incredulidade, mas ela lidou melhor do que eu esperava. Também contei o que fazia com minha tia, que tava trabalhando pra mim.
Por duas horas, eu Ela me encheu de perguntas sobre aquelas mulheres: se eram bonitas, enrugadas, gordas, queria que eu contasse algumas experiências que tive. Contei, sem dar nomes, sobre as visitas à casa da Laura e o que rolava por lá, etc.
Pedi pra gente mudar de assunto e perguntei sobre ela. Aí ela me contou que estudava em outra província, que o pai era viajante e tinha uma vida bem boa, e a mãe era dona de casa.
Chegou a hora da despedida e ela pegou um táxi que paguei de boa, e combinamos de nos ver na quarta-feira seguinte. Ela me pediu o número de telefone (naquela época nem imaginávamos celular). Na terça, o telefone toca, minha mãe atende e me chama: Maribel me passou um endereço pra onde eu tinha que ir no dia seguinte. O encontro era às 9 da noite, fiquei meio decepcionado, porque queria passar mais tempo com ela.
Cheguei bem pontual num prédio de apartamentos, subi as escadas até o 3º andar e bati. Maribel abriu a porta com um visual de matar: um vestido inteiro, bem curtinho, coladinho no corpo, o rosto delicadamente maquiado, todo o cabelo jogado pra um lado. Sem me deixar falar, me abraçou e beijou minhas mãos. Incrivelmente, elas ficaram ali, acariciando as costas dela, fazendo um esforço pra não descer até a bunda empinada.
Os peitos dela se fundiam no meu, e mesmo já tendo estado em situações parecidas, não tinha reparado como eram durinhos. Quando nos separamos, vi uma mesa preparada, com um par de velas acesas e um cheiro de comida caseira de dar água na boca, uma garrafa de vinho bom, e uma bandeja com duas taças finas numa mesinha menor. Maribel andou de um jeito safado, serviu duas taças da bebida borbulhante e a gente brindou:
- Maribel: "Por uma noite especial."
- Eu: "Por uma noite inesquecível."
- Maribel: "Quanto vai me custar uma noite com a sua companhia?"
- Eu: "Isso eu faço por amor, não por dinheiro. Você sabe que me deixou doido desde que jogou aquela bebida em mim no bar."
- Maribel: "Naquela noite, me apaixonei por você."
Parei de falei, beijei ela longamente, jantamos pra caralho, Maribel se revelou uma cozinheira foda. Depois da sobremesa, Maribel pega na minha mão e me leva pro quarto, que tava decorado com velinhas e pétalas de rosa. Ela me empurra na cama, eu me deixo cair, e Maribel liga o som e uma música bem suave começa a tocar, ela dança rebolando e levantando o vestido.
De costas pra mim, ela deixa a bunda à mostra, com uma microtanga fio dental que se perdia no rabo. Tentei levantar, mas ela não deixou, continuou dançando sedutoramente e tirando a peça, um sutiã de renda combinando com a tanga, os saltos altos eram o toque final; sem dúvida era a situação mais erótica que já vivi até aquele momento.
Sentado na cama, Maribel desabotoava minha camisa, deixando meu peito à mostra, sem me segurar, levantei e beijei aquela mulher que tava me seduzindo, ela sem hesitar tirou minha calça, pra essa ocasião eu tinha vestido uma cueca de seda; não sei em que momento tirei os sapatos e a calça, parecia que por mágica tinham ido parar num canto.
Nos beijando, caímos na cama, já não tinha mais freio, beijava o pescoço dela, passava a língua atrás das orelhas, no começo do peito, usando uma mão só, soltei o sutiã e senti a tensão dos peitos dela afrouxar. Continuei descendo com meus beijos, até os mamilos duros, chupei, mordi, belisquei, Maribel gemia, ela descia as mãos e pegava na minha pica por cima da cueca fina, que não sem esforço fui tirando.
Maribel deixou o sapato cair no chão, vestida só com a microtanga, subiu em cima de mim, repetindo o que eu tinha feito minutos antes, pegou o caminho pra baixo, e eu parei ela com um beijo molhado, fomos nos virando, até ficar num 69 perfeito.
Maribel, com as pernas abertas sobre meu rosto, mexia a bunda no ritmo, sem tirar a tanga, mordisquei toda a buceta, desde o começo. Do monte de Vênus até a bunda; minhas mãos separavam as nádegas até eu ver aquele fiozinho fino. Puxei a calcinha de lado e fui direto no botãozinho do amor dela. Maribel gemia enquanto me chupava a pica, diferente de muitas mulheres com quem eu tinha estado, ela fazia bem devagar, com muito amor.
Ela gemia bem alto com tanta lambida e chupada, fechou as pernas e eu tirei aquela peça minúscula, deixando toda a intimidade dela à minha disposição. Eu pegava com a boca todos os sucos que jorravam daquele tesouro precioso, até que, tensionando as pernas e enfiando quase toda a minha pica, ela gozou. O clitóris dela ficou tão sensível depois do orgasmo que não aguentava mais minhas carícias. Saindo de cima de mim, ela se virou e a gente se beijou, ela me punhetava devagar; subiu como se fosse me cavalgar, mas colocou minha pica sobre a minha barriga e, separando os lábios da buceta dela, começou a se mexer, pra frente e pra trás, sem enfiar, só esfregando nossos sexos. Sem dúvida, isso a excitava pra caralho, porque em menos de três minutos ela teve outro orgasmo, caindo no meu peito.
A gente se virou, eu fiquei por cima e me preparei pra meter. Maribel pediu pra eu ir bem devagar, que mesmo não sendo virgem, ela tinha a buceta muito apertada. Eu esfreguei a entrada toda com a cabeça da pica, prestando atenção especial no clitóris, e quando a buceta começou a destilar sucos como uma fonte, apontei pra entrada e, fazendo pressão, comecei a entrar. Muito devagar, pra minha amada sentir o comprimento e as veias do meu pau. Quando tava tudo dentro, um calor abrasador me envolvia.
Peguei as pernas dela, levantei pra ter melhor acesso, ela só gemia. A gente se olhava nos olhos, eu tirava até a metade e metia até o fundo, devagar mas profundo. Sentia as contrações da vagina anunciando outro orgasmo, não quis me segurar e aumentei a velocidade das estocadas, e a gente gozou junto num grande orgasmo mútuo; soltei as pernas da Maribel e, me abaixando, a gente se fundiu num beijão.
Minha pica perdeu a ereção e saiu, ficamos abraçados por um bom tempo, recuperando o fôlego. Maribel me contou que o ex-namorado dela forçou ela e machucou muito, por isso terminou o relacionamento. Naquela noite ficamos juntos, perguntei sobre o apartamento, era de uma amiga da mãe, que ela amava como uma tia e emprestou pra ela, além de dar uns conselhos de como cuidar do convidado.
A partir daquele momento éramos oficialmente namorados, não falamos sobre meu trabalho, mas era preciso conversar sobre isso.
- Eu – tô pensando em parar de ser acompanhante.
- Maribel – essa noite você me mostrou muito amor, acho que com suas “clientas” não é assim
- Eu – com elas é só sexo, deixar o general pronto e nada mais, mentiria se dissesse que passo mal, porque elas realmente me mimam em tudo, mas me sinto vazio.
- Maribel – não quero mudar sua vida, mas quero você só pra mim.
- Eu – que egoísta que você é. Falei sorrindo
- Maribel – sou muito egoísta com o que é meu
Nos beijamos longamente, a mão dela desceu pro meu pau que já tava mostrando sinais de reviver e as carícias ajudaram a deixar ele pronto de novo. Ela montou em mim e dessa vez a penetração foi profunda e gostosa, minhas mãos voaram até os peitos durinhos dela. Maribel se mexia devagar, alguns traços de trauma ainda estavam nos movimentos dela; eu ia dar um jeito de apagar tudo aquilo.
Soltei os peitos dela e, pegando ela pela nuca, puxei pra perto de mim, ficando os dois grudados como siameses, nos beijando com muita paixão, por causa da posição meu pau tava meio torto, Maribel abria bem a boca enquanto a gente se beijava, não sei quantos orgasmos ela teve, mas ela se levantou e cavalgou com fúria, me fazendo ver estrelas de prazer, não passaram dois minutos, e eu gozei soltando vários jatos de porra bem no fundo da buceta dela.
Dormimos o resto da noite abraçados, não sei que horas Maribel levantou, acordei com o cheiro de torrada e café fresquinho, levantei da cama sem tentar vestir nada, quando senti Vozes na cozinha, voltei pro quarto e me cobri com o lençol, a porta da rua bateu, e apareceu uma imagem angelical da Maribel, com uma camisolinha transparente, uma bandeja com um café da manhã digno de um rei que apoiou na cama, nos beijamos dando bom dia e tomamos café entre risadas, carícias e beijos.
- Maribel – quero que você conheça meus pais, já que somos namorados, acho justo, né?
- Eu – sem problema. Queria um relacionamento sério com essa mulher gostosa que soube me conquistar com tantas atenções e sedução.
- Maribel – meu pai tá viajando, se quiser, ligo pra minha mãe pra ela vir essa tarde, e de quebra me faz um love no chuveiro, que é uma fantasia que tenho.
Deixei a bandeja na mesa de cabeceira, e abraçados nos beijamos, tirei a camisolinha, minhas mãos passaram pelos lados do corpo dela e ela se contorceu como uma cobra, soltando uma gargalhada sonora, as cócegas entregaram ela, então continuei brincando com o corpo lindo dela. Depois de um tempo, ela tava exausta de tanto rir. A cama era um bagunço, os lençóis estavam no chão junto com os travesseiros, a visão da Maribel deitada apoiada nos cotovelos, com a bunda pra cima foi demais, fui beijando desde a boca dela, passando pelo pescoço, as costas até chegar nos glúteos.
Beijei eles, passando a língua em cada beijo, deixando rastros da minha saliva em cada um, Maribel ronronava de prazer, continuei beijando as pernas dela, panturrilhas até chegar nos pés. Nunca fui fetichista, mas sei que é uma zona muito erógena, as cócegas voltaram, ela não aguentava minhas carícias.
Maribel se levantou e da porta, bem sensual, me chama, fomos pro banheiro, ela preparou a água, e entramos, nos ensaboamos um ao outro, ela meio atrapalhada, o que nos fez rir.
Me distraí no corpo escultural dela, os peitos, as axilas, a barriga; quando toquei na buceta, tava quente e molhada, virei ela e comecei pela bunda, lavei bem direitinho, Me entretendo no buraquinho apertado, Maribel arqueava as costas e gemia baixinho. Fui pra frente daquela rabeta majestosa e, separando as nádegas, beijei aquele buraquinho enrugado. Com a mão, massageava o clitóris dela, levando-a ao limite do orgasmo e fazendo com que me deixasse continuar no cuzinho dela.
Ela se virou e me beijou, e retribuiu as carícias na boca, enfiando meu pau no calor da boca dela. Umas duas vezes roçou os dentes, mas aguentei como um herói, porque o prazer era maior que a dor. Parei quando a sensação pré-orgasmo apareceu. De frente um pro outro, nos beijamos, ela enrolou uma das pernas na minha cintura e eu consegui enfiar o pau inteiro na boceta dela. A água refrescava nossos corpos, o movimento era lento e bem profundo, até que Maribel me abraçou com força e as contrações da buceta dela me levaram ao limite da minha resistência, soltando menos porra que das outras vezes.
Já aliviados, terminamos de tomar banho e nos preparamos pra esperar a mãe da Maribel vendo um filme, quando só o interfone tocou. Ela correu pra abrir a porta e, naquele momento, senti o mundo desabar na minha cabeça.
Entrou a Adriana, acompanhada da Silvia, que ficaram pasmas ao me ver. No começo, a Maribel não entendeu o que tava rolando, mas pelas caras não precisava ser adivinho. Quem falou primeiro foi a Maribel:
- Maribel: Mãe, o que que tem?
- Adriana: O que você tá fazendo com ele aqui?
- Maribel: Ele é o cara que eu tô te falando, com quem eu tô namorando.
- Silvia: Sobrinha, você sabe o que ele faz?
- Maribel: Sei, tia, ele me contou tudo, mas... vocês duas... não pode ser... você sabia? – ela me perguntou.
- Eu: Juro que nem imaginava que a Adriana era sua mãe.
Maribel pediu pra eu esperar no quarto. Minha cabeça era um nó de pensamentos, não queria perder a Maribel, ela era a única razão pela qual eu largaria tudo. Fiquei ouvindo a conversa, passou uns 15 minutos. Minutos depois, a Maribel me chamou. Quando cheguei na sala de jantar, as mulheres já estavam mais tranquilas.
(continua)
Minhas visitas às quartas na casa da Laura estavam cada vez mais raras, ao contrário das visitas à casa da Adriana. Toda vez que o marido dela viajava, eu passava uma temporada na cama dela.
Continuei na academia, pra manter o shape, mas tanta trepada me fez tomar umas vitaminas, porque eu tava cada vez mais magro. Minha vida, quando não tava comendo alguém, era a coisa mais normal pra um jovem de 19 anos, sem complicações, já que com o dinheiro que eu ganhava, comprava roupa de marca, meus pais não faziam muitas perguntas, mas toda calma vem antes de uma tempestade.
Foi exatamente num sábado que eu tinha saído pra dançar num buteco chique, onde o preço da entrada e uns seguranças na porta eram o filtro pra selecionar a clientela. Tava me divertindo com meus amigos quando alguém esbarra em mim, fazendo eu derrubar minha bebida. Putasso, me viro pra xingar o responsável, quando me deparo com uma mulher lindíssima, que me pede desculpas de mil jeitos, vendo minha cara de ódio.
Rapidamente puxamos conversa, ela me disse que se chamava Maribel, tinha 18 anos, loira natural (minha fraqueza), olhos verdes puxando pro mel, vestindo uma roupa bem provocante: uma blusa branca, umas leggings pretas e uns saltos médios que realçavam as curvas dela e deixavam ela quase na minha altura (como já me descrevi em outros contos, tenho 1,90m).
Saímos várias vezes, e os beijos e as carícias sempre rolavam. Como Maribel me interessava muito, quis levar as coisas devagar, até que num dos encontros ela me perguntou sobre meu trabalho. Hesitei em responder, mas ela merecia a verdade.
Contei pra ela que era acompanhante de mulheres que estavam sozinhas, e fazia elas passarem um bom tempo. A cara dela foi de espanto e incredulidade, mas ela lidou melhor do que eu esperava. Também contei o que fazia com minha tia, que tava trabalhando pra mim.
Por duas horas, eu Ela me encheu de perguntas sobre aquelas mulheres: se eram bonitas, enrugadas, gordas, queria que eu contasse algumas experiências que tive. Contei, sem dar nomes, sobre as visitas à casa da Laura e o que rolava por lá, etc.
Pedi pra gente mudar de assunto e perguntei sobre ela. Aí ela me contou que estudava em outra província, que o pai era viajante e tinha uma vida bem boa, e a mãe era dona de casa.
Chegou a hora da despedida e ela pegou um táxi que paguei de boa, e combinamos de nos ver na quarta-feira seguinte. Ela me pediu o número de telefone (naquela época nem imaginávamos celular). Na terça, o telefone toca, minha mãe atende e me chama: Maribel me passou um endereço pra onde eu tinha que ir no dia seguinte. O encontro era às 9 da noite, fiquei meio decepcionado, porque queria passar mais tempo com ela.
Cheguei bem pontual num prédio de apartamentos, subi as escadas até o 3º andar e bati. Maribel abriu a porta com um visual de matar: um vestido inteiro, bem curtinho, coladinho no corpo, o rosto delicadamente maquiado, todo o cabelo jogado pra um lado. Sem me deixar falar, me abraçou e beijou minhas mãos. Incrivelmente, elas ficaram ali, acariciando as costas dela, fazendo um esforço pra não descer até a bunda empinada.
Os peitos dela se fundiam no meu, e mesmo já tendo estado em situações parecidas, não tinha reparado como eram durinhos. Quando nos separamos, vi uma mesa preparada, com um par de velas acesas e um cheiro de comida caseira de dar água na boca, uma garrafa de vinho bom, e uma bandeja com duas taças finas numa mesinha menor. Maribel andou de um jeito safado, serviu duas taças da bebida borbulhante e a gente brindou:
- Maribel: "Por uma noite especial."
- Eu: "Por uma noite inesquecível."
- Maribel: "Quanto vai me custar uma noite com a sua companhia?"
- Eu: "Isso eu faço por amor, não por dinheiro. Você sabe que me deixou doido desde que jogou aquela bebida em mim no bar."
- Maribel: "Naquela noite, me apaixonei por você."
Parei de falei, beijei ela longamente, jantamos pra caralho, Maribel se revelou uma cozinheira foda. Depois da sobremesa, Maribel pega na minha mão e me leva pro quarto, que tava decorado com velinhas e pétalas de rosa. Ela me empurra na cama, eu me deixo cair, e Maribel liga o som e uma música bem suave começa a tocar, ela dança rebolando e levantando o vestido.
De costas pra mim, ela deixa a bunda à mostra, com uma microtanga fio dental que se perdia no rabo. Tentei levantar, mas ela não deixou, continuou dançando sedutoramente e tirando a peça, um sutiã de renda combinando com a tanga, os saltos altos eram o toque final; sem dúvida era a situação mais erótica que já vivi até aquele momento.
Sentado na cama, Maribel desabotoava minha camisa, deixando meu peito à mostra, sem me segurar, levantei e beijei aquela mulher que tava me seduzindo, ela sem hesitar tirou minha calça, pra essa ocasião eu tinha vestido uma cueca de seda; não sei em que momento tirei os sapatos e a calça, parecia que por mágica tinham ido parar num canto.
Nos beijando, caímos na cama, já não tinha mais freio, beijava o pescoço dela, passava a língua atrás das orelhas, no começo do peito, usando uma mão só, soltei o sutiã e senti a tensão dos peitos dela afrouxar. Continuei descendo com meus beijos, até os mamilos duros, chupei, mordi, belisquei, Maribel gemia, ela descia as mãos e pegava na minha pica por cima da cueca fina, que não sem esforço fui tirando.
Maribel deixou o sapato cair no chão, vestida só com a microtanga, subiu em cima de mim, repetindo o que eu tinha feito minutos antes, pegou o caminho pra baixo, e eu parei ela com um beijo molhado, fomos nos virando, até ficar num 69 perfeito.
Maribel, com as pernas abertas sobre meu rosto, mexia a bunda no ritmo, sem tirar a tanga, mordisquei toda a buceta, desde o começo. Do monte de Vênus até a bunda; minhas mãos separavam as nádegas até eu ver aquele fiozinho fino. Puxei a calcinha de lado e fui direto no botãozinho do amor dela. Maribel gemia enquanto me chupava a pica, diferente de muitas mulheres com quem eu tinha estado, ela fazia bem devagar, com muito amor.
Ela gemia bem alto com tanta lambida e chupada, fechou as pernas e eu tirei aquela peça minúscula, deixando toda a intimidade dela à minha disposição. Eu pegava com a boca todos os sucos que jorravam daquele tesouro precioso, até que, tensionando as pernas e enfiando quase toda a minha pica, ela gozou. O clitóris dela ficou tão sensível depois do orgasmo que não aguentava mais minhas carícias. Saindo de cima de mim, ela se virou e a gente se beijou, ela me punhetava devagar; subiu como se fosse me cavalgar, mas colocou minha pica sobre a minha barriga e, separando os lábios da buceta dela, começou a se mexer, pra frente e pra trás, sem enfiar, só esfregando nossos sexos. Sem dúvida, isso a excitava pra caralho, porque em menos de três minutos ela teve outro orgasmo, caindo no meu peito.
A gente se virou, eu fiquei por cima e me preparei pra meter. Maribel pediu pra eu ir bem devagar, que mesmo não sendo virgem, ela tinha a buceta muito apertada. Eu esfreguei a entrada toda com a cabeça da pica, prestando atenção especial no clitóris, e quando a buceta começou a destilar sucos como uma fonte, apontei pra entrada e, fazendo pressão, comecei a entrar. Muito devagar, pra minha amada sentir o comprimento e as veias do meu pau. Quando tava tudo dentro, um calor abrasador me envolvia.
Peguei as pernas dela, levantei pra ter melhor acesso, ela só gemia. A gente se olhava nos olhos, eu tirava até a metade e metia até o fundo, devagar mas profundo. Sentia as contrações da vagina anunciando outro orgasmo, não quis me segurar e aumentei a velocidade das estocadas, e a gente gozou junto num grande orgasmo mútuo; soltei as pernas da Maribel e, me abaixando, a gente se fundiu num beijão.
Minha pica perdeu a ereção e saiu, ficamos abraçados por um bom tempo, recuperando o fôlego. Maribel me contou que o ex-namorado dela forçou ela e machucou muito, por isso terminou o relacionamento. Naquela noite ficamos juntos, perguntei sobre o apartamento, era de uma amiga da mãe, que ela amava como uma tia e emprestou pra ela, além de dar uns conselhos de como cuidar do convidado.
A partir daquele momento éramos oficialmente namorados, não falamos sobre meu trabalho, mas era preciso conversar sobre isso.
- Eu – tô pensando em parar de ser acompanhante.
- Maribel – essa noite você me mostrou muito amor, acho que com suas “clientas” não é assim
- Eu – com elas é só sexo, deixar o general pronto e nada mais, mentiria se dissesse que passo mal, porque elas realmente me mimam em tudo, mas me sinto vazio.
- Maribel – não quero mudar sua vida, mas quero você só pra mim.
- Eu – que egoísta que você é. Falei sorrindo
- Maribel – sou muito egoísta com o que é meu
Nos beijamos longamente, a mão dela desceu pro meu pau que já tava mostrando sinais de reviver e as carícias ajudaram a deixar ele pronto de novo. Ela montou em mim e dessa vez a penetração foi profunda e gostosa, minhas mãos voaram até os peitos durinhos dela. Maribel se mexia devagar, alguns traços de trauma ainda estavam nos movimentos dela; eu ia dar um jeito de apagar tudo aquilo.
Soltei os peitos dela e, pegando ela pela nuca, puxei pra perto de mim, ficando os dois grudados como siameses, nos beijando com muita paixão, por causa da posição meu pau tava meio torto, Maribel abria bem a boca enquanto a gente se beijava, não sei quantos orgasmos ela teve, mas ela se levantou e cavalgou com fúria, me fazendo ver estrelas de prazer, não passaram dois minutos, e eu gozei soltando vários jatos de porra bem no fundo da buceta dela.
Dormimos o resto da noite abraçados, não sei que horas Maribel levantou, acordei com o cheiro de torrada e café fresquinho, levantei da cama sem tentar vestir nada, quando senti Vozes na cozinha, voltei pro quarto e me cobri com o lençol, a porta da rua bateu, e apareceu uma imagem angelical da Maribel, com uma camisolinha transparente, uma bandeja com um café da manhã digno de um rei que apoiou na cama, nos beijamos dando bom dia e tomamos café entre risadas, carícias e beijos.
- Maribel – quero que você conheça meus pais, já que somos namorados, acho justo, né?
- Eu – sem problema. Queria um relacionamento sério com essa mulher gostosa que soube me conquistar com tantas atenções e sedução.
- Maribel – meu pai tá viajando, se quiser, ligo pra minha mãe pra ela vir essa tarde, e de quebra me faz um love no chuveiro, que é uma fantasia que tenho.
Deixei a bandeja na mesa de cabeceira, e abraçados nos beijamos, tirei a camisolinha, minhas mãos passaram pelos lados do corpo dela e ela se contorceu como uma cobra, soltando uma gargalhada sonora, as cócegas entregaram ela, então continuei brincando com o corpo lindo dela. Depois de um tempo, ela tava exausta de tanto rir. A cama era um bagunço, os lençóis estavam no chão junto com os travesseiros, a visão da Maribel deitada apoiada nos cotovelos, com a bunda pra cima foi demais, fui beijando desde a boca dela, passando pelo pescoço, as costas até chegar nos glúteos.
Beijei eles, passando a língua em cada beijo, deixando rastros da minha saliva em cada um, Maribel ronronava de prazer, continuei beijando as pernas dela, panturrilhas até chegar nos pés. Nunca fui fetichista, mas sei que é uma zona muito erógena, as cócegas voltaram, ela não aguentava minhas carícias.
Maribel se levantou e da porta, bem sensual, me chama, fomos pro banheiro, ela preparou a água, e entramos, nos ensaboamos um ao outro, ela meio atrapalhada, o que nos fez rir.
Me distraí no corpo escultural dela, os peitos, as axilas, a barriga; quando toquei na buceta, tava quente e molhada, virei ela e comecei pela bunda, lavei bem direitinho, Me entretendo no buraquinho apertado, Maribel arqueava as costas e gemia baixinho. Fui pra frente daquela rabeta majestosa e, separando as nádegas, beijei aquele buraquinho enrugado. Com a mão, massageava o clitóris dela, levando-a ao limite do orgasmo e fazendo com que me deixasse continuar no cuzinho dela.
Ela se virou e me beijou, e retribuiu as carícias na boca, enfiando meu pau no calor da boca dela. Umas duas vezes roçou os dentes, mas aguentei como um herói, porque o prazer era maior que a dor. Parei quando a sensação pré-orgasmo apareceu. De frente um pro outro, nos beijamos, ela enrolou uma das pernas na minha cintura e eu consegui enfiar o pau inteiro na boceta dela. A água refrescava nossos corpos, o movimento era lento e bem profundo, até que Maribel me abraçou com força e as contrações da buceta dela me levaram ao limite da minha resistência, soltando menos porra que das outras vezes.
Já aliviados, terminamos de tomar banho e nos preparamos pra esperar a mãe da Maribel vendo um filme, quando só o interfone tocou. Ela correu pra abrir a porta e, naquele momento, senti o mundo desabar na minha cabeça.
Entrou a Adriana, acompanhada da Silvia, que ficaram pasmas ao me ver. No começo, a Maribel não entendeu o que tava rolando, mas pelas caras não precisava ser adivinho. Quem falou primeiro foi a Maribel:
- Maribel: Mãe, o que que tem?
- Adriana: O que você tá fazendo com ele aqui?
- Maribel: Ele é o cara que eu tô te falando, com quem eu tô namorando.
- Silvia: Sobrinha, você sabe o que ele faz?
- Maribel: Sei, tia, ele me contou tudo, mas... vocês duas... não pode ser... você sabia? – ela me perguntou.
- Eu: Juro que nem imaginava que a Adriana era sua mãe.
Maribel pediu pra eu esperar no quarto. Minha cabeça era um nó de pensamentos, não queria perder a Maribel, ela era a única razão pela qual eu largaria tudo. Fiquei ouvindo a conversa, passou uns 15 minutos. Minutos depois, a Maribel me chamou. Quando cheguei na sala de jantar, as mulheres já estavam mais tranquilas.
(continua)
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