mi fantacia mi realidad

Olá. Sou um cara da capital. Tenho 26 anos. Uma pessoa normal, mas há uns dias fiquei desempregado, o que me obrigou a ficar em casa. Como neste país é difícil arrumar um emprego bom, eu passava o dia todo no computador, e minha parceira vivia me enchendo o saco por causa disso.

Minha parceira. Ela é de uma área rural do país, com os costumes do campo, o que a torna uma pessoa simples, mas muito ingênua.

Ela tem 24 anos, é baixinha, pra ser exato mede 1,58, é branca, de cabelo crespo e um pouco cheinha. O que mais gosto nela é a bunda e os peitos dela são grandes pra uma pessoa da altura dela.

Ela trabalha na zona industrial da cidade. Por eu ter ficado sem emprego, ela teve que dobrar os turnos no trabalho pra ganhar um pouco mais de dinheiro, então ela saía de madrugada do serviço.

Quando ela vai embora, eu aproveito pra entrar na internet e ver uns sites. Tô falando de "sites pornô", mas desde um tempo vi um vídeo que me chamou a atenção, é de uma esposa que trai o marido com um cara de cor, o que me excitou muito. Eu nunca tinha visto esse tipo de vídeo, e acabei ficando viciado nesses vídeos interraciais e de corno.

A ideia de outro cara comendo sua mulher, e ainda mais um cara de cor, me chamou muito a atenção. Virou meu fetiche pessoal.

Um dia, como de costume, minha parceira voltou do trabalho, mas estava muito assustada e alterada. Eu disse pra ela se acalmar e me contar o que tinha acontecido.

Ela se acalmou e contou:

- "Meu amor... Tô muito assustada. Nunca passei por isso!"

- "Eu tava esperando o ônibus como todo dia. Mas as linhas não passavam e já tava tarde. O ônibus que sempre pego não passava rápido."

- "Tive que andar uns quarteirões até outro ponto pra esperar."

- "Fiquei sozinha no ponto. Aí chegou um jovem moreno no ponto, mas não dei bola. Era um desses rappers que sobem nos ônibus pra pedir... dinheiro. Então não dei importância nenhuma pra isso.

Eu, cheio de ansiedade e desespero, perguntei pra ela: "Esse cara que te fez isso, por que você tá tão assustada? Ele te roubou?", falei. Ela continuou me contando, soluçando, e disse:

— "Não, amor. Esse cara sentou do meu lado e me cumprimentou, perguntou se podia cantar pra mim. Eu falei que não."

Aí eu interrompi e falei: "Se ele não te roubou, então o que ele te fez?", perguntei.

— "Esse cara começou a se tocar na virilha e, sentado, abaixou a calça, tirou o pau pra fora, meu amor. Que horror!"

Na hora, eu tava furioso e eufórico com o que ela me contou. De repente, pensei: "Será que ela foi estuprada?" Mas o que mais me chamou a atenção foi como ela descreveu a piroca daquele preto. Nas palavras que ela mesma disse:

— "Era enorme! Que horror!..."

— "Eu corri pra avenida e quase fui atropelada por um carro, o que fiz foi pegar um táxi."

Disse ela.

Eu consolei ela, mas quando ela me contou o que aconteceu, me excitou demais. Não sei, o cenário, imaginei tudo na minha mente: o cara mostrando a piroca pra minha mulher e sendo um preto, imaginei a piroca do preto igual às dos pornôs que eu via. Imaginei minha mulher chupando o preto naquele ponto de ônibus solitário e escuro, e ela engolindo todo o esperma dele.

Por mais que pareça absurdo e de uma mente perversa, eu me masturbei pensando nisso naquela noite.

Nos dias seguintes, por causa da comoção do que aconteceu, eu acompanhei ela pro trabalho de manhã e buscava ela de noite. Mas no mês que eu acompanhei, aquele preto não apareceu.

Bom, amigos, chegou o dia em que surgiu um trampo pra mim e não pude acompanhar ela, mas naquela altura já tinha passado muito tempo do ocorrido e ela já tava calma.

Mas um dia, eu tava em casa e ela chegou assustada, com os olhos vermelhos como se tivesse chorado. Perguntei o que tinha acontecido, pra ela se acalmar.

E ela me disse:

— "Eu entrei no ônibus e, como é normal na hora do rush, o ônibus lotou."

— "E... como não tinha lugar sentado, fui pra parte de trás.
- Passou um tempo quando senti que uma pessoa se colocou atrás de mim, mas não dei importância.
- O ônibus tava lotando mais e eu fui pra trás passar quando dois caras se colocaram dos meus lados e eu não conseguia me mexer.
- Eu tava assustada, achava que iam me roubar.
- Quando senti que um cara se colocou atrás de mim e começou a se esfregar em mim, me roçando muito. Chegou ao ponto que senti uma coisa dura roçando na minha bunda.
- Eu sentia o cara gemendo nojento e chegou ao ponto que quando um senhor desceu, eu aproveitei a oportunidade, empurrei esses caras e desci.
- Mas olhei pra trás e pra minha surpresa, o cara que tava atrás de mim era o preto do ponto de ônibus do outro dia. E o filho da puta sorriu pra mim.
- Desci e tava um pouco longe de casa, passou um táxi e peguei.

Eu tava muito furioso, mas bem no fundo tava excitado porque minha mulher foi apalpada por uns desconhecidos, mas pra minha surpresa, quando ela se levantou, vi que a bunda dela tinha uma mancha esbranquiçada, translúcida, bem visível na calça preta dela. Já tava seca, descendo da bunda até a coxa.

Eu perguntei: "Do que você tava suja?" e ela passou a mão, tentando ver o que era.

Pra surpresa dela, ela cheirou e disse:
- "Meu Deus, isso é porra!"
Gritou ela, chorando de raiva. Sim, amigos. O cara tinha gozado na bunda da minha mulher, ficou esfregando o pau no cu dela. Ela rapidamente tirou a calça, mas pra minha surpresa, vi que a calcinha rosa dela tava molhada. Sim, amigo, minha mulher tinha se molhado, mas não sei se foi do susto ou se foi do tesão que ela tava.

A pergunta ficou na minha mente: será que minha mulher gozou com o que aconteceu? E que era uma puta enrustida por isso. Mas eu tinha como comprovar. Eu não joguei a calça fora, deixei ela debaixo da escada pra jogar fora.

Bem tarde, entrei no banheiro e, como se fosse um instinto, comecei a cheirar a entreperna. da calça e cheirava a sexo
– Ela tinha ficado excitada com o que aconteceu com ela, pensei comigo.

Só de pensar nisso me deixou muito excitado e eu, segurando a calça com aquela mancha de sêmen, comecei a bater uma imaginando como aquele cara esfregava o pau dele no cu dela e como ela se deixava levar e curtia. Pensei.

Chegou num ponto da minha excitação e frenesi sexual que comecei a lamber o sêmen da calça, imaginando como o negão gozava no cu dela e como nos pornôs ela lambia o sêmen do negão. Aquela noite foi foda.

Essa é minha confissão, não tô atrás de nada, só quero compartilhar uma experiência da minha vida oculta que carrego.

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