— Cê acha? Não vamos ter problema? — me dizia a Ana
— Meu amor, problema não vamos ter... se você quiser a gente faz, se não quiser, não... você decide
— Ah, bobo, claro que quero, a ideia me excita pra caralho... mas sei lá... e se nos virem?
— Melhor!
— Não, tô falando se a polícia nos ver ou rolar algo...
— Ah, tira essas ideias da cabeça, não estamos na época da inquisição, pô!
— Bom... vou nessa, se tivermos problema, estamos juntos nisso, né?
— Fala sério, guria, não estamos assaltando um banco! Que dramática!
— Seu idiota! Beleza, vou? Não vai se arrepender, não? Fala agora
— Nãooo, para de enrolar!
— Tá, lá vou eu
Dito isso, minha mina foi pra dentro do anfiteatro, eu entrei alguns segundos depois e sentei do outro lado, uns degraus mais abaixo
Ela sentou num dos bancos e enquanto o professor falava de não sei que assunto chato pra caralho sobre a física de Newton (nem era nossa aula, nada, a gente entrou na primeira que viu com gente), ela disfarçadamente foi levantando a saia... bom... saia... a minissaia minúscula. Foi levantando e abrindo devagar as pernas até mostrar a tanga brilhante e branca, toda molhada com os fluidos da buceta que a excitação do momento fazia ela secretar (uma característica da minha mina é que quando ela tá tesuda, fica molhadíssima, às vezes me preocupo que ela desidrate e precise tomar um soro na veia urgente)
Eu olhava disfarçadamente ao redor, mas a maioria parecia concentrada na aula, além disso, mesmo sendo um anfiteatro semicircular, era difícil alguém ver ela a menos que olhasse de propósito. Quem tinha todas as chances e era o alvo da nossa brincadeira era o professor, a ideia era excitá-lo, ver a reação dele e se fazer de desentendido... afinal, era nossa primeira brincadeira em público
Mas pra surpresa de nós dois, o professor estava tão vidrado nas fórmulas que escrevia no quadro que nem pareceu notar que a poucos metros dele uma aluna oferecia uma vista Privilegiada da calcinha fio-dental dela... uma aluna jovem, gostosa, vestida pra matar e toda perfumada. Que velho babaca!!! E ainda os outros caras da sala pareciam uns nerds iguais...
Simulando sair pra ir ao banheiro, passei do lado dela e falei meio disfarçado no ouvido: "Desloca a fio-dental e mostra a buceta pra ele direto... se ele não sacar, vaza daqui pra merda". Voltei do banheiro, sentei no meu lugar e observei a situação.
Pra vocês terem uma ideia, o anfiteatro é um semicírculo com umas 100 cadeiras, até que pequeno, mas bem semicírculo... ou seja, se você senta numa ponta, vê o que rola na outra, e do quadro vê tudo. Assim a gente tinha se posicionado: numa ponta ela e na outra ponta, degraus abaixo, eu. Eu olhava pra ela e a visão da minha mina de pernas abertas, a saia curta enrolada e deslizando o dedinho no pano da fio-dental deixando a buceta à mostra era impossível de ignorar... até cheiro de buceta de mulher excitada eu sentia (talvez fosse minha imaginação, não sei se o aroma dela chegava tão longe). Mas NINGUÉM parecia ver ela!!! todo mundo olhando pro quadro, pras folhas e pras calculadoras.
Quando eu tava quase indo embora, percebi que uma morena gatinha do meu lado tava rindo, olhava pra Ana, olhava pra mim e ria disfarçadamente. Olhei pra ela, era bonitinha... não deslumbrante, mais simples, de pele morena, cabelo bem preto preso, roupa sóbria, óculos, corpo tranquilo... ou seja, uma mina bonita mas bem comum e com cara de nerdona. Por isso me surpreendi quando ela sussurrou no meu ouvido: "Oi, como vai, sou Susana... imagino que aquela ali é tua mina e vocês tão tentando esquentar esses gelados, né?" Hesitei em responder porque como Ana tava me olhando, não queria que ela pensasse qualquer merda, então primeiro olhei pra minha garota pedindo permissão, e ela fez um leve sinal de "sim" com a cabeça.
- É, é minha namorada
- E é o quê, uma aposta?
- Não, um jogo
- Ah, olha só o joguinho dos meninos... e aí? Tão jogando?
- Vamos ver quantos nerds a gente esquenta
- Então deu meio errado, parece que sou a única nerd que esquentaram...
- Então cê tá quente? – perguntei com toda a intenção de provocar ela
- É... não é comum ver isso aqui
- Cê não me respondeu
- Kkkkk e o que cê quer que eu responda?
- SHHHHHHH SE NÃO TÃO A FIM DA AULA PODEM IR CONVERSAR FORA MAS AQUI EU PRECISO DE SILÊNCIO!!! – Falou o professor
Olhei pra Ana, claramente ela tinha se excitado de me ver falando com essa mina porque agora não só tinha a calcinha desviada com um dedo, mas com o outro fazia carícias leves no clitóris... era inacreditável que ninguém percebia!!!
- Viu? cê me faz levar bronca! – Reclamou Susana
- A culpa é sua por não me responder
- Cê quer saber se eu tô quente com isso? – ela disse
- Aham...
Sem falar nada, ela pegou minha mão por baixo da carteira e levou até a virilha dela, enfiou por baixo do vestido e me fez tocar a calcinha toda molhada... eu fiquei muito excitado mas fiquei com muito medo, a Ana tava ali olhando!!! não sabia como ela ia levar, como explicar que foi uma reação espontânea dessa garota e que não era algo que eu tinha pedido ou dito
Durou um segundo, meio segundo, e ela me soltou
- Te respondi?
Olhei pra Ana... a cara de puta que ela fez era indescritível...
- Kkkk sim... mas tenho que ir
- Típico... vocês se apressam e amarelam – Disse Susana metida
Não dava pra ir embora assim
- Anota meu cel e liga no fim de semana, vamos ver quem amarela
- Anota o seu e liga você... se tiver coragem! Mas vou te avisar que não sou uma garota fácil, não pense mal de mim, mas cê me caiu bem e a vibe de vocês me agrada
Anotei o número dela e saí, a Ana levantou e veio atrás de mim
Assim que cruzamos a porta do anfiteatro, nos pegamos num beijo... estávamos muito excitados, muito quentes... depois de um tempo de amasso sem noção no corredor da faculdade e sob o olhar meio desconfortável de quem passava, a gente se soltou
- Vamos no bar tomar uma coca -Filho da puta, você tocou na buceta de outra na minha frente!!!
-Vamos que eu te conto!
-Melhor você ter uma boa desculpa, garoto... ou um bom papo!
-Tenho algo melhor, sua burra... tenho o telefone dela! E ela curte a vibe... podemos ligar pra ela e brincar uma hora dessas.
-O quêêê, você pegou o telefone dela e tocou na buceta tudo isso em 5 minutos??? Você é um cachorro!!!
-Meu amor... tudo foi graças a você, você esquentou a putinha! Com certeza ela gostou da sua buceta e se imaginou te comendo.
Percebi que Ana aceitou o elogio e o ego dela foi lá em cima... além da capacidade de parar paus por todo lado que eu já tinha comprovado várias vezes, ela acabava de perceber que tinha o dom de molhar bucetas... se sentia toda uma mulher desejável por mulheres e homens, e isso a excitava.
-Bom, me conta.
-Bom, a parada é assim: quando você tirou a tanga, ela me...
-Pera, pera, com qual mão você tocou na buceta dela?
-Com essa.
-Deixa eu cheirar.
Pensei comigo: que tipo de namorado eu sou com essa doente pervertida??? Mas claro, eu também devia ser um pervertido doente, porque isso era uma das coisas que eu mais gostava nela.
-hahaha toma, cheira.
Ela pegou meus dedos e levou ao nariz.
-Hmm, olha só o que eu causei nessa garotinha...
Ela me soltou e disse:
-A verdade é que eu tava com muito medo, mas me excitou pra caralho fazer isso. Vamos fazer de novo, tá? Na próxima quero me masturbar num restaurante cheio de gente, topa?
-Tá bom, baby, adoro que você seja tão puta.
-E o que mais você gostaria? — ela perguntou... Eu sabia que tinha uma fantasia que excitava nós dois, mas ela se sentia culpada, então falei:
-Bom... a gente podia fazer aquilo da balada.
-Ai, não, isso não, negão. Eu tô bem com você e não quero que a gente brigue.
-Mas tá tudo bem...
-Não sei... você diz isso, mas e se der merda?
-Mas meu amor... não rola nada... vamos pra balada, você pro seu lado, eu pro meu, te Você coloca a mini, algum cara te tira pra dançar, deixa ele te passar a mão, apalpar sua bunda, tocar sua buceta, e eu fico olhando e fico puto de tesão! Do mesmo jeito que você ficou com tesão vendo aquela cena com a mina agora... e de prêmio você vai pro banheiro, tira a tanga e dá de presente pra ele, e quando ele quiser te comer, se você topar, a gente vai pra um motel e faz um menage, e se não, deixa ele na seca e vamos pra casa e transamos juntos.
Consegui ver o brilho nos olhos dela... um brilho safado, muito safado...
Mas quando a gente tava num canto do bar da facul com essa conversa tão quente, uma vozinha nos tirou das nossas fantasias.
— E aí, mas se é meu novo amigo! E minha nova amiga! Como vocês estão? Com licença, né? — Disse Susana, e sentou na mesa com a gente.
Eu e Ana nos olhamos, entre desconcertadas e animadas... essa mina parecia ser bem louca... talvez tanto quanto a gente.
(Continua)
— Meu amor, problema não vamos ter... se você quiser a gente faz, se não quiser, não... você decide
— Ah, bobo, claro que quero, a ideia me excita pra caralho... mas sei lá... e se nos virem?
— Melhor!
— Não, tô falando se a polícia nos ver ou rolar algo...
— Ah, tira essas ideias da cabeça, não estamos na época da inquisição, pô!
— Bom... vou nessa, se tivermos problema, estamos juntos nisso, né?
— Fala sério, guria, não estamos assaltando um banco! Que dramática!
— Seu idiota! Beleza, vou? Não vai se arrepender, não? Fala agora
— Nãooo, para de enrolar!
— Tá, lá vou eu
Dito isso, minha mina foi pra dentro do anfiteatro, eu entrei alguns segundos depois e sentei do outro lado, uns degraus mais abaixo
Ela sentou num dos bancos e enquanto o professor falava de não sei que assunto chato pra caralho sobre a física de Newton (nem era nossa aula, nada, a gente entrou na primeira que viu com gente), ela disfarçadamente foi levantando a saia... bom... saia... a minissaia minúscula. Foi levantando e abrindo devagar as pernas até mostrar a tanga brilhante e branca, toda molhada com os fluidos da buceta que a excitação do momento fazia ela secretar (uma característica da minha mina é que quando ela tá tesuda, fica molhadíssima, às vezes me preocupo que ela desidrate e precise tomar um soro na veia urgente)
Eu olhava disfarçadamente ao redor, mas a maioria parecia concentrada na aula, além disso, mesmo sendo um anfiteatro semicircular, era difícil alguém ver ela a menos que olhasse de propósito. Quem tinha todas as chances e era o alvo da nossa brincadeira era o professor, a ideia era excitá-lo, ver a reação dele e se fazer de desentendido... afinal, era nossa primeira brincadeira em público
Mas pra surpresa de nós dois, o professor estava tão vidrado nas fórmulas que escrevia no quadro que nem pareceu notar que a poucos metros dele uma aluna oferecia uma vista Privilegiada da calcinha fio-dental dela... uma aluna jovem, gostosa, vestida pra matar e toda perfumada. Que velho babaca!!! E ainda os outros caras da sala pareciam uns nerds iguais...
Simulando sair pra ir ao banheiro, passei do lado dela e falei meio disfarçado no ouvido: "Desloca a fio-dental e mostra a buceta pra ele direto... se ele não sacar, vaza daqui pra merda". Voltei do banheiro, sentei no meu lugar e observei a situação.
Pra vocês terem uma ideia, o anfiteatro é um semicírculo com umas 100 cadeiras, até que pequeno, mas bem semicírculo... ou seja, se você senta numa ponta, vê o que rola na outra, e do quadro vê tudo. Assim a gente tinha se posicionado: numa ponta ela e na outra ponta, degraus abaixo, eu. Eu olhava pra ela e a visão da minha mina de pernas abertas, a saia curta enrolada e deslizando o dedinho no pano da fio-dental deixando a buceta à mostra era impossível de ignorar... até cheiro de buceta de mulher excitada eu sentia (talvez fosse minha imaginação, não sei se o aroma dela chegava tão longe). Mas NINGUÉM parecia ver ela!!! todo mundo olhando pro quadro, pras folhas e pras calculadoras.
Quando eu tava quase indo embora, percebi que uma morena gatinha do meu lado tava rindo, olhava pra Ana, olhava pra mim e ria disfarçadamente. Olhei pra ela, era bonitinha... não deslumbrante, mais simples, de pele morena, cabelo bem preto preso, roupa sóbria, óculos, corpo tranquilo... ou seja, uma mina bonita mas bem comum e com cara de nerdona. Por isso me surpreendi quando ela sussurrou no meu ouvido: "Oi, como vai, sou Susana... imagino que aquela ali é tua mina e vocês tão tentando esquentar esses gelados, né?" Hesitei em responder porque como Ana tava me olhando, não queria que ela pensasse qualquer merda, então primeiro olhei pra minha garota pedindo permissão, e ela fez um leve sinal de "sim" com a cabeça.
- É, é minha namorada
- E é o quê, uma aposta?
- Não, um jogo
- Ah, olha só o joguinho dos meninos... e aí? Tão jogando?
- Vamos ver quantos nerds a gente esquenta
- Então deu meio errado, parece que sou a única nerd que esquentaram...
- Então cê tá quente? – perguntei com toda a intenção de provocar ela
- É... não é comum ver isso aqui
- Cê não me respondeu
- Kkkkk e o que cê quer que eu responda?
- SHHHHHHH SE NÃO TÃO A FIM DA AULA PODEM IR CONVERSAR FORA MAS AQUI EU PRECISO DE SILÊNCIO!!! – Falou o professor
Olhei pra Ana, claramente ela tinha se excitado de me ver falando com essa mina porque agora não só tinha a calcinha desviada com um dedo, mas com o outro fazia carícias leves no clitóris... era inacreditável que ninguém percebia!!!
- Viu? cê me faz levar bronca! – Reclamou Susana
- A culpa é sua por não me responder
- Cê quer saber se eu tô quente com isso? – ela disse
- Aham...
Sem falar nada, ela pegou minha mão por baixo da carteira e levou até a virilha dela, enfiou por baixo do vestido e me fez tocar a calcinha toda molhada... eu fiquei muito excitado mas fiquei com muito medo, a Ana tava ali olhando!!! não sabia como ela ia levar, como explicar que foi uma reação espontânea dessa garota e que não era algo que eu tinha pedido ou dito
Durou um segundo, meio segundo, e ela me soltou
- Te respondi?
Olhei pra Ana... a cara de puta que ela fez era indescritível...
- Kkkk sim... mas tenho que ir
- Típico... vocês se apressam e amarelam – Disse Susana metida
Não dava pra ir embora assim
- Anota meu cel e liga no fim de semana, vamos ver quem amarela
- Anota o seu e liga você... se tiver coragem! Mas vou te avisar que não sou uma garota fácil, não pense mal de mim, mas cê me caiu bem e a vibe de vocês me agrada
Anotei o número dela e saí, a Ana levantou e veio atrás de mim
Assim que cruzamos a porta do anfiteatro, nos pegamos num beijo... estávamos muito excitados, muito quentes... depois de um tempo de amasso sem noção no corredor da faculdade e sob o olhar meio desconfortável de quem passava, a gente se soltou
- Vamos no bar tomar uma coca -Filho da puta, você tocou na buceta de outra na minha frente!!!
-Vamos que eu te conto!
-Melhor você ter uma boa desculpa, garoto... ou um bom papo!
-Tenho algo melhor, sua burra... tenho o telefone dela! E ela curte a vibe... podemos ligar pra ela e brincar uma hora dessas.
-O quêêê, você pegou o telefone dela e tocou na buceta tudo isso em 5 minutos??? Você é um cachorro!!!
-Meu amor... tudo foi graças a você, você esquentou a putinha! Com certeza ela gostou da sua buceta e se imaginou te comendo.
Percebi que Ana aceitou o elogio e o ego dela foi lá em cima... além da capacidade de parar paus por todo lado que eu já tinha comprovado várias vezes, ela acabava de perceber que tinha o dom de molhar bucetas... se sentia toda uma mulher desejável por mulheres e homens, e isso a excitava.
-Bom, me conta.
-Bom, a parada é assim: quando você tirou a tanga, ela me...
-Pera, pera, com qual mão você tocou na buceta dela?
-Com essa.
-Deixa eu cheirar.
Pensei comigo: que tipo de namorado eu sou com essa doente pervertida??? Mas claro, eu também devia ser um pervertido doente, porque isso era uma das coisas que eu mais gostava nela.
-hahaha toma, cheira.
Ela pegou meus dedos e levou ao nariz.
-Hmm, olha só o que eu causei nessa garotinha...
Ela me soltou e disse:
-A verdade é que eu tava com muito medo, mas me excitou pra caralho fazer isso. Vamos fazer de novo, tá? Na próxima quero me masturbar num restaurante cheio de gente, topa?
-Tá bom, baby, adoro que você seja tão puta.
-E o que mais você gostaria? — ela perguntou... Eu sabia que tinha uma fantasia que excitava nós dois, mas ela se sentia culpada, então falei:
-Bom... a gente podia fazer aquilo da balada.
-Ai, não, isso não, negão. Eu tô bem com você e não quero que a gente brigue.
-Mas tá tudo bem...
-Não sei... você diz isso, mas e se der merda?
-Mas meu amor... não rola nada... vamos pra balada, você pro seu lado, eu pro meu, te Você coloca a mini, algum cara te tira pra dançar, deixa ele te passar a mão, apalpar sua bunda, tocar sua buceta, e eu fico olhando e fico puto de tesão! Do mesmo jeito que você ficou com tesão vendo aquela cena com a mina agora... e de prêmio você vai pro banheiro, tira a tanga e dá de presente pra ele, e quando ele quiser te comer, se você topar, a gente vai pra um motel e faz um menage, e se não, deixa ele na seca e vamos pra casa e transamos juntos.
Consegui ver o brilho nos olhos dela... um brilho safado, muito safado...
Mas quando a gente tava num canto do bar da facul com essa conversa tão quente, uma vozinha nos tirou das nossas fantasias.
— E aí, mas se é meu novo amigo! E minha nova amiga! Como vocês estão? Com licença, né? — Disse Susana, e sentou na mesa com a gente.
Eu e Ana nos olhamos, entre desconcertadas e animadas... essa mina parecia ser bem louca... talvez tanto quanto a gente.
(Continua)
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