Eu morava com meus pais, uma irmã e um meio-irmão mais novo. Ela era a Sofia, e ele era o Andrés.
Não sei como explicar tudo o que passava na minha mente adolescente naquela época. Tinha terminado com uma namoradinha fazia pouco tempo e estava bem magoado, pra ser sincero, tão magoado que não queria saber de mulher nenhuma... não era a primeira que me fazia de otário, já tinham sido várias.
Como todo homem, eu tinha um bom amigo que me apoiava e me ajudava a sair daqueles estados patéticos de melancolia adolescente, só que dessa vez foi tudo diferente.
A gente voltava da escola andando e, pouco antes de chegar no parque Independência, eu vejo ela puxando a pica daquele filho da puta do Alex (um babaca muito arrogante, um ano mais velho, dizem que tem a pica pequena), ali no banco, na luz do sol, a putinha passando a mão nele...
Uma raiva imensa me tomou, e eu quase fui lá encher de porrada aquele cara e aquela vagabunda, me deu vontade de comer ela de um jeito que ela nunca mais esquecesse.
Mas aí estava meu amigo, o Danny...
O Danny me segurou pelo braço e falou:
— Calma, para... ainda vai nessa?
— Mas você não vê como ela tá me zoando em plena luz do dia?
— Sim, ela foi uma puta mesmo... pelo menos você comeu?
— Não, não deu chance.
— Tá aí, por isso que te chifraram, porque você não meteu a pica nela.
— Tá, tá, para de encher o saco...
A raiva passou, e eu decidi continuar andando pra casa.
Uns 15 minutos depois, chegamos na minha casa. Toquei a campainha, mas ninguém atendeu... não tinha ninguém.
— Fica na minha casa até seus pais chegarem — disse o Danny.
— Beleza, então.
Entramos e fomos pro quarto dele ver TV, quando de repente começou essa conversa...
— E você, já fez com algum cara? — perguntei.
— A gente combinou de não falar sobre isso — ele respondeu, meio irritado.
— Mas qual é, há quanto tempo a gente é tipo irmãos?
— Por isso mesmo, não quero que você pare de falar comigo se não gostar do que eu contar.
— Pelo amor de Deus, faz meses que eu sei que você é bissexual e não Não contei pra ninguém nem agi que nem um idiota... vai, você fez isso?
- sim
- hahaha que putona!
- viu? não, vai pra casa do caralho... não vou te contar nada
- tá, desculpa... e com quem?
- com o professor Dante
- prr.... o professor Dante? – interrompi
- sim, não fala nada... também com um amigo do grupo de teatro
- mmm... e como é a sensação?
- ah... não sei, é diferente
- e você já levou ou só deu?
- o professor Dante sempre foi o ativo, mas com o Henry a gente se revezou
- e quando você leva, dói?
- a vida dói!, mas só no começo... depois você pega o gosto e dificilmente quer que o outro pare
- interessante
- por que tanto interesse? – silêncio – por que tanto interesse??... quer experimentar?
Fiquei em silêncio por uns minutos
Danny não disse nada e continuou vendo TV... depois de alguns minutos, do nada
- sim – falei
- que? sim o quê?
- sim pra o que você me perguntou?
- o que te perguntei??... .... ahhhh tá, sério?
- sim, acho que sim
- e começou a gostar de alguém ou o quê?
- não, quer dizer, sim... só do jeito que você falou, eu gostei
- sim, é assim que começa... a gente gosta do que ouve, decide experimentar e o resto é com cada um
- quero fazer isso
- bom, não é tão simples, você tem que procurar alguém que saiba que é saudável, alguém que conhece
- você, eu conheço você
- ei ei... para aí
- por que não?
- porque somos amigos
- Danny, melhor ainda... não vamos nos apaixonar, só quero experimentar e quero que seja com você
- tem certeza?
- completamente, quando?... agora?
- agora?, não tenho camisinha?
- que merda!
- mas posso te chupar... quer?
Sim... acenei com a cabeça, muito nervoso...
Ele pegou minha calça, abaixou e começou a me acariciar por cima da cueca...
Brincava com meu pau, mordia... beijava... passava a língua...
abaixou a cueca, eu suspirei.
Começou passando a língua, depois beijou a cabecinha e ali eu perdi os cinco sentidos...
A melhor boquete que já tomei, foi o Danny.... com cada chupada eu sentia que ia gozar, meu corpo tremia, se Arqueava de prazer.
Nunca senti algo assim...
- Qual é sua fantasia mais louca? - perguntei
- Eu gostaria de fazer com um travesti, ainda não cheguei nisso -
Ele continuava chupando.
- Hoje à noite - falei
- O que tem hoje? -
- A gente pode fazer -
- Aqui? -
- Sim, aqui... eu venho, você abre a porta e eu fico pra dormir -
...
Cheguei em casa, ansioso pro relógio marcar 11 da noite.
Resolvi dar uma surpresa, peguei um vestido da minha irmã, uma calcinha, uma meia e uns saltos...
Me vesti, parecia uma puta... me orgulhei.
Saí de casa, andei um pouco até pegar um táxi que ficava me olhando toda hora e no fim me chamou pra sair... me interessei, então pedi o número dele...
Bati na porta como a gente tinha combinado.
Ninguém abriu...
Bati de novo e finalmente abriram...
Assim que entrei, ele tapou minha boca...
Começou a me tocar... as mãos dele percorriam meu corpo todo, minhas pernas, meu peito, meus braços...
Beijava minhas costas...
Me forçou contra a parede, abriu minhas pernas e começou a estimular minha bunda enquanto com a outra mão passava a mão na minha pica...
Via estrelas... não acreditava no prazer que sentia... queria mais...
- Mete... mete logo! - falei na minha mente
- Toma - ele disse com uma voz forte, foi como mágica -
Assim que ele falou, senti um pedaço enorme rasgando meu cuzinho virgem... quis gritar, mas lembrei onde a gente estava...
Começou a meter forte, no começo só sentia aquele pedaço duro de pica, mas depois comecei a aproveitar como o Danny tinha dito, comecei a mexer o quadril... e ele gostou...
- Isso, aproveita... isso -
Minhas pernas tremiam, não aguentava tanto prazer... queria gritar, queria explodir!
Ele me segurou pelo ombro e começou a bombar com força...
Até que finalmente, gozou... tirou a pica da minha bunda e encheu minhas costas de porra, senti um calor gostoso...
Ficamos um momento grudados na parede recuperando o fôlego, resolvi me virar pra ver o Danny...
Não era ele;
Era o pai dele... o pai do Danny.
Não sei como explicar tudo o que passava na minha mente adolescente naquela época. Tinha terminado com uma namoradinha fazia pouco tempo e estava bem magoado, pra ser sincero, tão magoado que não queria saber de mulher nenhuma... não era a primeira que me fazia de otário, já tinham sido várias.
Como todo homem, eu tinha um bom amigo que me apoiava e me ajudava a sair daqueles estados patéticos de melancolia adolescente, só que dessa vez foi tudo diferente.
A gente voltava da escola andando e, pouco antes de chegar no parque Independência, eu vejo ela puxando a pica daquele filho da puta do Alex (um babaca muito arrogante, um ano mais velho, dizem que tem a pica pequena), ali no banco, na luz do sol, a putinha passando a mão nele...
Uma raiva imensa me tomou, e eu quase fui lá encher de porrada aquele cara e aquela vagabunda, me deu vontade de comer ela de um jeito que ela nunca mais esquecesse.
Mas aí estava meu amigo, o Danny...
O Danny me segurou pelo braço e falou:
— Calma, para... ainda vai nessa?
— Mas você não vê como ela tá me zoando em plena luz do dia?
— Sim, ela foi uma puta mesmo... pelo menos você comeu?
— Não, não deu chance.
— Tá aí, por isso que te chifraram, porque você não meteu a pica nela.
— Tá, tá, para de encher o saco...
A raiva passou, e eu decidi continuar andando pra casa.
Uns 15 minutos depois, chegamos na minha casa. Toquei a campainha, mas ninguém atendeu... não tinha ninguém.
— Fica na minha casa até seus pais chegarem — disse o Danny.
— Beleza, então.
Entramos e fomos pro quarto dele ver TV, quando de repente começou essa conversa...
— E você, já fez com algum cara? — perguntei.
— A gente combinou de não falar sobre isso — ele respondeu, meio irritado.
— Mas qual é, há quanto tempo a gente é tipo irmãos?
— Por isso mesmo, não quero que você pare de falar comigo se não gostar do que eu contar.
— Pelo amor de Deus, faz meses que eu sei que você é bissexual e não Não contei pra ninguém nem agi que nem um idiota... vai, você fez isso?
- sim
- hahaha que putona!
- viu? não, vai pra casa do caralho... não vou te contar nada
- tá, desculpa... e com quem?
- com o professor Dante
- prr.... o professor Dante? – interrompi
- sim, não fala nada... também com um amigo do grupo de teatro
- mmm... e como é a sensação?
- ah... não sei, é diferente
- e você já levou ou só deu?
- o professor Dante sempre foi o ativo, mas com o Henry a gente se revezou
- e quando você leva, dói?
- a vida dói!, mas só no começo... depois você pega o gosto e dificilmente quer que o outro pare
- interessante
- por que tanto interesse? – silêncio – por que tanto interesse??... quer experimentar?
Fiquei em silêncio por uns minutos
Danny não disse nada e continuou vendo TV... depois de alguns minutos, do nada
- sim – falei
- que? sim o quê?
- sim pra o que você me perguntou?
- o que te perguntei??... .... ahhhh tá, sério?
- sim, acho que sim
- e começou a gostar de alguém ou o quê?
- não, quer dizer, sim... só do jeito que você falou, eu gostei
- sim, é assim que começa... a gente gosta do que ouve, decide experimentar e o resto é com cada um
- quero fazer isso
- bom, não é tão simples, você tem que procurar alguém que saiba que é saudável, alguém que conhece
- você, eu conheço você
- ei ei... para aí
- por que não?
- porque somos amigos
- Danny, melhor ainda... não vamos nos apaixonar, só quero experimentar e quero que seja com você
- tem certeza?
- completamente, quando?... agora?
- agora?, não tenho camisinha?
- que merda!
- mas posso te chupar... quer?
Sim... acenei com a cabeça, muito nervoso...
Ele pegou minha calça, abaixou e começou a me acariciar por cima da cueca...
Brincava com meu pau, mordia... beijava... passava a língua...
abaixou a cueca, eu suspirei.
Começou passando a língua, depois beijou a cabecinha e ali eu perdi os cinco sentidos...
A melhor boquete que já tomei, foi o Danny.... com cada chupada eu sentia que ia gozar, meu corpo tremia, se Arqueava de prazer.
Nunca senti algo assim...
- Qual é sua fantasia mais louca? - perguntei
- Eu gostaria de fazer com um travesti, ainda não cheguei nisso -
Ele continuava chupando.
- Hoje à noite - falei
- O que tem hoje? -
- A gente pode fazer -
- Aqui? -
- Sim, aqui... eu venho, você abre a porta e eu fico pra dormir -
...
Cheguei em casa, ansioso pro relógio marcar 11 da noite.
Resolvi dar uma surpresa, peguei um vestido da minha irmã, uma calcinha, uma meia e uns saltos...
Me vesti, parecia uma puta... me orgulhei.
Saí de casa, andei um pouco até pegar um táxi que ficava me olhando toda hora e no fim me chamou pra sair... me interessei, então pedi o número dele...
Bati na porta como a gente tinha combinado.
Ninguém abriu...
Bati de novo e finalmente abriram...
Assim que entrei, ele tapou minha boca...
Começou a me tocar... as mãos dele percorriam meu corpo todo, minhas pernas, meu peito, meus braços...
Beijava minhas costas...
Me forçou contra a parede, abriu minhas pernas e começou a estimular minha bunda enquanto com a outra mão passava a mão na minha pica...
Via estrelas... não acreditava no prazer que sentia... queria mais...
- Mete... mete logo! - falei na minha mente
- Toma - ele disse com uma voz forte, foi como mágica -
Assim que ele falou, senti um pedaço enorme rasgando meu cuzinho virgem... quis gritar, mas lembrei onde a gente estava...
Começou a meter forte, no começo só sentia aquele pedaço duro de pica, mas depois comecei a aproveitar como o Danny tinha dito, comecei a mexer o quadril... e ele gostou...
- Isso, aproveita... isso -
Minhas pernas tremiam, não aguentava tanto prazer... queria gritar, queria explodir!
Ele me segurou pelo ombro e começou a bombar com força...
Até que finalmente, gozou... tirou a pica da minha bunda e encheu minhas costas de porra, senti um calor gostoso...
Ficamos um momento grudados na parede recuperando o fôlego, resolvi me virar pra ver o Danny...
Não era ele;
Era o pai dele... o pai do Danny.
6 comentários - Nunca senti nada assim... (Conto gay)
Muy bueno 👏
La mejor forma de agradecer es comentando a quien te comenta.