Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=CurVoVF8XnQ


Cheguei na estação de trem ouvindo música e viajando nos problemas da vida, que é melhor não detalhar aqui. Tava indo pra capital comprar uns ingressos, quando no meio da plataforma senti dois pares de olhos me encarando; não podia acreditar no quanto elas tinham crescido. Tinham sido minhas alunas num colégio uns anos atrás... o decote da Fátima me fez fazer a conta rapidinho... já deviam estar nos seus doces 19 anos.
Elas me reconheceram, mas eu passei reto, claro, depois de cumprimentá-las direito. Mas foi em vão... um brownie que eu tinha comido antes de sair de casa fez o efeito dele, e fiquei tipo travado, igual ao Homer Simpson quando viu o anúncio da escola de palhaços... a diferença é que aqui não tinha palhaço nenhum, só o decote da Fátima.
Elas me reconheceram, mas eu passei reto, claro, depois de cumprimentá-las direito. Mas foi em vão... um brownie que eu tinha comido antes de sair de casa fez o efeito dele, e fiquei tipo travado, igual ao Homer Simpson quando viu o anúncio da escola de palhaços... a diferença é que aqui não tinha palhaço nenhum, só o decote da Fátima.

Metro sessenta, olhos pretos saltados, cabelo preto com uma mecha loira que caía reta no lábio e a nuca dela... à mostra, por causa do corte (como falei, mecha comprida na frente e bem curtinho atrás), uma nuca bem branquinha, daquelas que pedem uma linguada refrescante num sexo de pé contra a parede. Num dia de inverno teria sido um efeito diferente, mas a gente tava nos primeiros calores, então ela tava esplêndida, uma regata cavada, com os peitos de bandeja, os lábios pintados de vermelho, uma barriguinha que queria escapar, segura por um mini short branco... que, por sua vez, servia de sustentador e aumentador de bunda.
Cruzei com elas de novo no metrô; bem quando eu tava esquecendo do incidente... uma pergunta ficou martelando:
- na volta pra casa, desço aqui?
- sim, sim, óbvio...
por mais que eu quisesse, o destino não ia facilitar e pá... na viagem de volta, quando as portas iam fechar, ela faz a entrada triunfal, rindo de emoção, a Fátima.... os peitos dela primeiro, ela depois.... parou na minha frente, enfiou as mãos no bolso e, com toda a ternura, deu um pulinho no lugar me dizendo...
- tô te seguindo, viu?
- é... você não tava acompanhada?
- tava, mas é que...
Não teve continuação, o trem deu a primeira arrancada e a Fátima caiu de boca no banco. Não sei quantos de vocês conhecem o Urquiza. Mas esse trem tem a particularidade de que os bancos mais perto da porta servem de apoio pra quem viaja em pé do lado da porta ou pros casais felizes, servem de apoio pra se beijar e se esfregar disfarçando (mal, porque dá pra notar) com o movimento do trem.
Bom, a Fátima ficou com uma mão no apoio e a outra no meu tríceps.... senti que apertava, não por medo, mas com vontade.... a gente riu da situação. Rapidão, me afastei pro lado, mas ela recusou se apoiar do meu lado, queria ficar na minha frente... não me encolhi, aproveitei os 20 cm a mais que tenho. pra olhar ela de cima, aqueles olhinhos que olhavam com ternura, pelo canto do olho, os peitos dela pulavam no ritmo da formação... a cada freada, de novo a história de "caí"...
Tava começando a esquentar os motores... nunca rezei tanto pra uma viagem acabar... só conseguia focar na boca vermelha dela e nos olhos pretos lá de cima... situação que podia rolar num quarto, só que ela de joelhos e eu aproveitando um boquete foda em pé.
Cruzei com elas de novo no metrô; bem quando eu tava esquecendo do incidente... uma pergunta ficou martelando:
- na volta pra casa, desço aqui?
- sim, sim, óbvio...
por mais que eu quisesse, o destino não ia facilitar e pá... na viagem de volta, quando as portas iam fechar, ela faz a entrada triunfal, rindo de emoção, a Fátima.... os peitos dela primeiro, ela depois.... parou na minha frente, enfiou as mãos no bolso e, com toda a ternura, deu um pulinho no lugar me dizendo...
- tô te seguindo, viu?
- é... você não tava acompanhada?
- tava, mas é que...
Não teve continuação, o trem deu a primeira arrancada e a Fátima caiu de boca no banco. Não sei quantos de vocês conhecem o Urquiza. Mas esse trem tem a particularidade de que os bancos mais perto da porta servem de apoio pra quem viaja em pé do lado da porta ou pros casais felizes, servem de apoio pra se beijar e se esfregar disfarçando (mal, porque dá pra notar) com o movimento do trem.
Bom, a Fátima ficou com uma mão no apoio e a outra no meu tríceps.... senti que apertava, não por medo, mas com vontade.... a gente riu da situação. Rapidão, me afastei pro lado, mas ela recusou se apoiar do meu lado, queria ficar na minha frente... não me encolhi, aproveitei os 20 cm a mais que tenho. pra olhar ela de cima, aqueles olhinhos que olhavam com ternura, pelo canto do olho, os peitos dela pulavam no ritmo da formação... a cada freada, de novo a história de "caí"...
Tava começando a esquentar os motores... nunca rezei tanto pra uma viagem acabar... só conseguia focar na boca vermelha dela e nos olhos pretos lá de cima... situação que podia rolar num quarto, só que ela de joelhos e eu aproveitando um boquete foda em pé.

Acordei, as estações passavam, a gente se amontoava e a Fátima tava cada vez mais perto... já era impossível não sentir o calor dos peitos dela ou o perfume que saía do pescoço dela... na última freada, dessa vez com mais coragem, não deixei passar, peguei ela pela cintura, e ela correspondeu ao meu abraço...
— Finalmente se decidiu, já tava parecendo uma otária de tanto cair...
— Me diz... quantos anos você tem...
— Pra você, a idade que precisar...
Comecei a beijar ela, umas senhoras devem ter se horrorizado, mas continuei, com a língua até a garganta, ela respondendo, brincando com o piercing, os peitos dela no meu peito, e minha mão bem firme no cinto dela, abraçando ela por trás... meu pau bem duro, esfregando na barriga dela... eu tava sendo vítima do mal disfarce do balanço do trem.
Chegamos no destino... ela se soltou rápido, olhou o celular, e sem se despedir desceu feito uma bala do trem... quando saí, entendi a situação, encostada numa parede da estação, um jovem tava dando as boas-vindas pra ela... saí da plataforma e fui embora pelo bosque... alguma coisa me incomodava... me cobri com a mochila e, rindo, percorri as ruas até minha casa e, como um raio, entrei no banheiro...
Ainda tava com o pau cheio de líquido meio branco e bem lubrificado... comecei a me masturbar... meu cenário, um conhecido de vocês, mas modificado pela fantasia, o corredor do Urquiza... a mulher, não outra senão a Fátima... mas eu não tava entre as pernas gostosas dela, e sim o jovem da estação, que tinha ela encurralada contra o banco sem disfarce, ela, bem gostosa, mandava nele pela bunda... enquanto se entregava no pescoço dele, beijando... a mecha loira caía sobre um olho, com o outro ela me olhava com malícia... meu pau explodiu num festival de porra... quem sabe um dia eu possa conhecer o calor da buceta dela...
— Finalmente se decidiu, já tava parecendo uma otária de tanto cair...
— Me diz... quantos anos você tem...
— Pra você, a idade que precisar...
Comecei a beijar ela, umas senhoras devem ter se horrorizado, mas continuei, com a língua até a garganta, ela respondendo, brincando com o piercing, os peitos dela no meu peito, e minha mão bem firme no cinto dela, abraçando ela por trás... meu pau bem duro, esfregando na barriga dela... eu tava sendo vítima do mal disfarce do balanço do trem.
Chegamos no destino... ela se soltou rápido, olhou o celular, e sem se despedir desceu feito uma bala do trem... quando saí, entendi a situação, encostada numa parede da estação, um jovem tava dando as boas-vindas pra ela... saí da plataforma e fui embora pelo bosque... alguma coisa me incomodava... me cobri com a mochila e, rindo, percorri as ruas até minha casa e, como um raio, entrei no banheiro...
Ainda tava com o pau cheio de líquido meio branco e bem lubrificado... comecei a me masturbar... meu cenário, um conhecido de vocês, mas modificado pela fantasia, o corredor do Urquiza... a mulher, não outra senão a Fátima... mas eu não tava entre as pernas gostosas dela, e sim o jovem da estação, que tinha ela encurralada contra o banco sem disfarce, ela, bem gostosa, mandava nele pela bunda... enquanto se entregava no pescoço dele, beijando... a mecha loira caía sobre um olho, com o outro ela me olhava com malícia... meu pau explodiu num festival de porra... quem sabe um dia eu possa conhecer o calor da buceta dela...
3 comentários - Un Mal Viaje