Bom, amigos, da outra vez já trouxe um vídeo pra vocês, agora tô trazendo uma história, porque sou muito tarada 😛
Espero que me visitem na minha página do WordPress, lá tenho mais coisinhas pros curiosos. Dá pra encontrar no meu perfil ou Facebook.
Lorena Berenice Ocampo
Espero que gostem, agradeço pelos comentários, adoro ler putaria.
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Lorena Berenice Ocampo
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UMA AVENTURA NA FLORESTA
Nós dois estávamos às margens do rio, ele alto, de jeans e camisa de botão, eu com um vestido branco e fluido, cujas alças eram fáceis de soltar… Eu brincava com os pés na água termal do rio, e ele me olhava com desejo, aquele desejo que dilatava as pupilas dele e me fazia derreter. Já tínhamos esgotado todo assunto de conversa e estávamos num silêncio profundo, só interrompido pelo som da água corrente e da floresta.
Sem pensar duas vezes, ele se jogou no rio, que era raso, e sem me dar tempo de reagir, me puxou para perto dele. Meu vestido, completamente encharcado, deixava ver minha silhueta exatamente como era, e revelou que naquele dia eu tinha decidido não usar nenhuma roupa íntima. Ele percebeu e começou a brincar por baixo dele, pegou meu clitóris com dois dedos e eu comecei a me arquear de prazer. A boca dele tomou conta do meu mamilo, que estava duro mesmo com o contato do tecido, sem que eu reclamasse; ele tirou meu vestido e fiquei completamente nua. Ele me contemplou por um momento, disse que eu parecia uma ninfa e começou de novo a me tocar em pontos que me faziam contorcer e gemer. Eu estava adorando.
Sem pensar mais, ele desabotoou a calça, e eu quase arranquei a camisa dele. Ele me apoiou contra uma pedra gigantesca e me penetrou devagar. Eu não aguentava mais esperar, e quando o pau dele estava no meio do caminho, eu enfiei tudo num movimento brusco e rápido, que arrancou um grito de prazer de mim, e os olhos dele brilharam. Eu tinha soltado o animal que ele tentava conter. Com um movimento selvagem, ele me fodia como se não houvesse amanhã, e eu me empurrava, apoiando com a perna para ter ele mais fundo. E quando eu sentia que ia explodir num orgasmo delicioso, ele saiu rapidamente e me virou de costas, de frente para a pedra. Começou a me beijar na nuca, fazendo minha pele se arrepiar, e sussurrou no meu ouvido com uma voz rouca e bestial que Só ouvia ele quando ficava muito excitado…
Sem perceber como aconteceu, fiquei excitada quando senti meus peitos tocarem a pedra morna e ele começou a me foder tão gostoso que achei que ia desmaiar de prazer. Sentia o pau dele entrando e saindo cada vez mais rápido, mais forte, e de repente ele levou a mão à minha boca e fez eu chupar o dedão dele, como se estivesse simulando um boquete monumental. E sem tempo pra pensar, enquanto me comia gostoso, do jeito que eu gosto, ele se afastou um pouco das minhas costas e começou a fazer círculos no meu cu com o dedo. Quando ficou bem lubrificado, ele enfiou e começou a brincar lá dentro, tudo isso enquanto me comia a buceta como se não fizesse isso há anos.
Ao sentir aquele prazer duplo, não aguentei e gozei jorrando, que parecia frio comparado com a correnteza térmica do rio. Ele percebeu. Ah! A sensação de uma dupla estimulação é difícil de descrever. Só sentia tudo se afastando e o orgasmo mais gostoso percorrendo meu corpo inteiro, como uma descarga de adrenalina que se espalhava e se concentrava no meio da minha buceta e do meu cu, fazendo este último se dilatar o suficiente, porque aquele homem delicioso que me deu um prazer até então desconhecido continuou me fodendo, mas agora pelo cu. Era tão gostoso. Momentos depois, senti ele morder meu pescoço de um jeito tão sensual que me deu arrepios de prazer. Senti o pau dele dando leves espasmos e me enchendo de porra… Ficamos imóveis até nossos corpos sentirem de novo a água termal… Que delícia foi minha aventura no bosque!
Nós dois estávamos às margens do rio, ele alto, de jeans e camisa de botão, eu com um vestido branco e fluido, cujas alças eram fáceis de soltar… Eu brincava com os pés na água termal do rio, e ele me olhava com desejo, aquele desejo que dilatava as pupilas dele e me fazia derreter. Já tínhamos esgotado todo assunto de conversa e estávamos num silêncio profundo, só interrompido pelo som da água corrente e da floresta.
Sem pensar duas vezes, ele se jogou no rio, que era raso, e sem me dar tempo de reagir, me puxou para perto dele. Meu vestido, completamente encharcado, deixava ver minha silhueta exatamente como era, e revelou que naquele dia eu tinha decidido não usar nenhuma roupa íntima. Ele percebeu e começou a brincar por baixo dele, pegou meu clitóris com dois dedos e eu comecei a me arquear de prazer. A boca dele tomou conta do meu mamilo, que estava duro mesmo com o contato do tecido, sem que eu reclamasse; ele tirou meu vestido e fiquei completamente nua. Ele me contemplou por um momento, disse que eu parecia uma ninfa e começou de novo a me tocar em pontos que me faziam contorcer e gemer. Eu estava adorando.
Sem pensar mais, ele desabotoou a calça, e eu quase arranquei a camisa dele. Ele me apoiou contra uma pedra gigantesca e me penetrou devagar. Eu não aguentava mais esperar, e quando o pau dele estava no meio do caminho, eu enfiei tudo num movimento brusco e rápido, que arrancou um grito de prazer de mim, e os olhos dele brilharam. Eu tinha soltado o animal que ele tentava conter. Com um movimento selvagem, ele me fodia como se não houvesse amanhã, e eu me empurrava, apoiando com a perna para ter ele mais fundo. E quando eu sentia que ia explodir num orgasmo delicioso, ele saiu rapidamente e me virou de costas, de frente para a pedra. Começou a me beijar na nuca, fazendo minha pele se arrepiar, e sussurrou no meu ouvido com uma voz rouca e bestial que Só ouvia ele quando ficava muito excitado
Sem perceber como aconteceu, fiquei excitada quando senti meus peitos tocarem a pedra morna e ele começou a me foder tão gostoso que achei que ia desmaiar de prazer. Sentia o pau dele entrando e saindo cada vez mais rápido, mais forte, e de repente ele levou a mão à minha boca e fez eu chupar o dedão dele, como se estivesse simulando um boquete monumental. E sem tempo pra pensar, enquanto me comia gostoso, do jeito que eu gosto, ele se afastou um pouco das minhas costas e começou a fazer círculos no meu cu com o dedo. Quando ficou bem lubrificado, ele enfiou e começou a brincar lá dentro, tudo isso enquanto me comia a buceta como se não fizesse isso há anos.
Ao sentir aquele prazer duplo, não aguentei e gozei jorrando, que parecia frio comparado com a correnteza térmica do rio. Ele percebeu. Ah! A sensação de uma dupla estimulação é difícil de descrever. Só sentia tudo se afastando e o orgasmo mais gostoso percorrendo meu corpo inteiro, como uma descarga de adrenalina que se espalhava e se concentrava no meio da minha buceta e do meu cu, fazendo este último se dilatar o suficiente, porque aquele homem delicioso que me deu um prazer até então desconhecido continuou me fodendo, mas agora pelo cu. Era tão gostoso. Momentos depois, senti ele morder meu pescoço de um jeito tão sensual que me deu arrepios de prazer. Senti o pau dele dando leves espasmos e me enchendo de porra… Ficamos imóveis até nossos corpos sentirem de novo a água termal… Que delícia foi minha aventura no bosque!
2 comentários - Aventura no mato