ya toda una putita

Bom, continuando com os relatos que dá pra ver que não esquentam muito porque pouca gente lê. 😞

Já grandinha e sempre praticando algum esporte, acabei indo pro ciclismo, é um esporte perfeito, você depila as pernas, faz exercício, a bunda fica empinada e você fica magra sempre, hahaha comecei a pedalar e como todo ciclista, usava bermuda de ciclismo. Tava passeando ouvindo música e sempre ia do trabalho pra casa assim. Nem preciso dizer que tenho um corpo bom e com a bike tava melhor do que nunca. Ainda pegava uns conhecidos aqui e ali, tendo uns encontros, mas muito poucos pro meu gosto. Além disso, já era casado e complicava a questão do lugar, mas continuava saindo de bike pra pedalar e por baixo da minha bermuda sempre usava uma tanga bem enfiadinha. Aí um dia, depois do trabalho, saí super apressado porque anunciaram um fechamento numa ponte e esqueci de colocar a bermuda, fui só com a tanga mesmo. Claro, na hora não percebi, mas com o passar dos minutos em cima da bike e ao ver vários olhares e ouvir buzinaços atrás de mim, lembrei. Hahahaha queria me matar e comecei a pegar um caminho mais escuro pra ninguém me ver. De repente, sinto uma luz atrás de mim e um carro encosta do meu lado. Era um cara grandão, uns 50 anos, com barba, e ele ri e fala algo. Eu, vermelho de vergonha, tiro os fones e ele diz: "Ficou linda essa tanga". Não sabia o que responder e a puta despertou de repente, ri e não falei nada. Só segui e ele me seguiu. Ele perguntou: "Sai sempre assim?" Respondi: "Não converso com estranhos", saiu meio afetado, mas ele insistiu e eu fiz a difícil. Hahahaha ele disse: "Se parar, a gente vai pra um lugar tranquilo, eu moro aqui perto e podemos passar um bom tempo". Eu, com medo de ser roubado ou algo assim, falava que não, mas parei e falei: "Se quiser, eu te chupo, mas só isso, e no carro". "Ok, beleza", ele disse, "mas aqui não, ali tem uma fileira de árvores e é mais escuro". Fomos, deixei a bike do lado do carro e entrei. Ele disse: "Prazer, me chamo Júlio". E eu... disse "muito prazer"
na hora puxei uma rola bem bonita e com bastante pele, do jeito que eu gosto, "mmm falei" e ele riu, soltou um suspiro quando peguei na mão e comecei a bater uma pra ele, ele disse "quando te vi não acreditei, tu tem uma raba que parece de novinha" nisso tudo eu levei a rola dele na boca e comecei a morder a pele do jeito que eu gosto, e ele falava "mmmmm sim, como tu faz bem, gata", eu tirava e perguntava "cê gosta?" devorava com força aquela rola bem dura e ele me tocava por cima da legging, falava "quero te foder", eu respondi "não, e ainda mais sem camisinha", na hora ele puxou uma do porta-luvas e disse "tô sempre preparado, vamos pra casa que é perto", eu falei "mas a bike?" "a gente carrega atrás" respondeu, "beleza, então" falei, já tava com tesão e gostei muito da rola do velho, fomos, era uma casa modesta e enquanto íamos eu passava a mão na rola dele e ele contava que era viúvo, trabalhava como taxista e que vinha do trabalho e me encontrou, entramos e falei "posso tomar um banho? um banho rápido", "pode sim, gata, eu preparo tudo na cama e te espero" respondeu, ele me mostrou o banheiro, tomei um banho rápido e fui só de fio dental pro quarto, ele tava deitado na cama pelado, eu entrei e mostrei a raba, ele disse "mmmmmm que bundão lindo que tu tem, vou chupar ele todo", eu respondi "não, primeiro vou chupar bem chupada a sua", coloquei um travesseiro embaixo da cintura dele pra deixar a bunda e as bolas bem pra cima e comecei a trabalhar como uma verdadeira puta, passei a língua nos ovos dele e molhei bem a racha do cu, nisso ele gemia de prazer e pedia mais, eu chupava as bolas peludas e a rola inteira, como se fosse um sorvete que eu degustava com muito prazer, gostava muito porque saía o pré-gozo e eu tomava tudo, num momento ele falou "não para, se continuar vai me fazer gozar", eu tava com as mãos e a boca cheias de saliva e ele com a rola e o cu molhados, eu tinha chupado o cu, as bolas e a rola dele sem parar e de repente ele Ele disse "espera aí que eu quero te foder", bom, me virei e entreguei minha bunda. Ele começou a chupar e brincar com a língua no meu cu, eu já tava toda molhada. Enquanto chupava, colocou a camisinha, e quando eu tava mais excitada, começou a passar a pica na minha racha. Eu não aguentava mais e falei "mete logo". O cavalheiro perguntou "não vai doer?" e eu respondi "não, mete que você vai ver como abre". Ele meteu sem anestesia, eu soltei um grito de prazer e ele perguntou "doeu?" "Não, papai, continua que eu adoro sua pica", respondi. Ele gozou e eu quase ao mesmo tempo também. Ele foi pro banheiro e voltou sem a camisinha, com a pica cheia de porra. Limpei ele e perguntei "você me leva pra casa?" Ele disse "sim, claro, dá um tempo que vou tomar um banho e a gente vai". Ficamos quase 3 meses transando com o Júlio. Ele era bom, o velho não tinha uma pica muito grande, mas era cabeçuda, e adorava que eu me vestisse pra ele. Dizia que eu era a neném dele. Mas, como sempre, a questão do tempo: ele era casado, o trabalho e tal, faziam nosso tempo ser curto. Foram boas épocas em que minha bunda agradecia aquelas picaças. Cansei de chupar a pica dele e fazer ele gozar assim, hahaha. Bom, até a próxima e beijos molhados onde vocês mais gostam.

1 comentários - ya toda una putita

Hermosa cada vez mas intrigado estoy por tu relatos ya que son fascinantes. Espero otros relatos de tus vivencia de tu historia