Finalmente comi minha sogra... (História real)

Bom, como todo mundo sabe, me chamo Adrian, tenho 28 anos, e tudo começou, como já aconteceu com muitos, indo conhecer os sogros.
Eles moram numa cidadezinha, a 25 km da capital, foi uma noite como qualquer outra, em que se comemorava o aniversário de 63 anos do meu sogro. Entrei, cumprimentei ele e depois a esposa, prazer, como vão, blá blá blá. Até aí, tudo normal.

Naquela noite, não teve nada que me chamasse a atenção, terminou o jantar, os convidados foram embora, e eu e minha namorada fomos pro quarto dela "descansar"... A gente transou 2 horas sem parar, bem completinho como a gente gosta, preliminares, sexo oral, 69, e sexo em várias posições com um final fantástico, gozei na boquinha da minha mina.

Nisso, pergunto:
-Será que não vai ter ninguém no banheiro?
-Não, meu amor, meus velhos já devem estar dormindo, vai tomar banho?
-Vou! Respondi...
-Beijo, vai lá, pega minha toalha que tá limpa.

Então, abro a porta, espio a cabeça pelo corredor, e tava tudo escuro, mas vejo uma luz acesa no banheiro, e a porta semiaberta.
-Pô, tá acesa a luz do banheiro, será que tem alguém?
E ela responde:
-Não, amor, eles deixam acesa pra não trombar no caminho se não enxergarem nada, haha.
-Hahaha, beleza, amor, já volto.

Saio do quarto (pelado), e abro a porta de vez, e me deparo com os peitos da minha sogra, que tava colocando a roupa de dormir (regata e calcinha).
-Ai, desculpa! Não foi minha intenção, achei que não tinha ninguém, bem sem graça.
-Não se preocupa, é culpa minha por não ter fechado a porta. Mas já tô saindo, entra aí...

Nessa altura, ela também deu uma olhada na minha piroca.
Não é muito grande, tem uns 14cm mais ou menos, mas diverte bastante, haha.
E bom, isso, claro, despertou um certo tesão em mim, porque a primeira impressão sobre minha sogra não foi animadora, mas a gente também erra, né?
Terminei de tomar banho, entrei no quarto da minha namorada, e ela Digo.
—Tua mãe tava no banheiro, mas de boa, ela pediu desculpa.
—Beleza, meu amor, sem problema, agora vou eu tomar banho.

E foi assim, desse jeito, que minha cabeça não conseguia esquecer aqueles peitos, bem redondos, com mamilos largos e rosados, pra idade dela, um par de peitos muito bom, natural, do jeito que eu gosto, e grandes, principalmente.

Desde aquela noite, comecei a fantasiar com a ideia de chupá-los, bater uma punheta em cima deles e gozar por cima.

Meu relacionamento amoroso dura até hoje, já são dois anos e meio. Claro que nessa fase, até agora, já compartilhamos mais jantares, saídas e encontros em família com os pais da minha namorada.

Até que um dia, exatamente no aniversário da minha sogra, quando terminamos de preparar tudo pra ocasião — vale dizer que ela tava fazendo 60 anos — ela falou:
— Gente, vou tomar banho pra receber meus convidados.

Minha namorada respondeu:
— Beleza, vou buscar a Susana, porque ela disse que se tivesse que esperar o Oscar, ia ficar muito tarde, então é melhor eu trazer ela, e o Oscar vem por conta dele.
— Tá bom, seu pai chega em duas horas, então vamos começar sem ele.

Claro que fiquei sozinho com ela, mas ainda sem esperanças de fazer contato.

Ela entra no banho e, como de costume, deixa a porta entreaberta. Minha namorada já tinha saído, e não tive outra alternativa (como bom punheteiro que sou): espiar pelo buraco da fechadura.

Ficava de boa olhando na minha sessão de voyeur, vendo como ela enxaguava aqueles peitos lindos e se tocava com vontade, a melhor parte do corpo dela, já que, apesar da idade avançada, tem uma boa forma, porque só teve uma filha, não se deteriorou tanto com o passar dos anos.

Ela ensaboava com gosto as partes dela, até chegar na buceta, com bastante sabão, deixando cair água pra caramba em cima, e o barulho dos dedos dela na buceta com o sabão e a espuma me excitava ainda mais. Aí decidi abaixar a calça, com um pau já bem duro dentro da cueca. que a segura ela, e comecei a me masturbar com vontade.
Ela se lavava devagar, até que num momento, desliga o chuveiro, e fica em silêncio, claro que eu também, passaram 5 segundos de silêncio absoluto, e continuou se ensaboando, mas dessa vez muito mais devagar, quase se acariciando, pressentindo que estava sendo observada, e foi isso que mais me excitou, ou nesse caso, também excitou ela.
Não podia acreditar no que estava vendo, ela enfiando dois dedos calmamente, se excitando com o barulho que o sabão fazia dentro dela, acompanhado do calor das pernas dela.
Nem preciso dizer que eu já estava todo molhado, por assim dizer.
Não conseguia parar de mexer no meu pau a gosto e prazer do que estava vendo, até que chegou o momento sublime, gozei na glória de me sentir satisfeito, embora não completo.
Vesti a calça, e esperei chegar minha vez de tomar banho pra me limpar e, como todo masturbador enrustido, não levantar suspeitas.
Com o passar dos dias, a namorada conseguiu entrar num curso pra designer, na fábrica têxtil onde o pai dela trabalha. Isso a mantinha ocupada num horário meio incomum, do meio-dia até as 5 da tarde.
Logo nessa primeira semana, tive que ir pra cidade onde minha namorada mora, pra arrumar umas grades da vizinha dela, então, nesse dia, ia passar a noite lá.
Mais ou menos às 11:30 terminei o trampo, me pagaram, e fui pra casa dela, minha namorada já tava saindo e me disse:
— Agora te mando mensagens, amor, toma um banho e senta pra comer.
— Beleza, gorda, já te espero com o mate.
Entrei no banho, sentei na mesa, e a gente conversava sobre os assuntos do dia, o que tava passando na TV. Já na sobremesa, ela começou a me contar das dores que sentia nas costas, porque parecia que tinha um princípio de artrose, embora os exames dessem resultados negativos pra essa possível doença, e ela me disse:
— Então não entendo por que tenho essas dores...
Aí eu respondo...
- E aí, já tentou ir numa kinesióloga? Ou num SPA, com massagens relaxantes?
- Não, verdade, porque só sinto dores dia sim, dia não.
- Onde dói, senhora?
E ela vira de costas pra mim e diz: - Coloca tua mão nas minhas costas.
Quando apoiei minha mão, ela foi me guiando pelos lugares onde sentia a tal dor.
Aí, nem besta nem preguiçoso, coloquei minha outra mão no pescoço dela e falei:
- Algumas dores nas costas também são causadas pelos músculos do pescoço.
- Aiii!!! Essa parte também dói...
Pra vocês imaginarem a cena, eu tava sentado numa cadeira com as pernas abertas, e ela tinha aproximado a cadeira dela de lado, me dando as costas, e minhas pernas ficavam na altura do quadril dela.
Nem preciso dizer que a pica já tava na altura do umbigo.
Aí comecei a pensar: "Por que tenho que ser tão otário? Encosta a pica nas costas dela."
... E que seja o que DEUS quiser...
Nessa altura, já tinham se passado uns 3 minutos de massagem, aí tomei a decisão de me aproximar e me deixar levar pelos meus instintos animais. Fecho minhas pernas em volta do quadril dela, apertando ela contra minha cintura, e logicamente, contra minha pica.
Ela colocou as mãos nas minhas coxas, e foi aí que comecei a beijar o pescoço dela, mordendo a orelha e passando a língua de cima pra baixo.
Ela começou a tremer, e a apertar minhas pernas com mais força, indo pra trás dos meus joelhos, e acariciando eles. Ela esticou o pescoço pro meu ombro esquerdo, então levei minha mão direita até a boca dela, e enfiei meu dedo indicador na boca dela, passando ele sobre a língua.
Nessa etapa, minha mão esquerda já tinha começado a acariciar os peitos dela.
Ela tava usando um vestido preto, daqueles que as mulheres usam pra ir pra praia.
Qual foi minha surpresa gostosa, que ao continuar acariciando ela, percebi que ela não tava usando sutiã, e nesse ponto, a cabeça da minha pica já tava bem acima do meu umbigo, e no meio das costas dela. Ela virou o rosto, e a gente se beijou com muita língua, enquanto eu abaixava a parte de cima da roupa dela, tocando os peitos dela com as duas mãos e acariciando os bicos com meus dedos. Desci a mão direita pelas pernas dela e comecei a percorrer a região pélvica até chegar na argola dela, com os pelos pubianos bem molhados, dava pra ver que fazia tempo que ninguém tocava ali.
Já não aguentava mais de vontade de examinar melhor aquela parte, então massageei devagar a buceta molhada dela, até ouvir o barulho do tesão no limite.
— Vem! — falei.
Ela subiu em cima da mesa, de frente pra mim. Aí eu me ajoelhei, coloquei uma das pernas dela no meu ombro, puxei a calcinha dela de lado e comecei a fazer sexo oral nela.
Com mordidas em cada um dos lábios maiores, e minha língua nos lábios menores, enfiando meus dedos lá dentro, no ritmo da prática oral. Ela já tava louca de tesão, então, depois de 5 minutos de puro prazer vaginal, eu falei:
— Não aguento mais. E com a calcinha ainda no lugar, consegui penetrar ela, levantando metade do corpo dela sobre mim, segurando bem as bundas dela e dando love, rasgando ela com meu pau, até que só dava pra ver minhas bolas em cima da mesa.
Esse ato durou uns 10 minutos, incluindo jogar o corpo todo dela na mesa, massageando os dois peitos com minhas mãos, apertando forte, sem me importar que a porta do quintal tava aberta.
Consegui gozar em cima da buceta dela, soltando muita porra no ventre dela, que com o jato que saiu, chegou até debaixo do pescoço dela.
Ela sucumbiu me dizendo:
— Que pau gostoso, pelo AMOR DE DEUS, você é um animal, como você ama minha buceta.
— Sim, já tava louco, aguentei demais mais de 5 minutos, com tanta porra acumulada.
Não pensem que a gente foi se limpar, porque ela só foi fechar a porta dos fundos, que dá na sala de jantar da casa, e me sentou numa cadeirinha tipo rede de madeira que tem na frente. televisor, e começou a chupar minha pica.
Sobre a porra que ainda tinha, depois de ter me secado completamente naquela transa, ela saboreava com muito carinho, da cabeça até o último centímetro do tronco, passando a língua nos meus ovos. Depois me masturbava com força e paixão, enquanto ia alternando entre o ovo esquerdo e o direito, até chegar no meu cu, enfiando a língua. Isso me deixou duro de novo...

-Vamos pro banheiro.
-Beleza, vamos!

Quando entramos, falei: "espera, tenho que mijar". Ela disse:
-Tá, quer que eu saia e você mija? Ou não tem problema eu tomar banho enquanto isso?
-Sem drama, toma banho, que eu entro com você na banheira.

Aí, com a pica dura, igual toda manhã quando acordo, tava difícil coordenar o jato pro vaso.
Até que me veio outra fantasia doida na hora, aproveitando o tesão dos dois.
-Ajoelha...
-Pra quê?...
-Quero fazer uma chuva dourada em você...
-Que é isso?
-Ajoelha, você vai ver.

Ela se ajoelhou, e parece que por precaução, fechou os olhos.
Então comecei a mijar nos peitos dela, enquanto a água do chuveiro caía. Ela abriu os olhos, como se tivesse descobrindo algo que, pelo visto, tava gostando. Foi tanto que ela abriu a boca, e terminei mijando bem fundo nela, mais do que eu conseguia ver.

Ela deixou a água do chuveiro cair no corpo dela também, e começou a me chupar de novo. Tava cheia de vontade, mas dava pra ver que nunca tinha feito muito aquilo. Então falei: "Respira pelo nariz e relaxa a garganta."
Ela conseguiu enfiar quase toda a minha pica, e quando tirava, a baba da boca dela escorria pelos lábios.

Aí peguei ela pelos braços, virei de costas e apalpei a bunda dela. Ela não reagiu, então me afastei, peguei o creme de enxágue e passei na cabeça da minha pica, que tava prestes a explodir, e deixei um pouco pra passar na bunda dela.
Enfiei bem devagar, mas consegui entrar sem causar nenhum dano, então começamos a foder com movimentos mais frequentes, ela flexionava os joelhos acompanhando o movimento da minha pélvis.
Desliguei o chuveiro por um tempo, porque queria ouvir o som da minha rola dentro do cu dela, que era como o som do prazer.
Chegou o momento de isso acabar, então minha ideia era gozar na boca dela, então decidi tirar minha rola do cu dela, também pra ver se não tinha manchas estranhas no meu tronco e na cabeça, que, pra minha surpresa, não tinha.
— Abaixa! — falei pra ela.
Ela se ajoelhou e eu gozei na cara toda dela, no nariz e na boca, passando minha rola grossa e volumosa pelos lábios dela.
Foi assim que, em uns 40 minutos, mais ou menos, tive uma das melhores gozadas da minha vida, acreditem ou não, mesmo que, sinceramente, já tive gozadas melhores, mas pela situação e pelas esperanças do punheteiro de foder com a fantasia dele, nunca se realizariam, por vários motivos.
Um deles, por exemplo, é que ela é minha sogra, e eu achava que isso só acontecia em filme, também porque minha sogra é uma mina maneira, que quando você vê, nem imagina que uma senhora que vai à igreja, só dona de casa e meio antiquada, pudesse entregar tanta vontade e prazer de foder como uma puta.
Essa história é minha história, é bem verdadeira, e quando me pedirem, posso postar mais umas histórias com ela, que são mais excitantes.
Até me atrevo a dizer que, quando ela se animar, vou conseguir postar fotos e vídeos, deixem que, com o tempo, eu possa convencê-la.

Espero que, no geral, vocês tenham gostado, já que é a primeira vez que faço um post, melhor dizendo, que me animo a contar isso, porque a verdade, me excita contar, abraços!!!

15 comentários - Finalmente comi minha sogra... (História real)

La verdad que muy bueno espero que subas mas historias
t deje 10 muy bueno sobretodo me cague de risa x partes ja
ah y q bueno q no alardeaste sobre tu pija porque aca todos la tienen de 21para arriba en sus relatos ja
jajaja siempre hay q ir con la verdad, lo importante es pasarla bien, no desgarrar a alguien jajaja, gracias!
Como dijo el mono mario: cojer, les gusta a todassssssss!!!!!
grandes palabras del filosofo MONO MARIO jaja
muy buen relato, dejo los puntos que me quedan
Wehliot +1
SIiiiiii, porfa, postea mas historias, y alguna foto si ella te lo permite, no?
r8000 +1
gran relato, sólo cambia el color de la fuente.