Vi 22/11
Oi, de volta pra todo mundo, hoje temos a primeira devolutiva da experiência. Na segunda-feira, adicionei meu colega José (consultor externo) no face e ele aceitou. Na quarta, ele me chamou pra tomar uma cerveja perto da casa dele (zona comercial que também fica perto do trabalho). Não aceitei na mesma quarta porque eu e meu namorado (Nico) não estávamos esperando e precisávamos acertar os detalhes e confirmar se íamos dar o passo, então sugeri passar pra sexta. Naquela mesma noite, enquanto ajeitávamos os detalhes com Nico, tivemos uma noite de sexo pegando fogo, imaginando como seria na sexta. Nico até me disse o que vestir: um conjunto simples de fio-dental e sutiã triangular que ele adora.
De qualquer forma, quinta e sexta inteiras, Nico teve uma mistura de sentimentos confusos que geraram nervosismo, angústia, medo e excitação, enquanto eu, apesar de um pouco nervosa, preferia não pensar nisso e focar no trabalho.
Hoje, enquanto eu viajava pro local do encontro, combinamos que ele passaria pra me buscar em casa, então obviamente acabaríamos ficando por lá.
No começo, tivemos uma conversa casual, mas José rapidamente foi pro assunto que interessava. Ele disse que tinha uma teoria que queria confirmar e me beijou de forma apaixonada e meio bruta, que eu tentei suavizar. Falamos sobre as intenções, e ele disse que se as regras estivessem claras desde o início, não tinha problema. Perguntei se ele não se importava de ser usado, e ele disse que não.
Nos beijamos de novo, dessa vez não tão desajeitadamente. Ele passou as mãos pelo meu corpo, da cintura pros meus peitos, e acariciou minhas coxas e minha virilha; tirou minha blusa e desabotoou o sutiã. Enquanto isso, eu acariciei o torso dele, a bunda, a virilha e o pau por cima da calça, e desabotoei um a um os botões da camisa dele a cada passo que dava.
Ele me virou de costas, apertou meus peitos e enfiou os dedos na minha buceta. Buceta molhada enquanto eu me esfregava no pau dele. Quis rebolar nessa posição, mas ele me segurava de um jeito que não me deixava mexer. Ele me levou pro quarto e me deitou na cama, tirando minha calça junto com a tanga, então em nenhum momento ele apreciou o conjunto que o Nico mandou pra eu curtir. Ele comeu minha buceta toda molhada, mas não foi tão gostoso quanto o Nico faz, além de que achei meio curto. Depois disso, ele tirou a calça dele, e eu chupei o pau dele — vocês não imaginam minha surpresa ao perceber que o pau dele era fino (não digo pequeno), afilava na cabeça e não ficava totalmente duro, e olha que eu me esforcei, usei minha língua do jeito que o Nico gosta, e até desenvolvi uma técnica nova que as características dele permitiam.
Ele me colocou de barriga pra cima pra me penetrar direto e rápido com estocadas, coisa que com o Nico pode doer um pouco se eu não tiver dilatado o suficiente; nesse caso, foi suave e as bolas dele balançavam o bastante pra bater no meu períneo, o que foi gostoso, mas não foi estimulante o suficiente. Além disso, a variedade de sensações foi bem escassa; quis mudar de posição e montar nele, mas corria o risco de escapar fácil, então ele me montou de novo, colocando minhas pernas nos ombros dele, num ritmo constante e excitante até o fim. Então não deixei de apreciar, até porque as estocadas dele me davam prazer e não dor.
Depois desse primeiro evento, terminamos muito suados e tomamos um banho juntos, onde uma brincadeira levou a outra, e acabamos, depois de fechar o chuveiro, eu de costas pra ele enquanto ele apertava um peito meu e enfiava os dedos na minha buceta, nos levando a um segundo encontro na cama. Dessa vez foi um pouco mais estimulante: quando chupei o pau dele, ouvi a respiração ofegante dele, que me excitou. Depois de terminar o boquete, ele sugeriu que eu continuasse — primeiro e único elogio em toda a noite. E por outro lado, a penetração foi parecida, mas bem mais gostosa. O que me decepcionou foi não poder trocar de posição, e eu teria gostado de mais alguns elogios.
Depois disso, fomos tomar outro banho, mas dessa vez sem brincadeiras; ficamos um tempinho conversando até que eu vi as horas e pedi pra ele me abrir, desci pra me abrir, mas ele não me acompanhou nem se ofereceu pra me levar até o ponto, o que, mesmo não me importando, teria sido um gesto legal.
Esse post a gente começou a escrever na mesma noite, mas paramos quando fomos transar, e cheguei a começar um quarto encontro na mesma noite, coisa que nunca tinha feito. E continuamos sábado à noite, enquanto eu estava deitada na cama dos meus pais, com um filme pornô da MGM na TV e meu namorado do lado se excitando e me excitando também, não conseguimos terminar porque soltamos umas gozadas espetaculares e agora deixamos pra soltar mais umas.
Oi, de volta pra todo mundo, hoje temos a primeira devolutiva da experiência. Na segunda-feira, adicionei meu colega José (consultor externo) no face e ele aceitou. Na quarta, ele me chamou pra tomar uma cerveja perto da casa dele (zona comercial que também fica perto do trabalho). Não aceitei na mesma quarta porque eu e meu namorado (Nico) não estávamos esperando e precisávamos acertar os detalhes e confirmar se íamos dar o passo, então sugeri passar pra sexta. Naquela mesma noite, enquanto ajeitávamos os detalhes com Nico, tivemos uma noite de sexo pegando fogo, imaginando como seria na sexta. Nico até me disse o que vestir: um conjunto simples de fio-dental e sutiã triangular que ele adora.
De qualquer forma, quinta e sexta inteiras, Nico teve uma mistura de sentimentos confusos que geraram nervosismo, angústia, medo e excitação, enquanto eu, apesar de um pouco nervosa, preferia não pensar nisso e focar no trabalho.
Hoje, enquanto eu viajava pro local do encontro, combinamos que ele passaria pra me buscar em casa, então obviamente acabaríamos ficando por lá.
No começo, tivemos uma conversa casual, mas José rapidamente foi pro assunto que interessava. Ele disse que tinha uma teoria que queria confirmar e me beijou de forma apaixonada e meio bruta, que eu tentei suavizar. Falamos sobre as intenções, e ele disse que se as regras estivessem claras desde o início, não tinha problema. Perguntei se ele não se importava de ser usado, e ele disse que não.
Nos beijamos de novo, dessa vez não tão desajeitadamente. Ele passou as mãos pelo meu corpo, da cintura pros meus peitos, e acariciou minhas coxas e minha virilha; tirou minha blusa e desabotoou o sutiã. Enquanto isso, eu acariciei o torso dele, a bunda, a virilha e o pau por cima da calça, e desabotoei um a um os botões da camisa dele a cada passo que dava.
Ele me virou de costas, apertou meus peitos e enfiou os dedos na minha buceta. Buceta molhada enquanto eu me esfregava no pau dele. Quis rebolar nessa posição, mas ele me segurava de um jeito que não me deixava mexer. Ele me levou pro quarto e me deitou na cama, tirando minha calça junto com a tanga, então em nenhum momento ele apreciou o conjunto que o Nico mandou pra eu curtir. Ele comeu minha buceta toda molhada, mas não foi tão gostoso quanto o Nico faz, além de que achei meio curto. Depois disso, ele tirou a calça dele, e eu chupei o pau dele — vocês não imaginam minha surpresa ao perceber que o pau dele era fino (não digo pequeno), afilava na cabeça e não ficava totalmente duro, e olha que eu me esforcei, usei minha língua do jeito que o Nico gosta, e até desenvolvi uma técnica nova que as características dele permitiam.
Ele me colocou de barriga pra cima pra me penetrar direto e rápido com estocadas, coisa que com o Nico pode doer um pouco se eu não tiver dilatado o suficiente; nesse caso, foi suave e as bolas dele balançavam o bastante pra bater no meu períneo, o que foi gostoso, mas não foi estimulante o suficiente. Além disso, a variedade de sensações foi bem escassa; quis mudar de posição e montar nele, mas corria o risco de escapar fácil, então ele me montou de novo, colocando minhas pernas nos ombros dele, num ritmo constante e excitante até o fim. Então não deixei de apreciar, até porque as estocadas dele me davam prazer e não dor.
Depois desse primeiro evento, terminamos muito suados e tomamos um banho juntos, onde uma brincadeira levou a outra, e acabamos, depois de fechar o chuveiro, eu de costas pra ele enquanto ele apertava um peito meu e enfiava os dedos na minha buceta, nos levando a um segundo encontro na cama. Dessa vez foi um pouco mais estimulante: quando chupei o pau dele, ouvi a respiração ofegante dele, que me excitou. Depois de terminar o boquete, ele sugeriu que eu continuasse — primeiro e único elogio em toda a noite. E por outro lado, a penetração foi parecida, mas bem mais gostosa. O que me decepcionou foi não poder trocar de posição, e eu teria gostado de mais alguns elogios.
Depois disso, fomos tomar outro banho, mas dessa vez sem brincadeiras; ficamos um tempinho conversando até que eu vi as horas e pedi pra ele me abrir, desci pra me abrir, mas ele não me acompanhou nem se ofereceu pra me levar até o ponto, o que, mesmo não me importando, teria sido um gesto legal.
Esse post a gente começou a escrever na mesma noite, mas paramos quando fomos transar, e cheguei a começar um quarto encontro na mesma noite, coisa que nunca tinha feito. E continuamos sábado à noite, enquanto eu estava deitada na cama dos meus pais, com um filme pornô da MGM na TV e meu namorado do lado se excitando e me excitando também, não conseguimos terminar porque soltamos umas gozadas espetaculares e agora deixamos pra soltar mais umas.
3 comentários - Diario de nuestra fantasía (El encuentro con Jose)
me gusto mucho te dejo unos puntos !