ella no sabia que yo la tenia mas grande que su novio

Tudo começou num posto de venda de minutos (o orelhão). Eu ia direto pra ligar e um dia chegou uma mina nova pra atender. Ela me chamou a atenção, baixinha, uns 1,60, branquinha, gordinha, rabuda — era a fantasia, a mina dos sonhos que qualquer um queria.

Bom, eu ia ligar direto, mas sempre que chegava, ela tava cheia de visita, outros gaviões por perto, hahaha. Isso me deixava em desvantagem, claro. Não dava pra ficar muito tempo no telefone, porque eu só ia lá pra fazer recarga de crédito no celular e, de quebra, trocar uma ideia com ela. Depois, descobri que um amigo meu tinha pegado ela, e aí decidi que já tinha perdido aquele rabo.

Mesmo assim, ela sempre que me via ou quando eu chegava pra ligar, me sorria, pegava na minha mão, pedia pra eu ficar conversando um pouco. Mas eu fui meio que me afastando. Depois, ia no orelhão, fazia minha recarga e vazava na hora.

O tempo passou e percebi que ela tinha terminado com meu amigo. Isso me deu ânimo pra chegar nela de novo, mas já era tarde: ela já tava com outro. E pronto, caso perdido. Já não tava nem aí pra aquele rabo. Continuava indo recarregar o celular no orelhão, e ela me atendia bem, sempre puxava papo e me dava conversa.

Um dia, fui com um amigo recarregar e a gente ficou batendo papo. Eu chamei ela pra sair, e ela topou, mas perguntou: "Pra quê?" Eu falei: "Comer alguma coisa e depois a gente vê no que dá." Ela disse que me ligava. Fiquei esperando essa ligação na maior ansiedade, mas nada. Fiquei puto, mas fazer o quê? Os dias foram passando, e meu irmão me disse: "A mulher do orelhão mandou lembranças." Ele contou que da outra vez que eu convidei ela, ela não sentiu segurança, que eu queria levar ela pra comer, mas ela queria era sair pra balada.

Os dias passaram e, um dia, trabalhando, trombei com ela na rua. Ela me chamou, eu fui até ela e a gente ficou uma hora conversando. Ela me contou um monte de problemas dela em casa — morava com uma tia — e também sobre os problemas com o namorado. Disse que ele saía pra beber e deixava ela na mão. Naquele dia, eu falei pra gente se ver depois que ela terminasse de trabalhar. Trabalhar... ela tava desesperada, queria ir pra longe. Me disse que se eu desse um dinheiro pra ela dormir num motel, e eu falei: "Você não quer que eu te acompanhe? Assim a gente pode conversar e tirar suas dúvidas." Ela respondeu que seria bom. Aí nossos olhares se conectaram e eu roubei um beijo dela. Depois falei: "Beleza, vou tomar um banho, a gente se vê daqui a duas horas." Passou uma hora e meia e ela me ligou, dizendo que queria me ver já. Me troquei e saí com ela. Convidei ela pra comer e a gente conversou num parque. Depois decidimos passar a noite num motel. Passamos um tempo vendo TV e nos beijando. Ela parecia não querer ir além, mas viu que eu tava meio chateado, já que tinha sido tão legal com ela. Aí ela montou em mim e começou a me beijar. Tirei a blusa dela e depois o jeans que ela tava usando. Uff, ficou só de calcinha rosa de renda, ficava linda naquele bundinha empinada, branquinha, que dava água na boca. Tirei minha roupa e fiquei só de boxer. Comecei a passar a pica nas nádegas dela, beijando o pescoço, e ela se contorcia de tesão. Quando tirei a calcinha dela e ela tirou meu boxer, percebi que ela ficou estranha, mas depois voltou ao normal, toda quente. Ela montou em mim e se ajustou na minha pica, que tava explodindo. Notei que ela queria me fazer gozar rápido, mas uma das minhas qualidades é que demoro pra gozar. Aquela mulher começou a rebolar como uma louca, mas eu sentia que ela tava desconfortável, mesmo assim insistiu. Eu relaxei e deixei ela fazer tudo, até que ela gozou. Ficou em cima de mim, cansada, com a pica ainda dentro dela pela metade. Peguei as nádegas dela e meti com força, e ela disse: "Devagar, assim não", e saiu de cima. Aí ela virou de barriga pra cima e eu meti devagar, depois com força. Fiquei um tempo nessa. Depois falei: "Vira de bruços." Quando entrei nela, aquela mulher fez uma cara de dor e não aguentou, gritou pra eu parar, que tava doendo. Eu soltei um sorriso e falei: "Nem se eu tivesse uma pica grande." E ela disse, no meio da dor: "Cuidado, e não..." Eu falei: "Como assim, não escutei?" E ela respondeu: "Nada, nada... só que tá doendo, termina rápido." E eu... Pensei que isso te acontece por ser puta, eu tenho uma grande, você não é a primeira que faço gritar e reclamar. E aí continuamos fazendo, meti forte até ela ficar mole por dentro, porque ela tava pedindo, e joguei toda a porra no estômago dela, no umbigo. E quando terminei, fiquei pensando: seu namorado bebendo e você enfiando um pau maior que o dele. Você vai lembrar de mim quando transar com ele, e ele vai te sentir mais funda e larga.

3 comentários - ella no sabia que yo la tenia mas grande que su novio

Es una mierda el relato no se entiende nada jajajajajajajajajaja