Recém-casadinha segunda parte
Eram umas 10 da manhã e, ao acordar, ouviram-se barulhos de um mergulho na piscina. Gaby se levanta e espreita a cabeça pela janela entreaberta, e de novo o barulho. Anda pela sacada e vê sua madrasta Solange nadando na piscina, lindíssima com seus maduros 30 anos, soberba. Seu pai tinha muito bom gosto; ela tinha sido secretária dele desde garota, casada na época. Pelo pai dela, largou tudo e se casou em segundas núpcias com o tano. Ela, quando sai da piscina, vê Gaby e, levantando a mão, diz:
S — Bom dia, Gaby. Vem, a água tá uma delícia.
G — Já vou, Solange.
Ele entrou no quarto e viu Pauli, sua esposa, ainda dormindo na cama com a bundinha pequena levantada, aquela calcinha fio dental preta sumindo entre as bochechas da rabeta. Fazendo o menor barulho possível, pegou sua bermuda e desceu pra piscina. Solange já estava na espreguiçadeira, tomando sol.
S — Vem, Gaby, senta aqui do meu lado. Nossos cônjuges tão dormindo, né?
G — Papai dorme até tarde, não, Solange?
S — É, viu como ele é. Sorte que você é mais cedo, assim me faz companhia. Sabe, deu uma sede, você me traria algo pra beber?
G — Claro, o que você quiser.
S — Pede pras empregadas um mojito, elas fazem maravilhoso, Gaby.
Cinco minutos depois, Gaby levou uma bandeja com dois copos: um com refrigerante e o copo pra Solange.
S — Você não toma mojito, Gaby?
G — Não, de manhã prefiro refrigerante, não quero ficar tonto.
S — Ah, Gaby, às vezes faz bem ficar tonto, sabia? Você me encanta, tão cavalheiro, tão prestativo. Mas sabia que devia mudar em algumas coisas? Por exemplo, essas bermudas que você usa. Olha os slips que seu pai usa.
G — Você acha que eu devia usar algo assim, Solange?
S — Mas claro, Gaby, assim você se queima mais. Olha, vou pegar um dele agora pra você vestir, vai.
G — Como você quiser.
Ela subiu a escada quase correndo e, entrando no quarto, abriu uma gaveta e pegou um slip de banho do tano, entregando pra ele.
S — Aqui, veste isso, Gaby.
G — Sim. agora vou subir e trocar de roupa
s-subir, não seja bobinho, coloca aqui, sou sua mãe, acho que podemos ter confiança, não filho? e outra coisa, o tano ia gostar muito que, em vez de Solange, me chamasse de mamãe, sabe
g-se ele gosta do que você disser, mamãe
s-assim tá melhor, e agora chega mais perto, bebê
ela pegou a bermuda pela cintura dele e foi abaixando, aparecendo a piquitinha do Gaby, deu uma olhada mas claro não dava pra comparar com a do tano, pegou o slip e colocou nele, olhando como ficava, assim marcava mais o volume, claro
s-viu que fica melhor em você, bebê?
g-mas é muito pequenininho, mamãe
s-não seja bobinho, vocês gostam que a gente mostre nossos corpinho, né? bom, a gente gosta de ver o corpinho dos machos, bebê
g-o pai não vai ficar bravo?
s-o tano, deixa comigo, conta que se ele levar a mal, eu sei como acalmar ele, bebê. bom, agora vamos pegar sol
eles sentaram juntos na espreguiçadeira, um do lado do outro, ela de bruços soltou as tirinhas da parte de cima do biquíni pra não ficar marca, e ele de barriga pra cima
s-ai, bebê, você seria tão gentil de passar bronzeador nas minhas costas, céus?
g-claro, Solange... perdão, mamãe
s-mmm, assim, bebê, que mãozinha macia você tem, love. é, massageia meu pescoço que tá meio tenso
g-você gosta do jeito que eu faço?
s-adoro, você vai ser meu massagista oficial, bebê
Enquanto isso rolava na piscina, nos quartos do primeiro andar, o tano se levantou e entrou no quarto do filho, encontrando a Pauli com a bundinha pequena em pé de thong e babydoll. Ele parou na beirada da cama e começou a acariciar a bunda dela, e a Pauli começou a ronronar sem saber quem era
p-não, bebê, me deixa pra amanhã cedo, love
ele agora meteu um dedinho entre as dobras do thong dela, tocando a buceta
p-mmmm, bebê, você vai me deixar toda molhada, love
Nisso, o tano se aproxima do ouvido da Pauli e diz
d-vou te molhar eu, garota divina, lembra que você me deve algo
ela se assustou e olhou pra ele
p-o que você tá fazendo aqui? é louco? se nos virem
d-não se assusta Love, sabe que papi sempre tem tudo sob controle. Não tá nem seu maridinho nem minha esposa, bebê.
P: Onde eles foram?
D: Vem cá, olha pela janela, Pauli.
Ele pegou a mão dela e a levou até as espreguiçadeiras. Gaby continuava passando creme nas costas de Solange, sem sutiã. Sentiu o Tano encostando a tiny ass nela.
D: Não é uma cena fofa, bebê? O filhinho cuidando da mamãe.
P: E você não se incomoda?
D: Por que eu vou me incomodar, se é o que eu quero? Assim posso ficar com você, e ela pode se dar um gostinho com um pivete. Mas não se preocupa, vou ver se deixo ele comer ela. Por enquanto, ela tem permissão pra esquentar ele. A ordem final quem dá sou eu, entendeu, girl?
Nisso, senti ele apertar forte uma bunda minha e me pressionar contra a janela, encaixando bem a pica dura dele.
P: Que safado que você é, papi. E que poder você tem.
D: Muito safadinho, love. Do jeito que as menininhas como você gostam.
P: Tudo é do seu jeito, papi?
D: Tudo e todas fazem o que papi quer. Pra isso eu pago, bebê. Solange tem uma vida de rainha, e seu maridinho também. E você quer entrar na corte ou não?
Ele me virou e me beijou com a língua bem fundo.
P: Que homem que você é, papi. Não consigo parar de pensar em você à noite, quando tô com o Gaby.
D: Mmmm... o que a minha neném quer? Um homem de verdade, não é?
Ele levou minha mão até a pica dele, já dura.
P: Ai, papi, que grandona.
D: A neném quer grandona, não quer?
P: Siiiiim, a sua. A do Gaby não chega nem perto, papi.
D: Claro, love. O original é único, as outras são cópias, bebê. Vira e olha pra eles enquanto eu te como, bebê.
Agora ele tava de novo atrás de mim, me apoiando, só que dessa vez tinha tirado a pica do slip e passava entre minhas pernas. Minha calcinha já tava no chão. Minha buceta soltava muitos suquinhos. A cena já era dantesca na piscina: Gaby massageando Solange, e eu aqui em cima comendo com meu sogro.
D: Olha com que dedicação seu marido passa creminho nas costas da minha esposa, bebê.
P: Mmmm, siiiim. E ela parece que tá gostando, papi.
D: Não se preocupa... Equivoquei, ele só brinca um pouquinho, mas vai ficar doidinho, amor
Enquanto na piscina
S-hmmmmm assim, coração, que bem que você faz, desce um pouquinho mais, agora por toda minha costinha, céu
G-assim, mamãe
S-sisisi, você faz muito bem, mais pra baixo, vai, continua
G-que corpo gostoso você tem, mamãe
S-você não sabe o quanto eu sofro na academia e me cuido na comida, a tiny ass também, Gaby, não para, não quero que irrite com o sol
Gaby parou, não sabia o que fazer, tinha medo que o pai dela ficasse bravo. Ela se ergueu um pouco e olhou nos olhos dele, com o sutiã desabotoado, os peitos apareceram túrgidos na frente dele, com uns bicos duros e umas auréolas eriçadas. Ela, ao ver o que ele não conseguia deixar de olhar, sorriu e com a língua molhou os lábios.
S-vai, te falei uma coisa, passa no meu booty, bebê, e não se preocupa com seu pai, a gente tá
G-tá bom, mamãe
Ele agora passava creme naquela tiny ass linda, maior que a da Pauli, claro. Ela, ao sentir, levantou mais a tiny ass.
S-hmmmmm, meu bebê, como você faz bem
G-você gosta, mamãe?
S-muito, bebê, e você, dá pra ver que também gosta, olha como seu slip ficou
G-me desculpa, Solange, é que você é muito gostosa, sabe
S-pra mim é um elogio um cara como você reparar em mim, bebê
Na janela, os dois pombinhos viam tudo, mas a Pauli já tinha parte da cock do Tano na pussy dela.
D-ummmmmmm, neném, como eu queria estar de novo nessa pussy divina
P-como você me come, filho da puta, me abre toda
D-sim, amor, de quem é essa pussy?
P-sua, Tano, filho da puta
D-assim que eu gosto, neném, e seu marido, amor? Olha ele passando a mão na tiny ass da minha esposa
P-ele vai foder ela?
D-por enquanto ela tá enrolando ele um pouquinho, depois a gente vê, e a Gaby vai aceitar que eu te coma na frente dele, neném
P-como você me deixa tesuda, safado, tô convencendo ele, já quase consegui, papai. Você gostaria que ele pedisse?
D-claro, bebê, que ele peça pro papai comer a esposa dele, não é fofo isso?
P-você é um filho da puta
D-mas como você sente na sua pussy, não é, neném? p-acaba, papai, me dá toda sua porra, não aguento mais, mmmmmm, já, por favor, tudaaaaaaa, me enche
ela sentiu ele empurrando mais e, assim, de pé contra a vidraça, ele descarregou toda a porra na buceta da nora
d-aí está, neném, bem cheinha pelo papai, e agora vamos descer pra piscina, love
Eram umas 10 da manhã e, ao acordar, ouviram-se barulhos de um mergulho na piscina. Gaby se levanta e espreita a cabeça pela janela entreaberta, e de novo o barulho. Anda pela sacada e vê sua madrasta Solange nadando na piscina, lindíssima com seus maduros 30 anos, soberba. Seu pai tinha muito bom gosto; ela tinha sido secretária dele desde garota, casada na época. Pelo pai dela, largou tudo e se casou em segundas núpcias com o tano. Ela, quando sai da piscina, vê Gaby e, levantando a mão, diz:
S — Bom dia, Gaby. Vem, a água tá uma delícia.
G — Já vou, Solange.
Ele entrou no quarto e viu Pauli, sua esposa, ainda dormindo na cama com a bundinha pequena levantada, aquela calcinha fio dental preta sumindo entre as bochechas da rabeta. Fazendo o menor barulho possível, pegou sua bermuda e desceu pra piscina. Solange já estava na espreguiçadeira, tomando sol.
S — Vem, Gaby, senta aqui do meu lado. Nossos cônjuges tão dormindo, né?
G — Papai dorme até tarde, não, Solange?
S — É, viu como ele é. Sorte que você é mais cedo, assim me faz companhia. Sabe, deu uma sede, você me traria algo pra beber?
G — Claro, o que você quiser.
S — Pede pras empregadas um mojito, elas fazem maravilhoso, Gaby.
Cinco minutos depois, Gaby levou uma bandeja com dois copos: um com refrigerante e o copo pra Solange.
S — Você não toma mojito, Gaby?
G — Não, de manhã prefiro refrigerante, não quero ficar tonto.
S — Ah, Gaby, às vezes faz bem ficar tonto, sabia? Você me encanta, tão cavalheiro, tão prestativo. Mas sabia que devia mudar em algumas coisas? Por exemplo, essas bermudas que você usa. Olha os slips que seu pai usa.
G — Você acha que eu devia usar algo assim, Solange?
S — Mas claro, Gaby, assim você se queima mais. Olha, vou pegar um dele agora pra você vestir, vai.
G — Como você quiser.
Ela subiu a escada quase correndo e, entrando no quarto, abriu uma gaveta e pegou um slip de banho do tano, entregando pra ele.
S — Aqui, veste isso, Gaby.
G — Sim. agora vou subir e trocar de roupa
s-subir, não seja bobinho, coloca aqui, sou sua mãe, acho que podemos ter confiança, não filho? e outra coisa, o tano ia gostar muito que, em vez de Solange, me chamasse de mamãe, sabe
g-se ele gosta do que você disser, mamãe
s-assim tá melhor, e agora chega mais perto, bebê
ela pegou a bermuda pela cintura dele e foi abaixando, aparecendo a piquitinha do Gaby, deu uma olhada mas claro não dava pra comparar com a do tano, pegou o slip e colocou nele, olhando como ficava, assim marcava mais o volume, claro
s-viu que fica melhor em você, bebê?
g-mas é muito pequenininho, mamãe
s-não seja bobinho, vocês gostam que a gente mostre nossos corpinho, né? bom, a gente gosta de ver o corpinho dos machos, bebê
g-o pai não vai ficar bravo?
s-o tano, deixa comigo, conta que se ele levar a mal, eu sei como acalmar ele, bebê. bom, agora vamos pegar sol
eles sentaram juntos na espreguiçadeira, um do lado do outro, ela de bruços soltou as tirinhas da parte de cima do biquíni pra não ficar marca, e ele de barriga pra cima
s-ai, bebê, você seria tão gentil de passar bronzeador nas minhas costas, céus?
g-claro, Solange... perdão, mamãe
s-mmm, assim, bebê, que mãozinha macia você tem, love. é, massageia meu pescoço que tá meio tenso
g-você gosta do jeito que eu faço?
s-adoro, você vai ser meu massagista oficial, bebê
Enquanto isso rolava na piscina, nos quartos do primeiro andar, o tano se levantou e entrou no quarto do filho, encontrando a Pauli com a bundinha pequena em pé de thong e babydoll. Ele parou na beirada da cama e começou a acariciar a bunda dela, e a Pauli começou a ronronar sem saber quem era
p-não, bebê, me deixa pra amanhã cedo, love
ele agora meteu um dedinho entre as dobras do thong dela, tocando a buceta
p-mmmm, bebê, você vai me deixar toda molhada, love
Nisso, o tano se aproxima do ouvido da Pauli e diz
d-vou te molhar eu, garota divina, lembra que você me deve algo
ela se assustou e olhou pra ele
p-o que você tá fazendo aqui? é louco? se nos virem
d-não se assusta Love, sabe que papi sempre tem tudo sob controle. Não tá nem seu maridinho nem minha esposa, bebê.
P: Onde eles foram?
D: Vem cá, olha pela janela, Pauli.
Ele pegou a mão dela e a levou até as espreguiçadeiras. Gaby continuava passando creme nas costas de Solange, sem sutiã. Sentiu o Tano encostando a tiny ass nela.
D: Não é uma cena fofa, bebê? O filhinho cuidando da mamãe.
P: E você não se incomoda?
D: Por que eu vou me incomodar, se é o que eu quero? Assim posso ficar com você, e ela pode se dar um gostinho com um pivete. Mas não se preocupa, vou ver se deixo ele comer ela. Por enquanto, ela tem permissão pra esquentar ele. A ordem final quem dá sou eu, entendeu, girl?
Nisso, senti ele apertar forte uma bunda minha e me pressionar contra a janela, encaixando bem a pica dura dele.
P: Que safado que você é, papi. E que poder você tem.
D: Muito safadinho, love. Do jeito que as menininhas como você gostam.
P: Tudo é do seu jeito, papi?
D: Tudo e todas fazem o que papi quer. Pra isso eu pago, bebê. Solange tem uma vida de rainha, e seu maridinho também. E você quer entrar na corte ou não?
Ele me virou e me beijou com a língua bem fundo.
P: Que homem que você é, papi. Não consigo parar de pensar em você à noite, quando tô com o Gaby.
D: Mmmm... o que a minha neném quer? Um homem de verdade, não é?
Ele levou minha mão até a pica dele, já dura.
P: Ai, papi, que grandona.
D: A neném quer grandona, não quer?
P: Siiiiim, a sua. A do Gaby não chega nem perto, papi.
D: Claro, love. O original é único, as outras são cópias, bebê. Vira e olha pra eles enquanto eu te como, bebê.
Agora ele tava de novo atrás de mim, me apoiando, só que dessa vez tinha tirado a pica do slip e passava entre minhas pernas. Minha calcinha já tava no chão. Minha buceta soltava muitos suquinhos. A cena já era dantesca na piscina: Gaby massageando Solange, e eu aqui em cima comendo com meu sogro.
D: Olha com que dedicação seu marido passa creminho nas costas da minha esposa, bebê.
P: Mmmm, siiiim. E ela parece que tá gostando, papi.
D: Não se preocupa... Equivoquei, ele só brinca um pouquinho, mas vai ficar doidinho, amor
Enquanto na piscina
S-hmmmmm assim, coração, que bem que você faz, desce um pouquinho mais, agora por toda minha costinha, céu
G-assim, mamãe
S-sisisi, você faz muito bem, mais pra baixo, vai, continua
G-que corpo gostoso você tem, mamãe
S-você não sabe o quanto eu sofro na academia e me cuido na comida, a tiny ass também, Gaby, não para, não quero que irrite com o sol
Gaby parou, não sabia o que fazer, tinha medo que o pai dela ficasse bravo. Ela se ergueu um pouco e olhou nos olhos dele, com o sutiã desabotoado, os peitos apareceram túrgidos na frente dele, com uns bicos duros e umas auréolas eriçadas. Ela, ao ver o que ele não conseguia deixar de olhar, sorriu e com a língua molhou os lábios.
S-vai, te falei uma coisa, passa no meu booty, bebê, e não se preocupa com seu pai, a gente tá
G-tá bom, mamãe
Ele agora passava creme naquela tiny ass linda, maior que a da Pauli, claro. Ela, ao sentir, levantou mais a tiny ass.
S-hmmmmm, meu bebê, como você faz bem
G-você gosta, mamãe?
S-muito, bebê, e você, dá pra ver que também gosta, olha como seu slip ficou
G-me desculpa, Solange, é que você é muito gostosa, sabe
S-pra mim é um elogio um cara como você reparar em mim, bebê
Na janela, os dois pombinhos viam tudo, mas a Pauli já tinha parte da cock do Tano na pussy dela.
D-ummmmmmm, neném, como eu queria estar de novo nessa pussy divina
P-como você me come, filho da puta, me abre toda
D-sim, amor, de quem é essa pussy?
P-sua, Tano, filho da puta
D-assim que eu gosto, neném, e seu marido, amor? Olha ele passando a mão na tiny ass da minha esposa
P-ele vai foder ela?
D-por enquanto ela tá enrolando ele um pouquinho, depois a gente vê, e a Gaby vai aceitar que eu te coma na frente dele, neném
P-como você me deixa tesuda, safado, tô convencendo ele, já quase consegui, papai. Você gostaria que ele pedisse?
D-claro, bebê, que ele peça pro papai comer a esposa dele, não é fofo isso?
P-você é um filho da puta
D-mas como você sente na sua pussy, não é, neném? p-acaba, papai, me dá toda sua porra, não aguento mais, mmmmmm, já, por favor, tudaaaaaaa, me enche
ela sentiu ele empurrando mais e, assim, de pé contra a vidraça, ele descarregou toda a porra na buceta da nora
d-aí está, neném, bem cheinha pelo papai, e agora vamos descer pra piscina, love
14 comentários - Recém-casadinha parte 2
Te felicito
El poder arbitrario constituye una tentación natural para un príncipe, como el vino o las mujeres para un hombre joven, o el soborno para un juez, o la avaricia para el viejo, o la vanidad para la mujer.
sigue así y jamas pierdas la humildad, solo los grandes dan las gracias.