Recém-casadinha primeira parte
Quando voltamos do Caribe da nossa lua de mel maravilhosa, a Gaby tinha se comportado super bem comigo, uff, um doce, atencioso em todos os detalhes, toda apaixonada pelo meu maridinho. Ele me mimou, cuidou e protegeu demais, me dando todos os agradinhos que eu queria. Tava super feliz, não poderia desejar outro homem pra ser meu marido. Bom, você disse que chegamos em Ezeiza e, ao sair da imigração, estavam nos esperando no saguão meu sogro Damián e a nova esposa dele, Solange. A Gaby, quando viu eles, ficou super feliz, na hora cumprimentou o pai com um abraço e um beijo, e fez o mesmo com a madrasta. Ela tava radiante, mais bronzeada do que eu, que tinha ido pro Caribe. Quando terminaram, chegou minha vez. Claro, beijei a bochecha do Damián e sentir a mão forte dele na minha cintura me apertando, um arrepio percorreu minha coluna, uff, me lembro e me excita. Me afastei dele e cumprimentei minha sogrinha com um beijinho na bochecha também, os cumprimentos de cortesia. Todo mundo no carro do Damián, eles dois na frente e nós, pombinhos, atrás. Vale dizer que eu tava vestidinha bem confortável, com umas calcinhas coladas no corpo, cinzas, uma regatinha curta com a barriguinha de fora e uma chapinha na mão. A Gaby de moletom e o Damián de elegante esporte, paletó e camisa social, e a Solange com um vestidinho mini bem certinho, uma modelo. Quando já tínhamos andado uns 30 minutos, a Gaby olhando pela janela pergunta ao pai:
G – Mas pra onde a gente vai, pai?
D – É uma surpresa, filho, e olha cúmplice pra Solange.
S – Você já conhece seu pai, pro filho adorado dele, tudo.
Uns 20 minutos depois, estávamos entrando num condomínio super seleto da zona norte. Fomos pra uma área pouco povoada do mesmo e abre um portão de uma garagem embaixo do térreo. O carro entra e o Damián começa a descer as malas.
D – Vão subindo vocês. Solange, mostra o caminho, love.
S – Sigam-me, é por aqui, galera. E a gente segue ela. O térreo: uma sala média com sofás e uma janelona enorme, e uma sala de jantar mais atrás. — O que vocês vão tomar, garotos?
— Tô morrendo de sede. Um suco, Solange.
— E você, Pauli?
— Uma bebida com álcool, bem gelada.
— Bom, parece que você é das minhas.
Solange chama a criadagem. Duas empregadas recebem o pedido e vão pra cozinha, que ficava no mesmo andar. Nisso, sobe o Damian.
— E aí, gostaram, garotos?
— Essa casa é linda, pai.
— E você, Pauli, o que acha?
— Pra ser sincera, não tenho palavras. É um verdadeiro sonho.
— E isso que vocês ainda não viram nada. Vem, subam por aqui, me sigam.
Ele nos levou pro primeiro e último andar: uma sala menor, com dois sofás de frente um pro outro e duas portas.
— Esse aqui é mais íntimo. A criadagem só sobe aqui pra limpar ou trazer algum pedido.
Nisso, sobe uma das empregadas com os pedidos: quatro copos, que ela coloca na mesinha de centro na frente da janela, entre os dois sofás. Eles sentam na nossa frente e o Damian propõe um brinde.
— Pra que a gente possa viver como uma grande família junto, pelo tempo que vocês quiserem.
E ele olha pro Gabriel e oferece pra brindar.
— Claro, pai, como você quiser.
— Olhando pra mim agora, Pauli?
Ele me olhou de cima a baixo, e eu também.
— Claro, papai, como você quiser.
— Solange, amor?
— Sabe que seus pedidos são ordens, Tano.
Ele pegou ela pela cintura e enfiou a língua na boca da esposa. E o Gaby, vendo aquilo, fez o mesmo comigo.
— E agora, por que você não leva nosso filho pra ver nosso quarto, Solange? Enquanto eu faço o mesmo com o quarto dos garotos. Que tal, amor?
— Claro, Tano. Vem, Gaby, me segue.
Ela pegou ele pela mão e levou pela porta da direita. Eu fiquei parada, olhando pro Tano, como a Solange chamava ele.
— Quer que eu mostre o ninho de vocês?
— Claro, por favor.
Ele me pega pela mão e me leva pela porta da esquerda. Entramos num quarto com uma janelona enorme com sacada, uma cama no centro. Do lado, ele me leva a um banheiro com todo conforto: um espelhão na parede e no teto. Vendo o que eu tava olhando, ele fala:
— São os dois. Quarto igual, cê gosta, Pauli?
P – Adoro, é tipo continuar em lua de mel, papai.
D – É isso que eu espero, gostosa. Vem cá, vamos pra sacada.
Eu acompanhei ele. Era uma sacada-terraço imensa com vista pra um parque nos fundos, separada do outro quarto por uma divisória de acrílico de 180m. No jardim, uma piscina com um jacuzzi no fundo. Apoiei na grade olhando a piscina, e ele ficou atrás de mim, com as mãos também na grade, sussurrando no meu ouvido:
D – Isso tudo é pra minha neném, love. Cê gosta?
Nisso, senti ele começando a colar na minha bunda pequenininha. Mmmm...
P – Não sei, papai... não é demais?
D – Aprende de uma vez, neném. Nada é demais pro meu filho e a esposa linda dele.
P – Tenho medo de não dar conta de tanta atenção.
D – Se deixa levar pelo papai.
Agora ele tinha as mãos na minha cintura, e eu empinei a bundinha pra sentir mais ele entre minhas nádegas. Tava durasso.
P – Do jeito que cê quiser, papai.
Nisso, ouvimos vozes na outra sacada. Eram Gaby e Solange, que também saíram pra ver o visual. Quando sentiram a gente, Damian se afastou de mim. Quando elas apareceram na grade ao lado, eu falei pra Gaby:
P – É lindo, né, love?
G – Sim, meu love, muito lindo.
D – Bom, vamos pra sala?
S – Claro, tano.
Almoçamos e a tarde passamos os quatro na piscina. Nós duas de fio-dental e uma blusinha minúscula em cima, e eles: Damian de sunga brasileira e Gaby de bermuda comprida. Depois, um banho e fomos jantar no salão de baixo, com as empregadas preparando tudo. Nós, umas rainhas; eles, de esporte fino; nós, de vestido na altura da coxa. Eu sentadinha do lado do Gaby e na frente o tano, com Solange do lado do maridinho dela. A conversa foi sobre tudo: trabalho, assuntos banais de qualquer família. Até que chegou a sobremesa e o tano pediu pra servirem lá em cima, no living íntimo, que de noite parecia uma balada: luz baixa e música romântica. Quatro doses de conhaque com muito álcool, e o tano puxou Solange pra dançar, ela toda se achando, e ele falando umas coisas no ouvido dela. Ao pé do ouvido, eu, Delosa, levo a Gaby pra pista simulada e aperto ele todinho. Naquela altura, só pensava na pica do Tano contra a barriguinha da Solane — que sorte que essa filha da puta tinha. Daqui a pouco, leva ele pro quarto e fecha a porta. Gaby já tava me dando beijinhos no pescoço.
P: — Vamo, bebê, estrear a caminha.
G: — Claro, love, vamo.
Ele me pega pela mão, entramos e também fechamos a porta. As janelas da sacada também tavam fechadas. Coloco um babydoll preto que combina com minha calcinha fio dental e, ao sair do banheiro, ronrono pra Gaby:
P: — Vem, bebê, se comporta com sua mulherzinha. Me dá muito prazer, love.
Ele tava de cueca preta, bem inchada. Me para na frente do espelho, ele atrás de mim, encosta a pica na minha bunda e pega nos meus peitos por trás. Me beija o pescoço, e eu deixo ele fazer, rebolando minha bundinha contra ele.
P: — Assim, bebê, beija meu pescoço e desce pelas costas, do jeito que a mamãe gosta.
Ele começou a lamber toda a minha coluna, se abaixando e ficando de joelhos com a carinha entre minhas coxas. Eu adorava aquilo. Já com a mãozinha, me acariciava o clitóris, batendo uma punheta daquelas. Ele afasta minha calcinha e sinto a linguinha dele no meu cuzinho.
P: — Mmmmm, sim, bebê, beija bem minha bundinha, love. Cê gosta, céu, da minha bundinha?
G: — Sim, mami, é linda.
P: — Então passa bem a linguinha, céu. Sê um maridinho atento.
Eu rebolava a bundinha e tava quase explodindo quando me deu outra ideia. Durante a lua de mel, a gente tinha ido num sexshop e comprado uns brinquedinhos, e me deu uma vontade.
P: — Papi, sabe o que a nena quer agora?
G: — O quê, love?
P: — Que a gente brinque com um brinquedinho. Me dá, papi?
G: — Mas agora?
P: — Bom, se te incomoda tanto, a gente deixa pra lá.
G: — Não, tá bem. Não fica brava, love.
P: — Mm, assim é melhor, céu. Pega ele e me espera na caminha.
Fui na minha mala e peguei uma pica de borracha grandona que me lembrava a do meu sogro. Me aproximei da cama e entreguei pra Gaby.
P: — Aqui, love. Me dá prazer com essa pica, papi.
G: — Mmm, ela... quer chupar, neninha?
p-siiii a neninha quer cock na boquinha
ele encostou em mim e eu passava a linguinha como se fosse um sorvetinho
p-que grandona é, papi, não é igual a sua, love?
g.e a neninha gosta de outra cock grandona?
p-não fica bravo, papi, mas siiiiiim, muito
g-vamos dar um nome como a gente fazia na lua de mel?
p-papi?, você quer? te excita isso, love?
g-muito, igual a você, neninha, lembra do maître negro do hotel? John, chamava, né?
p-mmmmm como ele me comeu, papi, quantas noites
g-claro, amor, quer que o John te coma de novo?
p-não, papi, ele tá longe, não me inspira alguém tão longe, tem que ser uma cock mais pertinho, love
g.mais pertinho tá a minha, mas pra você é pequena
p-tem razão, bebê
g-embora hoje na piscina você olhava outra cock, me pareceu, né?
p-de quem você tá falando, bebê?
g-ah, não tem muito o que investigar, tinha dois homens, love: eu e meu pai, e eu não sou?
Eu suspirava cada vez mais ofegante
g-acaricia minha pussy com essa cock, bebê
Ele puxou a tanga e começou a passar nos meus lábios externos, e eu imaginava aquela cock fazendo isso, e ele falando no meu ouvido
g.assim, love, te passa essa cock, mamita
p-siiii, safado, passa ela, você tá me deixando louca
g-você imagina ela, slut?
p-não sei do que você tá falando, bebê
g-da mesma coisa que a gente tava falando antes, que nome vamos dar pra essa cock
p-não sei, bebê, põe você
g-é que você tem que querer ela, céu?
p-e você tem que me deixar, bebê
g-sabe que eu consinto tudo, tudo, love
Ele já brincava com a ponta dessa pica na entradinha da minha pussy e me fazia desejar, apertava um pouquinho e se afastava, me deixava doida
p-vai, me come, bebê
g-não é seu bebê, quem vai te foder? pede pra ele, fala o nome e ele te come
p-tá bom, você quis, guy, me come, tano, come a sua nora
Ele então meteu a cock na minha pussy
g-você é uma pervertida, filha de slut
p-claro, porque você pensava em quem? hein, fala agora, sincera comigo, diz o nomezinho —essa pica que tá me comendo, vai, fala aí, seu punheteiro?
g—pai, pai
p—meu amor, você também fantasia com a pica dele na minha buceta, bebê?
g—sim, Pauli, desde o dia que vi como ele passava a mão na sua raba enquanto vocês dançavam
p—mmmm, love, olha como seu pintinho ficou duro, bebê
g—tá preparada, viu, Pauli
era eu que tava falando no ouvido dele e batendo uma pra ele agora
p—mmm, love, você vai deixar seu pai me comer, bebê?
g—eu faço tudo que ele mandar, love
p—não foi isso que eu perguntei, bebê, eu perguntei se você quer que ele me coma, você vai me entregar, love? vai entregar sua esposa grávida pro seu pai?
g—ah, Pauli, não faço outra coisa a não ser imaginar você com a pica dele na sua buceta, sabe
p—ummmm, bebê, como você me deixa molhada, quer fazer isso de verdade?
g—siiiiiiiiiiiiiiim, vamos fazer, love
p—olha como você goza, seu pncetinha, sabe que disso não vamos ter volta, né?
g—me ajuda, love
p—claro, bebê, mamãe vai te fazer muito feliz, mas você tem que ser muito obediente, bebê
peguei a cabecinha dele e coloquei no meu peito
p—assim, meu love, mama o peito da mamãe, meu lindo bebê quer ter uma mamãe bem putinha, não quer?
g—ah, não sei, Pauli
p—me responde, seu idiota, quer ou não?
g—sim, sim, não fica brava, céu
p—então fala o que você quer que a mamãe faça, vamos ver se aprendeu?
g—quero que você coma o meu pai
p—mmm, sim, bebê, só vou fazer porque você tá me pedindo, sabe, mas com uma condição?
g—qual, Pauli?
p—você vai ter que pedir pro seu pai me comer e guiar a pica dele até minha buceta
g—você é louca?
p—sim, igual você, a gente faz assim ou não faz, você decide, me fala quando tiver decidido, um beijinho, love, boa noite
Quando voltamos do Caribe da nossa lua de mel maravilhosa, a Gaby tinha se comportado super bem comigo, uff, um doce, atencioso em todos os detalhes, toda apaixonada pelo meu maridinho. Ele me mimou, cuidou e protegeu demais, me dando todos os agradinhos que eu queria. Tava super feliz, não poderia desejar outro homem pra ser meu marido. Bom, você disse que chegamos em Ezeiza e, ao sair da imigração, estavam nos esperando no saguão meu sogro Damián e a nova esposa dele, Solange. A Gaby, quando viu eles, ficou super feliz, na hora cumprimentou o pai com um abraço e um beijo, e fez o mesmo com a madrasta. Ela tava radiante, mais bronzeada do que eu, que tinha ido pro Caribe. Quando terminaram, chegou minha vez. Claro, beijei a bochecha do Damián e sentir a mão forte dele na minha cintura me apertando, um arrepio percorreu minha coluna, uff, me lembro e me excita. Me afastei dele e cumprimentei minha sogrinha com um beijinho na bochecha também, os cumprimentos de cortesia. Todo mundo no carro do Damián, eles dois na frente e nós, pombinhos, atrás. Vale dizer que eu tava vestidinha bem confortável, com umas calcinhas coladas no corpo, cinzas, uma regatinha curta com a barriguinha de fora e uma chapinha na mão. A Gaby de moletom e o Damián de elegante esporte, paletó e camisa social, e a Solange com um vestidinho mini bem certinho, uma modelo. Quando já tínhamos andado uns 30 minutos, a Gaby olhando pela janela pergunta ao pai:
G – Mas pra onde a gente vai, pai?
D – É uma surpresa, filho, e olha cúmplice pra Solange.
S – Você já conhece seu pai, pro filho adorado dele, tudo.
Uns 20 minutos depois, estávamos entrando num condomínio super seleto da zona norte. Fomos pra uma área pouco povoada do mesmo e abre um portão de uma garagem embaixo do térreo. O carro entra e o Damián começa a descer as malas.
D – Vão subindo vocês. Solange, mostra o caminho, love.
S – Sigam-me, é por aqui, galera. E a gente segue ela. O térreo: uma sala média com sofás e uma janelona enorme, e uma sala de jantar mais atrás. — O que vocês vão tomar, garotos?
— Tô morrendo de sede. Um suco, Solange.
— E você, Pauli?
— Uma bebida com álcool, bem gelada.
— Bom, parece que você é das minhas.
Solange chama a criadagem. Duas empregadas recebem o pedido e vão pra cozinha, que ficava no mesmo andar. Nisso, sobe o Damian.
— E aí, gostaram, garotos?
— Essa casa é linda, pai.
— E você, Pauli, o que acha?
— Pra ser sincera, não tenho palavras. É um verdadeiro sonho.
— E isso que vocês ainda não viram nada. Vem, subam por aqui, me sigam.
Ele nos levou pro primeiro e último andar: uma sala menor, com dois sofás de frente um pro outro e duas portas.
— Esse aqui é mais íntimo. A criadagem só sobe aqui pra limpar ou trazer algum pedido.
Nisso, sobe uma das empregadas com os pedidos: quatro copos, que ela coloca na mesinha de centro na frente da janela, entre os dois sofás. Eles sentam na nossa frente e o Damian propõe um brinde.
— Pra que a gente possa viver como uma grande família junto, pelo tempo que vocês quiserem.
E ele olha pro Gabriel e oferece pra brindar.
— Claro, pai, como você quiser.
— Olhando pra mim agora, Pauli?
Ele me olhou de cima a baixo, e eu também.
— Claro, papai, como você quiser.
— Solange, amor?
— Sabe que seus pedidos são ordens, Tano.
Ele pegou ela pela cintura e enfiou a língua na boca da esposa. E o Gaby, vendo aquilo, fez o mesmo comigo.
— E agora, por que você não leva nosso filho pra ver nosso quarto, Solange? Enquanto eu faço o mesmo com o quarto dos garotos. Que tal, amor?
— Claro, Tano. Vem, Gaby, me segue.
Ela pegou ele pela mão e levou pela porta da direita. Eu fiquei parada, olhando pro Tano, como a Solange chamava ele.
— Quer que eu mostre o ninho de vocês?
— Claro, por favor.
Ele me pega pela mão e me leva pela porta da esquerda. Entramos num quarto com uma janelona enorme com sacada, uma cama no centro. Do lado, ele me leva a um banheiro com todo conforto: um espelhão na parede e no teto. Vendo o que eu tava olhando, ele fala:
— São os dois. Quarto igual, cê gosta, Pauli?
P – Adoro, é tipo continuar em lua de mel, papai.
D – É isso que eu espero, gostosa. Vem cá, vamos pra sacada.
Eu acompanhei ele. Era uma sacada-terraço imensa com vista pra um parque nos fundos, separada do outro quarto por uma divisória de acrílico de 180m. No jardim, uma piscina com um jacuzzi no fundo. Apoiei na grade olhando a piscina, e ele ficou atrás de mim, com as mãos também na grade, sussurrando no meu ouvido:
D – Isso tudo é pra minha neném, love. Cê gosta?
Nisso, senti ele começando a colar na minha bunda pequenininha. Mmmm...
P – Não sei, papai... não é demais?
D – Aprende de uma vez, neném. Nada é demais pro meu filho e a esposa linda dele.
P – Tenho medo de não dar conta de tanta atenção.
D – Se deixa levar pelo papai.
Agora ele tinha as mãos na minha cintura, e eu empinei a bundinha pra sentir mais ele entre minhas nádegas. Tava durasso.
P – Do jeito que cê quiser, papai.
Nisso, ouvimos vozes na outra sacada. Eram Gaby e Solange, que também saíram pra ver o visual. Quando sentiram a gente, Damian se afastou de mim. Quando elas apareceram na grade ao lado, eu falei pra Gaby:
P – É lindo, né, love?
G – Sim, meu love, muito lindo.
D – Bom, vamos pra sala?
S – Claro, tano.
Almoçamos e a tarde passamos os quatro na piscina. Nós duas de fio-dental e uma blusinha minúscula em cima, e eles: Damian de sunga brasileira e Gaby de bermuda comprida. Depois, um banho e fomos jantar no salão de baixo, com as empregadas preparando tudo. Nós, umas rainhas; eles, de esporte fino; nós, de vestido na altura da coxa. Eu sentadinha do lado do Gaby e na frente o tano, com Solange do lado do maridinho dela. A conversa foi sobre tudo: trabalho, assuntos banais de qualquer família. Até que chegou a sobremesa e o tano pediu pra servirem lá em cima, no living íntimo, que de noite parecia uma balada: luz baixa e música romântica. Quatro doses de conhaque com muito álcool, e o tano puxou Solange pra dançar, ela toda se achando, e ele falando umas coisas no ouvido dela. Ao pé do ouvido, eu, Delosa, levo a Gaby pra pista simulada e aperto ele todinho. Naquela altura, só pensava na pica do Tano contra a barriguinha da Solane — que sorte que essa filha da puta tinha. Daqui a pouco, leva ele pro quarto e fecha a porta. Gaby já tava me dando beijinhos no pescoço.
P: — Vamo, bebê, estrear a caminha.
G: — Claro, love, vamo.
Ele me pega pela mão, entramos e também fechamos a porta. As janelas da sacada também tavam fechadas. Coloco um babydoll preto que combina com minha calcinha fio dental e, ao sair do banheiro, ronrono pra Gaby:
P: — Vem, bebê, se comporta com sua mulherzinha. Me dá muito prazer, love.
Ele tava de cueca preta, bem inchada. Me para na frente do espelho, ele atrás de mim, encosta a pica na minha bunda e pega nos meus peitos por trás. Me beija o pescoço, e eu deixo ele fazer, rebolando minha bundinha contra ele.
P: — Assim, bebê, beija meu pescoço e desce pelas costas, do jeito que a mamãe gosta.
Ele começou a lamber toda a minha coluna, se abaixando e ficando de joelhos com a carinha entre minhas coxas. Eu adorava aquilo. Já com a mãozinha, me acariciava o clitóris, batendo uma punheta daquelas. Ele afasta minha calcinha e sinto a linguinha dele no meu cuzinho.
P: — Mmmmm, sim, bebê, beija bem minha bundinha, love. Cê gosta, céu, da minha bundinha?
G: — Sim, mami, é linda.
P: — Então passa bem a linguinha, céu. Sê um maridinho atento.
Eu rebolava a bundinha e tava quase explodindo quando me deu outra ideia. Durante a lua de mel, a gente tinha ido num sexshop e comprado uns brinquedinhos, e me deu uma vontade.
P: — Papi, sabe o que a nena quer agora?
G: — O quê, love?
P: — Que a gente brinque com um brinquedinho. Me dá, papi?
G: — Mas agora?
P: — Bom, se te incomoda tanto, a gente deixa pra lá.
G: — Não, tá bem. Não fica brava, love.
P: — Mm, assim é melhor, céu. Pega ele e me espera na caminha.
Fui na minha mala e peguei uma pica de borracha grandona que me lembrava a do meu sogro. Me aproximei da cama e entreguei pra Gaby.
P: — Aqui, love. Me dá prazer com essa pica, papi.
G: — Mmm, ela... quer chupar, neninha?
p-siiii a neninha quer cock na boquinha
ele encostou em mim e eu passava a linguinha como se fosse um sorvetinho
p-que grandona é, papi, não é igual a sua, love?
g.e a neninha gosta de outra cock grandona?
p-não fica bravo, papi, mas siiiiiim, muito
g-vamos dar um nome como a gente fazia na lua de mel?
p-papi?, você quer? te excita isso, love?
g-muito, igual a você, neninha, lembra do maître negro do hotel? John, chamava, né?
p-mmmmm como ele me comeu, papi, quantas noites
g-claro, amor, quer que o John te coma de novo?
p-não, papi, ele tá longe, não me inspira alguém tão longe, tem que ser uma cock mais pertinho, love
g.mais pertinho tá a minha, mas pra você é pequena
p-tem razão, bebê
g-embora hoje na piscina você olhava outra cock, me pareceu, né?
p-de quem você tá falando, bebê?
g-ah, não tem muito o que investigar, tinha dois homens, love: eu e meu pai, e eu não sou?
Eu suspirava cada vez mais ofegante
g-acaricia minha pussy com essa cock, bebê
Ele puxou a tanga e começou a passar nos meus lábios externos, e eu imaginava aquela cock fazendo isso, e ele falando no meu ouvido
g.assim, love, te passa essa cock, mamita
p-siiii, safado, passa ela, você tá me deixando louca
g-você imagina ela, slut?
p-não sei do que você tá falando, bebê
g-da mesma coisa que a gente tava falando antes, que nome vamos dar pra essa cock
p-não sei, bebê, põe você
g-é que você tem que querer ela, céu?
p-e você tem que me deixar, bebê
g-sabe que eu consinto tudo, tudo, love
Ele já brincava com a ponta dessa pica na entradinha da minha pussy e me fazia desejar, apertava um pouquinho e se afastava, me deixava doida
p-vai, me come, bebê
g-não é seu bebê, quem vai te foder? pede pra ele, fala o nome e ele te come
p-tá bom, você quis, guy, me come, tano, come a sua nora
Ele então meteu a cock na minha pussy
g-você é uma pervertida, filha de slut
p-claro, porque você pensava em quem? hein, fala agora, sincera comigo, diz o nomezinho —essa pica que tá me comendo, vai, fala aí, seu punheteiro?
g—pai, pai
p—meu amor, você também fantasia com a pica dele na minha buceta, bebê?
g—sim, Pauli, desde o dia que vi como ele passava a mão na sua raba enquanto vocês dançavam
p—mmmm, love, olha como seu pintinho ficou duro, bebê
g—tá preparada, viu, Pauli
era eu que tava falando no ouvido dele e batendo uma pra ele agora
p—mmm, love, você vai deixar seu pai me comer, bebê?
g—eu faço tudo que ele mandar, love
p—não foi isso que eu perguntei, bebê, eu perguntei se você quer que ele me coma, você vai me entregar, love? vai entregar sua esposa grávida pro seu pai?
g—ah, Pauli, não faço outra coisa a não ser imaginar você com a pica dele na sua buceta, sabe
p—ummmm, bebê, como você me deixa molhada, quer fazer isso de verdade?
g—siiiiiiiiiiiiiiim, vamos fazer, love
p—olha como você goza, seu pncetinha, sabe que disso não vamos ter volta, né?
g—me ajuda, love
p—claro, bebê, mamãe vai te fazer muito feliz, mas você tem que ser muito obediente, bebê
peguei a cabecinha dele e coloquei no meu peito
p—assim, meu love, mama o peito da mamãe, meu lindo bebê quer ter uma mamãe bem putinha, não quer?
g—ah, não sei, Pauli
p—me responde, seu idiota, quer ou não?
g—sim, sim, não fica brava, céu
p—então fala o que você quer que a mamãe faça, vamos ver se aprendeu?
g—quero que você coma o meu pai
p—mmm, sim, bebê, só vou fazer porque você tá me pedindo, sabe, mas com uma condição?
g—qual, Pauli?
p—você vai ter que pedir pro seu pai me comer e guiar a pica dele até minha buceta
g—você é louca?
p—sim, igual você, a gente faz assim ou não faz, você decide, me fala quando tiver decidido, um beijinho, love, boa noite
11 comentários - Recém-casadinha parte 1
como te gusta la pija bombon
igual me gustó