PARTE 1: www.poringa.net/posts/relatos/2426017/Deram-comida pra minha namorada.html
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2426696/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia-Parte-2-fotorelato.html
Já fazia uns 7 ou 8 dias daquela noite fatídica na balada que mudou minha relação com a Clara e basicamente minha vida inteira.
A Clara tava diferente, eu sentia que ia me largar, muito distante, a gente mal se falava, e ela ainda não sabia que eu tava por dentro de tudo.
Eu tava um caco, toda vez que a Clara saía do apartamento minha cabeça fervilhava a mil, só conseguia pensar numa coisa.
Só ela e o Gonzalo sabem quantas vezes se viram nesse tempo.
Tanto eu quanto a Clara távamos na época de provas, e conhecendo ela, tava estudando pra caralho, mas... Se era com o Gonzalo por perto, algumazinha no meio com certeza teve.
Eu não conseguia me concentrar, sentar pra estudar era perder horas à toa, mesmo assim fui fazer a prova, óbvio que me dei muito mal.
Antes de ir pra faculdade, a gente tinha passado uns instantes juntos, praticamente em silêncio. Eu só olhava pra ela e pensava tanta coisa, queria mandar ela pra puta que pariu e falar tudo, mas sabia que isso facilitava as coisas pro Gonzalo, tinha que recuperar ela de outro jeito.
Ela tava tão gostosa, com uma camiseta amarela e um shortinho jeans. A Clara é daquelas gatinhas que, mesmo vestida simples, arrasa, os olhos vão longe, a gente não consegue controlar... Até eu, depois de 7 anos de namoro, acho impossível.
Ela é uma mulher de verdade, e não sei se era esse caso com o Gonzalo ou o quê, mas tava mais puta do que nunca.
Quando cheguei da faculdade, a Clara não tava em casa, deitei pra dormir um pouco no nosso quarto, tava exausto.
Acordei com um grito da Clara: "Facundo... Facundo..."
Nem respondi, não tava a fim de abrir a boca pra nada, e como ela também não veio ao quarto, não me preocupei.
Provavelmente ficou na sala vendo TV ou lendo alguma coisa.
Pouco depois, ouvi ela murmurando, ou melhor, falando baixinho...C:Não, boludo, o Facundo foi fazer a prova, com certeza vem daqui a pouco.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai, Clari, rapidinho e eu vazo...
O filho da puta do Gonzalo tava na porta do meu apê querendo entrar pra comer minha mina, e a Clara que nem tinha verificado direito se eu tava ou não, só com essas ligações minhas sem resposta.
Eu nem conseguia entender como caralho ele tinha entrado, certeza que o otário do porteiro viu ele outro dia, reconheceu e deixou ele passar sem problema.C:Não, não, sério... vai embora, por favor... Além disso, olha pra você... cê vem da academia?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Haha, é... Tudo bem, gostosa, vai lá...
Falei enquanto ela entrava por conta própria.
A Clara não conseguia lidar com a situação, pedia pelo amor de Deus pra não fazer muito barulho.
C:Sh... Se um vizinho descobre, já basta pro Facundo saber também...
Por que você tá fazendo isso comigo, Gon?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te faço o quê? Esquentar?
Gonzalo tava segurando ela bem agarrada contra ele, Clara só olhava direto nos olhos dele... Eu tava no corredor, observando pelo reflexo de um espelho, pensando em encher Gonzalo de porrada e xingar ela até me cansar. Mas não conseguia, o tesão me dominava também. Queria ver com meus próprios olhos o que o Seba tinha me contado.G:Vai, gostosa, esses dias que você ficou indisposta a gente não conseguiu aproveitar ao máximo...C:Haha, certeza? Você não curtiu eles?
Confirmava parte da minha teoria, eles tinham se visto naquele período, não sei quantas vezes, mas pelo visto, com a Clara indisposta, a única que tinha tido ação tinha sido a boca da minha princesa.
Gonzalo provavelmente tinha curtido uns dias só de boquete na pausa dos estudos e agora queria cuidar da "sua gostosa" como ela merecia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Claro que aproveitei... Não conhecia essa sua habilidade, você é muito boa...C:Jaja, é?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A melhor... e olha que já curti várias, hein...
Clara ria, meio sem graça.C:Hahaha, me sinto...G:Quê?C:Uma head master... - Disse em voz baixa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, você é a rainha das piranhas, divina!
Clara tinha ganhado tanta confiança sexual naqueles dias com Gonzalo quanto nos 7 anos que passamos juntos.
Não tinha como segurá-los, Gonzalo já estava dentro do apartamento, Clara já tinha esquecido se eu voltava ou não, não ligava pra absolutamente nada.
A sacanagem de eu poder chegar a qualquer momento alimentava o tesão dela e o dele. Claramente, eles não sabiam que eu estava ali.
Se jogaram no sofá da sala, se beijavam apaixonadamente, se apalpavam.
Clara com a camiseta levantada e os peitos de fora, já estava com a calcinha fio-dental toda encharcada.
Gonzalo a acomodou no sofá e começou a beijar o pescoço dela enquanto enfiava os dedos e a esfregava, ela curtia loucamente.
Começou a descer devagar, beijando a barriga dela, até chegar na buceta, puxou a calcinha dela pro lado e começou a lamber o clitóris.
Ele estava devolvendo pra minha namorada o prazer daquela semana cheia de sexo oral.
Ele tocava ela bem rápido enquanto mexia a língua no clitóris dela na mesma velocidade.
Clara tava mais gostosa do que nunca, toda molhada.
Já queria aquele pedaço dentro dela.
Depois de cuidar um pouco da minha namorada, Gonzalo sentou no sofá, se preparando pra mais uma chupada, mais uma.
Clara, impressionada como sempre, olhando pra pica do Gonzalo toda marcada no short dele, ainda não conseguia acreditar no tamanho daquela pica e que era toda dela.
Isso me fazia lembrar do nosso começo, mesmo sendo novinha, ela já tinha os peitos bem desenvolvidos, nos primeiros meses eu não conseguia fazer outra coisa senão apalpar eles, chupar eles, brincar com eles.
Tive que me contentar por um ano e pouco com aquele par de peitos e as punhetas da Clara até ela me dar o sinal verde pra tirar a virgindade dela.
Agora era ela quem passava por isso, toda vez que via aquele pedaço de carne queria tocar, beijar, chupar, brincar com ele.
Enquanto suas bocas se trancavam, Clara puxou a pica do Gonzalo e bateu uma por uns segundos.
Quando foi aproximando a boca do pau do Gonzalo, alguma coisa fez ela parar e recuar um pouco...C:Ai... Gonzi... Que cheiro que tu tem...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Haha, sabe o que é isso? O cheiro de um macho de verdade, o cheiro de pau e saco de um macho de verdade.
Vem provar o gosto, sua putinha.
Clara sabia que esse boquete ia ser diferente dos outros, mas já era tarde pra se arrepender de ter deixado Gonzalo entrar, e ela tava louca demais por aquele pedaço pra recusar.
Gonzalo agarrou ela pela nuca, mais uma vez, e levou ela direto pra pica dele.
Eu comecei a ver minha namorada ao vivo e a cores se engasgando com aquela pica descomunal.
Ela mamava como as melhores, tava começando a me excitar: de um lado, o tesão de ver ela se entregando pra outro cara, cabeceando igual as melhores; do outro, a putaria de não ter comido ela naqueles dias que a gente tava brigado.
Eu não conseguia parar de olhar aquilo e curtir do meu jeito.
Ela se alimentava daquele pauzão como se fosse o último da Terra, beijava, chupava, cuspia, olhava.
Eu via ela em ação, tava assistindo um filme pornô ao vivo e a protagonista era minha namorada, mas o protagonista não era eu.
Minha princesa tinha a boca cheia daquela pica, a boca dela tava sendo alimentada por outra pica, e eu tava vendo com meus próprios olhos.
A cabeça da pica do Gonzalo brilhava, minha namorada lustrava e lustrava com aquela boquinha divina que ela tem.
Clara bateu punheta e fez boquete por um bom tempo.
Depois Gonzalo tirou uma camisinha, tinha chegado a hora da foda, aquela foda tão esperada desde aquela noite na caminhonete.
A diferença é que agora Gonzalo ia comer minha namorada sóbria, em questão de álcool, mas bêbada de tesão.
Clara subiu em cima dele, toda dominadora, pegou a pica dele, que naquele momento era um ferro quente de 20 centímetros, e foi sentando devagar.
Pra começar a cavalgar, subia e descia cada vez mais rápido, as subidas cada vez mais longas, ela tava aproveitando o benefício de estar comendo uma pica de 20 centímetros sem deixar escapar.
Depois de um tempo, Gonzalo colocou ela de quatro no sofá e começou a bombar com muita força. Clara tava gozando fora de si, eu não podia acreditar, minha namorada era uma puta incontrolável.
Quando se cansou de foder ela assim, levantou ela, como se fosse uma boneca, e jogou ela de bruços contra a mesa.
Os peitos da Clara se espremiam contra a mesa, ela gemia que nem uma puta no cio, Gonzalo metia forte por trás.
C:aiii, papai... como você fode bem!G:você gosta de puta?C:Adoro, bebê, não para, não para...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isso que você precisava, sua putinha, uma boa enfiada de um pauzão grande como o meu.C:Ayy sim, Gonzi... sim...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você vai continuar sendo minha putinha?C:Sim, gostoso, o tempo que você quiser.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Toda vez que eu quiser, vou vir te foder como você merece, putinha. Quem te come melhor? Eu ou teu namorado? Hã?C:Sua buceta... sua... e seu pauzão... – Dizia Clara com voz de putaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vem cá, puta.
Gonzalo levou ela de volta pro sofá e colocou ela por cima, dessa vez com a Clara de costas pra ele.
Ficaram assim por uns segundos. Até eu decidir aparecer, não sabia nem o que dizer nem o que fazer, mas não aguentei a humilhação.
Clara me viu, mas não parou... Continuou por uns 5 ou 6 segundos sentando naquela rola... 5 ou 6 segundos que foram eternos, e que nunca vou esquecer, aquela imagem dela gozando com toda a safadeza dentro, me olhando, com aquela cara de prazer inconfundível,
a boca dela aberta soltando aqueles gemidos...
Até que ele vazou, não teve coragem de encarar pra continuar...
O Gonzalo não entendia por que tinha parado, e me viu.
Eu tava fora de controle, parecia um maluco, me joguei em cima do Gonzalo e comecei a bater nele como nunca bati em ninguém. Mesmo o Gonzalo sendo maior que eu, ele não conseguia lidar com toda a raiva que eu tava sentindo.
Acertei umas 10 vezes na cara dele, ele me deu uns golpes que nem senti, até que conseguiu sair e fugir. Brigar com um cara pelado acho que foi a coisa mais bizarra que já fiz na vida.
Depois que ele foi embora, me acalmei. Não sei por quê, a Clara tinha até mais culpa nessa história toda, mas parece que o que mais me tirou do sério foram as palavras dele naquele momento.
Fechei a porta do apê. Ela tava encostada na parede, com os dois braços pra trás, de peitos de fora e de fio dental, me olhando com a cara de uma menina que sabe que fez merda e vai levar bronca.
Falei um monte, tudo que veio na cabeça. Ela também se soltou um pouco.
Discutimos um tempo...
Até que peguei ela forte pelo pescoço e comecei a beijar. A Clara respondeu com beijos apaixonados também. Não sabia direito se era a situação de foder comigo depois de me ver com outro que tava excitando ela, ou se ela tinha ficado com tesão por não ter conseguido terminar a transa com o Gonzalo.
A gente tava imerso numa bolha de putaria, transando com a mesma faísca de quando éramos adolescentes. Fazia 15 minutos que ela tinha estado fodendo com o Gonzalo...
Comendo a pica dela...
Mas eu pouco me importava, tava muito tarado pra ligar pro gosto da boca dela, queria era comer ela.
Clara era minha de novo, passava a mão na bunda dela e nos peitos como se fosse a primeira vez.
Ela me jogou no sofá e subiu em cima de mim, tirou minha calça jeans, a camiseta, me dava beijos na boca, no pescoço, no peito.
Ela puxou minha cueca pra baixo e colocou meu pau pra fora, fazia tempo que eu esperava sentir aquilo de novo..
Minha princesa tinha acabado de segurar um pauzão na mão, que por uns momentos ela nem sabia como agarrar, agora tinha outro, o meu...
Que ela batia diferente, não precisava usar a mão toda nem fazer um longo trajeto, bastava usar uns 3 ou 4 dedos e um movimento curto e rápido.
Clara não chegou a dar 20 bombadas, começou a sentir a mão quente e molhada.
A excitação tinha sido demais pra mim, tinha me dominado, não ter transado com ela todos aqueles dias, mais tudo o que aconteceu, o Gonzalo me fazendo saber através do Seba o que ele fazia com a Clara, ter visto com meus próprios olhos no nosso apartamento,
não aguentei. Gozei talvez como nunca antes, e com uma simples punheta de não mais que 20 bombadas..
Clara descansou no meu ombro por alguns segundos, olhando enquanto eu gozava.
Depois me olhou com muito carinho, sorriu e me deu um beijo na bochecha, levantou e foi se deitar. Insatisfeita.
Eu tinha cortado a foda dela com o Gonzalo e não tinha satisfeito ela como ela queria.
Naquele momento os dois perceberam uma coisa, eu que praticamente tinha perdido ela.
Ela que era gostosa demais pra uma rola como a minha.
Infelizmente pra mim, os piores dias ainda estavam por vir...
PARTE 2: http://www.poringa.net/posts/relatos/2426696/Le-dieron-de-comer-a-mi-novia-Parte-2-fotorelato.html
Já fazia uns 7 ou 8 dias daquela noite fatídica na balada que mudou minha relação com a Clara e basicamente minha vida inteira.
A Clara tava diferente, eu sentia que ia me largar, muito distante, a gente mal se falava, e ela ainda não sabia que eu tava por dentro de tudo.
Eu tava um caco, toda vez que a Clara saía do apartamento minha cabeça fervilhava a mil, só conseguia pensar numa coisa.
Só ela e o Gonzalo sabem quantas vezes se viram nesse tempo.
Tanto eu quanto a Clara távamos na época de provas, e conhecendo ela, tava estudando pra caralho, mas... Se era com o Gonzalo por perto, algumazinha no meio com certeza teve.
Eu não conseguia me concentrar, sentar pra estudar era perder horas à toa, mesmo assim fui fazer a prova, óbvio que me dei muito mal.
Antes de ir pra faculdade, a gente tinha passado uns instantes juntos, praticamente em silêncio. Eu só olhava pra ela e pensava tanta coisa, queria mandar ela pra puta que pariu e falar tudo, mas sabia que isso facilitava as coisas pro Gonzalo, tinha que recuperar ela de outro jeito.
Ela tava tão gostosa, com uma camiseta amarela e um shortinho jeans. A Clara é daquelas gatinhas que, mesmo vestida simples, arrasa, os olhos vão longe, a gente não consegue controlar... Até eu, depois de 7 anos de namoro, acho impossível.
Ela é uma mulher de verdade, e não sei se era esse caso com o Gonzalo ou o quê, mas tava mais puta do que nunca.
Quando cheguei da faculdade, a Clara não tava em casa, deitei pra dormir um pouco no nosso quarto, tava exausto.
Acordei com um grito da Clara: "Facundo... Facundo..."
Nem respondi, não tava a fim de abrir a boca pra nada, e como ela também não veio ao quarto, não me preocupei.
Provavelmente ficou na sala vendo TV ou lendo alguma coisa.
Pouco depois, ouvi ela murmurando, ou melhor, falando baixinho...C:Não, boludo, o Facundo foi fazer a prova, com certeza vem daqui a pouco.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vai, Clari, rapidinho e eu vazo...O filho da puta do Gonzalo tava na porta do meu apê querendo entrar pra comer minha mina, e a Clara que nem tinha verificado direito se eu tava ou não, só com essas ligações minhas sem resposta.
Eu nem conseguia entender como caralho ele tinha entrado, certeza que o otário do porteiro viu ele outro dia, reconheceu e deixou ele passar sem problema.C:Não, não, sério... vai embora, por favor... Além disso, olha pra você... cê vem da academia?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Haha, é... Tudo bem, gostosa, vai lá...
Falei enquanto ela entrava por conta própria.
A Clara não conseguia lidar com a situação, pedia pelo amor de Deus pra não fazer muito barulho.

C:Sh... Se um vizinho descobre, já basta pro Facundo saber também...
Por que você tá fazendo isso comigo, Gon?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Te faço o quê? Esquentar?
Gonzalo tava segurando ela bem agarrada contra ele, Clara só olhava direto nos olhos dele... Eu tava no corredor, observando pelo reflexo de um espelho, pensando em encher Gonzalo de porrada e xingar ela até me cansar. Mas não conseguia, o tesão me dominava também. Queria ver com meus próprios olhos o que o Seba tinha me contado.G:Vai, gostosa, esses dias que você ficou indisposta a gente não conseguiu aproveitar ao máximo...C:Haha, certeza? Você não curtiu eles?
Confirmava parte da minha teoria, eles tinham se visto naquele período, não sei quantas vezes, mas pelo visto, com a Clara indisposta, a única que tinha tido ação tinha sido a boca da minha princesa.
Gonzalo provavelmente tinha curtido uns dias só de boquete na pausa dos estudos e agora queria cuidar da "sua gostosa" como ela merecia.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Claro que aproveitei... Não conhecia essa sua habilidade, você é muito boa...C:Jaja, é?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.A melhor... e olha que já curti várias, hein... Clara ria, meio sem graça.C:Hahaha, me sinto...G:Quê?C:Uma head master... - Disse em voz baixa.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Hahaha, você é a rainha das piranhas, divina!
Clara tinha ganhado tanta confiança sexual naqueles dias com Gonzalo quanto nos 7 anos que passamos juntos.
Não tinha como segurá-los, Gonzalo já estava dentro do apartamento, Clara já tinha esquecido se eu voltava ou não, não ligava pra absolutamente nada.
A sacanagem de eu poder chegar a qualquer momento alimentava o tesão dela e o dele. Claramente, eles não sabiam que eu estava ali.
Se jogaram no sofá da sala, se beijavam apaixonadamente, se apalpavam.
Clara com a camiseta levantada e os peitos de fora, já estava com a calcinha fio-dental toda encharcada.
Gonzalo a acomodou no sofá e começou a beijar o pescoço dela enquanto enfiava os dedos e a esfregava, ela curtia loucamente.
Começou a descer devagar, beijando a barriga dela, até chegar na buceta, puxou a calcinha dela pro lado e começou a lamber o clitóris.
Ele estava devolvendo pra minha namorada o prazer daquela semana cheia de sexo oral.
Ele tocava ela bem rápido enquanto mexia a língua no clitóris dela na mesma velocidade. Clara tava mais gostosa do que nunca, toda molhada.
Já queria aquele pedaço dentro dela.
Depois de cuidar um pouco da minha namorada, Gonzalo sentou no sofá, se preparando pra mais uma chupada, mais uma.
Clara, impressionada como sempre, olhando pra pica do Gonzalo toda marcada no short dele, ainda não conseguia acreditar no tamanho daquela pica e que era toda dela.
Isso me fazia lembrar do nosso começo, mesmo sendo novinha, ela já tinha os peitos bem desenvolvidos, nos primeiros meses eu não conseguia fazer outra coisa senão apalpar eles, chupar eles, brincar com eles.
Tive que me contentar por um ano e pouco com aquele par de peitos e as punhetas da Clara até ela me dar o sinal verde pra tirar a virgindade dela. Agora era ela quem passava por isso, toda vez que via aquele pedaço de carne queria tocar, beijar, chupar, brincar com ele.
Enquanto suas bocas se trancavam, Clara puxou a pica do Gonzalo e bateu uma por uns segundos.
Quando foi aproximando a boca do pau do Gonzalo, alguma coisa fez ela parar e recuar um pouco...C:Ai... Gonzi... Que cheiro que tu tem...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Haha, sabe o que é isso? O cheiro de um macho de verdade, o cheiro de pau e saco de um macho de verdade.
Vem provar o gosto, sua putinha.
Clara sabia que esse boquete ia ser diferente dos outros, mas já era tarde pra se arrepender de ter deixado Gonzalo entrar, e ela tava louca demais por aquele pedaço pra recusar.
Gonzalo agarrou ela pela nuca, mais uma vez, e levou ela direto pra pica dele.
Eu comecei a ver minha namorada ao vivo e a cores se engasgando com aquela pica descomunal.
Ela mamava como as melhores, tava começando a me excitar: de um lado, o tesão de ver ela se entregando pra outro cara, cabeceando igual as melhores; do outro, a putaria de não ter comido ela naqueles dias que a gente tava brigado.
Eu não conseguia parar de olhar aquilo e curtir do meu jeito.
Ela se alimentava daquele pauzão como se fosse o último da Terra, beijava, chupava, cuspia, olhava.
Eu via ela em ação, tava assistindo um filme pornô ao vivo e a protagonista era minha namorada, mas o protagonista não era eu.
Minha princesa tinha a boca cheia daquela pica, a boca dela tava sendo alimentada por outra pica, e eu tava vendo com meus próprios olhos.
A cabeça da pica do Gonzalo brilhava, minha namorada lustrava e lustrava com aquela boquinha divina que ela tem.
Clara bateu punheta e fez boquete por um bom tempo.
Depois Gonzalo tirou uma camisinha, tinha chegado a hora da foda, aquela foda tão esperada desde aquela noite na caminhonete.
A diferença é que agora Gonzalo ia comer minha namorada sóbria, em questão de álcool, mas bêbada de tesão.
Clara subiu em cima dele, toda dominadora, pegou a pica dele, que naquele momento era um ferro quente de 20 centímetros, e foi sentando devagar.
Pra começar a cavalgar, subia e descia cada vez mais rápido, as subidas cada vez mais longas, ela tava aproveitando o benefício de estar comendo uma pica de 20 centímetros sem deixar escapar.
Depois de um tempo, Gonzalo colocou ela de quatro no sofá e começou a bombar com muita força. Clara tava gozando fora de si, eu não podia acreditar, minha namorada era uma puta incontrolável.
Quando se cansou de foder ela assim, levantou ela, como se fosse uma boneca, e jogou ela de bruços contra a mesa. Os peitos da Clara se espremiam contra a mesa, ela gemia que nem uma puta no cio, Gonzalo metia forte por trás.

C:aiii, papai... como você fode bem!G:você gosta de puta?C:Adoro, bebê, não para, não para...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isso que você precisava, sua putinha, uma boa enfiada de um pauzão grande como o meu.C:Ayy sim, Gonzi... sim...Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Você vai continuar sendo minha putinha?C:Sim, gostoso, o tempo que você quiser.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Toda vez que eu quiser, vou vir te foder como você merece, putinha. Quem te come melhor? Eu ou teu namorado? Hã?C:Sua buceta... sua... e seu pauzão... – Dizia Clara com voz de putaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vem cá, puta.
Gonzalo levou ela de volta pro sofá e colocou ela por cima, dessa vez com a Clara de costas pra ele.
Ficaram assim por uns segundos. Até eu decidir aparecer, não sabia nem o que dizer nem o que fazer, mas não aguentei a humilhação.
Clara me viu, mas não parou... Continuou por uns 5 ou 6 segundos sentando naquela rola... 5 ou 6 segundos que foram eternos, e que nunca vou esquecer, aquela imagem dela gozando com toda a safadeza dentro, me olhando, com aquela cara de prazer inconfundível,
a boca dela aberta soltando aqueles gemidos...
Até que ele vazou, não teve coragem de encarar pra continuar... O Gonzalo não entendia por que tinha parado, e me viu.
Eu tava fora de controle, parecia um maluco, me joguei em cima do Gonzalo e comecei a bater nele como nunca bati em ninguém. Mesmo o Gonzalo sendo maior que eu, ele não conseguia lidar com toda a raiva que eu tava sentindo.
Acertei umas 10 vezes na cara dele, ele me deu uns golpes que nem senti, até que conseguiu sair e fugir. Brigar com um cara pelado acho que foi a coisa mais bizarra que já fiz na vida.
Depois que ele foi embora, me acalmei. Não sei por quê, a Clara tinha até mais culpa nessa história toda, mas parece que o que mais me tirou do sério foram as palavras dele naquele momento.
Fechei a porta do apê. Ela tava encostada na parede, com os dois braços pra trás, de peitos de fora e de fio dental, me olhando com a cara de uma menina que sabe que fez merda e vai levar bronca.
Falei um monte, tudo que veio na cabeça. Ela também se soltou um pouco.
Discutimos um tempo...
Até que peguei ela forte pelo pescoço e comecei a beijar. A Clara respondeu com beijos apaixonados também. Não sabia direito se era a situação de foder comigo depois de me ver com outro que tava excitando ela, ou se ela tinha ficado com tesão por não ter conseguido terminar a transa com o Gonzalo.
A gente tava imerso numa bolha de putaria, transando com a mesma faísca de quando éramos adolescentes. Fazia 15 minutos que ela tinha estado fodendo com o Gonzalo...
Comendo a pica dela...
Mas eu pouco me importava, tava muito tarado pra ligar pro gosto da boca dela, queria era comer ela. Clara era minha de novo, passava a mão na bunda dela e nos peitos como se fosse a primeira vez.
Ela me jogou no sofá e subiu em cima de mim, tirou minha calça jeans, a camiseta, me dava beijos na boca, no pescoço, no peito.
Ela puxou minha cueca pra baixo e colocou meu pau pra fora, fazia tempo que eu esperava sentir aquilo de novo..
Minha princesa tinha acabado de segurar um pauzão na mão, que por uns momentos ela nem sabia como agarrar, agora tinha outro, o meu... Que ela batia diferente, não precisava usar a mão toda nem fazer um longo trajeto, bastava usar uns 3 ou 4 dedos e um movimento curto e rápido.
Clara não chegou a dar 20 bombadas, começou a sentir a mão quente e molhada. A excitação tinha sido demais pra mim, tinha me dominado, não ter transado com ela todos aqueles dias, mais tudo o que aconteceu, o Gonzalo me fazendo saber através do Seba o que ele fazia com a Clara, ter visto com meus próprios olhos no nosso apartamento,
não aguentei. Gozei talvez como nunca antes, e com uma simples punheta de não mais que 20 bombadas..
Clara descansou no meu ombro por alguns segundos, olhando enquanto eu gozava.
Depois me olhou com muito carinho, sorriu e me deu um beijo na bochecha, levantou e foi se deitar. Insatisfeita.
Eu tinha cortado a foda dela com o Gonzalo e não tinha satisfeito ela como ela queria.
Naquele momento os dois perceberam uma coisa, eu que praticamente tinha perdido ela.
Ela que era gostosa demais pra uma rola como a minha.
Infelizmente pra mim, os piores dias ainda estavam por vir...
9 comentários - Deram comida pra minha mina.. Parte 3 (fotorelato)