Há tempos a gente tava mal, vivia brigando. E quando cê tá mal, cê tá mal. A gente tinha uns momentos de paz, mas qualquer besteira já virava briga de novo. Mas naquela noite a gente tava numa fase boa, já fazia semanas que não brigava. Resolvemos sair com um casal amigo dela. Laura era minha namorada, Luciana a amiga dela e José o namorado.
Eles dois eram aquele casalzinho modelo, os dois bonitões, os dois felizes. Ele tinha fama de garanhão, e ela de gostosa. Quando a gente começou a namorar, 12 anos atrás, fomos viajar pra Necochea e lembro de ter ouvido ela gemer várias noites no quarto ao lado. Na época que meu relacionamento com Laura ainda não tinha esfriado.
Mas naquela noite tava tudo bem. A gente se arrumou e saímos os quatro pra dançar nessa balada nova. Era gay friendly, o que me deixava bem desconfortável. Tenho nojo de ver dois caras se beijando, e todo mundo me zoava com essas paradas homofóbicas.
— Ah, vai, amor, se um cara der em cima de você, não vai dar um soco, não seja idiota.
— Um soco? No mínimo dez!
— hahaha, vai, Juan, não fica nervoso, ou será que cê tá na dúvida sobre sua sexualidade?
— Olha, José, 30% dos viados espanhóis se chamam José, igual você...
— hahaha, é, mas 90% dos espanhóis se chamam José...
Todo mundo ria e fazia graça. Quando entrei na balada, já fiquei meio desconfortável. O segurança da porta me revistou demais, enquanto os outros passaram numa boa. Até apertou minha bunda. Que ódio que deu...
— Viram isso? Que sem noção.
— Parece que você agradou ele, falou Luciana.
Enquanto tirava o casaco que tava usando, deixando à mostra um decote enorme que exibia os peitões que a magrinha tinha. Fiquei besta olhando pra eles, os bicos durinhos marcando no tecido rosa fino, e dava pra ver as veias dos peitos na pele branca dela.
— Gostou dos meus peitos, né?
— Eh... não, para...
Fiquei duro, não sabia o que dizer... Tinha sido pego olhando pros peitos dela...
José tava rindo, mas Laura tava com uma cara de ódio que dava medo. Ela pegou ela pelo braço e levou pro banheiro, passando do meu lado. Eu tentei segurar ela.
— Para, Lau...
— Otário!!!...
E foi com ela pro banheiro. José passou o braço no meu ombro e falou:
— Fica tranquilo, mano, não tem problema.
— Não, burro, ela ficou puta, a gente tava tão bem...
— Agora a Lu acalma ela, não tem problema.
Elas passaram um tempão no banheiro. Quando chegaram, Laura tava com uma camiseta preta e um casaquinho de tricô que abria na frente, por baixo dos peitos, fazendo eles se destacarem, o que me tirava do sério, não gostava que ela realçasse os peitos. Uma saia longa e salto. Ela tem peitos normais, puxando pra grandes, e uma bunda bem empinada e grandona. É tipo um sino se você vê por trás. Quando vi ela vindo com a Luciana, fiquei duro.
Ela tinha tirado a camiseta preta e só tava com o casaquinho fechado com 3 botões, que deixavam ver quase mais decote que a Luciana, e a saia era tipo minissaia com salto. Ela tinha prendido o cabelo e parecia uma puta. José tava bobão olhando pra ela, o que me dava mais raiva. Quando elas passavam, os caras falavam coisas que eu não conseguia ouvir direito e elas riam...
Olhei pra ela e falei, puto pra caralho:
— Que porra é essa, vestida assim???
— Nada, me adaptei. Você gosta de olhar os peitos dos outros, então que olhem os meus também.
— Que isso, vaca? ficou maluca?
— Luciana apareceu na minha frente: — Calma, Juan, a gente só tirou a camiseta dela e cortou um pouco a saia de velha que ela tava, hahaha
— Mas que porra é essa, idiota? você também ficou maluca?
— Ei, calma aí, amigo, não falta respeito com a minha mina. — Falou José.
— Mas você não ouve o que elas tão dizendo?
— Não é pra tanto, mano, olhar não vai fazer ninguém comer ela.
Cada palavra que eles falavam me deixava pior.
— Vamos, gata, vamos pra casa.
— Quê? nem fudendo. Vai você se quiser.
— Se eu for, não me vê mais...
— Então vai, aqueles caras ali falaram que se eu tivesse sozinha, era pra ir com eles...
— Ah, então tá. Vai pra merda...
E fui embora andando, puto pra caralho. Se tivesse uma porta, teria batido com força. Ela começou a chorar e a Luciana abraçou ela. Foram pra um canto, o José me olhava com cara de desaprovação. Eu tava com uma raiva do caralho. Eram três merdas. Quando cheguei na porta, percebi que as chaves do carro estavam na bolsa dela. Usei a palavra: pussy da mãe. Fui até o bar e sentei pra tomar um drink. Via os três de onde tava... ela ainda chorando.
Tomei um gole, e outro, e outro... Do meu lado, duas gostosas se beijando sem parar e os caras passavam e passavam a mão na bunda delas, nos peitos, elas ficavam bravas, iam pra alguns metros e a cena se repetia.
Eu tava meio bêbado, meio puto, meio de pau duro...
Nisso, as gostosas começam a se beijar do meu lado. De vez em quando pegam meu drink, tomam um pouco, riem e continuam se beijando.
Lá longe, vejo a Laura encolhida contra a Luciana, ainda chorando. O José acaricia o cabelo dela.
* Vadia... slut... pensava...
As garotas continuam brincando do meu lado e se jogam cada vez mais em cima de mim enquanto os caras passam e apalpam elas, elas riem, brincalhonas...
Laura já não chora... tá encolhida contra o Juan... Luciana beija o pescoço dela por trás...
Minha pele arrepia, raiva, ciúme...
As garotas se encostam em mim enquanto se beijam... colocam uma mão na minha perna...
Na outra ponta, José beija Laura na boca enquanto Luciana morde o pescoço dela por trás e junta os lábios ao beijo do amado e da minha namorada...
Sinto meu pau ficar duro, sinto uma mão pequena de unhas compridas abrindo caminho pelo meu peito, já dentro da minha camisa... sinto lábios no meu pescoço... fecho os olhos...
As garotas me acariciam, beijam meu pescoço, tiram minha camisa.
Vejo as mãos da Luciana percorrerem a cintura da Laura, subirem pelas laterais, agarrarem os peitos dela...
As garotas desabotoam minha calça, sinto elas liberarem meu pau, pra pegá-lo com os lábios... Sinto uma delas chupando minha rola na frente de todo mundo enquanto a outra arranha meu peito.
Meus olhos se cruzam com os de Luciana, ela me viu. Ela ri... desabotoa devagar o paletó da Laura, que não para de se beijar com o José, e tira ele lentamente pra baixo, deixando ela de peitos de fora.
As mãos do José não hesitam nem um segundo e apertam os peitos dela. Luciana me olha, cínica, soberba, ri...
Sinto que agarram minhas mãos, forte, muito forte... É um homem, não consigo me mexer. As garotas estão chupando minha rola, Deus... nunca tinham me chupado assim... que prazer...
Luciana continua despindo ela, agora quem cai é a saia dela... enquanto ela abre a calça do José. Vejo ela se abaixar, vejo ela enfiar um membro grosso e grande na boca, vejo ela mover a cabeça pra trás e pra frente...
Ela tá chupando ele... puta, pensava, filha da puta...
As garotas me masturbam. Escuto uma delas: Já foi, se deixa levar...
Sinto o homem atrás de mim juntar minhas mãos, sinto algo quente entre elas, algo duro, a rola dele roça minhas mãos. Agarro com força querendo machucar ele... Ele começa a se mover, pra trás, pra frente...
Acha que eu tô batendo uma pra ele... ele fode minhas mãos... tenho a rola dura de um cara entre minhas mãos... sinto ela bater contra minha bunda... não consigo explicar, eu gosto...
Minha calça vai parar nos meus tornozelos, enquanto elas chupam minha rola, sinto o pau dele batendo contra meu cu pelado...
Lá longe, os homens se amontoam entre as duas mulheres que vieram comigo, brigando pra enfiar a rola na boca delas...
O José desapareceu...
O membro para de se mover atrás de mim e fica apoiado entre minhas nádegas, sinto o calor dele contra meu cu, sinto a cabeça dele aumentar... ele quer meter em mim...
Vejo o José se abaixar e enfiar minha rola na boca dele, ele tá me chupando... Um cara tá me chupando, o José tá me chupando...
Lá longe, vejo a Laura se erguer enquanto tão metendo nela, enquanto tão comendo ela e a outra. Luciana, tão se comendo elas...
As minhas chupeteiras já foram. Só o José e o cara atrás de mim. Sinto a mão do homem acariciando meu cu, sinto algo molhado, sinto ele lubrificando...
O José tá me mamando como nunca ninguém fez, engole minha pica toda.
Senti aquela cabeça pulsante abrindo caminho no meu cu, tava me penetrando, doía, parecia um ferro quente, mas eu tava gostando...
Ele me comeu umas vezes e eu gozei na boca do José. Senti ele sair do meu cu dolorido...
Vi ele pela primeira vez, era enorme. Me pegou pela boca e me deu um beijo. Falou: adorei, e foi embora...
Fiquei duro.
O José me beijou na boca, me tirando do transe. Falou: A melhor pica que chupei na vida. A Laura já não tava mais. A Luciana chegou e perguntou: vamos, amor?
Eu olhei pra ela, o José sacou minha dúvida e me tirou do sufoco. E a Laura? Perguntou.
A Luciana me encarou, hesitou um segundo e falou: Foi com três caras... vai voltar tarde.
Levantei minha calça e falei: me leva pra casa, por favor. Voltei o caminho inteiro calado.
Quando desci, agradeci e comecei a andar. Nem me despedi.
O José desceu, me segurou, me virou e me beijou de novo, dessa vez com paixão... Eu desabei a chorar e abracei ele.
Não é pra você, negão, ele falou. Não se machuquem mais.
Obrigado, falei de novo. E beijei ele.
Nunca mais falei com a Laura, não precisei nem ligar.
O José... bom... o José é outra história.
Eles dois eram aquele casalzinho modelo, os dois bonitões, os dois felizes. Ele tinha fama de garanhão, e ela de gostosa. Quando a gente começou a namorar, 12 anos atrás, fomos viajar pra Necochea e lembro de ter ouvido ela gemer várias noites no quarto ao lado. Na época que meu relacionamento com Laura ainda não tinha esfriado.
Mas naquela noite tava tudo bem. A gente se arrumou e saímos os quatro pra dançar nessa balada nova. Era gay friendly, o que me deixava bem desconfortável. Tenho nojo de ver dois caras se beijando, e todo mundo me zoava com essas paradas homofóbicas.
— Ah, vai, amor, se um cara der em cima de você, não vai dar um soco, não seja idiota.
— Um soco? No mínimo dez!
— hahaha, vai, Juan, não fica nervoso, ou será que cê tá na dúvida sobre sua sexualidade?
— Olha, José, 30% dos viados espanhóis se chamam José, igual você...
— hahaha, é, mas 90% dos espanhóis se chamam José...
Todo mundo ria e fazia graça. Quando entrei na balada, já fiquei meio desconfortável. O segurança da porta me revistou demais, enquanto os outros passaram numa boa. Até apertou minha bunda. Que ódio que deu...
— Viram isso? Que sem noção.
— Parece que você agradou ele, falou Luciana.
Enquanto tirava o casaco que tava usando, deixando à mostra um decote enorme que exibia os peitões que a magrinha tinha. Fiquei besta olhando pra eles, os bicos durinhos marcando no tecido rosa fino, e dava pra ver as veias dos peitos na pele branca dela.
— Gostou dos meus peitos, né?
— Eh... não, para...
Fiquei duro, não sabia o que dizer... Tinha sido pego olhando pros peitos dela...
José tava rindo, mas Laura tava com uma cara de ódio que dava medo. Ela pegou ela pelo braço e levou pro banheiro, passando do meu lado. Eu tentei segurar ela.
— Para, Lau...
— Otário!!!...
E foi com ela pro banheiro. José passou o braço no meu ombro e falou:
— Fica tranquilo, mano, não tem problema.
— Não, burro, ela ficou puta, a gente tava tão bem...
— Agora a Lu acalma ela, não tem problema.
Elas passaram um tempão no banheiro. Quando chegaram, Laura tava com uma camiseta preta e um casaquinho de tricô que abria na frente, por baixo dos peitos, fazendo eles se destacarem, o que me tirava do sério, não gostava que ela realçasse os peitos. Uma saia longa e salto. Ela tem peitos normais, puxando pra grandes, e uma bunda bem empinada e grandona. É tipo um sino se você vê por trás. Quando vi ela vindo com a Luciana, fiquei duro.
Ela tinha tirado a camiseta preta e só tava com o casaquinho fechado com 3 botões, que deixavam ver quase mais decote que a Luciana, e a saia era tipo minissaia com salto. Ela tinha prendido o cabelo e parecia uma puta. José tava bobão olhando pra ela, o que me dava mais raiva. Quando elas passavam, os caras falavam coisas que eu não conseguia ouvir direito e elas riam...
Olhei pra ela e falei, puto pra caralho:
— Que porra é essa, vestida assim???
— Nada, me adaptei. Você gosta de olhar os peitos dos outros, então que olhem os meus também.
— Que isso, vaca? ficou maluca?
— Luciana apareceu na minha frente: — Calma, Juan, a gente só tirou a camiseta dela e cortou um pouco a saia de velha que ela tava, hahaha
— Mas que porra é essa, idiota? você também ficou maluca?
— Ei, calma aí, amigo, não falta respeito com a minha mina. — Falou José.
— Mas você não ouve o que elas tão dizendo?
— Não é pra tanto, mano, olhar não vai fazer ninguém comer ela.
Cada palavra que eles falavam me deixava pior.
— Vamos, gata, vamos pra casa.
— Quê? nem fudendo. Vai você se quiser.
— Se eu for, não me vê mais...
— Então vai, aqueles caras ali falaram que se eu tivesse sozinha, era pra ir com eles...
— Ah, então tá. Vai pra merda...
E fui embora andando, puto pra caralho. Se tivesse uma porta, teria batido com força. Ela começou a chorar e a Luciana abraçou ela. Foram pra um canto, o José me olhava com cara de desaprovação. Eu tava com uma raiva do caralho. Eram três merdas. Quando cheguei na porta, percebi que as chaves do carro estavam na bolsa dela. Usei a palavra: pussy da mãe. Fui até o bar e sentei pra tomar um drink. Via os três de onde tava... ela ainda chorando.
Tomei um gole, e outro, e outro... Do meu lado, duas gostosas se beijando sem parar e os caras passavam e passavam a mão na bunda delas, nos peitos, elas ficavam bravas, iam pra alguns metros e a cena se repetia.
Eu tava meio bêbado, meio puto, meio de pau duro...
Nisso, as gostosas começam a se beijar do meu lado. De vez em quando pegam meu drink, tomam um pouco, riem e continuam se beijando.
Lá longe, vejo a Laura encolhida contra a Luciana, ainda chorando. O José acaricia o cabelo dela.
* Vadia... slut... pensava...
As garotas continuam brincando do meu lado e se jogam cada vez mais em cima de mim enquanto os caras passam e apalpam elas, elas riem, brincalhonas...
Laura já não chora... tá encolhida contra o Juan... Luciana beija o pescoço dela por trás...
Minha pele arrepia, raiva, ciúme...
As garotas se encostam em mim enquanto se beijam... colocam uma mão na minha perna...
Na outra ponta, José beija Laura na boca enquanto Luciana morde o pescoço dela por trás e junta os lábios ao beijo do amado e da minha namorada...
Sinto meu pau ficar duro, sinto uma mão pequena de unhas compridas abrindo caminho pelo meu peito, já dentro da minha camisa... sinto lábios no meu pescoço... fecho os olhos...
As garotas me acariciam, beijam meu pescoço, tiram minha camisa.
Vejo as mãos da Luciana percorrerem a cintura da Laura, subirem pelas laterais, agarrarem os peitos dela...
As garotas desabotoam minha calça, sinto elas liberarem meu pau, pra pegá-lo com os lábios... Sinto uma delas chupando minha rola na frente de todo mundo enquanto a outra arranha meu peito.
Meus olhos se cruzam com os de Luciana, ela me viu. Ela ri... desabotoa devagar o paletó da Laura, que não para de se beijar com o José, e tira ele lentamente pra baixo, deixando ela de peitos de fora.
As mãos do José não hesitam nem um segundo e apertam os peitos dela. Luciana me olha, cínica, soberba, ri...
Sinto que agarram minhas mãos, forte, muito forte... É um homem, não consigo me mexer. As garotas estão chupando minha rola, Deus... nunca tinham me chupado assim... que prazer...
Luciana continua despindo ela, agora quem cai é a saia dela... enquanto ela abre a calça do José. Vejo ela se abaixar, vejo ela enfiar um membro grosso e grande na boca, vejo ela mover a cabeça pra trás e pra frente...
Ela tá chupando ele... puta, pensava, filha da puta...
As garotas me masturbam. Escuto uma delas: Já foi, se deixa levar...
Sinto o homem atrás de mim juntar minhas mãos, sinto algo quente entre elas, algo duro, a rola dele roça minhas mãos. Agarro com força querendo machucar ele... Ele começa a se mover, pra trás, pra frente...
Acha que eu tô batendo uma pra ele... ele fode minhas mãos... tenho a rola dura de um cara entre minhas mãos... sinto ela bater contra minha bunda... não consigo explicar, eu gosto...
Minha calça vai parar nos meus tornozelos, enquanto elas chupam minha rola, sinto o pau dele batendo contra meu cu pelado...
Lá longe, os homens se amontoam entre as duas mulheres que vieram comigo, brigando pra enfiar a rola na boca delas...
O José desapareceu...
O membro para de se mover atrás de mim e fica apoiado entre minhas nádegas, sinto o calor dele contra meu cu, sinto a cabeça dele aumentar... ele quer meter em mim...
Vejo o José se abaixar e enfiar minha rola na boca dele, ele tá me chupando... Um cara tá me chupando, o José tá me chupando...
Lá longe, vejo a Laura se erguer enquanto tão metendo nela, enquanto tão comendo ela e a outra. Luciana, tão se comendo elas...
As minhas chupeteiras já foram. Só o José e o cara atrás de mim. Sinto a mão do homem acariciando meu cu, sinto algo molhado, sinto ele lubrificando...
O José tá me mamando como nunca ninguém fez, engole minha pica toda.
Senti aquela cabeça pulsante abrindo caminho no meu cu, tava me penetrando, doía, parecia um ferro quente, mas eu tava gostando...
Ele me comeu umas vezes e eu gozei na boca do José. Senti ele sair do meu cu dolorido...
Vi ele pela primeira vez, era enorme. Me pegou pela boca e me deu um beijo. Falou: adorei, e foi embora...
Fiquei duro.
O José me beijou na boca, me tirando do transe. Falou: A melhor pica que chupei na vida. A Laura já não tava mais. A Luciana chegou e perguntou: vamos, amor?
Eu olhei pra ela, o José sacou minha dúvida e me tirou do sufoco. E a Laura? Perguntou.
A Luciana me encarou, hesitou um segundo e falou: Foi com três caras... vai voltar tarde.
Levantei minha calça e falei: me leva pra casa, por favor. Voltei o caminho inteiro calado.
Quando desci, agradeci e comecei a andar. Nem me despedi.
O José desceu, me segurou, me virou e me beijou de novo, dessa vez com paixão... Eu desabei a chorar e abracei ele.
Não é pra você, negão, ele falou. Não se machuquem mais.
Obrigado, falei de novo. E beijei ele.
Nunca mais falei com a Laura, não precisei nem ligar.
O José... bom... o José é outra história.
3 comentários - Última noite com Laura e amigos... (Gay/Bi)
Lástima las faltas de ortografía, pero bueno, zafa.