Quase 2 anos de memórias de um jovem indecente: O vídeo..

Bom, hoje eu trago, como sempre, um conto picante daqueles que vocês tanto gostam. Mas primeiro... um pequeno aviso... em janeiro já vão fazer dois anos que eu posto contos aqui nessa página e quero AGRADECER, sim sim, AGRADECER a toda a galera do P! por serem tão calorosos (na recepção) comigo e pela boa energia. Como assim? Vocês vão se perguntar... Tô afim de gravar um vídeo. Qual é o problema? Não sei se é medo, desconfiança ou o quê. Eu juro com uma mão no coração e outra na piroca (órgãos sagrados se é que existem) que todas as minas que eu propus a gente se filmar (mais de 15) recusaram a ideia. Por quê? Simples. O pão de cada dia nos programas sensacionalistas são vídeos amadores ou fotos pesadas que viralizam e ferram a reputação de uma garota.
Cheguei a propor, inclusive, que elas usassem uma máscara ou um antiface pra não mostrar o rosto e mesmo assim continuaram negando... Enfim. Eu queria propor pras minas do P! que leem meus contos (sim, eu sei, também não sou MUITO lido) que se alguma se animar a fazer um vídeo pra celebrar esses dois anos de histórias picantes com toda a boa energia, a gente pode conversar e, se a vibe continuar, dar asas ao projeto...
Sei que vocês são mais animadas que as minas "comuns". Por isso tô propondo aqui, antes de escrever o conto de hoje. Porque é algo que tô afim de fazer há um tempão e acho que já é hora de realizar pra celebrar esses dois anos de anedotas....

Agora... O CONTO!

Tudo começou como um erro.

Deixei me levar por um grupo de amigos pra uma daquelas festas que eu detesto; cumbia e reggaeton no talo; sem álcool e cheia de otários.

Sim. Péssimo meu jeito de ser antissocial, né? Ok.

Meus amigos se divertiam tirando as minas pra dançar, eu não danço e sem álcool costumo ficar entediado, então por diversão comecei a conversar com um cara que tava ali igual a mim com cara de ponto de interrogação.

O cara tinha amigas que eu não hesitei em dar uma olhada. Não eram o meu tipo, mas cê sabe, uma gostosa é uma gostosa; ela dançar reggaeton ou ouvir joy division é só um parâmetro de compatibilidade pra uma futura parceira, mas eu não queria parceira naquela época, então foda-se!

Começamos a conversar os quatro, ou melhor, os três conversaram enquanto eu tava no meu mundo e de vez em quando soltava umas palavras. Nisso, vejo que uma das duas minas era realmente bonita. Olhos pretos e redondos, pele branquinha e sardenta; aspecto suave. Uma mina, mas com peitão e uma bunda gostosa; cabelo comprido, bem comprido, preto e com as pontas pintadas de loiro. Então comecei a tentar puxar papo com ela.

O problema foi o cara. Acontece que esse sujeito que parecia tão amigável, assim que eu dei um pouco de confiança, virou um daqueles que, sem hesitar, te humilha pra dar risada.

Aqui vem um pequeno limbo pra explicar minha personalidade: Geralmente sou um cara tranquilo, calado, levemente mau-humorado e sarcástico, mas não aparento ser o que sou na minha outra metade.

Acontece que no colégio eu passei muito mal por causa de gente assim. E desenvolvi em mim uma espécie de lado "b" aparentemente imperceptível.

De um lado, tem o cara dos livros, tranquilo e pessimista. Cioran, Nietzsche, Heráclito, Descartes, Maquiavel, Bergson, etc.

Do outro, tem meu lado provocador; se você me provoca, eu provoco pior.

Foi isso que me permitiu neutralizar minha situação anterior de sofrer bullying. Metade intelectual extremamente cerebral e metade arlequim zombeteiro, fiquei feito uma espécie de Jim Morrison coberto por um tapete de elegância por minha veneração aos dândis como Baudelaire.

Esse cara, nem lento nem preguiçoso, começou a me encher o saco por causa das unhas pintadas. Me chamou de viado num tom cômico "ok" aceitável. Me chamou de viado e disse "ah, então sai do armário, tá tudo bem agora hahaha arre". E aí explodiu meu lado "provocador".

Na hora, peguei ele pelas bochechas e meti um beijo na boca. Imagina a cara? "Pussy, se me provoca tanto assim... Você pediu, aqui está, e tem mais, vamos fazer a sacanagem" Falei com um sotaque afeminado estilo Flavio Mendoza.

O cara meio que ficou parado e meio que queria me bater, mas se deparou com um detalhe: sou um cara que, mesmo não sendo alto, sou grandão e forte. Ele hesitou e no final não brigou porra nenhuma, mas ficou ofendidíssimo. As gatinhas, nisso tudo, estavam morrendo de rir, e eu peguei na cintura a que eu tava afim e falei "também tem pra você" "hahaha você é louco, é bi?" E na hora, sem hesitar, meti um beijo nela, sem perguntar nome nem nada.

O cara derrotado e com as duas gatinhas rindo da cara dele, que tava com cara de cachorro molhado, olhou pro lado e foi embora feito menina de jardim que mijou na calcinha.

A mina, nisso tudo, quis me puxar pra dançar e me puxou pela mão, eu dei um puxão mais forte e a juntei contra mim. Levei aquela mão que tava segurando pra cintura dela e a outra coloquei quase no rabo. Meti um beijo longo e profundo, abrindo a boca dela com força.

Eu sugava o hálito de morango dela enquanto uma mão sentia o toque da cintura dela, acariciando e roçando parte daquele rabo duro e lindo que só as mulheres que gostam de cumbia e reggaeton conseguem ter. Com a outra mão, apertava levemente os dedos dela e a empurrava cada vez com mais força contra mim.

Começou a típica: enfiar uma perna entre as dela e esfregar pra esquentar ela enquanto continuava comendo a boca dela em beijos intermináveis, muito, mas muito profundos.

A garota tava tão tesuda quanto eu: mas a gente tava no meio de uma festa e tanto ela quanto eu estávamos lá pelas amigas (ou pelo menos eu acho) e eu não podia falar "eu... peço um Uber e vamos pra casa" Porque seria muito sem educação, seria muito óbvio pros outros presentes e tal. Não dava, esse é o caso.

Então a noite toda a gente passou saciando levemente só uma parte das nossas ansiedades mais profundas através de beijos e esfregadas, nada mais aconteceu.

Como as mulheres são impulsivas e o que Hoje elas gostam, amanhã já acham uma merda; então, naquela noite eu tinha esquentado ela, mas no outro dia um cara "culto" esquenta menos que uma foto pelada do Enrique Pinti. Não me preocupei em pedir Facebook, nem celular, nem nada. Só dei meu nome e fui embora da festa quando meus amigos finalmente se cansaram de tanta besteira.

Passaram os dias, passou uma semana, duas... Um mês e... a outra mina, a amiga, me adicionou.

Ela me contou como era a parada; o cara que eu "provoquei" era um sujeito "pesado" (pesado pra uns playboyzinhos de Banfield se achando os malandrões) que brigava na rua e não sei mais o quê, mas todo mundo tinha medo dele e ninguém ousava rebater as coisas que ele falava.

Ele era, digamos, por isso o "líder negativo do grupo", o popular enchedor de saco, em termos mais simples, que ainda pegava todas.

Por ter feito o que fiz, supostamente, segundo ela, a maioria das minas que estavam na festa, todas do colégio e que o colocavam num pedestal, estavam agora afim de mim.

De mim? De quem pra elas é um nerd?

Sinceramente, não sei. Não me importei em saber. Esse tipo de patricinha que se acha malandra não me desce bem. Na real, ninguém que ouve esse tipo de música pode ter mais de dois neurônios vivos (um pra comer e outro pra foder). Então, passando a excitação, não tava a fim de falar com elas, conhecê-las, fazer tudo isso.

Mas eu tava a fim da Chuly (assim que chamavam a mina que eu beijei). Então perguntei pra essa garota se eu agradava ela, e ela disse que sim, bastante, mas que não teve coragem de pedir meu Facebook pra ninguém.

Depois de uma longa conversa, consegui o celular da amiga. E usei a tática da mensagem misteriosa. Não, não o típico banana mandando "você é linda", "me apaixonei por você", esse povo não sabe usar o anonimato a seu favor. Minha mensagem foi a seguinte: "Sabe de uma coisa?"

Em segundos ela respondeu: "Não... ke... quem é????" Esperei uma hora e pouco e então Respondi: "Ué, não lembra que eu falei que a gente ia pro parque da costa um dia na festa do Julian?..." (Entre os beijos, ela comentou que queria ir pro parque da costa e eu falei, meio como fantasia, que a gente iria. Aqui, o que faço é lembrar desse "vínculo" que a gente criou através de uma memória emocional.)

Aí caiu a ficha dela. Ela respondeu: "Ah, bobo kkkk era você... podia ter me dito..." ... "blá blá blá" umas mensagens como de costume e na hora soltei a terceira bomba: A primeira foi o mistério, a segunda o vínculo emocional, a terceira é marcar um encontro. "Ei... não vai ser o parque da costa, mas a praça vila obrera parece bem bonita pra gente se jogar debaixo de uma árvore e conversar. Sábado?" "KKKKK que horas?" (sim, eu rio da ortografia dela) "Quatro e meia" "fechou, vamos 🙂"

E foi só isso, sem mais mensagens até o sábado... se não sentem sua falta, como é que vão querer te ver, mano?

Então, no sábado. Fomos pra praça, como eu falei, nos jogamos debaixo de uma árvore. Usei meu humor pra ela se acabar de rir. Aos poucos fui beijando ela com mais vontade, a tarde foi passando e nossa vontade aumentando... num momento, deitei ela na grama e me esfreguei nela discretamente, e ela respondeu super bem... tava gostosa. Peguei ela pela mão e levei até o ponto de ônibus. Continuamos nos pegando, hein. Num momento falei: "Olha, eu tenho que ir daqui a pouco... tipo já... minha avó tá meio mal e minha madrinha não tá em casa, melhor eu ir cuidar dela, foi mal... Não quer vir na minha casa? Podemos tomar uma cerveja ou um chocolate quente, depende do clima com você, kkkk" "kkkk eu até iria, mas..." "Fala sério, não moro tão longe da sua casa" "já sei..." "Então... olha, se em algum momento se sentir assediada ou ofendida, é só ir embora e pronto, sou amigo dos seus amigos, não vou te estuprar ou matar... parei com isso quando saí da cadeia" "você é um bobo kkkk tá bom".

E chegamos em casa!

Primeiro, enrolei um pouco. Não dava pra perceber que não só minha madrinha, mas também minha tia e minha mãe estavam por perto. Mandei ela pro quarto e fui com a chaleira e o mate. "Bla bla bla bla", uma conversa normal e corriqueira. Dei uns beijos nela, fui deitando ela e... PRONTO.

O que me chamou a atenção foi o quanto a mina era lúcida. Sabia muito bem como se posicionar, como beijar naquele momento pra esquentar o clima. Como mexer a língua delicada e pálida que ela tem, como se esfregar devagar e aumentar o ritmo aos poucos conforme a temperatura sobe... uma gênia!

As lambidas delicadas dela e as mordidas fortes no meu pescoço me transmitiam uma eletricidade, uma eletricidade tão forte, quase orgásmica, que me fazia sentir como se a pica estivesse sendo estrangulada dentro da cueca. Ela, por outro lado, ficava molhada e quente; quando passei minha mão na buceta por cima da calça, dava pra sentir aquele calor e aquela umidade típica de uma mulher excitada.

Enfiei a mão por baixo da blusa dela e levantei o sutiã, deixando à mostra os dois pezões enormes e duros. Passei a língua em volta deles enquanto sentia as pernas dela tremendo e o ritmo das esfregadas aumentando conforme eu lambia mais forte e mais rápido.

Não fiz o famoso "toque de rotina" pra molhar ela. Diretamente, do tesão que tava, puxei a calça e a calcinha dela com dois puxões, baixei minha calça e esfreguei minha pica na buceta dela enquanto olhava com tesão a carinha de prazer dela mordendo os lábios.

Subi em cima dela e empurrei pra dentro. Custou, mas aos poucos senti aquele "calor que queima" que se sente ao penetrar até o fundo uma gostosa toda excitada.

Ela era muito apertada... então, por consideração, fiquei um tempo assim, dando beijos nela e apalpando os peitos dela.

Quando senti que a pele dela foi relaxando, comecei a meter devagar enquanto beijava o pescoço dela. Conforme ia sentindo ela ficar mais molhada, eu aumentava o ritmo. Quando eu empurrava com força até o fundo de uma vez (costume que tenho), ela dava um grito e me Me agarrava pela camiseta e me puxava contra o rosto dela com uma expressão meio diabólica, metade prazer, metade ódio. "Devagar, que você tá me machucando", falava quase de mal humor, mas passava quando eu entrava no ritmo que ela queria: intermediário e suave.

Depois de uma hora serrando assim e dela ter molhado até parte da minha camiseta com as gozadas rápidas dela, falei por cima dela, segurando os pulsos dela: "Tão devagar não dá, eu fico entediado... se você não quiser, vou ter que te forçar" (na brincadeira). "Ah, sim... me força..." E com as duas mãos segurando as dela, eu meti não só muito rápido, mas bem forte. Os corpos batiam grotescamente, e ela soltava gritos onde se misturavam o "ai" de dor, o "ai" de prazer e o "ai" de choro. Estranhíssimo. E quanto mais forte e rápido eu metia, parecia que no fundo ela gostava mais. Ébrios do prazer ardente e doloroso, nos deixamos levar, agora, pelo meu ritmo.

Entre os gritos, soltava palavras soltas com a voz rasgada, cheia de delícia: "tasty... ayyyyyyayyayyayyay... tasty", falava enquanto gozava e se molhava, enquanto eu continuava imutável, metendo forte e rápido.

Três horas entre o ritmo dela e, agora, o meu, tinham passado. Ela estava muito molhada. Minha camiseta estava manchada dela, a cama cheirava a bunda dela e aos sucos dela... só faltava gozar na boca dela pra fechar com chave de ouro.

Tirei abruptamente e joguei a camisinha de lado, enfiei na boca dela sem falar nada. Ela engoliu, depois tirou toda cheia de saliva e começou a brincar com a ponta da língua, sem as mãos. "Ah... vai, meu amor, vai..." falei desesperado, já tava doendo as bolas e eu tava com o pau duríssimo.

Ela começou a me masturbar e em dois minutos senti a gozada chegando, empurrei com força o pau entre os lábios dela e segurei a cabeça dela. Literalmente comi a boca dela.

Depois de gozar toda a boquinha dela e tremer soltando gritos e "sim, meu amor, sim", dei um beijo nela e ficamos abraçados um tempo.

Minutos depois, ela começou com que tinha que ir embora... bom... eu tava tão satisfeito. que dava no mesmo o que eu fizesse.
Tristemente, depois de acompanhar ela até o ponto de ônibus, nunca mais vi ela e, uma semana mais ou menos, ela me tirou do Facebook... pena que ela fodia tão bem... segundo a amiga, o ex apareceu na história e, bom... toda mina sabe o que rola quando uma matéria pendente aparece... uma pena. Às vezes eu bato uma pensando nela e no corpo dela. No jeito dela ser. Pena, mina, pena.

1 comentários - Quase 2 anos de memórias de um jovem indecente: O vídeo..

Excelente! Pasa el dato de las minitas de Lanus xD

PD: todas acaban a chorros? Qué hdp! jaja
Supongo que tengo buen ojo para elegirlas (como todos cuando no andamos desesperados). Debe ser que me doy cuenta más o menos por como son si son desenvueltas y entregadas... igual tuve unas pares de malas experiencias que también subí xd no todos son lindos polvos, sino lee "c´est la vie" jajaja