Reenviado! Só pra deixar claro, todos os personagens são maiores de idade.
Conhecendo minha família biológica.Isso aconteceu de verdade, os nomes foram trocados, assim como a idade e alguns detalhes.
Oi, vou começar contando como eu sou. Meu nome é Fernando e tenho 18 anos, tenho aproximadamente 1,85m, sou de pele clara e cabelo liso castanho escuro (antes era loiro e cacheado).
Fui criado por uma família conservadora, os assuntos de sexo não eram muito discutidos nas conversas, e por isso, aprendi as coisas com amigos, como a maioria de vocês. Nunca tive namoradas, apesar de ser considerado um cara "bonito", mas muito tímido.
Nasci em Buenos Aires, mas com dois anos fui para o Chile, onde cresci até os 18. Ao longo da minha curta vida, fiz muitos amigos, mas só dois são meus melhores amigos, com quem tenho doze anos de convivência.
Este ano, por problemas com meu pai, Juan (não é o nome real), vim com minha mãe (estes não são meus pais biológicos) para a Argentina, especificamente para a província de Buenos Aires, para a casa da filha dos meus pais não biológicos, que tem um apartamento num bairro de classe média-alta de Lanús.
Tudo o que vou contar a seguir aconteceu porque fui morar com minha família biológica, que mora em Glew.
Minhas irmãs, Florencia de 18 e Rocío de 20 (nomes e idades falsos de todos, claro) e minha mãe Alicia de 50.
Capítulo I - O Aniversário
Era o aniversário de 20 anos da minha irmã Rocío, então fui vê-la.
Rocío vem até a entrada da casa dela para me cumprimentar, me dá um beijo na bochecha e me convida para entrar. Entro e lá está minha mãe, cumprimento ela do mesmo jeito, e então olho para Florencia, que estava sentada num dos sofás com as pernas cruzadas na sala, me encarando.
— E aí, irmãozinho, não vai me cumprimentar? — Flor me diz.
— Bom, então vem aqui, não fica sentada, que eu tô de visita, haha. — Falei, meio sem graça, já que todo mundo estava me olhando.
Flor se levanta e se aproxima. Como ela é quase do meu tamanho, só me aproximei para dar um beijo na bochecha dela, mas ela vira a cabeça e eu, sem querer, acabo beijando ela na Comissura dos lábios.
- Desculpa, maninho, não foi de propósito.
- Sussurra Flor pra mim com um sorriso safado de ponta a ponta.
- Ha ha... (Foi uma risada nervosa) sem problema, posso ir no banheiro?
A vontade de mijar era enorme e se eu não fosse agora, ia explodir.
- Claro, vai, é a última porta à esquerda.
- Valeu!
Falo isso enquanto praticamente saio correndo pro banheiro, entro, tranco a porta e desabotoo o cinto, abaixo a calça jeans e a cueca, meu pau pulando pra fora já meio excitado com o que rolou com a Florencia.
- Será que ela fez de propósito? Que merda que eu tô pensando! Caralho, até fiquei excitado com a minha própria irmã, sou um tarado.
Comecei a falar sozinho.
Termino de mijar, sacudo ele e dou descarga, vou até a sala onde a Flor tava me esperando com um filme.
- Fer (é como me chamam), quer subir pra ver um filme?
Ela falou sabendo que eu ia aceitar porque adoro esses filmes.
- E a Rocío não vem?
- Não quer, tá lá fora com a mãe e o namorado, falando com os convidados sobre como eles querem que a bebê seja.
Isso eu não contei, minha irmã tá grávida de quase 9 meses.
- Beleza, vamos. É filme de terror?
Falei.
- Sim! Perguntei pra Rocío se você gostava desses e ela disse que sim.
Flor falou enquanto colocava o filme no DVD que tá no quarto dela. Aliás, eram 6 da tarde e tava meio frio (estávamos em março).
- Ha ha, beleza.
- Cuidado pra não ser devorado pela do Exorcista.
Falei no meio do filme enquanto me aproximava sem ela perceber e agarrei a perna dela.
- Ahhh! Filho da... ha ha, caguei de medo! Não faz isso de novo, que eu tenho muito medo.
- Ha ha ha.
Durante o filme, fui percebendo que ela tava se aproximando mais de mim, isso não me incomodava nada, porque eu via ela como o que era, minha irmã.
O filme acabou, eu tava com muito sono, mesmo sendo só 8 horas, mesmo assim, acabei dormindo ali mesmo, do lado dela. Irmã. Ao acordar meia hora depois de ter dormido, percebi que ela tinha a palma da mão sobre meu volume.
- Mmm irmãozinho... - Flor virou a cabeça e percebeu que eu tinha acordado.
- ... - Eu não sabia o que dizer. Isso me excitava, mas ao mesmo tempo percebi que era minha irmã e fiquei com medo. Moralmente era errado, então tentei impedi-la.
- O que..? O que você tá fazendo, Flor?!
- Ahh, irmãozinho... desculpa... não quis... (Dava pra perceber o nervosismo e a excitação na voz dela) Por favor, não conta pra ninguém! - Ela disse, tentando quebrar o gelo que tinha se formado com a situação.
- O que você tava fazendo, Flor? Você é minha irmã, não pode fazer isso, - falei enquanto me levantava da cama rapidamente e ia pro meu quarto.
Entrei no meu quarto, tranquei a porta e me sentei na cama. Não sabia o que tinha acontecido, bem, sabia sim, minha irmã tava pegando na minha pica por cima da calça, mas por quê?
Pouco depois, acordei e comecei a ouvir batidas na minha porta.
- Irmãozinho? Tá bem? - Flor falou do outro lado da porta.
- Flor, aconteceu alguma coisa? - Ouvi a voz de Rocío perguntando pra Florencia.
- Hmm, nada. - Flor respondeu pra minha outra irmã.
- Tem certeza?
- Sim, sim...
Esperei até ouvir o barulho das escadas, com certeza era a Rocío descendo.
Me aproximei da porta e abri.
- O que você quer, Flor? -
- Queria te pedir desculpa, é que fiquei curiosa pra saber como você é, por isso tava te tocando, por favor não conta pra ninguém.
- Tá bom, Flor, bem, tô muito cansado da viagem, vou dormir.
- Beleza, muito obrigada.
Fui dormir, mas não sem antes bater uma punheta bem gostosa, porque senão a excitação não ia embora.
Depois disso, apaguei.
Capítulo II - Provocação e Excitação
Acordo, vejo a hora no meu celular que tá na mesinha de cabeceira, são 11 da manhã. Desço pra tomar café, e...
- Oi, dorminhoco! haha! - Minha mãe fala enquanto prepara o café.
Ouço alguém descendo as escadas minhas duas irmãs.
- Bom dia!, e como vocês dormiram? Se referindo a Rocío e Flor.
- Bem, respondemos Rocío e eu. - Enquanto Flor desviava o olhar.
- E você Flor, como dormiu? - Diz minha mãe pra Flor.
- Bem... muito bem, mãe.
Assim que Flor terminou de comer, foi pro quarto dela. Eu, enquanto ia pro meu, vi a porta entreaberta do quarto da minha irmã. Dizem que a curiosidade matou a puta, mas entrei mesmo assim.
- Flor, por que você tá assim? Tá me evitando. -
-... Não, irmãozinho, não tô te evitando... - Disse sem me olhar na cara.
- É por causa de ontem à noite, né? Quando acordei e você tava me...? - Se eu falasse o que tinha que dizer, ia estragar tudo, então preferi ficar calado.
- Bom, sim, é isso!! Feliz?! -
- Irmãzinha, não tem problema, não fica assim. -
- Como você quer que eu fique, Fer, eu não devia ter feito, foi errado, você é meu ir... - Eu a interrompi. -
- Não importa, já foi. E o beijo "acidental" que você me deu?
- Ahh... isso... é... não foi acidental, é que, na real, eu gosto muito de você, desde que te vi pela primeira vez quando a gente se encontrou em Lanús... -
- Florcha, eu te amo muito e você sabe. Vamos mudar de assunto, tá? Não quero que nossa relação se estrague por causa do que aconteceu. -
- Tá bom, irmãozinho, eu também te amo, quero ficar sozinha um pouco... -
- Ok, Flor.
Assim que saio do quarto da Florencia, escuto ela dizendo alguma coisa, mas não consigo entender o que é. A curiosidade é tanta que decido ficar ouvindo "o que minha irmãzinha tá falando".
(Ouve-se gemidos leves) Mmm. - Gemia Flor bem baixinho.
- Que irmãzinha que eu tenho... - Vou ver se vem alguém, como ninguém vem, entro e me faço de besta. -
Já decidi, vou entrar.::: Continua ::: (Só se vocês quiserem, claro).Espero que vocês tenham gostado dessa parte do conto, por favor comentem aí como foi, é a primeira vez que faço um relato assim, então desculpa se não ficou muito bom, valeu!.
É metade real e metade ficção, me custa pra caralho fazer um relato, não sou bom escrevendo.
Conhecendo minha família biológica.Isso aconteceu de verdade, os nomes foram trocados, assim como a idade e alguns detalhes.
Oi, vou começar contando como eu sou. Meu nome é Fernando e tenho 18 anos, tenho aproximadamente 1,85m, sou de pele clara e cabelo liso castanho escuro (antes era loiro e cacheado).
Fui criado por uma família conservadora, os assuntos de sexo não eram muito discutidos nas conversas, e por isso, aprendi as coisas com amigos, como a maioria de vocês. Nunca tive namoradas, apesar de ser considerado um cara "bonito", mas muito tímido.
Nasci em Buenos Aires, mas com dois anos fui para o Chile, onde cresci até os 18. Ao longo da minha curta vida, fiz muitos amigos, mas só dois são meus melhores amigos, com quem tenho doze anos de convivência.
Este ano, por problemas com meu pai, Juan (não é o nome real), vim com minha mãe (estes não são meus pais biológicos) para a Argentina, especificamente para a província de Buenos Aires, para a casa da filha dos meus pais não biológicos, que tem um apartamento num bairro de classe média-alta de Lanús.
Tudo o que vou contar a seguir aconteceu porque fui morar com minha família biológica, que mora em Glew.
Minhas irmãs, Florencia de 18 e Rocío de 20 (nomes e idades falsos de todos, claro) e minha mãe Alicia de 50.
Capítulo I - O Aniversário
Era o aniversário de 20 anos da minha irmã Rocío, então fui vê-la.
Rocío vem até a entrada da casa dela para me cumprimentar, me dá um beijo na bochecha e me convida para entrar. Entro e lá está minha mãe, cumprimento ela do mesmo jeito, e então olho para Florencia, que estava sentada num dos sofás com as pernas cruzadas na sala, me encarando.
— E aí, irmãozinho, não vai me cumprimentar? — Flor me diz.
— Bom, então vem aqui, não fica sentada, que eu tô de visita, haha. — Falei, meio sem graça, já que todo mundo estava me olhando.
Flor se levanta e se aproxima. Como ela é quase do meu tamanho, só me aproximei para dar um beijo na bochecha dela, mas ela vira a cabeça e eu, sem querer, acabo beijando ela na Comissura dos lábios.
- Desculpa, maninho, não foi de propósito.
- Sussurra Flor pra mim com um sorriso safado de ponta a ponta.
- Ha ha... (Foi uma risada nervosa) sem problema, posso ir no banheiro?
A vontade de mijar era enorme e se eu não fosse agora, ia explodir.
- Claro, vai, é a última porta à esquerda.
- Valeu!
Falo isso enquanto praticamente saio correndo pro banheiro, entro, tranco a porta e desabotoo o cinto, abaixo a calça jeans e a cueca, meu pau pulando pra fora já meio excitado com o que rolou com a Florencia.
- Será que ela fez de propósito? Que merda que eu tô pensando! Caralho, até fiquei excitado com a minha própria irmã, sou um tarado.
Comecei a falar sozinho.
Termino de mijar, sacudo ele e dou descarga, vou até a sala onde a Flor tava me esperando com um filme.
- Fer (é como me chamam), quer subir pra ver um filme?
Ela falou sabendo que eu ia aceitar porque adoro esses filmes.
- E a Rocío não vem?
- Não quer, tá lá fora com a mãe e o namorado, falando com os convidados sobre como eles querem que a bebê seja.
Isso eu não contei, minha irmã tá grávida de quase 9 meses.
- Beleza, vamos. É filme de terror?
Falei.
- Sim! Perguntei pra Rocío se você gostava desses e ela disse que sim.
Flor falou enquanto colocava o filme no DVD que tá no quarto dela. Aliás, eram 6 da tarde e tava meio frio (estávamos em março).
- Ha ha, beleza.
- Cuidado pra não ser devorado pela do Exorcista.
Falei no meio do filme enquanto me aproximava sem ela perceber e agarrei a perna dela.
- Ahhh! Filho da... ha ha, caguei de medo! Não faz isso de novo, que eu tenho muito medo.
- Ha ha ha.
Durante o filme, fui percebendo que ela tava se aproximando mais de mim, isso não me incomodava nada, porque eu via ela como o que era, minha irmã.
O filme acabou, eu tava com muito sono, mesmo sendo só 8 horas, mesmo assim, acabei dormindo ali mesmo, do lado dela. Irmã. Ao acordar meia hora depois de ter dormido, percebi que ela tinha a palma da mão sobre meu volume.
- Mmm irmãozinho... - Flor virou a cabeça e percebeu que eu tinha acordado.
- ... - Eu não sabia o que dizer. Isso me excitava, mas ao mesmo tempo percebi que era minha irmã e fiquei com medo. Moralmente era errado, então tentei impedi-la.
- O que..? O que você tá fazendo, Flor?!
- Ahh, irmãozinho... desculpa... não quis... (Dava pra perceber o nervosismo e a excitação na voz dela) Por favor, não conta pra ninguém! - Ela disse, tentando quebrar o gelo que tinha se formado com a situação.
- O que você tava fazendo, Flor? Você é minha irmã, não pode fazer isso, - falei enquanto me levantava da cama rapidamente e ia pro meu quarto.
Entrei no meu quarto, tranquei a porta e me sentei na cama. Não sabia o que tinha acontecido, bem, sabia sim, minha irmã tava pegando na minha pica por cima da calça, mas por quê?
Pouco depois, acordei e comecei a ouvir batidas na minha porta.
- Irmãozinho? Tá bem? - Flor falou do outro lado da porta.
- Flor, aconteceu alguma coisa? - Ouvi a voz de Rocío perguntando pra Florencia.
- Hmm, nada. - Flor respondeu pra minha outra irmã.
- Tem certeza?
- Sim, sim...
Esperei até ouvir o barulho das escadas, com certeza era a Rocío descendo.
Me aproximei da porta e abri.
- O que você quer, Flor? -
- Queria te pedir desculpa, é que fiquei curiosa pra saber como você é, por isso tava te tocando, por favor não conta pra ninguém.
- Tá bom, Flor, bem, tô muito cansado da viagem, vou dormir.
- Beleza, muito obrigada.
Fui dormir, mas não sem antes bater uma punheta bem gostosa, porque senão a excitação não ia embora.
Depois disso, apaguei.
Capítulo II - Provocação e Excitação
Acordo, vejo a hora no meu celular que tá na mesinha de cabeceira, são 11 da manhã. Desço pra tomar café, e...
- Oi, dorminhoco! haha! - Minha mãe fala enquanto prepara o café.
Ouço alguém descendo as escadas minhas duas irmãs.
- Bom dia!, e como vocês dormiram? Se referindo a Rocío e Flor.
- Bem, respondemos Rocío e eu. - Enquanto Flor desviava o olhar.
- E você Flor, como dormiu? - Diz minha mãe pra Flor.
- Bem... muito bem, mãe.
Assim que Flor terminou de comer, foi pro quarto dela. Eu, enquanto ia pro meu, vi a porta entreaberta do quarto da minha irmã. Dizem que a curiosidade matou a puta, mas entrei mesmo assim.
- Flor, por que você tá assim? Tá me evitando. -
-... Não, irmãozinho, não tô te evitando... - Disse sem me olhar na cara.
- É por causa de ontem à noite, né? Quando acordei e você tava me...? - Se eu falasse o que tinha que dizer, ia estragar tudo, então preferi ficar calado.
- Bom, sim, é isso!! Feliz?! -
- Irmãzinha, não tem problema, não fica assim. -
- Como você quer que eu fique, Fer, eu não devia ter feito, foi errado, você é meu ir... - Eu a interrompi. -
- Não importa, já foi. E o beijo "acidental" que você me deu?
- Ahh... isso... é... não foi acidental, é que, na real, eu gosto muito de você, desde que te vi pela primeira vez quando a gente se encontrou em Lanús... -
- Florcha, eu te amo muito e você sabe. Vamos mudar de assunto, tá? Não quero que nossa relação se estrague por causa do que aconteceu. -
- Tá bom, irmãozinho, eu também te amo, quero ficar sozinha um pouco... -
- Ok, Flor.
Assim que saio do quarto da Florencia, escuto ela dizendo alguma coisa, mas não consigo entender o que é. A curiosidade é tanta que decido ficar ouvindo "o que minha irmãzinha tá falando".
(Ouve-se gemidos leves) Mmm. - Gemia Flor bem baixinho.
- Que irmãzinha que eu tenho... - Vou ver se vem alguém, como ninguém vem, entro e me faço de besta. -
Já decidi, vou entrar.::: Continua ::: (Só se vocês quiserem, claro).Espero que vocês tenham gostado dessa parte do conto, por favor comentem aí como foi, é a primeira vez que faço um relato assim, então desculpa se não ficou muito bom, valeu!.
É metade real e metade ficção, me custa pra caralho fazer um relato, não sou bom escrevendo.
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