En el sillón cama.

Estamos num sofá-cama.
É de couro preto, com lençóis brancos.
Estou deitado de barriga para cima, ela está sentada por cima de mim.
Estamos nos beijando apaixonadamente, a baba escorre das nossas bocas.
Ela está com um conjunto preto de renda e meias-calças pretas.
Eu estou pelado, coberto da cintura para baixo.
Minhas mãos estão na sua bunda, que mal é coberta pelo fio da sua calcinha fio-dental.
Enquanto nos beijamos, minhas mãos não param, aperto suas nádegas e dou palmadas cada vez mais fortes.
Ela geme e move os quadris sobre meu pau, que já está bem duro.
Com uma das mãos, afasto o fio da calcinha para o lado e começo a passar meu dedo indicador na sua buceta, que está bem molhada.
Enfio um dedo, depois outro, seus gemidos ficam mais altos.
Ela me pergunta…
— Quer que eu chupe seu pau?
Eu a desço, segurando-a pelos quadris.
Ela puxa o lençol e deixa meu pau à mostra, está latejando.
Ela o enfia na boca e começa a chupar com vontade.
Dá pra ouvir os sons de sucção.
Ela tira e fios de baba nos mantêm conectados.
Ela chupa um dedo e massageia meu cu, molhando enquanto passa a língua nas minhas bolas.
Enfia meu pau na boca de novo e o pressiona contra a bochecha, vejo claramente o formato dentro da boca dela.
Eu seguro e puxo para fora, a baba cai no lençol.
Com minhas mãos, puxo seu sutiã para baixo e seus peitos ficam livres.
Seus mamilos rosados estão duros, aperto entre meus dedos e ela solta um gemido abafado.
Ela continua chupando meu pau cada vez mais rápido enquanto me masturba.
Sinto que o orgasmo está perto e peço para ela parar.
Nos beijamos de novo e não consigo evitar segurar sua bunda com força.
Me levanto, ela fica deitada de bruços.
Enfio minha cabeça entre suas pernas e começo a passar a língua no meio da bunda, passo pelo seu cu e chego até sua buceta.
O sabor dela me embriaga.
Enfio a língua.
Ela segura minha cabeça por trás do corpo e me aperta como tentando entrar dentro dela. Não aguento mais, preciso penetrá-la. Ajeito ela de lado e abro as nádegas, meu pau está muito duro, começo a passá-lo entre seu cú e sua buceta, minha glande fica molhada com seus fluidos. De uma vez, enfio até o fundo da vagina. Fico parado para aproveitar a sensação, meu pau apertado em sua vagina úmida e quente, sinto as pulsações lá dentro. Começo a me mexer, ela volta a gemer e pergunta… - Gosta de foder a mamãe? Digo que adoro enquanto a penetro com toda minha força. Tem tanto fluido, tanto suco, tanto suor que meu pau escorrega para fora de sua vagina. Digo a ela… - Vem, fica de quatro. Ela, obediente, ajeita a pouca roupa que tem e se põe de quatro, como uma puta no cio, me mostrando o buraco do cú e sua vulva rosada e brilhante. Meu pau está prestes a explodir. Me posiciono atrás e começo novamente a percorrer aquela fenda que me deixa tão excitado. Um fio de seus fluidos conecta sua vagina à minha glande. Começo a me mexer sem tocar no meu pau, tento deixar que entre sozinho. Ela mexe a bunda, querendo ser penetrada. Geme. Agarro suas nádegas e a penetro com força até o fundo. Ela me diz… - Devagar com esse pauzão… Você enfia até o fundo… Começo a me mexer mais devagar, tentando não penetrar tão fundo. O barulho do impacto de suas nádegas contra minha pelve fica cada vez mais alto. Ela vira a cabeça, me olha e diz… - Me dá, me dá forte que eu gosto de sentir dor… É tudo que preciso para meter com força, tento não chegar ao orgasmo, mas está cada vez mais difícil, preciso me acalmar e ficar parado um momento. Ela começa a mover os quadris em minha direção, tornando a penetração mais rápida e profunda. Meu pau está coberto de seus fluidos. Ela está como uma louca, bate em mim com fúria enquanto diz… - Vai, me dá, eu mesma me dou? Eu mesma? Hein? Hein? Da minha boca escapa um… - puta Tiro meu pau. Meu pau está completamente molhado, brilhando, as veias prestes a estourar. Apoio na entrada do cu e empurro. Ela pergunta... - Vai enfiar no meu cu? Como resposta, empurro um pouco mais. Dá pra ouvir claramente meu pau abrindo caminho no ânus dela. Ficamos parados para o canal por onde estou entrando nela se acostumar. Começo a me mover devagar, aos poucos o prazer cobre a dor, ela geme de novo, está gostando, diz... - Gosta de arrombar meu cu, é? Já estamos num bom ritmo, meu pau entra e sai sem problemas do seu cu lindo. Depois de um tempo paramos pra beber algo e voltamos a começar. Agora ela está me chupando de novo. Olho pros mamilos dela, que estão bem duros e empinados. Tenho vontade de mordê-los, mas estou curtindo demais a boca dela na minha pica. Ela pergunta... - Tem porra? Eu digo... - Muita, vou encher sua boca até escorrer pela sua cara. Ela continua chupando e me olha. Deito ela e começo a chupá-la toda, começando pela buceta mas seguindo pelo cu, peitos, costas. Encho ela de baba, chupo como se fosse um sorvete. Ela goza na minha boca, seus fluidos são salgados, me excitam ainda mais. Subo em cima e enfio de uma vez na buceta. Começo a me mover rápido e ela diz... - Tá grossa, essa, essa que eu tô aqui! Enquanto agarra meu pau e me masturba enquanto penetro até o fundo. Depois diz... - Gosta de me foder com essa pica grossa, é? Tiro e enfio três dedos, movo com força enquanto ela enche meus dedos de fluidos num orgasmo forte. Me deito e ela senta em cima de mim, enfia meu pau todo e começa a subir e descer devagar. Estou agarrando suas nádegas, abro bem o cu, bato forte com a mão e deixo o cu vermelho. Ela está muito excitada, geme, pede pra eu chupar seus peitos. Mordo os mamilos dela enquanto meu pau entra e sai de dentro dela. Ela me olha e diz... - Me dá essa pica dura. Ela pula como louca, põe os pés na cama pra conseguir se penetrar melhor com meu membro. Ajeito ela e começo a bombear dentro. Seus gemidos aumentam de ritmo e volume.
Ela diz...
- Vou gozar agora, vou gozar agora...
Sinto que meu orgasmo está bem perto, peço para ela ficar quieta, mas ela não consegue, está perdida, descontrolada de tesão.
Não para de se mexer enquanto diz...
- Aí, aí, sim, sim, me dá, me dá... Vou gozar, papi, vou gozar!
Não aguento mais e descarrego meu sêmen dentro dela, vários jatos quentes e pegajosos se misturam com o fluxo que sai de suas entranhas.
É como uma descarga elétrica que percorre nós dois ao mesmo tempo.
Trememos por um tempo.
Quando ficamos quietos, ela tira meu pau e limpa com a boca, bebe até a última gota de sêmen que sobrou.
Nos beijamos.

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