Desvirgando a una de mis ex

Fala galera, antes de tudo, vou postar de novo porque fechei minha conta anterior. Então, espero que curtam! Esse é meu primeiro post no P! Vou contar uma história que rolou comigo, e vou trazendo várias das minhas histórias que são inesquecíveis, hahaha. Antes de mais nada, vou falar um pouco sobre mim: sou um cara comum, com um temperamento bem forte, orgulhoso, mas se a gente cria intimidade, sou muito leal e um bom parceiro. Fisicamente, sou mediano, 1,75m, com corpo trabalhado na academia, mas sempre tem aquela cervejinha, aquele fernet que dá uma barriguinha. Sou moreno, olhos castanhos, daqueles morenos que tão felizes com o que têm, hahaha. Gosto de falar de sexo com o sexo oposto, dá pra compartilhar muita coisa, e na hora do vamos ver é mais divertido ter um rolo com uma mulher que te completa.

Tudo começou num sábado à noite. Eu tinha 18 anos na época, e minha namorada também. Vamos preservar o nome dela e chamar de Ceci. Ela era uma mina de cabelo castanho claro, olhos verdes, 1,50m de altura, pele branca, bem prepotente e metida, com um corpitcho divino. Não era muito avantajada na frente, mas tinha uma bunda bárbara, daquelas que você não esquece fácil. As medidas dela eram mais ou menos 80-60-95. Eu não tava muito bem com ela, estávamos meio brigados, daquelas tretas de adolescente, tipo "ela curtiu a foto de não sei quem no Facebook e eu não gostei", essas coisas. Naquela noite, eu tava no aniversário de um amigo meu, na minha, tomando umas cervejas e rindo pra caralho com meus amigos, até que toca meu celular: mensagem dela.

Ceci: - Tô com saudade.

Eu: - Eu também, meu amor. Não dá pra ficar assim com você.

Entre uma mensagem melosa e outra, chega:

Ceci: - Meus pais saíram. Saíram e não voltam até amanhã.

Aí eu respondi: - Beleza, vou aí e a gente resolve tudo direitinho. Daqui uma hora tô aí. (Nem imaginava o que ia rolar.) Fiquei mais um pouco com meus amigos, até dar meia-noite, e pedi pra um amigo... me pede um táxi que eu tava voltando pra casa com sono, chega o táxi e falo pra ele me levar até a casa da minha então namorada, quando chego ela abre a porta de casa, me abraça quase chorando e começa nossa conversa de reconciliação, depois da conversa bem longa pra caralho percebo que já eram umas 2 da manhã, deitamos um pouco pra ver TV depois disso, tava no inverno então cairia bem um colherzinha, ela ainda era virgem, eu até então não tinha pegado muita mina pra dizer que tenho experiência, tinha ido umas vezes no puteiro com meus amigos mas só isso, convenhamos que eu tinha só 18 anos, entre carícia, beijinho no pescoço, amassos intensos, uma mão minha escapa pra bunda gostosa dela, e aperto ela contra mim, eu já tava no limite, a calça jeans ia explodir, ela começa a esfregar o corpo no meu e soltava uns gemidinhos, aí eu falo: não aguento mais, vai explodir, ela meio tímida responde: tira a calça se quiser, eu respondo: tem certeza? porque depois não me responsabilizo, ela hesitou um segundo e disse: de boa, tira logo (tava tão ou mais tarada que eu), tiro a calça e tava usando na época umas cuecas Kevingston de coração que tavam na moda, ela ri e fala: que cueca linda, eu respondo: se gostou posso emprestar, ela segue o papo falando: tenho que tirar minha calça também, mas to com preguiça (com o olhar tava me implorando pra tirar a roupa dela), eu falo: de boa, eu ajudo haha, vou descendo a calça dela devagar e revelo uma fio dental vermelha pequena que mal cobria, dava pra ver bem os lábios da buceta escapando pelas bordas da calcinha, ela fala: me passa (a cueca), eu pergunto: vai colocar por cima da fio dental? ela responde: sim, ué, por quê? eu falo: talvez incomode, experimenta sem nada por baixo que é mais confortável (eu queria que ela tirasse tudo! haha), tiro a fio dental vermelha e nisso ela me para e fala: calma calma, eu sou virgem, já era sabido íamos transar, eu respondo: essa oportunidade a gente não pode desperdiçar, não sei quando vamos ficar sozinhos de novo... ela continua insistindo, até que eu calo ela com uns beijos e vou esquentando mais ela. Nessa altura, os dois já estávamos semi nus, eu de cueca boxer e ela de fio dental e uma regatinha que usava de pijama. O amasso era intenso, eu sentia que meu pau ia explodir e ela estava toda molhada. Quando eu falo: "Ceci, vamos fazer", acabo convencendo ela. Pego uma camisinha que tinha na carteira e quando vou abrir, ela fala: "espera!" Eu penso: "ah, merda, de novo". Ela se aproxima de mim e começa a me masturbar pelo furinho da cueca, tira meu pau direto e começa a fazer uma bela punheta. Eu já estava bem lubrificado. Ela deve ter ficado uns 5 minutos me masturbando até que fala: "vai, coloca". Eu abro a camisinha, coloco e quando já tô pronto, pego ela pela cintura, os dois deitados de frente um pro outro, e penetro devagar. A buceta dela também estava bem lubrificada e apertadinha, muito gostosa. Ela começa a soltar gemidos leves. No começo fui bem sutil, coloquei só a cabeça do pau e fazia movimentos lentos pra buceta dela ir se abrindo. Quando enfio tudo, ouço um gemido bem forte da Ceci. Fico por cima dela na posição mais básica de todas e começo a meter cada vez mais forte. Ela não parava de gemer de prazer. Eu estava prestes a gozar (já tinham se passado uns 15 minutos). Penso: "para, tem que durar mais um pouco". Saio de cima dela e falo: "agora é sua vez". É impressionante como essa puta cavalga, foi a primeira vez que eu curti tanto. Eu segurava as nádegas dela e apertava bem forte pra baixo em cada cavalgada. Quando ela se deita sobre mim, sussurro no ouvido dela: "cê gosta do meu amor?" "Adoro", ela responde na hora. Eu falo: "quer que eu goze na sua raba?" Ela pensando que eu queria que ela se entregasse, responde: "não, para, vamos Devagar. Eu rapidamente falo: não, não, dentro não, nas bochechas. Ela responde: melhor nos peitos. Eu respondo: tá bom, meu amor. Ela cavalga mais um pouco, até que eu falo: fica de quatro, amor! Ela nem pensou duas vezes, virou de quatro na minha frente. Eu não sabia se ia aguentar cumprir minha promessa de gozar no peito dela, então meti umas 4 ou 5 picas bem fundo na buceta. De repente, ouvi um gemido forte e a Ceci se contorceu toda — ela tinha gozado e me molhado inteiro. Isso me deixou com muito mais tesão, e eu falei: vem, senta rápido. Mal ela sentou, eu já tava apertando a rola pra segurar toda a porra que ia jogar no peitinho dela. Tirei a camisinha de uma vez e, assim que saiu, saíram 5 jatos de porra bem grossa e quente no peito dela. Ela respondeu: que gostosinha que tá, e esfregou toda a porra nos próprios peitos. Pra terminar de esvaziar, chupou minha rola, mas só um pouquinho, pra tirar as últimas gotas. Já eram umas 5 da manhã e eu tinha que ir pra casa. Fui no banheiro, me limpei e me troquei com ela. Chamei um Uber pra voltar pra casa e, assim que cheguei, recebi uma mensagem dela:

Ceci: - Que delícia que foi com você, meu amor. Obrigada por tudo. Te amo, você é a coisa mais linda que eu tenho.

Eu respondi todo bobo:

Eu: - Eu também, meu amor. Te amo. Espero que tenha curtido a noitinha e que minha companhia tenha te agradado.

Espero que tenham curtido meu relato. Qualquer dúvida, podem me mandar mensagem que eu respondo. Valeu pelo tempo, até logo! Mais pra frente vou postar fotos dela e de outras minas que passaram pela minha vida. Abraço!


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