Bêbada, o vizinho me come

por:flaquita00tetona

Faz umas semanas que uma amiga fez aniversário, uma que eu não via há um tempão. Ela me chamou pra uma balada pra comemorar o aniversário dela, resolvi ir sozinha, porque tinha um monte de coisa pra contar pra ela, e foi assim que rolou. A gente ficou conversando, bebendo e dançando até umas 3 da manhã. Depois de um tempo, o pai dela ligou, porque ia buscar ela, e me perguntou se iam me levar em casa. Falei que não, que eu ia embora sozinha, porque minha casa era perto dali. Continuei bebendo, conheci um cara, a gente bebeu junto, ele me chamou pra dançar, conversamos um pouco. Depois de um tempo, ele me encheu o saco porque era aquele típico menino que nem sabe puxar assunto, só ficava perguntando "e sobre o que você quer conversar? e sobre o que você quer conversar?". Aí falei que já ia embora, era mais ou menos umas 4 da manhã. Já tava bem bêbada, mas ainda consciente o suficiente pra tomar certas decisões. Quando cheguei em casa, revirei minha bolsa e percebi que não tinha pego as chaves nem o celular. Então resolvi descer pra procurar um orelhão. Minha casa fica no topo do bairro, na última rua, na verdade é tipo uns condomínios, tudo junto, e embaixo tem um estacionamento. Fui pra lá, porque é onde fica o telefone mais perto. Tava meio escuro, porque os caras do bairro vivem indo lá pra pichar as paredes e beber, e geralmente quebram as lâmpadas do estacionamento. Por sorte, naquela noite não tinha ninguém lá. Peguei o telefone, liguei pra minha casa, ninguém atendeu. Liguei pro celular do meu pai, e ele disse que tinha saído com uns amigos, porque achou que eu ia chegar mais tarde, então foi embora. Não falei que não tinha as chaves, porque não quis preocupar ele. Desliguei e fui pras escadas do estacionamento, sentei. Tinha um monte de carro. Fiquei sentada, pensando, por uns 15 minutos. De repente, ouvi um carro entrando, não prestei muita atenção. Depois de alguns segundos, alguém falou: "Ei, o que foi? Você tava aí sozinha, eu ainda tava bêbada e quase dormindo. Virei e vi que era um dos meus vizinhos, um cara de uns 45 anos, bonitão. Falei que tava esperando meu pai, porque não tinha a chave de casa.

"Se quiser, pode ficar na minha enquanto ele não chega", ele comentou. Falei que não.

"Então pode tomar umas cervejas comigo, acabei de comprar umas e não gosto de beber sozinho", ele disse.

"Tá bom, mas vamos tomar aqui", respondi.

Ele abriu a porta do carro, pegou umas garrafas. Sentei no capô e comecei a beber. Terminei uma e ele me deu outra na hora. Sabia que ele tava tentando me deixar mais bêbada, mas não liguei. Pra falar a verdade, faz tempo que não vejo sentido na vida, então a maioria das coisas que acontece comigo não me importa. Ele tava parado na minha frente, eu ainda sentada no capô. Chegou perto, me pegou pela cintura e começou a me beijar. Falei que não, desci do capô e quando ia andar pra escada, ele me segurou por trás, me abraçou e começou a beijar meu pescoço, acariciou minhas pernas, apalpou meus peitos. Nessa hora, tava muito bêbada, então deixei ele fazer o que quisesse. Ele abriu a porta de trás do carro, me colocou pra dentro, me sentou, sentou do meu lado, baixou a calça, tirou o pau e mandou eu chupar. Obedeci e comecei a mamar. Enquanto isso, ele me segurava pelas nádegas, afastava minha calcinha fio dental e me penetrava com os dedos. Depois de uns minutos, gozou dentro da minha boca. O efeito da cerveja subiu ainda mais e fiquei meio dormindo. Ele abriu a porta do carro, me tirou, colocou meu braço no ombro dele e começamos a andar até a escada. Subimos pra casa dele, ele abriu a porta e me colocou pra dentro. Quando chegamos no quarto, me jogou na cama, tirou minha roupa. Eu tava deitada, ele subiu em cima de mim e começou a chupar meus peitos. Aproximou o pau e colocou bem no meio deles, apertou e começou a... Movendo mais e mais, depois de alguns minutos daquilo, ele gozou de novo, jogando todo o sêmen na minha cara. Ele se afastou um pouco de mim, me pegou pelas pernas, levantou e colocou nos ombros dele, começou a me penetrar. Eu quase não sentia nada, porque ainda estava bêbada. Não sei por quanto tempo mais ele continuou fazendo aquilo, porque acabei dormindo. Quando acordei, já estava na minha cama. Perguntei ao meu pai quem tinha me trazido, e ele só disse: "Não sei. Quando cheguei, você estava dormindo no chão, do lado de fora da porta." Às vezes, encontro aquele vizinho, mas não troco uma palavra com ele. Embora, na verdade, não importe.

3 comentários - Bêbada, o vizinho me come

un puntito por putilla....
a cuidarse no vaya a ser la prox sean los vecinos+ amigos+ hijos