Mi vecina II

Aos poucos fui conhecendo gente no novo bairro, fiz muitos amigos e a gente jogava todo dia. Fiquei amigo especialmente de um garoto um ano mais velho que eu e do irmão dele. Um dia fomos na casa deles e foi lá que, pela primeira vez, conheci a mulher que ia protagonizar todas as minhas punhetas de jovem: a mãe deles, uma mamasota, bem proporcionada de peitos e com umas pernas de patinadora e uma bunda de atleta. Fiquei paralisado por uns segundos, me deliciando, vendo aquelas pernas depiladas que um short deixava à mostra, aquela bunda que o short exibia perfeitamente e aqueles peitos que aquele top não cobria. Ela me cumprimentou e eu me apresentei bem timidamente. Depois de um tempo, virei muito amigo da família, dormia lá e até almoçava com ela, só nós dois: eu, um gurizinho, e ela, uma coroa casada. Uma manhã, fui porque não tive aula e fiquei do lado de fora da casa, e ela estava semidespida, me abriu a porta de fio dental e baby doll. Fiquei de boca aberta e com o pau duríssimo, tentei disfarçar. Ela disse: "Entra, garoto, meus filhos não estão, mas pode ficar aqui pra não te acontecer nada. Toma conta da casa, vou tomar banho." Eu sentei e, enquanto ela subia as escadas, fiquei olhando aquela bunda se mexer e aquela buceta aparecendo. Assim que ouvi a porta do banheiro fechar, subi correndo pro quarto dela, peguei a roupa íntima dela: uma tanga, um fio dental, um sutiã, e cheirei tudo, esfreguei os fios dentais e as calcinhas na minha cara enquanto enfiava elas na minha virilha. Tava quase gozando quando ouvi a porta do banheiro abrir. Não sabia o que fazer: se saísse correndo, ia dar de cara com ela e ser descoberto, então me escondi debaixo da cama dela. Ela entrou no quarto sem desconfiar de nada, e eu fiquei olhando. Ela tirou a toalha e... uau, sem palavras... fiquei com o pau duríssimo. Vi a buceta dela depiladinha, só com uma linha bem delicada de pelos, a bunda dela nua, os peitos gloriosos, o corpo inteiro pelado. Ela se abaixou, e eu vi a bunda e a buceta dela respirando, se abrindo enquanto ela se abaixava, gozei. Ela se vestiu e eu rápido tentei fingir que estava no banheiro, quando ela desceu me chamou e eu saí e falei: "desculpa, entrei no banheiro, não aguentei". Ela estava com uma saia bem curta e uma blusa. Ela sorriu e me disse: "quer comer alguma coisa?" Eu aceitei. Sentamos na mesa pra comer, ela falava comigo e eu não conseguia olhar direto nos olhos dela, lembrava de ter visto ela pelada. Depois de terminar de comer, ela trouxe a sobremesa, era sorvete, e quando ela começou a chupar, fiquei excitado de novo e fiquei duríssimo. A mesa era de vidro e ela viu meu pau crescendo devagar. Ela ficou parada, me olhou e sorriu. "Não te bastou me ver pelada?" ela disse. Eu fiquei pálido. Ela levantou da cadeira, se aproximou de mim, abriu as pernas na largura dos ombros, pegou minha mão e colocou debaixo da saia dela, e disse: "segura minha calcinha e tira". Enquanto eu abaixava, tentei tocar ela, a buceta dela, a bunda, as pernas, mas ela disse: "por enquanto só tira a calcinha". Fiz isso, fiquei com a calcinha na mão e ela estava molhada. Ela disse: "isso é meu, tô molhada, mas te dou de presente, usa como quiser, bebê". Eu falei: "a fantasia de todo adolescente é comer uma coroa". Ela disse sorrindo: "que fique só na fantasia." Ela foi pra cozinha e eu fui pra casa. Me masturbei por uma semana pensando em tudo que tinha visto e no que tinha acontecido. Na semana seguinte, não me masturbei nenhum dia, guardei a calcinha dela na minha roupa e decidi visitar ela de novo, matei aula só pra ver ela sozinha. Cheguei dando a mesma desculpa, mas dessa vez ela não me deixou tempo pra explicar e me ofereceu comida de novo, eu aceitei, sentei na mesa e esperei ela trazer tudo, mas quando virei pra olhar, ela vinha de saia justa de professora e sutiã, abaixou minha calça e me chupou, chupa gostoso pra caralho, recomendo. Gozei na boca dela, mas ainda tinha lenha pra minha primeira vez. Ela pegou minha mão e colocou debaixo da saia dela, dessa vez não tinha calcinha nem fio, e eu enfiei um dedo na buceta molhada dela. Ela gemia, e aqueles gemidos me excitavam ainda mais. Ela levantou a saia e me fez chupar a buceta dela. Sentou em cima de mim e, como se estivesse cavalgando, tirou minha castidade. Gozei dentro dela, mas eu ainda estava com tesão e, já mais confiante, comecei a apalpar ela, enquanto ela rebolava a bunda na minha frente. Eu batia nela e, de repente, enfiei um dedo no cu dela. Ela se virou com um sorriso safado e disse: "Você é um guloso, quer meu cu, né?" Eu sorri e balancei a cabeça afirmativamente. Ela cuspiu no meu pau e começou a se masturbar. Quando os dedos ficaram molhados, lubrificou o cu e sentou em mim de novo, mas dessa vez eu penetrei o cu dela. Ela ajeitou a saia, vestiu uma camisola e disse: "Vai pra casa, toma um banho e descansa." Foi o que fiz. Com um sorriso de orelha a orelha, acabei dormindo.

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