A grande busca
Parte III
Parte III
Para entender essa história, é absolutamente necessário ler aIntroduçãoe osAqui está a tradução para o português brasileiro:
relatospreviamente publicadosA sensação na minha buceta me acordou, e quando abri os olhos, não fazia ideia de quanto tempo tinha dormido, nem onde estava. Abri os olhos e rapidamente me acostumei com o ambiente, já que uma luz bem suave banhava o quarto onde eu estava. De repente, todas as lembranças da orgia com as catorze sacerdotisas invadiram minha mente e, levada pelo instinto, levei minha mão direto ao meu clitóris, na esperança de encontrar meu pica soberbo, que tinha destruído sem hesitar aqueles catorze cuzinhos deliciosos.
Mas, em vez de um pica, encontrei uma cabeça.
– Bom dia, Isa – disse Lúcia, levantando o olhar e me encarando bem nos olhos.
Ela estava devorando minha buceta, alternando lambidas gostosas na minha ppk com mordidinhas safadas no meu clitóris. Meu clitóris. Não havia sinal do pica, e no lugar dele estava meu antigo e brincalhão clitóris, grande para a média das mulheres, mas nem a décima parte do comprimento que meu pau tinha.
– O que está acontecendo? Onde estou? – Você está nos meus aposentos, Isa. Dormiu quase dezesseis horas, então achei que já era hora de acordar, e não pensei em jeito melhor de fazer isso do que esse – E continuou no seu trabalho de chupar minha buceta.
Lúcia estava nua, de quatro, com a bunda empinada apontando para a parte de baixo da cama. Seus cabelos loiros estavam soltos, cobrindo parte das minhas coxas, o que lhe dava um ar jovem, apesar de passar fácil dos quarenta anos. Com as mãos, ela abraçava minhas coxas e, pela atitude, deduzi que estava se esbaldando com a minha ppk.
Despreocupadamente, me deixei levar, me recostando confortavelmente na cama. Da minha posição privilegiada, pude observar o quarto onde estava.
A cama estava coberta com uma porção de lençóis vermelhos e brancos, todos de seda, com uma maciez deliciosa. Era um quarto bem espaçoso, e a luz entrava por umas janelonas. que, por sua vez, estavam cobertas por cortinas de seda amarela.
O quarto inteiro era profusamente decorado, num estilo claramente barroco. O teto, em forma de cúpula, era muito alto, e não havia um centímetro que não estivesse detalhadamente trabalhado. Os móveis, incluindo a cama, tinham um aspecto bem antigo, e as paredes eram forradas de tapeçarias com motivos renascentistas.
Por outro lado, a comida de buceta que a Lucía tava me dando começava a fazer efeito, e meus mamilos duros indicavam que minha excitação tava chegando ao auge.
– Uuuuffff! – exclamei, esticando o corpo e apertando os lençóis com as mãos.
A Lucía sacou na hora e se esforçou ainda mais, fazendo com que eu gozasse na boca dela, enchendo ela com meus sucos vaginais, que ela devorou com gosto.
– Seus sucos são deliciosos, Isa. Podia passar a vida inteira chupando sua buceta.
A atitude da Lucía era meio estranha, amigável demais comigo, considerando tudo que tinha rolado no dia anterior. Tinha algo a mais. Mas eu tentaria descobrir depois. Agora, era só aproveitar uma boa sessão de sexo matinal.
Quando meu orgasmo passou, a Lucía se levantou, depois deitou do meu lado e me abraçou. Nossos peitos se encostaram, e nossos mamilos brincaram alegremente.
– Meu pau, o que aconteceu com ele? – perguntei, sentindo falta do meu apêndice magnífico. – Voltou pro lugar de onde veio. Você ainda não tá pronta pra uma responsabilidade tão grande. Vai ficar, mas ainda não – respondeu enigmática. – Mas foi tudo um sonho ou foi real? – Tão real quanto você quiser acreditar.
Eu não desprezava meu clitóris, que tanto prazer já tinha me dado, mas ansiava pelo dia em que meu crescimento como futanari chegasse ao auge, e eu pudesse exibir um pau soberbo como o que tive por apenas algumas horas. Levei minha mão ao clitóris, pra me reconciliar um pouco com ele, e no caminho encontrei o pau macio da Lucía, a centímetros da minha buceta. Delicadamente, a Tomei entre meus dedos e, sem soltar o abraço quente, guiei ela até a entrada da minha buceta.
– Me diz, Lúcia, onde a gente tá? – perguntei de novo, enquanto empurrava um pouco minha pélvis, fazendo a glande da Lúcia começar a penetração. – Essa é minha casa – respondeu ela, enfiando um pouco mais o pau em mim – Um apartamento dentro de um dos tantos prédios do Vaticano. Se você espiar por essa janela, vai ver a Praça de São Pedro em todo seu esplendor. – O Vaticano? Mas não é um lugar sagrado? – perguntei, estranhando, já que orgias entre mulheres com paus não encaixava nos meus parâmetros de "religioso". – É sim. Mas essa morada foi concedida pra gente há muito tempo pelo Papa, com a condição de que as Futanari nunca aparecessem em público. Pelo menos, não oficialmente. – Então essa é sua casa? – perguntei, mexendo minha cintura devagar pra aproveitar mais o cacete dela, já enfiado até o fundo da minha xereca. – Sim e não. É a casa da líder suprema da ordem Magna Penis, cargo que eu ocupo agora. Mas que desde tempos imemoriais está esperando por você.
"Eu? Líder de uma seita secreta?", pensei. Nunca tinha passado pela minha cabeça que meus dotes sexuais pudessem servir pra algo além de me dar prazer. Lúcia me tirou dos meus devaneios quando se levantou e, abrindo minhas pernas, se colocou entre elas na posição de missionário, sem nunca tirar o pau da minha caverna molhada.
– O que você quer dizer com isso? – perguntei enquanto segurava minhas pernas atrás dos joelhos pra Lúcia me penetrar com mais facilidade. – Está escrito, nas sagradas profecias Futanari, que chegaria o dia em que o "Asinum Insatiabilis" viria até nós pra nos guiar no caminho da liberdade – explicou ela, enquanto acelerava a penetração vaginal. – O "asinum insatiabilis"? O que é isso? – O "Cu Insaciável", e nunca vi um cu mais insaciável que o seu, que engole tantos paus sem reclamar – exclamou ela. Risadinha, enquanto enfiava um dedinho no meu cu.
Isso me fez corar, mas no fim das contas, ela tinha razão. – Na verdade, Isa, essa sua coceira retal tem um motivo, além de ser só um problema médico – ela explicou no vai e vem – Fisiologicamente, chegou a hora de seu cu ser inseminado pelo néctar sagrado. – O que você quer dizer? – perguntei, levantando um pouco o quadril pra aprofundar a penetração. – As profecias só se cumprirão quando o “Asinum Insatiabilis” se juntar com o “Duabus Vir Penises” – O quê? – Tanto latim já tava começando a me dar dor de cabeça, mas a delícia da penetração na buceta compensava um pouco. – O “Duabus Vir Penises”, o “Homem dos dois paus”.
Puxa! A viagenzinha tava ficando mais complicada do que eu pensei no começo.
– Um homem com dois paus? Isso existe? – perguntei. – E o que você achava que era um homem funtanari? – ela explicou, aumentando as estocadas na minha buceta enquanto eu mexia sem parar o dedo no meu clitóris.
Só de pensar que existia um homem com dois paus, gozei ali mesmo. Lucia, gentilmente, fez o mesmo, e em poucos segundos senti os jorros quentes de leite se derramando dentro de mim.
– E onde está essa maravilha da natureza? – perguntei, enquanto tirava o pau pingando da minha buceta pra lamber um pouco e limpar a porra que tinha grudado. – Aqui mesmo, Isa, na sede da Magna Penis. – E o que estamos esperando pra você me levar até ele? – Meu cu pedia por isso aos berros. – Hahahaha! Calma, Isa, primeiro você tinha que passar pela iniciação. Não posso sair contando os segredos da nossa ordem pra qualquer uma. Agora você é parte de nós, e uma parte muito importante – ela disse enquanto segurava minha cabeça com as duas mãos pra eu continuar chupando a pica.
Fiquei mais um tempo chupando o pau dela, até que ela gozou direto na minha garganta, e eu agradeci, não deixando escapar nem uma gota daquela delícia. gozo.
– E qual é o próximo passo, Lucía? – perguntei enquanto tirava o pau dela da minha boca e pegava com um dedinho uma gotinha rebelde de porra que tentava escapar pelo canto dos meus lábios. – Você já foi iniciada, é membro oficial da “Magna Penis”. Mas daí até o “Homem dos dois paus” te arrebentar a bunda, ainda tem um longo caminho. É necessário mais um passo. – E qual vai ser? – perguntei enquanto brincava com um dedinho na minha bunda. – Os paus do “Duabus Vir Penises”, ou “Doispau”, como chamamos coloquialmente, não são paus quaisquer. Sua bunda precisa ser condicionada o suficiente pra você recebê-los da melhor maneira possível.
Mal essas palavras saíram (e claro, o dedinho também) e minha bunda começou a se abrir e fechar instintivamente, sinal mais que conhecido de que eu ansiava sentir esses paus no fundo do meu ser.
– Já imagino qual é o tratamento, Lucía – falei me lambendo. – Hahahahaha! – ela riu de boa vontade – Você é puta demais, Isa! Já tinham me contado das suas aventuras, que ficaram mais que comprovadas na orgia de iniciação, mas isso é demais. – Cala a boca e enfia na minha bunda! – falei alegremente enquanto me colocava de quatro na cama soberba dela e abria as bandas do meu cu com as mãos. – Sim, futura chefe – respondeu brincando, enquanto a glande dela começava a abrir caminho no meu túnel traseiro.
Ficamos mais um tempo brincando, enquanto eu fantasiava sentir os paus do “Doispau” na minha bunda. Definitivamente, essa viagem ia ser a viagem da minha vida (e da minha bunda).
Depois da deliciosa sessão de amor com Lucía, tomamos um banho (juntas, claro), e ela mandou eu me vestir, porque ia me levar pra visitar o Vaticano inteiro.
Além de ser uma amante experiente, Lucía era uma mulher muito culta. E pra completar, o alto cargo dela dentro da rede dos Museus Vaticanos nos dava acesso a obras e coleções fora do alcance dos turistas. normais.
Assim, visitamos uma porrada de lugares artísticos e religiosos, tipo a Capela Sistina, os Museus Pio-Clementino e Chiaramonti; os Museus Gregorianos Etrusco, Egípcio e Profano (onde têm desde esculturas antigas de mulheres futanari até a única múmia que se conserva de uma futanari egípcia); a Pinacoteca Vaticana e, por fim, os Aposentos Bórgia. Esse último me chamou especialmente a atenção, porque, apesar de eu ser bem leiga em conhecimento histórico, sempre admirei a figura de Lucrécia Bórgia, a maior puta da história e meu ídolo pessoal.
Ao cair da tarde, fomos para um café, numa varanda linda rodeada de obras de arte arquitetônicas por todo lado. Lá, sentamos tranquilamente pra conversar, como duas amigas que se conhecem desde sempre. Ficamos falando de bobeira por um tempo, e a Lucía se interessou pra caralho quando comecei a contar minhas aventuras amorosas.
– Pô, Isa! Não dá pra negar que sua bunda tem uma quilometragem de dar inveja. – Hahaha! Não me faz corar, Lucía. – Tô morrendo de vontade de conhecer pessoalmente sua mãe e a negra Futambo, pra dar uma boa trepada com elas. – Você ia adorar, elas iam deixar sua buceta ardendo por dias.
Rimos as duas pra caramba e continuamos batendo papo mais um pouco. Eventualmente, a conversa foi pra um lado mais sério, tipo o treinamento que minha bunda tinha que passar pra receber o Doblepolla sem problemas.
– E me conta, Lucía, em que consiste esse treinamento tão especial que você não me falou? – perguntei. – Bem, Isa, já é hora de você saber. Esse treinamento é só uma formalidade, não acho que seu cu apertado vá ter problema em receber os dois paus, mas é melhor prevenir. Além disso, se te conheço bem, você vai adorar o treinamento pra caralho. – Você tá fazendo minha buceta ficar molhada. Termina de me contar. – A partir de amanhã, e por sete noites, Você será visitada por duas das sacerdotisas da Magna Pênis. Você já conhece elas bem, então acho que não vai ter problema com isso. Toda noite, seu cu vai ser duplamente penetrado pelas duas sacerdotisas por umas quatro horas, das 20h até meia-noite. Depois você pode descansar até o dia seguinte.
Nessa altura da conversa, minha buceta já estava escorrendo pra caralho, e a coceira no meu cu começava a ficar forte de novo. Disfarçadamente, levei minha mão por baixo da barra da minha saia até minha xereca, e comecei a me dedilhar de leve, gostosinho.
– Eeeee... o queeee... maaaais??? – perguntei, fechando os olhos e intensificando minha punheta em público. – Hahahaha! Isa, você tá muito tarada! Parece que não transa há meses! – ela exclamou. – Isso durante a noite. De dia, tanto pra manter a dilatação da noite anterior quanto pra te preparar pra próxima, você vai usar isso no seu cu.
Abrindo a bolsa, ela tirou um plug anal bem grosso. Mas não era um plug anal qualquer, desses que se compra nas sex shops do bairro. O diâmetro da base chegava fácil a uns 15 centímetros, que era também o comprimento. Era mais como um tampão. O mais curioso é que não era feito de látex ou borracha, como é normal nesse tipo de brinquedo. Era fabricado em porcelana branca fina, cheio de enfeites com guirlandas de flores azuis. Era uma pequena obra de arte por si só.
Só de ver aquilo e pensar que ia ocupar meu cu, gozei na hora. Não consegui segurar todos meus gemidos, então imagino que algumas pessoas no café devem ter percebido meu orgasmo. Mas essa situação já tinha deixado de me preocupar faz tempo, e, tão voyeurista quanto eu era, me dava ainda mais tesão.
Quando recuperei o pouco de compostura que me restava, peguei o plug nas mãos e examinei.
– É lindo, Lucia. – Pois é, Isa – ela respondeu com um certo orgulho na voz. Olhando de perto, dava pra ver que não era novo. Tava bem gasto, com umas rachaduras marromzinhas por toda parte. Em alguns lugares, até as flores desenhadas tinham sumido.
– É bem antigo, né? – perguntei pra Lucía enquanto passava a pontinha da língua nele.
– Sim, é. Tem mais de trezentos anos, e já esteve alojado em mais bucetas do que você imagina. É o plug sagrado da Ordem, e pertence à sacerdotisa de maior hierarquia. Foi usado por todas as grandes líderes da nossa ordem. Se você lamber ele, vai estar lambendo as bucetas das nossas líderes mais importantes.
– Caralho, que importante! – exclamei, impressionada, lambendo ele inteirinho.
– E agora, é hora de ele penetrar seu cu.
Um discurso tão grandioso fazia parecer que o que eu tinha nas mãos era um instrumento mágico, e não um simples tampão anal.
– Você vai ter que usar ele o dia inteiro, e só tirar quando as cocks das duas sacerdotisas substituírem ele dentro do seu reto.
– E eu super topo! – respondi, sincera.
Saudades dos bons tempos em que eu não saía de casa sem meu simpático plug anal rosa, que eu tinha apelidado carinhosamente de "Tito". Tem mulher que não vive sem celular ou maquiagem. Eu simplesmente não vivia sem o Tito. Mas ele foi sacrificado por uma boa causa, mamãe ainda deve estar aproveitando a "Anaconda".
Voltando ao presente, percebi que meu cu já tava "babando". Tava pedindo, e eu tinha que satisfazer ele.
– E quando eu começo?
– Quando você quiser. Se quiser começar agora, pra mim não tem problema.
Assim que ouvi a aprovação da minha "mentora", peguei o plug anal e corri feito uma louca pro banheiro pra enfiar ele. Entrei num reservado, e depois de umas tentativas falhas e de gozar umas duas vezes no processo, saí toda orgulhosa, andando com as pernas mais abertas que o normal, com o cu bem preenchido.
– Hahahaha! – riu Lucía quando me viu andar daquele jeito. Passos vacilantes.
Sentei na cadeira, e o plug entrou por completo, me fazendo gozar mais uma vez.
– Uuuuuuufffff! – exclamei. – Garçom! A conta, se for tão gentil! – chamou a Lucía – É melhor a gente ir, Isa, seu tesão tá te traindo.
Voltamos pros aposentos dela, e nem preciso dizer que naquela noite a gente se amou como dois amantes de uma vida inteira, com o plug anal no meu cu e a pica da Lucía na minha buceta. Mas isso era só o prelúdio do que viria depois.
Acordamos abraçadas, com o plug anal ainda no meu cu e minha buceta escorrendo o leite que a Lucía tinha injetado dentro de mim. Lá pelas 10 da manhã, bateram na porta, e entrou uma das sacerdotisas (a linda ruiva sardenta) com uma bandeja de café da manhã. Em seguida, saiu sem dizer uma palavra.
Café da manhã peladas na cama, e aproveitei pra continuar fuçando um pouco mais nos segredos das Futanari.
– Hoje é o dia, Lucía. Tô morrendo de ansiedade pra chegar a noite e começar o treinamento – falei enquanto saboreava um croissant delicioso com geleia de amora. As futanari não precisam de mais nada além do próprio leite futanari pra se alimentar, mas isso não quer dizer que a gente não aprecie uma boa comida. – É isso aí, Isa. Se prepara pra aproveitar. – Tem mais uma coisa que me intriga pra caralho, Lucía. – E o que seria? – ela respondeu, mas eu senti que já sabia do que eu ia falar. – É sobre minha pica. E sobre a pica das sacerdotisas. Sei que você diz que ainda não tô pronta pra essa responsabilidade, mas não consigo parar de pensar nisso. Principalmente porque você disse que "ela voltou pro lugar de onde veio". De onde veio? E por que foi embora? E pra onde foram as picas das sacerdotisas no dia da segunda orgia? – Kkkkkkkkk! – ela riu de bom grado – Você é curiosa demais, Isa, mas já que você é uma parte tão importante da gente, acho que não adianta mais ficar escondendo isso de você.
Tantos segredos estavam começando a me assustar um pouco, mas enquanto Quanto mais eu soubesse sobre minha herança genética e meu gênero, melhor futanari eu poderia ser.
– As cocks futanari, como você bem sabe, são completamente diferentes das cocks dos homens – começou a me explicar, com uma seriedade inabalável – O que a gente chama de "cocks" nada mais é que um crescimento exagerado do clitóris, chegando a atingir as proporções de uma cock masculina. Inclusive, ao adotar esse tamanho, elas começam a produzir sêmen como se fosse um pênis. Durante anos, os sexólogos especularam que o clitóris feminino é um pênis atrofiado. Com as futanari, isso está mais do que comprovado. – Ok, tudo isso eu já sei, mas não explica nada. – Silêncio! – exclamou com uma violência inusitada, que instantaneamente sumiu do rosto dela – Desculpa, Isa, mas não me interrompa. – Desculpa. – Nas mulheres futanari, ao contrário dos homens, a cock começa a se desenvolver assim que elas atingem a maioridade, por volta dos dezoito anos. A partir daí, o clitóris começa a crescer a passos largos, atingindo seu auge depois dos trinta anos. – Sim, mas as sacerdotisas mal passam dos vinte – interrompi de novo, sem perceber. – Isso é verdade, mas é aí que entram as virtudes da Magna Penis. Existe uma forma que podemos chamar de "artificial" para fazer o clitóris crescer e diminuir à vontade. Já ouviu falar dos Mestres Iogues da Índia ou dos Monges Shaolin do Tibete? – Acho que sim, talvez em algum programa do Discovery Channel. – Muito bem. Essas pessoas conseguem, através de um treinamento exaustivo durante longos anos, controlar perfeitamente cada milímetro quadrado do corpo delas. Elas podem evitar sentir uma dor aguda e realizar proezas físicas virtualmente sobre-humanas. No caso das nossas catorze sacerdotisas, elas foram treinadas para, através da mente, controlar o corpo, especificamente o clitóris. Por meio de longas sessões de meditação, elas alcançam o “Nirvana” e conseguem redirecionar a energia corporal e o fluxo de sangue diretamente para o clitóris, fazendo ele crescer até o tamanho que você viu e sentiu. Da mesma forma, mas ao contrário, conseguem fazer o clitóris voltar a um tamanho reduzido. Em poucas palavras, elas podem fazer o pau crescer à vontade, só com o poder da mente – dito isso, ficou em silêncio, esperando minha reação. – Caramba, Lucía, você tá me deixando perplexa com tudo isso. Não sabia que isso era possível. Espera até eu contar pra minha mãe e minhas irmãs. – Mas lembra, essas sacerdotisas são especiais, foram treinadas pra isso. O que elas fazem, qualquer futanari não consegue fazer. – Mas e o meu pau? Como eu fiz pra ele crescer? Eu não tenho treinamento nenhum nem nada parecido. – É por isso que você é especial, Isa. Só o “Asinum Insatiabilis”, nossa “escolhida”, é capaz de realizar tal façanha. Você fez inconscientemente, e do dia pra noite, o que levou anos pras nossas sacerdotisas aperfeiçoarem. E, na verdade, você fez melhor do que todas elas juntas. Manteve o fluxo de sangue e energia durante as catorze penetrações, uma façanha que nenhuma conseguiria fazer. – Quer dizer que eu sou anormal? – De jeito nenhum, você é extraordinária. Simplesmente com sua excitação sexual você alcançou o nirvana. Não precisou de meditação nem concentração prévia. Acreditamos que a excitação causada pela penetração das catorze picas fez abrir uma porta na sua mente, que vai te levar ao controle absoluto do seu pau.
Por um tempo, ficamos em silêncio. Eu tentava entender tudo que Lucía tinha me revelado. Será que era verdade? Eu era a futanari escolhida? Sempre me chamou a atenção que meu apetite sexual era anormalmente insaciável, mas daí a ser um “ser superior” tinha um baita caminho. Mas eu tinha visto meu pau, sentido ele e aproveitado ele durante todo o tempo que durou a orgia de cu. Agora começava a entender tudo, e se era verdade o que Lúcia dizia, eu tinha que abrir minha mente… e meu cu.
O dia marcado passou numa tranquilidade total, talvez até com um pouco de tédio. Não pude sair dos aposentos de Lúcia o dia inteiro, então me contentei em ver um pouco de televisão. Nua, claro, entre lençóis de seda e brincando com o plug anal que tinha enfiado. Ninguém diria que centenas de anos de história se alojavam na minha bunda safada. De vez em quando eu tinha um pequeno e gostoso orgasmo, mas mais pela excitação do que estava por vir do que pelo meu cu aberto.
Nos horários marcados, feito relógios alemães, uma das sacerdotisas trazia a comida. Pareciam ausentes, quase robóticas, e em nenhum momento me dirigiram a palavra nem cruzaram meu olhar.
Às 9 da noite, entrou Lúcia, que eu não tinha visto o dia inteiro, com uma xícara de chá numa bandeja.
– Boa noite, Isa – exclamou com um toque de alegria contida, que era mais que evidente. – Boa noite, Lúcia – respondi com um sorriso. – Chegou o momento. Este é um chá de ervas aromáticas, que vai te ajudar a relaxar. Depois que você terminar, a qualquer momento vai chegar o primeiro par de sacerdotisas.
Ela nem tinha terminado de falar e eu já levava a xícara de chá aos lábios. Tava tão ansiosa pra sentir dois paus no meu cu que nem liguei pra temperatura alta da bebida.
– Kkkkkkk!!! Tá ansiosa, garota – E pegando a xícara vazia, se retirou.
Enquanto ela se afastava, notei uma expressão estranha no rosto de Lúcia. Parecia uma amargura profunda, disfarçada por uma alegria que percebi ser fingida. Talvez tanta emoção tivesse começando a me afetar, e descartei qualquer pensamento que não fosse de excitação sexual. Me deitei na cama, e aos poucos fui caindo num estranho torpor.
Não sei se cheguei a dormir, e se dormi, não sei quanto tempo. Mas o fato é que quando voltei a mim, as duas já estavam Primeiras sacerdotisas no meu quarto.
Eram lindas, ambas de pele muito clara, uma delas com cabelo preto azulado. Estavam completamente nuas, exceto por uns saltos altíssimos pretos e uma corrente dourada no pescoço, com um pingente em forma de pênis, o emblema da ordem Magna Penis. O cabelo estava preso num rabo de cavalo bem alto. Seus pauzões de uns 20 cm estavam totalmente duros, desafiando a gravidade. Debaixo das bolas, dava pra ver as bucetinhas rosadas, já começando a escorrer sucos.
Sem dizer uma palavra, deitaram comigo na cama, e logo começaram seu trabalho erótico. Me entreguei completamente, enquanto sentia duas línguas e dois pares de mãos percorrendo todo o meu corpo, me dando mais prazer do que eu achava que aguentava. Com certeza tinham sido muito bem treinadas nas artes do amor.
Perdi a noção do tempo, levada pelo prazer, e voltei à realidade quando, num movimento habilidoso, meu plug anal foi removido, deixando entrar uma corrente de ar frio lá dentro. Mas o frio não durou muito, porque minha cavidade anal logo foi preenchida com carne quente e gostosa.
Logo me vi deitada de costas, no meio das duas sacerdotisas, cada uma levantando uma das minhas pernas bem alto, e assim, cada uma do meu lado, penetraram meu esfíncter treinado com seus deliciosos pauzões, as duas ao mesmo tempo.
Eu estava no paraíso. Meu cu era invadido pelos pauzões deliciosos de duas deusas do sexo. Os orgasmos vinham um atrás do outro, se encadeando sem parar. Meu cu, aberto até não poder mais, e minha buceta, derramando sucos como uma fonte.
Depois de várias horas, em que variamos por um monte de posições (mas sempre com os dois pauzões no meu cu), o bombeamento intenso que eu sofria me levou a um extremo de prazer em que finalmente desmaiei.
Acordei com os primeiros raios de sol. Eu estava nua, por Claro, lógico, e os lençóis bagunçados por todo o quarto. Minha bunda estava tampada com o plug de porcelana. Ardia um pouco, então decidi tirar pra apalpar minhas intimidades traseiras e fazer um balanço do estado do meu cu. Não previ que, ao tirar, um rio de porra ia derramar do fundo mais profundo dos meus intestinos. As sacerdotisas tiveram a gentileza de encher meu cu com uma porra gostosa e depois tampar pra não vazar. E eu, por desconhecimento, tava desperdiçando uma iguaria tão saborosa.
Mas o estrago já tava feito, então esvaziei completamente minha cavidade retal de porra, que caiu toda na cama, e depois tentei lamber o máximo que pude desse néctar maravilhoso.
Nessa atividade, de quatro lambendo a porra do colchão, a Lúcia me encontrou quando, sem avisar, entrou no quarto.
– Vejo que você se serviu do seu próprio café da manhã – comentou com sarcasmo. – Sluuuurrrrrrp!!! Oi, Lúcia!! – exclamei feliz enquanto um fio de porra escorria pelo meu queixo. – Sabe que não sou do tipo que desperdiça uma porra gostosa. – Kkkkkkkkk!! Eu sei, Lúcia, cada dia sinto que te conheço melhor. Mas me conta, o que você achou da experiência de ontem à noite? – perguntou. – Deliciosa – respondi, me lambendo. – Deixa eu ver seu cu, pra ver como as garotas te deixaram.
Sem nenhum pudor, me virei, fiquei de quatro com a bunda empinada, e apoiando o rosto na cama, abri as bandas das minhas nádegas com as mãos, pra oferecer uma vista impudica do meu esfíncter pra Lúcia.
– Tirando um pouco de ardência, tô ótima, Lúcia.
Lúcia aproximou o rosto do meu cu, e esticando a língua deliciosa, começou a lamber todo o diâmetro (que tava bem largo, ainda dilatado).
– E isssoooo ajuuuuda a tirar a ardênciiiia – exclamei de olhos fechados ao sentir os movimentos ousados da língua da Lúcia lá dentro.
Enfiando a cara entre minhas nádegas, Lúcia começou a me penetrar com a língua dela, me fazendo ter o primeiro orgasmo do dia. Ela lambia tudo lá dentro, e de repente começou a me penetrar com a mão, primeiro dois dedos, depois três, até que o punho inteiro entrou no meu cu. Sentindo o punho dela bombando dentro do meu intestino, eu tive uma sequência de orgasmos que me levaram de volta à inconsciência.
Quando acordei, a Lucía não estava, e na mesinha do lado da cama tinha uma bandeja com meu café da manhã. Comi o que pude e voltei a me deitar, agora pra cair num sono profundo e reparador.
Acordei já no fim da tarde, fiquei um pouco rolando na cama, agora cheia de porra seca, e na hora certa a Lucía entrou com uma nova xícara de chá.
– O chá das 9, Isa – disse piscando um olho. – Tô começando a achar que não é só chá, aposto que tem algum afrodisíaco, ou tô errada? – O melhor afrodisíaco tá na mente, Isa. O resto é só catalisador pra liberar seu lado mais sexual – disse fechando a porta do quarto.
Tomei o chá direitinho, e logo depois entrou o novo par de sacerdotisas. Dessa vez era a de cabelo castanho acompanhada da tatuada. Elas estavam peladas igual as sacerdotisas da noite anterior, só com uns saltos altos e a corrente dourada da ordem. Os paus delas, imponentes e desafiadores, apontavam pra mim, mostrando que queriam me penetrar sem demora.
No geral, a noite foi parecida com a anterior, com meu cu faminto sendo invadido sem parar pelos dois caralhos, sem um segundo de descanso. As ondas de prazer iam e vinham, e várias vezes eu desmaiei, só acordando com as porradas no meu rabo.
E assim passou a semana. No terceiro dia, vieram as duas sacerdotisas ruivas, no quarto as duas loiras, no quinto a asiática e a africana, no sexto a indiana e a latina, e no sétimo, pra fechar com chave de ouro, as gêmeas morenas.
Na manhã do que deveria ser o último dia do meu treinamento anal, a Lúcia entrou no meu quarto, escoltada pelas catorze sacerdotisas. Elas estavam deslumbrantes, não estavam nuas, mas sim vestidas com peças delicadas e excitantes de lingerie. Todas usavam meias e ligas, calcinhas fio dental minúsculas que mal cobriam suas lindas bucetas, completamente depiladas e sem nenhum vestígio das picas que estavam me sodomizando durante a semana inteira, espartilhos de renda que realçavam seus peitos empinados e saltos altíssimos, combinando com as cores de suas roupas: vermelho, preto e branco. As madeixas soltas caíam pelas costas, algumas até chegando nas suas bundas lindas. Era tipo um desfile da Victoria’s Secret no meu quarto. Minha xota ficava molhada só de olhar pra elas.
– Bom dia, Isa – me cumprimentou a Lúcia, com mais solenidade do que de costume – Vejo que você aguentou estoicamente essa semana, e que seu cu suportou sem problemas as catorze picas ungidas das nossas sacerdotisas. – Isso mesmo, além de uma irritação superficial, meu cu tá como sempre: pronto pra guerra – comentei enquanto, sem perceber, brincava com dois dedinhos dentro do meu esfíncter. – Excelente. Mas hoje, como último dia antes do seu grande ritual, você vai deixar seu cu descansar, pelo menos de picas – disse ela enquanto, com um gesto, indicava que as sacerdotisas se aproximassem de mim.
Assim, com catorze das melhores mulheres que eu já tinha visto na vida, começou uma deliciosa orgia lésbica onde línguas e dedos substituíram as picas.
Catorze bocas me lambiam o corpo inteiro, parando com cuidado especial na minha xota e no meu cu. Eu sentia as linguinhas safadas tentando penetrar meu ânus, aquela cócega gostosa me fazia gozar uma vez atrás da outra. Minhas mãos não sabiam o que agarrar, onde se apoiar: com uma eu segurava um peito e beliscava um mamilo, enquanto Enfiei dois dedinhos no cu mais próximo, depois a da teta passou pro clitóris, que eu torcia com raiva enquanto com a outra dava um tapa sonoro na dona do cu.
Meus peitos eram chupados sem parar, em nenhum momento nenhum dos meus bicos ficou órfão de boca, sempre alguma tava mamando como se pudesse se alimentar de verdade deles. Um desfile de bucetinhas deliciosas passava pela minha boca, podendo provar todos os sucos vaginais e encontrando diferenças gostosas nos sabores: umas eram doces como mel, outras salgadas como água do mar e outras azedinhas, como néctar de frutas cítricas. Mas todas deliciosas, um coquetel de sucos que desafiava os paladares mais exigentes.
Uma multidão de dedos entrava e saía do meu cu e da minha buceta, enquanto uma boca gulosa chupava meu clitóris como se quisesse aumentá-lo na base da sucção. Do mesmo jeito, eu não ficava atrás, e entre uma buceta e outra que eu mamava, não perdia a chance de enfiar minha língua em algum cu ou morder com cuidado um clitóris pequenino.
O êxtase do dia chegou quando, com as pernas completamente abertas, cada uma das sacerdotisas foi juntando suas bucetas com a minha, entrelaçando as pernas com as minhas num beijo vaginal delicioso, onde quatro lábios carnudos se fundiam num ósculo erótico que só terminava quando ambas chegávamos ao orgasmo.
Ao terminar a orgia lésbica, Lúcia se virou pra mim.
– Agora descansa, Isa, já é noite e amanhã te espera o dia mais importante da sua vida.
A voz dela tinha um tom que me hipnotizava, e mal terminou de falar, senti que mergulhava num sono profundo…Continua...
12 comentários - Relato Futanari XV
Sigueloooooo!!!