Recentemente comecei a estudar e tenho aulas com um professor de química. Ele sabe pra caralho, às vezes admiro ele, mas outras vezes ele fica enchendo o meu saco. Só comigo que ele pega no pé, fala que eu faço tudo errado, me pune, diz que tenho que ter aulas particulares com ele, enfim, nunca dei bola, até uns dias atrás. 6 da tarde, a última aula do dia, é com esse professor. Só três alunos apareceram na aula, ele tava puto porque quase ninguém veio, porque eu não fiz minha tarefa e ainda por cima a mulher dele largou ele. Morei longe da casa dele desde que nasci, mas recentemente tive que me mudar com meus pais pra cinco casas de onde ele mora. Ele me leva pra casa no carro dele, mas sempre fala que eu preciso melhorar. Agora ele tá um pouco mais gentil e sempre diz que se eu quiser ser um grande homem, tenho que estudar pra caramba. Ao sair às 8 da aula, cheguei perto dele e tentei falar pra ele se acalmar. Ele sorriu e disse: "Ah, garoto, você não sabe o quão difícil é viver sozinho e sem uma mulher que satisfaça suas necessidades." Eu era virgem e não sabia o que significava necessidades, então só sorri e falei que se ele quisesse companhia, eu tinha vários jogos de tabuleiro e online pra jogar. Ele aceitou, disse que queria desestressar. Levei umas cartas de UNO, um videogame de Crash Car, e um em que a gente se fantasiaria. Chegamos na casa dele, eu já tinha avisado em casa que não chegaria cedo e não teve problema. Ele pediu pra eu abrir a porta da garagem, e eu abri. Ele estacionou o carro e eu abri a porta da casa. Entrei e, nossa, uma casa linda, muito bem decorada. Ele disse: "Fique à vontade, senta aí que já vou te trazer um refrigerante." Sentei e tirei a mochila, coloquei no chão. Ele falou: "Fica confortável, já vou descer pra jogar." Peguei as cartas e os videogames. Passamos um tempão legal jogando UNO, rimos e tomamos refrigerante, já era quase meia-noite e a gente não parava de conversar. Eu tava meio cansado e sem ter tomado banho, ele acho que percebeu e disse: "Pode tomar um banho se quiser, aqui embaixo tem um banheiro de hóspedes, tem uma toalha e uma... Bate aqui se quiser ficar mais à vontade pra dormir." Eu tava tímido, mas aceitei. Já tinha tomado banho na casa dos outros antes. "A porta não tem trinco, preciso arrumar isso," ele falou. Eu só sorri e disse: "Nunca tranco a porta, assim entra mais ar fresco." Ele riu de um jeito estranho, mas não liguei. Enquanto tirava meu uniforme no quarto, sentia que tavam tirando fotos minhas, mas achei que era minha psicose de estar em casa alheia. Tava pelado e precisava ir do quarto até o banheiro, e no meio tava a sala onde meu professor estava. Saí andando porque se corresse, meu pau ia ficar duro. Caminhei sem olhar pro professor, e se ele me visse, que visse minhas costas. Mas ele não tava na sala, não achei estranho, pensei que tivesse na cozinha. Entrei no banheiro, pelado, sentei na banheira — nunca tinha entrado numa. O frio da banheira roçando na minha bunda e nos meus ovos era uma delícia. Comecei a me molhar com água morna e depois me ensaboei com xampus e sabonetes, me senti uma criança em loja de doces. Tava todo ensaboado quando senti de novo que tavam me fotografando. Dessa vez, coloquei a cabeça pra fora da cortina e vi ele tirando fotos e se tocando no pau, ele não me viu. Não sabia o que fazer. Tomei banho rápido, me vesti e fui pra sala. Ele tava lá e falou: "Vem, vamos continuar jogando." Eu queria ir embora, mas não podia dizer que vi ele. Percebi que meu pau tava duro, então sentei e disfarcei. Ele levantou e disse: "Vamos jogar twister." Eu esqueci tudo e falei que sim. Começamos a jogar e, enquanto podia, a gente girava o relógio, conversava e se mexia naquele tapete. Lembro bem: "pé direito amarelo, mão direita azul." Ele passou a perna por cima do meu braço e o pau dele ficou na minha cara, tava duro e molhado, parou na minha boca. Eu tentava me mexer, mas gostava de ficar assim. Era estranho, mas me sentia bem. Ele girou o relógio e mudamos de posição: fiquei de quatro e o pau dele roçando na minha bunda. Ele se inclinou e agarrou minhas nádegas. Eu aperto bem forte e olho pra ele de novo. Ele já tinha tirado a calça, e o pau dele, duro e molhado, roçando na minha bunda, dessa vez sem nada, só o pauzão dele e meu cuzinho frágil. Eu continuei de quatro, imóvel. Ele enfiou o pau devagar, e eu gemia e chorava. Meteu tudo, 20 cm de comprimento. Gozei no twister. Ele metia cada vez mais rápido e forte, eu só gemia e falava: "Aaaa aaaa aaaa, tá doendo aaaammmm mmmmm, eu gosto". Durou quase 10 minutos me comendo gostoso, e aí ele parou, sorriu, e senti uma pressão dentro de mim. Aquele líquido saiu com tanta força que eu respirei fundo, e ele tirou o pau enorme, todo melado de porra. Escorria gozo do meu cu e descia pelas minhas pernas. A gente sorriu. Ele ficou de quatro e disse: "É hora de perder sua virgindade, enfia em mim". Eu enfiei. É uma delícia. Gozei na hora, mas adorei. Ele chupa muito gostoso. A gente tomou banho junto, ele lavou meu cu, e o pau dele roçava nas minhas pernas. Chupei ele e ele gozou na minha cara. No dia seguinte, chegamos na aula normal, ele feliz, eu também, e agora todo fim de semana a gente "joga" twister.
1 comentários - Mi profesor me tiene ganas.