Nunca fui fã de encontros por chat, mas naquela noite não sei o que deu na minha cabeça.
Conheci a Clara, e com uma foto não muito descritiva decidimos nos ver na manhã seguinte, bem cedo, porque éramos ambos casados.
"Tem certeza do que quer fazer? Olha que você sobe no carro e a dez quarteirões tem o hotel!", falei.
"Claríssimo!", ela respondeu.
Minutos depois das 8 da manhã, ela entrou no carro, me deu um selinho e fomos.
Enquanto eu pedia o quarto, ela beliscou minha bunda, dizendo: "Se acostuma, piranha, porque eu toco em tudo que me agrada."
Os dois estávamos com muita vontade acumulada depois de umas duas semanas de conversas bem quentes antes de trocar fotos, então na hora eu a despi e mergulhei minha boca naquela buceta toda depilada que me encantou.
Uma primeira transa maravilhosa terminou com um "isso é pra você, filho da puta" que eu não entendi até perceber que ela não tava falando comigo.
Clara é linda por onde se olhe, até hoje, com quase 40, tá intacta.
Os meses sem o idiota do ex-marido dela tocar nela fizeram daquela mulher uma puta mais quente que fogo, que não me deixava terminar de gozar pra já querer pau de novo, e eu, acostumado a comer pouco ou nada em casa, achei que tava no céu dos pecadores naquela manhã.
Foram 4 gozadas que me deixaram destruído, feliz, vazio de porra e tentando lembrar em vão quando foi a última vez que alguém me comeu tanto e tão bem.
A última, já no chuveiro, cuspindo a pouca porra que me restava.
Nos vestimos, saímos, Clara colocou os clássicos óculos gigantes de "sou uma putona que engana meu marido e não quero que ninguém me veja", deixei ela num lugar seguro e fui embora. Minutos depois ela me ligou e meus ouvidos viraram mel: "Você ainda não fez meu cuzinho, gostoso, tá me devendo pra próxima", ela disse...
Mas é, isso é parte de outro encontro.
Clara e eu, há 7 anos, mais ou menos, nos pegamos algum lugar da capital.
Conheci a Clara, e com uma foto não muito descritiva decidimos nos ver na manhã seguinte, bem cedo, porque éramos ambos casados.
"Tem certeza do que quer fazer? Olha que você sobe no carro e a dez quarteirões tem o hotel!", falei.
"Claríssimo!", ela respondeu.
Minutos depois das 8 da manhã, ela entrou no carro, me deu um selinho e fomos.
Enquanto eu pedia o quarto, ela beliscou minha bunda, dizendo: "Se acostuma, piranha, porque eu toco em tudo que me agrada."
Os dois estávamos com muita vontade acumulada depois de umas duas semanas de conversas bem quentes antes de trocar fotos, então na hora eu a despi e mergulhei minha boca naquela buceta toda depilada que me encantou.
Uma primeira transa maravilhosa terminou com um "isso é pra você, filho da puta" que eu não entendi até perceber que ela não tava falando comigo.
Clara é linda por onde se olhe, até hoje, com quase 40, tá intacta.
Os meses sem o idiota do ex-marido dela tocar nela fizeram daquela mulher uma puta mais quente que fogo, que não me deixava terminar de gozar pra já querer pau de novo, e eu, acostumado a comer pouco ou nada em casa, achei que tava no céu dos pecadores naquela manhã.
Foram 4 gozadas que me deixaram destruído, feliz, vazio de porra e tentando lembrar em vão quando foi a última vez que alguém me comeu tanto e tão bem.
A última, já no chuveiro, cuspindo a pouca porra que me restava.
Nos vestimos, saímos, Clara colocou os clássicos óculos gigantes de "sou uma putona que engana meu marido e não quero que ninguém me veja", deixei ela num lugar seguro e fui embora. Minutos depois ela me ligou e meus ouvidos viraram mel: "Você ainda não fez meu cuzinho, gostoso, tá me devendo pra próxima", ela disse...
Mas é, isso é parte de outro encontro.
Clara e eu, há 7 anos, mais ou menos, nos pegamos algum lugar da capital.
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