Já tinham se passado umas boas horas desde que eu e meu irmão Alex saímos pra "caminhar", a gente tinha se divertido tanto transando que quando percebemos já era quase hora do almoço, então voltamos pro rancho pra ninguém ficar preocupado demais. No caminho, antes de chegar em casa, a gente se esquentou de novo com os amassos e carícias que trocávamos.
- Oi Alex, sei que não temos muito tempo, mas que tal eu te chupar aqui agora?
- Você me deixou tão tesudo que já não ligo mais, vai, putinha, chupa - disse meu irmão, tirando o pau já bem duro pra fora.
Eu deliciava gostosamente com o pau quentinho do meu irmão e me envolvia toda nele, engolindo ele por completo, conseguindo tocar o fundo da minha gargantinha... Hummm... Que delícia de pau, eu chupava com minha língua molhada e quente e lambia o pau dele, deixando ele à beira de gozar, mas ele aguentava como podia enquanto eu olhava direto na cara dele, nos olhos dele, com minha carinha de putinha pra deixar ele mais excitado.
- Tá gostando, irmãozinho? - falei parando de chupar - Tá gostando de como sua irmãzinha te chupa? - falei com uma voz de puro desejo.
- Claro que tô gostando, meu amor, você tem a boquinha mais gostosa do mundo -
Continuei chupando uma e outra vez, e meu irmão me pegava pela cabeça e me segurava bem fundo até eu ficar sem ar e ele me deixava respirar, dava pra ver na cara de prazer dele como ele adorava me afogar com o pau grande e cheio de veias dele.
- Já, irmãozinho, me dá seu leite que eu vou tomar tudinho - adicionei enquanto chupava e chupava igual uma recém-nascida
- Isso, putinha, vai tomar tudinho e não vai deixar nada, meu amor - disse ele acelerando as investidas na minha boquinha.
- Isso, hummm... me dá tudo na minha boquinha, meu amor - respondi impaciente
A cada movimento do pau dele, eu podia sentir com minha linguinha que ele estava prestes a gozar, eu sabia muito bem o que estava fazendo e ele adorava me ver assim.
- Já, Alex... Hummm... Enche minha boca com seu leite quente -
- Isso, meu amor, você vai tomar todinha como a putinha que você é… Ahhh… – disse ele, quase gozando
– Dá pra mim… dá tudo… me amamenta como sua putinha, meu amor – falei toda excitada
E então meu irmão não aguentou mais, me segurou firme pela cabeça e começou a gozar na minha boquinha, eu só sentia os movimentos do pau dele na minha gargantinha enquanto engolia todo o leite dele, e minha língua sugando tudo, deixando ele bem vazio. Continuei assim até deixar ele bem limpinho.
– Ahh… Meu amor… que boquinha deliciosa – disse meu irmão recuperando o fôlego depois de tanta gozada
– Viu, Alex? Tomei todo o seu leitinho gostoso e quente –
A gente se limpou como deu e continuou o caminho pra casa dos meus avós rapidinho.
Chegamos lá, comemos, passamos a tarde normal, convivendo com meus tios, meus avós e meus pais, tendo conversas de quando éramos pequenos e tal. A única coisa estranha foi como meu primo Rolando ficava me encarando, pra falar a verdade ele não tirava os olhos de mim e do meu irmão, era como se soubesse de algo que a gente não sabia. Enfim, não liguei e a tarde seguiu até cair a noite. Depois da janta e de passar mais um tempo na sala, todo mundo foi pros quartos dormir.
Já no quarto, eu, meu irmão Alex e nosso primo Rolando ficamos conversando de novo sobre coisas sem sentido. Fomos pra cama umas 12 horas e apagamos as luzes. Passou pelo menos uma hora ou uma hora e meia até que de repente senti alguém deitar do meu lado. Por um momento achei que era o Alex, que tinha dado vontade de brincar um pouco. Começou massageando meus peitos de um jeito meio tímido e daí passou a tocar minhas pernas, minha bunda e foi pra minha bucetinha. Eu comecei a ficar toda molhada, minha respiração acelerou junto com a dele, e foi só quando ele sussurrou no meu ouvido que eu descobri quem era.
– Shh, não faz barulho, prima – Era o Rolando, eu congelei na hora – Não fala nada, hoje eu vi uma coisa muito, muito perturbadora, priminha, vi você e o Alex ali perto Em casa se comportando mal.
- Não sei do que você tá falando, Rola. - falei rápido, com a voz calma.
- Ah, não? Vai negar que tava de joelhos dando um boquete? No seu próprio irmão -
- Rola, não sei o que você viu, mas não era eu -
- Não se faz de sonsa, vi perfeitamente quem eram e tirei uma foto com meu celular. Então me escuta bem, você vai fazer o que eu mandar, senão essa foto vai parar na mão dos seus pais, ok? -
- Ok, você venceu. O que você quer fazer?
- Por enquanto, quero que você me chupe igual fez com o Alex, e sem fazer barulho, não quero que ele acorde -
Não tive outra escolha senão abaixar o shorts que ele usava de pijama e começar a lamber o pau dele. Não era tão grande quanto a rola do Alex nem tão grossa, mas era um pau mediano.
Comecei lambendo desde as bolas dele até a ponta do pênis, e o Rolando fazia um esforço danado pra não gritar ou gemer muito alto. Enquanto isso, a situação me deixava com muito tesão, sendo chantageada pelo meu primo pra transar com ele.
- Enfia tudo, gostosa - sussurrou o Rolando
- Humm, assim mesmo, filho da puta - falei
Se era isso que ele queria, era isso que ia levar. Não parei por nada e dei um boquete inesquecível na vida dele. Enfiava o pau dele, já bem duro e cheio de veias, até o fundo da minha garganta. Como era comprido, isso era super fácil pra mim. Dava pequenas pausas pra masturbar ele de forma agressiva e via a cara de tesão do Rolando enquanto isso rolava. Não demorou muito pra ele gozar na minha boca, e aproveitei pra engolir todo o leite dele.
- Gostou, cara? Gostou do meu boquete? - falei baixinho
- Sim, putinha, você chupa muito bem, mas amanhã quero comer essa sua bucetinha linda. Então dorme bem, porque amanhã vai ser um grande dia - disse o Rolando
- O quê? Você tá louco, não vou transar com você - respondi
- Vai transar, sim, senão não vou apagar a foto, ok? -
- Ok, mas depois disso é melhor você apagar, hein -
- Fechado - ele falou isso e foi pra cama dele. Eu fiz o mesmo.
Na manhã seguinte, depois do Depois do café da manhã, levei o Alex pra fora pra conversar com ele e contar o que tinha rolado. No começo, ele ficou puto e disse que ia quebrar a cara do Rolando, mas depois de um tempo a gente concluiu que era perigoso, já que não sabíamos se dava pra confiar na palavra dele. Não sobrou outra opção a não ser aceitar a chantagem. Pouco depois, o Rolando saiu de casa e veio na nossa direção.
— Então, pronta pra foda da sua vida, Ginny?
— Olha aqui, cara, te aviso que se não cumprir sua palavra, eu corto sua pica e é a última vez que você come, hein — meu irmão avisou o primo Rolando.
— Fica tranquilo, primo, vou cumprir. Agora vamos, tenho um lugar onde a gente pode ficar.
A gente foi caminhando até chegar um pouco longe. Era um lugar limpo, com muitas árvores que escondiam a vista, e tinha uma clareira com grama onde dava pra deitar.
— Então, aqui é meu lugar especial, primos — disse Rolando, tirando a roupa. — Agora vem, Ginny, tira toda essa porra que você tanto adora.
Me despi e fiquei de joelhos pra dar o boquete que o Rolando pediu, enquanto o Alex nos olhava. Ele parecia meio irritado por ter que me dividir com o primo Rola, mas com o tempo dava pra ver que o tesão da situação tava vencendo, e a pica dele ficava dura debaixo da bermuda.
— Mmm, Ginny, você me enlouquece do jeito que chupa, gostosa. Chupa do jeito que você adora, Mmm — gemeu o Rolando, desesperado. — Que puta que essa mina é, Alex. Já quero meter nessa bucetinha.
— Então o que cê tá esperando, primo? Ela vai adorar ter você dentro, né, Gina?
— Mmm, sim — falei, tirando a pica babada do Rolando da minha boquinha. A verdade é que eu já tava muito tarada e queria que enfiassem a pica em mim.
— Beleza, então deixa eu comer essa bucetinha — disse Rolando, me colocando de costas na grama e começando a chupar meu coelhinho.
— Mmm… Chupa… Primo… Hahn… como você chupa bem — eu gemia que nem uma louca entre as chupadas.
— Que bucetinha gostosa e linda você tem, puta — disse Rolando enquanto me devorava a ppk. fazendo eu me remexer e gemer de prazer.
Assim ele continuou chupando, mamando e esfregando meu clitóris e meu cu por mais alguns minutos, eu estava como possuída, já tinha gozado pelo menos 2 vezes e o Rolando tomava todos os meus fluidos me deixando sequinha. Até que finalmente ele se preparou pra me penetrar.
- Bom, aqui vou eu, gata, não se mexe – disse o Rolando enquanto começava a enterrar o pau na minha bucetinha
- Sim, mete, me parte, me dá tudo, Rola – pedi pro primo
- Nossa, que gostosa e apertada que essa gata tá, primo, sinto que vai estourar meu pau – disse extasiado meu primo pro meu irmão, que já estava com o pauzão de fora e se tocava – E como ela rebola a raba, dá pra ver que adora.
- Claro, minha princesinha é uma putinha e adora transar, né, meu amor? – disse meu irmão, que já tinha se despido também e colocava o pau na minha frente pra eu chupar.
- Mmm, sim, é gostoso – falei sem fôlego e sem parar de gemer pela boa acolhida que meu primo me dava.
- Toma, gata, sente até o fundo, que bucetinha gostosa e apertadinha que você tem, putinha – falava o Rolando, que bombava cada vez mais selvagemente.
- Ahh, vou gozar, Ahh. Sim, me come mais – gemi enquanto me contorcia e começava a gozar enquanto meu primo gemia e gritava de prazer. Meu irmão então enfiava o pau durasso na minha boca pra calar meus gritos.
- Sim, goza, putinha, você adora ser comida, priminha, olha como aperta meu pau aí. Que puta – disse meu primo. – Acho que vou encher a bucetinha dessa gata de porra, posso gozar dentro?
- Claro, ela vai adorar receber, enche ela toda – respondeu meu irmão, que também estava prestes a gozar na minha boca.
- Ah, sim, tô enchendo essa bucetinha tão linda e gostosa, ah, sim, toma toda minha porra na sua bucetinha linda. Nossa, que bucetinha gostosa, engoliu toda minha porra – disse ofegante o Rolando, saindo da minha bucetinha.
Uns segundos depois, meu irmão me segurou forte pela cabeça e me prendeu com as mãos. Pau bem dentro da minha boca, comecei a sentir a porra dele descendo pela minha garganta, comecei a me engasgar e tossir.
— Não, toma toda a minha porra gostosa, bebe tudinho gostosa, mama toda a porra do pau do teu irmãozinho — dizia o Alex.
Mudaram de posição e agora quem tava me comendo a buceta era meu irmão, e o primo Rolando quem tava se deliciando na minha boca.
— Ah, acho que essa mina vai me fazer gozar de novo, que jeito de chupar — murmurou o Rolando.
Continuaram assim, me enchendo de pau na buceta e na boca por um bom tempo, aumentando as bombadas cada vez mais, e eu sentia os ovos do meu irmão batendo na minha bunda repetidas vezes. Não foi até ele se deitar que entendi o que vinha a seguir.
— Agora vem a melhor parte, gostosa, você vai sentir o que é ter dois paus dentro de você ao mesmo tempo — disse Alex enquanto o pau dele começava a fazer pressão no meu cu apertado e delicado — Vem, Rola, enfia na buceta dela.
— Não, Alex, por favor, ao mesmo tempo não, vai doer muito — gritei enquanto me sentia empalada pelos dois paus.
— Shh, você vai ver que vai adorar — disse meu irmão.
— Ahh, não dói, Alex, para, não seja mau, meu cu tá doendo — falei entre lágrimas ao sentir aquele pauzão penetrando minhas entranhas.
— Agora você chora, gostosa, mas vai adorar pra caralho — dizia meu irmão, que metia no meu cu cada vez mais forte.
— Ahh, agora tá ainda mais apertado dentro dessa buceta — disse meu primo, que não parava de entrar e sair de mim — Como essa mina chora, primo, mas dá pra ver que ela adora, já gozou duas vezes agora, mesmo dizendo que dói, é uma putinha.
Continuei choramingando, mas já menos. Isso durou uns momentos, até que comecei a gemer como uma verdadeira puta no cio. Senti que gozei mais duas vezes, me sentia no paraíso, era uma sensação totalmente nova e gostosa. Pouco tempo depois de me bombar, senti os dois começando a gozar de novo. vez.
- Hmm, vou gozar de novo - disse Rolando
- Sim, primo, sim, enche minha buceta com essa tua pica enorme, que gostoso, sou sua puta - eu gritava pro meu primo e pro meu irmão - Aí... Isso... Que gostoso sinto na minha xereca e na minha bunda esses dois paus tão grossos, sim... me comam mais... sou sua puta... aí... - dizia alucinada.
- Ah, Ginna, acho que não aguento mais, vou gozar dentro do teu cuzinho gostoso - gemeu meu irmão
- Sim, me encham de porra dentro da minha bunda pequenininha e da minha xereca, quero a porra de vocês dentro, gozem logo... sou sua puta - gemi à beira do prazer.
Os dois encheram minhas entranhas com todo o esperma quente deles, estávamos exaustos depois dessa trepada da porra que a gente deu. Deitamos na grama olhando pro céu e esperando recuperar as energias.
- Ahh, que mina boa que você foi - disse meu irmão me beijando.
- Bom, prima, como prometi, vou apagar as fotos - disse o primo Rolando.
- Valeu, Rolando, no fim das contas acho que o importante aqui é que nós três aproveitamos - falei pra ele.
Terminamos de nos vestir e os três voltamos pra casa pra curtir o último dia de folga. O que rolou de tarde e de noite não foi nada demais, só ficar junto e uma chupada de despedida. Depois disso, já repetimos a parada, eu com meu primo; e também já rolou de novo a experiência dos três juntos.
- Oi Alex, sei que não temos muito tempo, mas que tal eu te chupar aqui agora?
- Você me deixou tão tesudo que já não ligo mais, vai, putinha, chupa - disse meu irmão, tirando o pau já bem duro pra fora.
Eu deliciava gostosamente com o pau quentinho do meu irmão e me envolvia toda nele, engolindo ele por completo, conseguindo tocar o fundo da minha gargantinha... Hummm... Que delícia de pau, eu chupava com minha língua molhada e quente e lambia o pau dele, deixando ele à beira de gozar, mas ele aguentava como podia enquanto eu olhava direto na cara dele, nos olhos dele, com minha carinha de putinha pra deixar ele mais excitado.
- Tá gostando, irmãozinho? - falei parando de chupar - Tá gostando de como sua irmãzinha te chupa? - falei com uma voz de puro desejo.
- Claro que tô gostando, meu amor, você tem a boquinha mais gostosa do mundo -
Continuei chupando uma e outra vez, e meu irmão me pegava pela cabeça e me segurava bem fundo até eu ficar sem ar e ele me deixava respirar, dava pra ver na cara de prazer dele como ele adorava me afogar com o pau grande e cheio de veias dele.
- Já, irmãozinho, me dá seu leite que eu vou tomar tudinho - adicionei enquanto chupava e chupava igual uma recém-nascida
- Isso, putinha, vai tomar tudinho e não vai deixar nada, meu amor - disse ele acelerando as investidas na minha boquinha.
- Isso, hummm... me dá tudo na minha boquinha, meu amor - respondi impaciente
A cada movimento do pau dele, eu podia sentir com minha linguinha que ele estava prestes a gozar, eu sabia muito bem o que estava fazendo e ele adorava me ver assim.
- Já, Alex... Hummm... Enche minha boca com seu leite quente -
- Isso, meu amor, você vai tomar todinha como a putinha que você é… Ahhh… – disse ele, quase gozando
– Dá pra mim… dá tudo… me amamenta como sua putinha, meu amor – falei toda excitada
E então meu irmão não aguentou mais, me segurou firme pela cabeça e começou a gozar na minha boquinha, eu só sentia os movimentos do pau dele na minha gargantinha enquanto engolia todo o leite dele, e minha língua sugando tudo, deixando ele bem vazio. Continuei assim até deixar ele bem limpinho.
– Ahh… Meu amor… que boquinha deliciosa – disse meu irmão recuperando o fôlego depois de tanta gozada
– Viu, Alex? Tomei todo o seu leitinho gostoso e quente –
A gente se limpou como deu e continuou o caminho pra casa dos meus avós rapidinho.
Chegamos lá, comemos, passamos a tarde normal, convivendo com meus tios, meus avós e meus pais, tendo conversas de quando éramos pequenos e tal. A única coisa estranha foi como meu primo Rolando ficava me encarando, pra falar a verdade ele não tirava os olhos de mim e do meu irmão, era como se soubesse de algo que a gente não sabia. Enfim, não liguei e a tarde seguiu até cair a noite. Depois da janta e de passar mais um tempo na sala, todo mundo foi pros quartos dormir.
Já no quarto, eu, meu irmão Alex e nosso primo Rolando ficamos conversando de novo sobre coisas sem sentido. Fomos pra cama umas 12 horas e apagamos as luzes. Passou pelo menos uma hora ou uma hora e meia até que de repente senti alguém deitar do meu lado. Por um momento achei que era o Alex, que tinha dado vontade de brincar um pouco. Começou massageando meus peitos de um jeito meio tímido e daí passou a tocar minhas pernas, minha bunda e foi pra minha bucetinha. Eu comecei a ficar toda molhada, minha respiração acelerou junto com a dele, e foi só quando ele sussurrou no meu ouvido que eu descobri quem era.
– Shh, não faz barulho, prima – Era o Rolando, eu congelei na hora – Não fala nada, hoje eu vi uma coisa muito, muito perturbadora, priminha, vi você e o Alex ali perto Em casa se comportando mal.
- Não sei do que você tá falando, Rola. - falei rápido, com a voz calma.
- Ah, não? Vai negar que tava de joelhos dando um boquete? No seu próprio irmão -
- Rola, não sei o que você viu, mas não era eu -
- Não se faz de sonsa, vi perfeitamente quem eram e tirei uma foto com meu celular. Então me escuta bem, você vai fazer o que eu mandar, senão essa foto vai parar na mão dos seus pais, ok? -
- Ok, você venceu. O que você quer fazer?
- Por enquanto, quero que você me chupe igual fez com o Alex, e sem fazer barulho, não quero que ele acorde -
Não tive outra escolha senão abaixar o shorts que ele usava de pijama e começar a lamber o pau dele. Não era tão grande quanto a rola do Alex nem tão grossa, mas era um pau mediano.
Comecei lambendo desde as bolas dele até a ponta do pênis, e o Rolando fazia um esforço danado pra não gritar ou gemer muito alto. Enquanto isso, a situação me deixava com muito tesão, sendo chantageada pelo meu primo pra transar com ele.
- Enfia tudo, gostosa - sussurrou o Rolando
- Humm, assim mesmo, filho da puta - falei
Se era isso que ele queria, era isso que ia levar. Não parei por nada e dei um boquete inesquecível na vida dele. Enfiava o pau dele, já bem duro e cheio de veias, até o fundo da minha garganta. Como era comprido, isso era super fácil pra mim. Dava pequenas pausas pra masturbar ele de forma agressiva e via a cara de tesão do Rolando enquanto isso rolava. Não demorou muito pra ele gozar na minha boca, e aproveitei pra engolir todo o leite dele.
- Gostou, cara? Gostou do meu boquete? - falei baixinho
- Sim, putinha, você chupa muito bem, mas amanhã quero comer essa sua bucetinha linda. Então dorme bem, porque amanhã vai ser um grande dia - disse o Rolando
- O quê? Você tá louco, não vou transar com você - respondi
- Vai transar, sim, senão não vou apagar a foto, ok? -
- Ok, mas depois disso é melhor você apagar, hein -
- Fechado - ele falou isso e foi pra cama dele. Eu fiz o mesmo.
Na manhã seguinte, depois do Depois do café da manhã, levei o Alex pra fora pra conversar com ele e contar o que tinha rolado. No começo, ele ficou puto e disse que ia quebrar a cara do Rolando, mas depois de um tempo a gente concluiu que era perigoso, já que não sabíamos se dava pra confiar na palavra dele. Não sobrou outra opção a não ser aceitar a chantagem. Pouco depois, o Rolando saiu de casa e veio na nossa direção.
— Então, pronta pra foda da sua vida, Ginny?
— Olha aqui, cara, te aviso que se não cumprir sua palavra, eu corto sua pica e é a última vez que você come, hein — meu irmão avisou o primo Rolando.
— Fica tranquilo, primo, vou cumprir. Agora vamos, tenho um lugar onde a gente pode ficar.
A gente foi caminhando até chegar um pouco longe. Era um lugar limpo, com muitas árvores que escondiam a vista, e tinha uma clareira com grama onde dava pra deitar.
— Então, aqui é meu lugar especial, primos — disse Rolando, tirando a roupa. — Agora vem, Ginny, tira toda essa porra que você tanto adora.
Me despi e fiquei de joelhos pra dar o boquete que o Rolando pediu, enquanto o Alex nos olhava. Ele parecia meio irritado por ter que me dividir com o primo Rola, mas com o tempo dava pra ver que o tesão da situação tava vencendo, e a pica dele ficava dura debaixo da bermuda.
— Mmm, Ginny, você me enlouquece do jeito que chupa, gostosa. Chupa do jeito que você adora, Mmm — gemeu o Rolando, desesperado. — Que puta que essa mina é, Alex. Já quero meter nessa bucetinha.
— Então o que cê tá esperando, primo? Ela vai adorar ter você dentro, né, Gina?
— Mmm, sim — falei, tirando a pica babada do Rolando da minha boquinha. A verdade é que eu já tava muito tarada e queria que enfiassem a pica em mim.
— Beleza, então deixa eu comer essa bucetinha — disse Rolando, me colocando de costas na grama e começando a chupar meu coelhinho.
— Mmm… Chupa… Primo… Hahn… como você chupa bem — eu gemia que nem uma louca entre as chupadas.
— Que bucetinha gostosa e linda você tem, puta — disse Rolando enquanto me devorava a ppk. fazendo eu me remexer e gemer de prazer.
Assim ele continuou chupando, mamando e esfregando meu clitóris e meu cu por mais alguns minutos, eu estava como possuída, já tinha gozado pelo menos 2 vezes e o Rolando tomava todos os meus fluidos me deixando sequinha. Até que finalmente ele se preparou pra me penetrar.
- Bom, aqui vou eu, gata, não se mexe – disse o Rolando enquanto começava a enterrar o pau na minha bucetinha
- Sim, mete, me parte, me dá tudo, Rola – pedi pro primo
- Nossa, que gostosa e apertada que essa gata tá, primo, sinto que vai estourar meu pau – disse extasiado meu primo pro meu irmão, que já estava com o pauzão de fora e se tocava – E como ela rebola a raba, dá pra ver que adora.
- Claro, minha princesinha é uma putinha e adora transar, né, meu amor? – disse meu irmão, que já tinha se despido também e colocava o pau na minha frente pra eu chupar.
- Mmm, sim, é gostoso – falei sem fôlego e sem parar de gemer pela boa acolhida que meu primo me dava.
- Toma, gata, sente até o fundo, que bucetinha gostosa e apertadinha que você tem, putinha – falava o Rolando, que bombava cada vez mais selvagemente.
- Ahh, vou gozar, Ahh. Sim, me come mais – gemi enquanto me contorcia e começava a gozar enquanto meu primo gemia e gritava de prazer. Meu irmão então enfiava o pau durasso na minha boca pra calar meus gritos.
- Sim, goza, putinha, você adora ser comida, priminha, olha como aperta meu pau aí. Que puta – disse meu primo. – Acho que vou encher a bucetinha dessa gata de porra, posso gozar dentro?
- Claro, ela vai adorar receber, enche ela toda – respondeu meu irmão, que também estava prestes a gozar na minha boca.
- Ah, sim, tô enchendo essa bucetinha tão linda e gostosa, ah, sim, toma toda minha porra na sua bucetinha linda. Nossa, que bucetinha gostosa, engoliu toda minha porra – disse ofegante o Rolando, saindo da minha bucetinha.
Uns segundos depois, meu irmão me segurou forte pela cabeça e me prendeu com as mãos. Pau bem dentro da minha boca, comecei a sentir a porra dele descendo pela minha garganta, comecei a me engasgar e tossir.
— Não, toma toda a minha porra gostosa, bebe tudinho gostosa, mama toda a porra do pau do teu irmãozinho — dizia o Alex.
Mudaram de posição e agora quem tava me comendo a buceta era meu irmão, e o primo Rolando quem tava se deliciando na minha boca.
— Ah, acho que essa mina vai me fazer gozar de novo, que jeito de chupar — murmurou o Rolando.
Continuaram assim, me enchendo de pau na buceta e na boca por um bom tempo, aumentando as bombadas cada vez mais, e eu sentia os ovos do meu irmão batendo na minha bunda repetidas vezes. Não foi até ele se deitar que entendi o que vinha a seguir.
— Agora vem a melhor parte, gostosa, você vai sentir o que é ter dois paus dentro de você ao mesmo tempo — disse Alex enquanto o pau dele começava a fazer pressão no meu cu apertado e delicado — Vem, Rola, enfia na buceta dela.
— Não, Alex, por favor, ao mesmo tempo não, vai doer muito — gritei enquanto me sentia empalada pelos dois paus.
— Shh, você vai ver que vai adorar — disse meu irmão.
— Ahh, não dói, Alex, para, não seja mau, meu cu tá doendo — falei entre lágrimas ao sentir aquele pauzão penetrando minhas entranhas.
— Agora você chora, gostosa, mas vai adorar pra caralho — dizia meu irmão, que metia no meu cu cada vez mais forte.
— Ahh, agora tá ainda mais apertado dentro dessa buceta — disse meu primo, que não parava de entrar e sair de mim — Como essa mina chora, primo, mas dá pra ver que ela adora, já gozou duas vezes agora, mesmo dizendo que dói, é uma putinha.
Continuei choramingando, mas já menos. Isso durou uns momentos, até que comecei a gemer como uma verdadeira puta no cio. Senti que gozei mais duas vezes, me sentia no paraíso, era uma sensação totalmente nova e gostosa. Pouco tempo depois de me bombar, senti os dois começando a gozar de novo. vez.
- Hmm, vou gozar de novo - disse Rolando
- Sim, primo, sim, enche minha buceta com essa tua pica enorme, que gostoso, sou sua puta - eu gritava pro meu primo e pro meu irmão - Aí... Isso... Que gostoso sinto na minha xereca e na minha bunda esses dois paus tão grossos, sim... me comam mais... sou sua puta... aí... - dizia alucinada.
- Ah, Ginna, acho que não aguento mais, vou gozar dentro do teu cuzinho gostoso - gemeu meu irmão
- Sim, me encham de porra dentro da minha bunda pequenininha e da minha xereca, quero a porra de vocês dentro, gozem logo... sou sua puta - gemi à beira do prazer.
Os dois encheram minhas entranhas com todo o esperma quente deles, estávamos exaustos depois dessa trepada da porra que a gente deu. Deitamos na grama olhando pro céu e esperando recuperar as energias.
- Ahh, que mina boa que você foi - disse meu irmão me beijando.
- Bom, prima, como prometi, vou apagar as fotos - disse o primo Rolando.
- Valeu, Rolando, no fim das contas acho que o importante aqui é que nós três aproveitamos - falei pra ele.
Terminamos de nos vestir e os três voltamos pra casa pra curtir o último dia de folga. O que rolou de tarde e de noite não foi nada demais, só ficar junto e uma chupada de despedida. Depois disso, já repetimos a parada, eu com meu primo; e também já rolou de novo a experiência dos três juntos.
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