Eu estava vestindo meu uniforme de colegial, e pra ser sincera, já tava bem molhada. Aquele amasso com o Jorge me deixou com um tesão danado, e eu já tava mais que pronta. Peguei o "Big Joe" — podem rir, mas é assim que chamo meu consolador favorito. Ele é preto, tem 25 por 8, e é com ele que eu mais brinco... Mas espera, vou contar como a gente acabou aqui no meu apê, só nós dois...
(Música do Mundo de Wayne quando ele vai ver o Jim Morrison) <- uns entendem, outros não kkk
Já tinha me mudado pra Bahia Blanca. Curtia aquela cidade, era tipo Buenos Aires, mas mais segura e com menos gente. Aluguei um apartamento e, com dois anúncios que fiz, já tinha clientela na minha linha de trabalho. Não tinha muitas VIPs por lá, e as que tinha eram senhoras já mais velhas, então uma guria como eu era novidade no circuito. Mas não tava indo por trabalho, digamos que era por prazer... O trampo ia bem, era independente, mas eu queria um homem que me quisesse pelo que eu sou, e mais nada. E eu sabia quem era. Além disso, eu tinha certas exigências na cama, e sabia que o Jorge dava conta de sobra... Vou explicar: na cama, eu gosto de me sentir humilhada pelo meu homem, que ele me domine, que me chame de puta. Adoro engasgar com a vara dele e quase me afogar, sei lá, são umas paradas que eu curto, e nunca achei caras que preenchessem minhas expectativas. No resto, sou normal: não gosto que me encham o saco, adoro café na cama e quero um homem romântico na vida real. Não tenho dramas de posse. Resumindo, eu queria o Jorge e ia ter ele... Já era quinta-feira e eu sabia que no sábado ele ia sair pra uma balada aqui. Preparei tudo: não marquei nenhum programa, limpei a casa toda (sou uma bagunça com pernas), fiz uma faxina geral e entrei na internet pra ver o Facebook dele. Tinha fotos com uma gatinha que eu sabia que era a mãe da filha dele, e fiquei observando ela bem... Me parecia que ele curtia umas putinhas na aparência, com cara de vagabunda que provocam... Hmm, beleza, agora a parte difícil: a roupa. Meu guarda-roupa tava bem cheio. Tinha um cliente que era dono de uma loja de roupas grande e... Ele me mandava presentes quase toda semana, obviamente depois esses presentes eram pagos em espécie 😉 mmm escolhi uma calça de couro de cintura baixa que deixava ver minha tanga nas laterais, tinha tachas, era bonita. Em cima, um top de couro, mas sem sutiã, não tinha decote, mas marcava muito meus peitos, botas cano alto pretas e um colar muito bonito que um cliente me deu. Era tipo aqueles colares de bulldog com pontas, bem um desses. Tirei meu crucifixo que me acompanhava desde menina e foi da minha mãe até ela morrer, brincos... eu sabia que o homem olhava para os brincos... tinha todos brincos de cigana. Voltei no Facebook, olhei a foto da ex, ela usava dois brincos de cruz ankh... mmm não tinha. Fui ao centro, morava a dez minutos de táxi, procurei uns e achei, coloquei e voltei pra casa. Já estava tudo pronto, estava ficando tarde, ele ia chegar na sexta. Liguei pra uma "amiguinha" que tinha em Bahia e convidei pra jantar... terminamos enroscadas na cama, muito linda a garota, tinha 19 anos, aquela idade fofa em que não sabem se querem um homem ou uma mulher... ou nesse caso, ambos. Ela tinha namorada, mas eu gostava das cuties pequenininhas, novinhas. Dormimos juntas, amanheceu sexta, tinha que trabalhar. Tinha um cliente à tarde e outro à noite. Fui, fiz meu trampo, tinha mais dinheiro ainda e um buquê de rosas (os homens são corretos quando tão com vontade). De novo dormir... sozinha... isso estava me matando, não ter um homem... meu apartamento se sentir vazio... sei que é uma idiotice, mas dinheiro não vai me comprar isso, e eu era feliz em muitos aspectos, mas esse estava pendente e queria resolver essa parada. Sábado, nervosa, parecia uma menina de 15 anos, fico assim de idiota. E se faço o que faço, não deixo de ser mulher. Depois de um bom jantar, fui tomar banho e me troquei, me olhei no espelho 50 ou 60 vezes de todo ângulo, rindo pra ver se meu rabo aparecia bem. Passei meu perfume Kenzo e saí, peguei o táxi e cheguei... entrei, tinha muita gente e não passaram dois minutos e eu Sentei no balcão, um cara magro me chamou pra tomar algo, era um novo recorde, minha roupa dava um bom sinal, chamava atenção. Fiquei ali, sabia que ele vinha às duas da manhã, se viesse... Continuei recusando propostas, algum bêbado, as minas daqui entendem isso. Até que às duas e dez ele entrou, com os amigos, adorava aquele olhar seguro que ele tinha, forte, penetrante, você sente que ele te come com os olhos quando te olha, e hoje, quando a gente tomou café da manhã, ainda sinto isso. Passei do lado dele e, disfarçadamente, olhei pra trás e percebi que ele tava olhando minha bunda. Olhei pra ele, ele percebeu que eu vi, sorriu, e eu sorri de volta. Fui pro balcão e pedi champanhe, segura de que já tinha a atenção dele. Fiquei ali e pedi duas taças, deixei uma no balcão e fiquei olhando fixo pra ele. Até que ele me viu e me encarou, levantei a taça como quem convida ele a vir, e ele veio. A gente conversou, achei ele um cara super divertido e, principalmente, inteligente. Ele me observava e eu sabia que ele tava procurando um jeito de me ter, mas ele não sabia que já me tinha, que eu tava rendida a ele, aos gestos dele, ao olhar dele. Convidei ele pra dançar, sabendo que ele não dançava. Ele me disse isso e a gente foi pro terraço. Lá, a gente tava quase sozinho, tinha outro casal, mas tava muito ocupado. A gente se aproximou da sacada e me apoiei pra ele ver bem minha bunda. Ele tocou a parte de baixo das minhas costas, sem chegar na bunda, e falou no meu ouvido: "Eu gosto muito de você, Marina." Me virei e pensei: agora ou nunca. E beijei ele. Um beijão forte, ele me deixou sem fôlego, enquanto segurava minha cintura. A verdade é que aquele beijo me partiu ao meio. Quando a gente terminou, falei rápido: "Quer vir pro meu apartamento?"
— Bora, vou avisar os caras e a gente vai.
— Fechou, te espero lá embaixo.
Desci meio nervosa ainda e pedi um táxi. Ele veio, a gente subiu, e ele olhava pela janela com o olhar perdido. Me disse que gostava das luzes da cidade, que ele tinha crescido num sítio bem longe. Ele tocava minha perna tão suavemente que meus pelos da nuca arrepiavam, uma sensação gostosa... Chegamos, no elevador ele me deu um beijinho super fofo, e quando entrei... Procurei as chaves na bolsa, não achava, comecei a ficar louca. Nisso ele fala: "vê se tem alguma coisa na sua orelha". Toca minha orelha e diz: "ah, eram suas chaves". Fiquei gelada, como ele tinha tirado? "Naquele beijo no elevador, eu tirei". Eu ri e perguntei onde aprendeu aquilo. "Na rua, morei na rua muito tempo e fazia o que tinha que fazer. Cuidado comigo."
Aqueci o café, sentamos no sofá de três lugares e ele sentou de pernas abertas.
— Você me deixa louco, sabia?
— Ah, é?
— Demais. Se estivesse no meu corpo, saberia. — Eu estava muito molhada.
— Vê só. — Ele me puxou pra perto e montei em cima. Ele colocou as mãos na minha bunda e me beijou. Peguei a cabeça dele e fiz descer até meus peitos. Ele mordia meus bicos por cima do top de couro, já estavam durões. Sentia embaixo de mim a pica dura dele. Desci e falei que já voltava, que ia ficar mais confortável. Fui pro quarto, tirei tudo e me vesti de colegial. E aqui chegamos no começo. Meu uniforme é: saia xadrez vermelha e preta, bem curta, nem cobre a bunda. Camiseta curta pra amarrar embaixo dos peitos, uma fitinha branca no pescoço, a bunda minúscula que deixa qualquer homem doido, tênis branco, meia branca e a cara de puta que eu faço tão bem. Fui. Meu apartamento tem um corredor que dá na sala. Lá estava Jorge sentado no sofá, de costas, vendo TV. Me apoiei na parede, dando a bunda pra ele, levemente arqueada, aparecendo minha bunda e minha buceta. Falei: "A menina quer brincar. Brincamos?" Ele levantou. Olhei pra parede, nem vi o que ele fez no caminho, mas quando me pegou pela cintura, também enfiou o pau entre minhas pernas, roçando minha buceta. Me esquentou demais. Apertou meus peitos e aí o selvagem apareceu. Me pegou pelas tranças, me virou e começou a me morder. Eu já gemia igual uma puta no cio.
— Você gosta, puta?
— Sim, quero ser sua puta.
— Então... ajoelha, puta.
Eu obedeci e o pau gigante dele ficou a um centímetro da minha cara. Eu já queria ele na boca. Comecei a meter o "big joe" na buceta furiosamente, entrava tudo
- hora de comer puta
me agarrou pelas minhas tranças e meteu à força, eu me afogava naquela pica, tinha saliva pra todo lado e ele continuou, senti a sombra preta escorrendo dos meus olhos pelas lágrimas, mas ele seguia empurrando e falava "engole, puta de merda, vai, engole" foi assim até que me puxou pra cima e disse "já enjoei, chupa aqui, se apoia na mesa" obedeci, claro, e olhei pra trás, ele colocou uma camisinha e cuspiu no meu cu, aí pensei "meu deus, vai me arrebentar toda" encostou a pica na porta e ficou parado
- cê gosta, puta esfomeada?
- sim, adoro, machão
- quer ela dentro?
- sim, por favor, mete e eu gozo - já tava vendo isso
- bom, vamos ver se não tá mentindo, puta desgraçada
de uma só vez meteu 22 cm de carne, tive a sensação momentânea de que a pica ia sair pela minha boca, batia forte, bombeava pesado, me mordia as costas, eu gritava muito, pra caralho, sentia aquela pica invadindo meu cu e adorava, me agarrava pelas minhas tranças e me forçava, sentia os ovos duros batendo na minha buceta que tava cheia de porra, de repente senti diferente, aquele ferro quente crescia mais, acho que ia gozar
- onde cê quer a porra, puta?
- onde você quiser, buceta
- ajoelha
obedeci e fiz carinha de menina, ele gritou "aí vem" levou minha cabeça bruscamente pra pica dele e meteu na minha garganta, e aí gozou 5 jatos grossos de porra, encheu minha boca, engoli um pouco, acho, me soltou, empurrou minha cabeça e sentou no sofá, eu tava ajoelhada, maquiagem borrada, toda suada, era a imagem de uma puta surrada por dez caras, a porra ainda na minha boca, ele levantou, arrancou minha camisa, me puxou pelo cabelo, abaixou minha cabeça e disse "cospe nos seus peitos, puta de merda" obedeci, cuspi a porra quente dele nos meus peitos, fui no banheiro, me limpei e enxaguei, voltei, sentei do lado dele, ele me abraçou e disse que tinha sido maravilhoso
- cê fica? dormir
- sim, mas eu acordo com vontade de fuder sempre, eu
- ha, legal, eu também, quer café?
- bora
fui fazer café e ele apareceu por trás e me deu uns beijos carinhosos... naquele momento eu era muito feliz, naquela hora eu soube que ele era o homem da minha vida
obrigada, sei que tem mais amor do que sexo nesse relato, mas é uma coisa linda que aconteceu comigo e continua acontecendo dia após dia. beijos, gente, amo vocês
"E a morte rubra cobriu tudo e todos foram dela"
A máscara da morte rubra - Edgar Allan Poe
(Música do Mundo de Wayne quando ele vai ver o Jim Morrison) <- uns entendem, outros não kkk
Já tinha me mudado pra Bahia Blanca. Curtia aquela cidade, era tipo Buenos Aires, mas mais segura e com menos gente. Aluguei um apartamento e, com dois anúncios que fiz, já tinha clientela na minha linha de trabalho. Não tinha muitas VIPs por lá, e as que tinha eram senhoras já mais velhas, então uma guria como eu era novidade no circuito. Mas não tava indo por trabalho, digamos que era por prazer... O trampo ia bem, era independente, mas eu queria um homem que me quisesse pelo que eu sou, e mais nada. E eu sabia quem era. Além disso, eu tinha certas exigências na cama, e sabia que o Jorge dava conta de sobra... Vou explicar: na cama, eu gosto de me sentir humilhada pelo meu homem, que ele me domine, que me chame de puta. Adoro engasgar com a vara dele e quase me afogar, sei lá, são umas paradas que eu curto, e nunca achei caras que preenchessem minhas expectativas. No resto, sou normal: não gosto que me encham o saco, adoro café na cama e quero um homem romântico na vida real. Não tenho dramas de posse. Resumindo, eu queria o Jorge e ia ter ele... Já era quinta-feira e eu sabia que no sábado ele ia sair pra uma balada aqui. Preparei tudo: não marquei nenhum programa, limpei a casa toda (sou uma bagunça com pernas), fiz uma faxina geral e entrei na internet pra ver o Facebook dele. Tinha fotos com uma gatinha que eu sabia que era a mãe da filha dele, e fiquei observando ela bem... Me parecia que ele curtia umas putinhas na aparência, com cara de vagabunda que provocam... Hmm, beleza, agora a parte difícil: a roupa. Meu guarda-roupa tava bem cheio. Tinha um cliente que era dono de uma loja de roupas grande e... Ele me mandava presentes quase toda semana, obviamente depois esses presentes eram pagos em espécie 😉 mmm escolhi uma calça de couro de cintura baixa que deixava ver minha tanga nas laterais, tinha tachas, era bonita. Em cima, um top de couro, mas sem sutiã, não tinha decote, mas marcava muito meus peitos, botas cano alto pretas e um colar muito bonito que um cliente me deu. Era tipo aqueles colares de bulldog com pontas, bem um desses. Tirei meu crucifixo que me acompanhava desde menina e foi da minha mãe até ela morrer, brincos... eu sabia que o homem olhava para os brincos... tinha todos brincos de cigana. Voltei no Facebook, olhei a foto da ex, ela usava dois brincos de cruz ankh... mmm não tinha. Fui ao centro, morava a dez minutos de táxi, procurei uns e achei, coloquei e voltei pra casa. Já estava tudo pronto, estava ficando tarde, ele ia chegar na sexta. Liguei pra uma "amiguinha" que tinha em Bahia e convidei pra jantar... terminamos enroscadas na cama, muito linda a garota, tinha 19 anos, aquela idade fofa em que não sabem se querem um homem ou uma mulher... ou nesse caso, ambos. Ela tinha namorada, mas eu gostava das cuties pequenininhas, novinhas. Dormimos juntas, amanheceu sexta, tinha que trabalhar. Tinha um cliente à tarde e outro à noite. Fui, fiz meu trampo, tinha mais dinheiro ainda e um buquê de rosas (os homens são corretos quando tão com vontade). De novo dormir... sozinha... isso estava me matando, não ter um homem... meu apartamento se sentir vazio... sei que é uma idiotice, mas dinheiro não vai me comprar isso, e eu era feliz em muitos aspectos, mas esse estava pendente e queria resolver essa parada. Sábado, nervosa, parecia uma menina de 15 anos, fico assim de idiota. E se faço o que faço, não deixo de ser mulher. Depois de um bom jantar, fui tomar banho e me troquei, me olhei no espelho 50 ou 60 vezes de todo ângulo, rindo pra ver se meu rabo aparecia bem. Passei meu perfume Kenzo e saí, peguei o táxi e cheguei... entrei, tinha muita gente e não passaram dois minutos e eu Sentei no balcão, um cara magro me chamou pra tomar algo, era um novo recorde, minha roupa dava um bom sinal, chamava atenção. Fiquei ali, sabia que ele vinha às duas da manhã, se viesse... Continuei recusando propostas, algum bêbado, as minas daqui entendem isso. Até que às duas e dez ele entrou, com os amigos, adorava aquele olhar seguro que ele tinha, forte, penetrante, você sente que ele te come com os olhos quando te olha, e hoje, quando a gente tomou café da manhã, ainda sinto isso. Passei do lado dele e, disfarçadamente, olhei pra trás e percebi que ele tava olhando minha bunda. Olhei pra ele, ele percebeu que eu vi, sorriu, e eu sorri de volta. Fui pro balcão e pedi champanhe, segura de que já tinha a atenção dele. Fiquei ali e pedi duas taças, deixei uma no balcão e fiquei olhando fixo pra ele. Até que ele me viu e me encarou, levantei a taça como quem convida ele a vir, e ele veio. A gente conversou, achei ele um cara super divertido e, principalmente, inteligente. Ele me observava e eu sabia que ele tava procurando um jeito de me ter, mas ele não sabia que já me tinha, que eu tava rendida a ele, aos gestos dele, ao olhar dele. Convidei ele pra dançar, sabendo que ele não dançava. Ele me disse isso e a gente foi pro terraço. Lá, a gente tava quase sozinho, tinha outro casal, mas tava muito ocupado. A gente se aproximou da sacada e me apoiei pra ele ver bem minha bunda. Ele tocou a parte de baixo das minhas costas, sem chegar na bunda, e falou no meu ouvido: "Eu gosto muito de você, Marina." Me virei e pensei: agora ou nunca. E beijei ele. Um beijão forte, ele me deixou sem fôlego, enquanto segurava minha cintura. A verdade é que aquele beijo me partiu ao meio. Quando a gente terminou, falei rápido: "Quer vir pro meu apartamento?"
— Bora, vou avisar os caras e a gente vai.
— Fechou, te espero lá embaixo.
Desci meio nervosa ainda e pedi um táxi. Ele veio, a gente subiu, e ele olhava pela janela com o olhar perdido. Me disse que gostava das luzes da cidade, que ele tinha crescido num sítio bem longe. Ele tocava minha perna tão suavemente que meus pelos da nuca arrepiavam, uma sensação gostosa... Chegamos, no elevador ele me deu um beijinho super fofo, e quando entrei... Procurei as chaves na bolsa, não achava, comecei a ficar louca. Nisso ele fala: "vê se tem alguma coisa na sua orelha". Toca minha orelha e diz: "ah, eram suas chaves". Fiquei gelada, como ele tinha tirado? "Naquele beijo no elevador, eu tirei". Eu ri e perguntei onde aprendeu aquilo. "Na rua, morei na rua muito tempo e fazia o que tinha que fazer. Cuidado comigo."
Aqueci o café, sentamos no sofá de três lugares e ele sentou de pernas abertas.
— Você me deixa louco, sabia?
— Ah, é?
— Demais. Se estivesse no meu corpo, saberia. — Eu estava muito molhada.
— Vê só. — Ele me puxou pra perto e montei em cima. Ele colocou as mãos na minha bunda e me beijou. Peguei a cabeça dele e fiz descer até meus peitos. Ele mordia meus bicos por cima do top de couro, já estavam durões. Sentia embaixo de mim a pica dura dele. Desci e falei que já voltava, que ia ficar mais confortável. Fui pro quarto, tirei tudo e me vesti de colegial. E aqui chegamos no começo. Meu uniforme é: saia xadrez vermelha e preta, bem curta, nem cobre a bunda. Camiseta curta pra amarrar embaixo dos peitos, uma fitinha branca no pescoço, a bunda minúscula que deixa qualquer homem doido, tênis branco, meia branca e a cara de puta que eu faço tão bem. Fui. Meu apartamento tem um corredor que dá na sala. Lá estava Jorge sentado no sofá, de costas, vendo TV. Me apoiei na parede, dando a bunda pra ele, levemente arqueada, aparecendo minha bunda e minha buceta. Falei: "A menina quer brincar. Brincamos?" Ele levantou. Olhei pra parede, nem vi o que ele fez no caminho, mas quando me pegou pela cintura, também enfiou o pau entre minhas pernas, roçando minha buceta. Me esquentou demais. Apertou meus peitos e aí o selvagem apareceu. Me pegou pelas tranças, me virou e começou a me morder. Eu já gemia igual uma puta no cio.
— Você gosta, puta?
— Sim, quero ser sua puta.
— Então... ajoelha, puta.
Eu obedeci e o pau gigante dele ficou a um centímetro da minha cara. Eu já queria ele na boca. Comecei a meter o "big joe" na buceta furiosamente, entrava tudo
- hora de comer puta
me agarrou pelas minhas tranças e meteu à força, eu me afogava naquela pica, tinha saliva pra todo lado e ele continuou, senti a sombra preta escorrendo dos meus olhos pelas lágrimas, mas ele seguia empurrando e falava "engole, puta de merda, vai, engole" foi assim até que me puxou pra cima e disse "já enjoei, chupa aqui, se apoia na mesa" obedeci, claro, e olhei pra trás, ele colocou uma camisinha e cuspiu no meu cu, aí pensei "meu deus, vai me arrebentar toda" encostou a pica na porta e ficou parado
- cê gosta, puta esfomeada?
- sim, adoro, machão
- quer ela dentro?
- sim, por favor, mete e eu gozo - já tava vendo isso
- bom, vamos ver se não tá mentindo, puta desgraçada
de uma só vez meteu 22 cm de carne, tive a sensação momentânea de que a pica ia sair pela minha boca, batia forte, bombeava pesado, me mordia as costas, eu gritava muito, pra caralho, sentia aquela pica invadindo meu cu e adorava, me agarrava pelas minhas tranças e me forçava, sentia os ovos duros batendo na minha buceta que tava cheia de porra, de repente senti diferente, aquele ferro quente crescia mais, acho que ia gozar
- onde cê quer a porra, puta?
- onde você quiser, buceta
- ajoelha
obedeci e fiz carinha de menina, ele gritou "aí vem" levou minha cabeça bruscamente pra pica dele e meteu na minha garganta, e aí gozou 5 jatos grossos de porra, encheu minha boca, engoli um pouco, acho, me soltou, empurrou minha cabeça e sentou no sofá, eu tava ajoelhada, maquiagem borrada, toda suada, era a imagem de uma puta surrada por dez caras, a porra ainda na minha boca, ele levantou, arrancou minha camisa, me puxou pelo cabelo, abaixou minha cabeça e disse "cospe nos seus peitos, puta de merda" obedeci, cuspi a porra quente dele nos meus peitos, fui no banheiro, me limpei e enxaguei, voltei, sentei do lado dele, ele me abraçou e disse que tinha sido maravilhoso
- cê fica? dormir
- sim, mas eu acordo com vontade de fuder sempre, eu
- ha, legal, eu também, quer café?
- bora
fui fazer café e ele apareceu por trás e me deu uns beijos carinhosos... naquele momento eu era muito feliz, naquela hora eu soube que ele era o homem da minha vida
obrigada, sei que tem mais amor do que sexo nesse relato, mas é uma coisa linda que aconteceu comigo e continua acontecendo dia após dia. beijos, gente, amo vocês
"E a morte rubra cobriu tudo e todos foram dela"
A máscara da morte rubra - Edgar Allan Poe
13 comentários - Mi Vida Como Escort (Capitulo 7)
Com siempre un lujo el relato, se me escapo una gotita en el segundo renglon...jejeje
Excelente relato como siempre MUY CALIENTE.
Que bueno que volviste !
Me encanto!
Gracias por compartir
No pude seguirte en la lectura.