Quando sai, sai... meu primeiro menage.

Já era a terceira vez que recusava um ménage em diferentes fases da minha vida, e por causa do abandono (na parte sexual) do meu marido, tava precisando de uma boa esfregação... e nada melhor do que em dose dupla.

Tava no banheiro terminando de me arrumar um pouco, na sala me esperavam Carlos e Julian, um é colega de trabalho e o outro um amigo do meu colega. Com o Carlos fazia uma semana que eu tava enrolando ele à toa, achando que meu marido ia dar uma levantada e ia dar uma merecida fodida na esposa insatisfeita dele... foi tudo em vão. Fiquei ainda mais tesuda...

Então tive que ceder esse corpinho aos prazeres da infidelidade... mas não tinha planejado desse jeito!

O Carlos tinha me convidado pra casa dele pra finalmente rolar a safadeza, mas de repente apareceu esse amigo dele... parecia até de propósito (embora, pensando bem...). Enfim, entre idas e vindas e quase me arrependendo da loucura que ia fazer, o Carlos me propôs o ménage, assim... na lata. Fiquei paralisada e não respondi, mas pensei:

"Se eu for embora agora, vou derreter de tesão... e se eu ficar, vou quebrar o jejum e sair mais que satisfeita... mas..."

- Vai, Romi... pensa que é uma fantasia que você pode realizar pra mim, e ainda por cima você tá um tesão!

Cala a boca, idiota, não vê que tô pensando! falei pra mim mesma... era verdade, vim preparada pra guerra, me depilei toda, coloquei um vestidinho solto mas bonito com uns saltozinho combinando e, claro, completamente pelada por baixo... e eu não era assim, sou mais na minha, mas o tesão que tava me consumindo me desvirtuava... por assim dizer.

- Deixa eu ir no banheiro...

- Romi, tudo bem... também não vou te obrigar.

- Deixa eu passar, idiota...

Então fiquei matutando um tempo e percebi que, pra minha surpresa, tava molhada, meus bicos tavam duríssimos e marcavam no meu vestidinho...

- Que puta que você é, Romi, olha como Tá?

Falei pra mim mesma, enquanto arrumava o cabelo na frente do espelho. Se vou fazer isso, vai ser do meu jeito. Eu não sou a puta de ninguém!

Saí do banheiro batendo a porta e fui pra sala, atravessei o corredor com os nervos à flor da pele, mas com um tesão incontrolável, meu corpo inteiro tremia... era agora ou nunca.

Assim que pisei na sala, o Carlos me recebeu, dizendo:

— Romi, me desculpa, nunca...

— Cala a boca e senta no sofá.

Não deixei ele terminar a frase.

— Você, vem cá... como é seu nome?

— Juliano, prazer...

O cara se levantou estendendo a mão pra mim, e eu baixei ela com um tapa, olhei ele de cima a baixo e notei que era mais novo que o Carlos, mais atlético e mais alto...

— Você, olha... por enquanto.

Falei pro Carlos, que tava sentado no sofá com uma cara de incerteza única... e eu tava gostando daquilo.

Coloquei uma mão no peito do Juliano (o cara era talhado), e aos poucos fui me ajoelhando... fiquei na altura da virilha dele e, sem preâmbulo, desabotoei o cinto, abri a calça e puxei a rola pra fora, completamente mole...

Mas pra minha alegria, mole e tudo era bem grande e lisinha, isso mesmo. Não tinha um pelo.

— Ah, legal... mas que rola gostosa!

O Juliano não acreditava, vi que ele olhou pro Carlos e fez um gesto de não entender nada, o Carlos tava de olhos arregalados, igual a boca...

— Agora: se vamos fazer isso, eu vou dar as ordens, OK?

Olhei pros dois esperando resposta e quase ao mesmo tempo responderam:

— Sim, claro, Romi...

— Claro...

Ri safada e enfiei a rola do Juliano na boca de uma vez. Aos poucos foi endurecendo. Eu não era uma chupadora experiente, mas colocava determinação, usei minha língua, minhas mãos e meus lábios o melhor que pude... de vez em quando o Juliano soltava um gemido rouco.

— Você chupa bem, Romi... mas te falta umas técnicas...

Tirei a rola da boca, já dura Máximo esplendor e olhei direto nos olhos do Julian...

- Você decide, Juli... e o que você pode me ensinar?

Enquanto perguntava, eu batia uma pra ele. Carlos observava atentamente a cena com o pau na mão, batendo uma lentamente...

- Usa mais saliva, assim você lubrifica e tenta engolir ele inteiro... se quiser, eu te ajudo...

- Fala, vou ver...

O cara tirou minhas mãos do pau dele e cruzou elas atrás de mim, depois segurou minha cabeça com as duas mãos e ajeitou pra receber o pau dele.

- Agora, Romi, abre a boquinha e relaxa...

Obedeci e, olhando pra ele, abri minha boca. Ele foi enfiando o pau devagar, engoli um pouco mais de um quarto, tenho boca pequena, então não ia entrar muito mais.

- Beleza, agora abre a boca o máximo que conseguir e coloca a língua pra fora.

Fiz o que ele pediu e empurrei um pouco mais o pau dele, fiz um barulhinho com a boca, meio que uma ânsia... gostei.

- Pronto, agora não se assusta... vou te comer a boca, Romi.

Eu tava com a boca cheia de pau, pouco mais da metade pra dentro... e assim como ele disse, Julian, enfiava e tirava o pau dele suavemente. Era muito excitante a sensação, minha boca começou a encher de saliva, sentia as estocadas ficando mais fortes e rápidas.

- Uffa, você não sabe como essa boquinha é boa, Charlie...

Eu fazia cada vez mais barulho com a boca, porque o pau do Julian batia no fundo da minha garganta... me descobri, me tocando a buceta e tirando uma das minhas tetas generosas pra fora do meu vestido lindo...

- Vou gozar, Romi, posso?

Como? Pensei... gozar na minha boca ou cara? Me deu um calafrio de nojo e tirei o pau da boca.

- Não curto muito essa ideia, não, gato...

falei, limpando um pouco da minha própria baba da boca...

- Tudo bem, Romi, você manda hoje... mas você que tá perdendo.

- É, claro... porque adoro fazer bochecho de porra...

falei ironicamente, mas parece que isso deixou os caras loucos. Não dei bola e me aproximei do Carlos, que já tava peladão no sofá se tocando a cock.

- vos sim, não perde tempo, hein?

falei, pegando na cock dele com minha mão cheia de baba. A cock do Carlos era só um pouquinho mais curta que a do Julián, mas bem mais grossa e com as veias bem marcadas. Tinha pelo, mas bem aparadinho, e isso sim, as bolas bem depiladinhas...

- Que caprichosos vocês são... gostei...

Sempre ajoelhada, meti as bolas do Carlos na boca, enquanto punhetava o tronco grosso dele. Brinquei um pouco com cada uma e depois engoli o máximo da cock dele.

- Ai, Romi... que gostosa que você é! que bem que você chupa, mami...

Elogios são sempre bem-vindos, então caprichei ainda mais no boquete. Massageava os ovos do Carlos enquanto chupava a cock dele... senti as mãos do Julián na minha bunda e, mesmo tendo dito que eu ia mandar, já tava toda entregue.

Fiquei de quatro e deixei minha bunda avantajada à mercê do Julián.

- Que bunda linda que você tem, Romi...

Eu tava ocupada, então esperei pra ver o que ele fazia... senti meu vestidinho sendo levantado, deixando minha bunda no ar, depois senti minha calcinha fio dental sendo puxada pro lado... sentia que gozava só de tesão, minha buceta era uma poça e meus gemidos, mesmo de boca cheia, eram bem perceptíveis...

Senti as mãos do Julián abrindo minhas nádegas e então senti a coisa mais gostosa que já senti na vida, que me levou ao primeiro orgasmo da tarde...

Tive que tirar a cock da boca e gemer...

- Ai, sim... não para, bebê... continua...

A ponta da língua do Julián brincava no meu cu, me penetrava com maestria... tava me fazendo ver estrelas. E quando ele passou do meu cu pra buceta, eu explodi num orgasmo incontrolável... depois de não sei quantos meses... sentia que ia morrer. Foi uma gozada longa e gloriosa.

- Uff... Romi, vou gozar, mami... deixa eu encher sua boquinha, por favor...

- Vai, Carli... faz o que quiser comigo...

Não sei como consegui falar aquilo... nunca tinham gozado na minha boca. Se nos peitos e na bunda, com isso não tinha drama... mas na cara ou na boca... já era, já tinha falado e não gosto de voltar atrás nas minhas decisões...

- Sério?

- Sim, vai... aproveita antes que eu me arrependa, bobo...

Carlos se levantou e começou a bater uma punheta com fúria, Juliano sentou no sofá e observava a cena com espanto e um pouco de inveja...

Olhei pra ele e ri. Carlos aproximou a pica da minha cara e disse entre gemidos...

- Abre bem a boca, Romi...

Obediente, abri minha boca e olhei desafiante pro Juliano, que batia uma ao nosso lado, sentado no sofá.

- Aaaarrggghhh...

Depois desse grito, comecei a sentir minha boca se enchendo de porra. Sentia os jatos batendo no meu céu da boca e caindo no fundo da minha boquinha... foram uns quantos jatos e quando terminou de cuspir porra, Carlos sentou no sofá ao lado do Juliano e admirou a obra.

- Que gostosa... você se anima a engolir?

- Isso seria foda

Disse Juliano, que já estava quase soltando a carga dele também... era uma tarde de novas experiências, então, se vamos fazer, vamos fazer completo.

Olhei pros dois, mostrando a porra acumulada na minha boca e, num movimento rápido de garganta, engoli toda a porra do Carlos...

- Woooooahh...

- Não, você engoliu tudo, sua putinha...

Quase vomitei, deu uma ânsia... mas me recomponho e sentia a porra descendo lentamente pela minha gargantinha...

- Ugh! que forte, Carlos... haha!

Falei, pegando na pica dele e passando a língua na cabecinha...

- Você quer o mesmo, Juliano?

Falei, me aproximando do pau dele...

- Eu quero encher sua carinha de porra... posso?

Ri maliciosamente e me posicionei

- Você merece, gato... pinta minha carinha, já!

Num pulo, Juliano se levantou e apontou a pica direto pra minha cara e em menos de cinco segundos começou a soltar jatos de porra descontroladamente, me lambuzou a carinha... foi interminável, a porra dele era muita, era grossa e era quente... Foi incrível.
Caí exausto no sofá junto com o Carlos enquanto eu liberava meus olhos daquela gozada monumental dele...

- Neném... o que você tinha?

Os dois riram e me beijaram nas bochechas, não importava que elas estivessem cheias de porra...

- Isso não acaba aqui, né? Vocês têm mais?

Falei animadamente enquanto juntava um pouco da goza do Julián no meu dedo e levava à boca pra saborear.

- Temos a tarde toda, Romi... Se prepara.

Continua...

3 comentários - Quando sai, sai... meu primeiro menage.

muy buen relato, siempre hay una primera vez para todo, te felicito por animarte!