Depois da primeira dedada na Griselda, e como eu deixei claro que cada trepada era um recomeço, ela não me deixou fazer todo aquele joguinho de novo, que eu tava usando pra ir abrindo mais o buraquinho até não ter outro jeito senão atender ela com o pau.
Mas não. Ela disse que aquilo foi errado, que não se brinca assim, etc.
Mas aquele cu eu ia arrombar de qualquer jeito, eu sabia melhor do que ela como ela gozava pelo cu. Então, na próxima vez que eu tava com ela enfiada na posição de papai-e-mamãe, aproveitando como ela se molhava, comecei a massagear a bunda dela. Não tinha dúvida, ela adorava que cuidassem da porta dos fundos, porque assim que encostei a ponta do meu dedo, ele deslizou fácil, inteiro, dentro do reto dela, e ela só conseguiu se agarrar mais forte no meu corpo.
Pode ser que ela fosse muito conservadora, muito mocinha boazinha, mas o primeiro namorado dela não só tava comendo ela, como entre as primeiras experiências dela, ela pode contar uma dupla penetração, pelo menos com dedos.
O papai-e-mamãe com um dedo no cu virou a posição pra trepada de todo dia. Tanto que um dia, eu demorei pra dedar a bunda dela, e ela sozinha pegou minha mão e levou pro lugar que ela precisava.
Só quando as sessões incluíam três dedos no cu e meu pau na buceta que comecei a ver uma luz no fim do túnel, ou melhor, na porta do túnel.
E o dia chegou! Ela se virou de lado, feito uma bolinha, e se preparou pra entregar o cu. Simbolicamente falando, claro, porque naquela altura o cu dela já tinha sido aberto mais que o diâmetro de um pau normal e o comprimento dos meus dedos.
Óleo. Muito. Dedos. Um. Dois. Três. Pontinha. Custava um pouco por causa da quantidade de óleo, que ela pedia pra eu passar porque tinha medo de doer, mas assim que os corpos se alinharam, a cabeça entrou. A reação de santinha veio tarde, porque ela tentou fingir que reclamava, mas foi vários segundos depois do ânus se fechar atrás da glande.
— Continuo? — perguntei
— Sim, mas devagarzinho. por favor
- Deixa eu te ajudar – falei enquanto levava minha mão até a buceta dela.
A filha da puta nem conseguia disfarçar como tava gostando. A buceta dela tava completamente encharcada e assim que toquei no clitóris, ela começou a empurrar a rabeta pra trás. Devagar, apertado, mas constante, ela sozinha foi guiando a penetração no cu. Só por um instante ela parou, e tive a sensação de que era quando a pica começava a percorrer profundidades que meus dedos não alcançavam, mas ela continuou e enfiou tudo.
Aí aconteceu uma parada que primeiro pensei que era azar, mas depois serviu pra confirmar que a Griselda era uma verdadeira comedora de alma, que adorava ter o cu cheio de pica, mais do que ela mesma imaginava.
Quando toda a minha pica tava no reto dela, ela começou a ter uns espasmos, como se quisesse ordenhar a pica, e se abraçava no travesseiro. Aí meu irmão entrou no quarto! A gente tinha esquecido de trancar a porta!
Tava escuro e a gente coberto, então ele entrou, pediu desculpas se tinha nos acordado, pegou umas roupas que tinha deixado lá e foi embora.
Pensei que todo meu trabalho tinha ido pro lixo. Me preparei pra sair do cu dela, mas ela me segurou com uma mão pra trás, agarrando meu corpo.
Glória total! Então comecei a me mexer devagar, com movimentos curtos primeiro, e depois tirava a pica toda e enfiava de novo sem nem guiar.
Não posso garantir o que uma mulher sente, mas pelo que chegava na minha pica, pelos gemidos dela, pelo corpo tremendo ou sendo tomado por espasmos, se tensionando e relaxando, posso dizer que ela gozou várias vezes antes de eu bater punheta no clitóris dela com a mão e ela começar a chorar de novo. Fiquei com a mão presa entre as pernas dela, então continuei roçando o clitóris. Ela afrouxou as pernas e eu penetrei a buceta dela com dois dedos, dando a ela a tão amada dupla penetração, mas dessa vez ao contrário: pica no cu e dedos na buceta.
A partir daí Não posso dizer que ela era uma devota do butão, mas de vez em quando, quando os dedos não bastavam, a gente dava uma entrada pela porta dos fundos.
Além disso, como tínhamos muito medo de gravidez, sempre usávamos camisinha, menos no cu. Era a glória em todos os sentidos, não só por não usar proteção, mas porque eu gozava dentro das tripas dela e percebia que, não importava se ela tinha acabado de gozar, quando meu leite inundava ela, ela gozava mais uma vez.
Aos poucos, ela também se soltava, transava sem tanta encenação e experimentava posições novas (ao contrário do que leio de muitas, ela não gostava de ficar por cima). E veio a confirmação de que era uma viciada em cu desenfreada: eu tava dando tapinhas no ombro dela, tirava o pau inteiro, me afastava e metia até o fundo… e errei o buraco. Com o impulso de uns 20 ou 30 centímetros de distância, até o fundo e quase sem preparo, enfiei no cu dela. O berro que ela deu me assustou. Saiu, segurou o cu e se enroscou na cama. Chorava. Eu fiquei paralisado. Não foi de propósito, então me apavorei. Bateram na porta do nosso quarto e uma das colegas dela perguntou se tava tudo bem. Ela respondeu tentando disfarçar o choro. Me aproximei e perguntei se ela tava bem. Ela só respondeu:
- Para, para.
Além da parte sentimental, pensei: “porra, agora ela nunca mais vai dar o cu”. Tava nessa, acariciando ela, quando ela me diz:
- Bom, agora continua, mas devagar, porque tá doendo muito.
E ficou de quatro!
Caso ainda tivesse alguma dúvida, ela passou a mão entre as pernas, segurou meu pau pelo tronco e enfiou a ponta no cu. Foi uma das metidas mais suaves que a gente deu, mas conforme ela soltava o tronco do pau, enfiou ele inteiro e sugou todo meu leite.
Agora, vendo ela com o marido, e lembrando de todo o trabalho que tive pra fazer ela se descobrir e soltar a gostosa do cu roto que existia dentro dela, mais do que inveja, me sinto... um benfeitor, um cara solidário, fez minha contribuição pra humanidade
Mas não. Ela disse que aquilo foi errado, que não se brinca assim, etc.
Mas aquele cu eu ia arrombar de qualquer jeito, eu sabia melhor do que ela como ela gozava pelo cu. Então, na próxima vez que eu tava com ela enfiada na posição de papai-e-mamãe, aproveitando como ela se molhava, comecei a massagear a bunda dela. Não tinha dúvida, ela adorava que cuidassem da porta dos fundos, porque assim que encostei a ponta do meu dedo, ele deslizou fácil, inteiro, dentro do reto dela, e ela só conseguiu se agarrar mais forte no meu corpo.
Pode ser que ela fosse muito conservadora, muito mocinha boazinha, mas o primeiro namorado dela não só tava comendo ela, como entre as primeiras experiências dela, ela pode contar uma dupla penetração, pelo menos com dedos.
O papai-e-mamãe com um dedo no cu virou a posição pra trepada de todo dia. Tanto que um dia, eu demorei pra dedar a bunda dela, e ela sozinha pegou minha mão e levou pro lugar que ela precisava.
Só quando as sessões incluíam três dedos no cu e meu pau na buceta que comecei a ver uma luz no fim do túnel, ou melhor, na porta do túnel.
E o dia chegou! Ela se virou de lado, feito uma bolinha, e se preparou pra entregar o cu. Simbolicamente falando, claro, porque naquela altura o cu dela já tinha sido aberto mais que o diâmetro de um pau normal e o comprimento dos meus dedos.
Óleo. Muito. Dedos. Um. Dois. Três. Pontinha. Custava um pouco por causa da quantidade de óleo, que ela pedia pra eu passar porque tinha medo de doer, mas assim que os corpos se alinharam, a cabeça entrou. A reação de santinha veio tarde, porque ela tentou fingir que reclamava, mas foi vários segundos depois do ânus se fechar atrás da glande.
— Continuo? — perguntei
— Sim, mas devagarzinho. por favor
- Deixa eu te ajudar – falei enquanto levava minha mão até a buceta dela.
A filha da puta nem conseguia disfarçar como tava gostando. A buceta dela tava completamente encharcada e assim que toquei no clitóris, ela começou a empurrar a rabeta pra trás. Devagar, apertado, mas constante, ela sozinha foi guiando a penetração no cu. Só por um instante ela parou, e tive a sensação de que era quando a pica começava a percorrer profundidades que meus dedos não alcançavam, mas ela continuou e enfiou tudo.
Aí aconteceu uma parada que primeiro pensei que era azar, mas depois serviu pra confirmar que a Griselda era uma verdadeira comedora de alma, que adorava ter o cu cheio de pica, mais do que ela mesma imaginava.
Quando toda a minha pica tava no reto dela, ela começou a ter uns espasmos, como se quisesse ordenhar a pica, e se abraçava no travesseiro. Aí meu irmão entrou no quarto! A gente tinha esquecido de trancar a porta!
Tava escuro e a gente coberto, então ele entrou, pediu desculpas se tinha nos acordado, pegou umas roupas que tinha deixado lá e foi embora.
Pensei que todo meu trabalho tinha ido pro lixo. Me preparei pra sair do cu dela, mas ela me segurou com uma mão pra trás, agarrando meu corpo.
Glória total! Então comecei a me mexer devagar, com movimentos curtos primeiro, e depois tirava a pica toda e enfiava de novo sem nem guiar.
Não posso garantir o que uma mulher sente, mas pelo que chegava na minha pica, pelos gemidos dela, pelo corpo tremendo ou sendo tomado por espasmos, se tensionando e relaxando, posso dizer que ela gozou várias vezes antes de eu bater punheta no clitóris dela com a mão e ela começar a chorar de novo. Fiquei com a mão presa entre as pernas dela, então continuei roçando o clitóris. Ela afrouxou as pernas e eu penetrei a buceta dela com dois dedos, dando a ela a tão amada dupla penetração, mas dessa vez ao contrário: pica no cu e dedos na buceta.
A partir daí Não posso dizer que ela era uma devota do butão, mas de vez em quando, quando os dedos não bastavam, a gente dava uma entrada pela porta dos fundos.
Além disso, como tínhamos muito medo de gravidez, sempre usávamos camisinha, menos no cu. Era a glória em todos os sentidos, não só por não usar proteção, mas porque eu gozava dentro das tripas dela e percebia que, não importava se ela tinha acabado de gozar, quando meu leite inundava ela, ela gozava mais uma vez.
Aos poucos, ela também se soltava, transava sem tanta encenação e experimentava posições novas (ao contrário do que leio de muitas, ela não gostava de ficar por cima). E veio a confirmação de que era uma viciada em cu desenfreada: eu tava dando tapinhas no ombro dela, tirava o pau inteiro, me afastava e metia até o fundo… e errei o buraco. Com o impulso de uns 20 ou 30 centímetros de distância, até o fundo e quase sem preparo, enfiei no cu dela. O berro que ela deu me assustou. Saiu, segurou o cu e se enroscou na cama. Chorava. Eu fiquei paralisado. Não foi de propósito, então me apavorei. Bateram na porta do nosso quarto e uma das colegas dela perguntou se tava tudo bem. Ela respondeu tentando disfarçar o choro. Me aproximei e perguntei se ela tava bem. Ela só respondeu:
- Para, para.
Além da parte sentimental, pensei: “porra, agora ela nunca mais vai dar o cu”. Tava nessa, acariciando ela, quando ela me diz:
- Bom, agora continua, mas devagar, porque tá doendo muito.
E ficou de quatro!
Caso ainda tivesse alguma dúvida, ela passou a mão entre as pernas, segurou meu pau pelo tronco e enfiou a ponta no cu. Foi uma das metidas mais suaves que a gente deu, mas conforme ela soltava o tronco do pau, enfiou ele inteiro e sugou todo meu leite.
Agora, vendo ela com o marido, e lembrando de todo o trabalho que tive pra fazer ela se descobrir e soltar a gostosa do cu roto que existia dentro dela, mais do que inveja, me sinto... um benfeitor, um cara solidário, fez minha contribuição pra humanidade
4 comentários - Soy un tipo solidario - Parte 2
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
sos una mujer expectacular!!!
tu sesión con Angie no me la saco de la cabeza! lo que hubiese dado por ser al menos un espectador!!