Há alguns anos, quando meu filho ia pro jardim de infância, numa reunião de pais, conheci a diretora. Uma senhora agradável, uns 50 anos, eu tinha uns 30/35. Muito bem plantada, alta, corpo bonito, o que mais se destacava era o tamanho dos peitos dela, enormes. Certa vez, quando eu tava de plantão no hospital, deu entrada uma senhora toda machucada. Denúncia prévia, foi atendida na emergência. Pra minha surpresa, quando me chamaram, me deparei com a diretora. Ela não sabia como esconder a vergonha de se ver naquele estado, mas a gente conversou e ela se acalmou. O tempo passou e meus filhos já na escola primária, encontro ela no supermercado. Tava bárbara, esplêndida, me contou que tinha se separado do marido e que tava sozinha. Também lembrou do episódio e disse que tava em dívida comigo, ao que respondi que era coisa do passado. Ela insistiu pra gente se ver e conversar, porque eu tinha sido muito legal e ela não tinha esquecido de mim. Trocamos números de celular, pouco tempo depois recebo uma mensagem dela, me convidando pra casa dela, tava comemorando o aniversário com poucos amigos. Fui e dei um buquê de flores imenso, ela agradeceu e ficou emocionada. Aconteceu o jantar, a sobremesa e o café, e aos poucos os convidados foram indo embora, porque uma chuva torrencial começou a cair. Ela ofereceu pra deixar meu carro na garagem até a chuva passar, já era tarde e não parava de chover. A gente ficou conversando e ela colocou música, porque tava com vontade de dançar. Nós dois sozinhos dançamos e rimos, bem abraçados. Quando aconteceu o esperado, a gente se fundiu num beijo terrível, apaixonado, deixei levar minha putaria de jovem, e acariciei ela toda, sem saber que os bicos dos peitos dela eram o ponto fraco dela, cada lambida era um suspiro. Ela tirou o vestido e me entregou aquelas tetas que eu tanto olhava. Chupei os bicos dela, acariciei a buceta que tava toda molhada e ela não parava de gemer a cada carícia. Ela colocou a mão no meu calção e apertou minha pica, que já tava duríssima. Ela sentou em cima de mim e se ofereceu. De novo os seus mamilos, come eles, meu amor, são seus, ela dizia. Tirei a camisa e ela se ajoelhou entre minhas pernas, pra meter o pau na boca e acariciar minhas bolas, cuspia nele, me batia uma punheta, e engolia tudo de novo, até eu explodir na boca dela, sem parar de chupar, ela engoliu toda minha porra. Virei ela no sofá e lambi o clitóris dela, até ela gozar, com a bunda molhada me atrevi a enfiar pra ver qual era, e com um empurrão deixou entrar tudo, dando um grito de prazer. Entrei e saí do cu dela quantas vezes consegui, segurando a porra, até ela pedir: goza dentro de mim e segura meus peitos que não aguento mais, me come e eu me masturbo, quero gozar de novo. Apertei os mamilos dela e dei o empurrão final, enchendo o cu dela de porra, com mais umas estocadas, até a dor vencer e ela pedir pra tirar. Me levou pro banheiro, lavou meu pau ainda meio duro e se ajoelhou ali mesmo e chupou de novo até me fazer gozar pela terceira vez, como nunca antes.
17 comentários - la directora del jardin