Isso aconteceu uns 5 anos atrás, tinha me separado fazia pouco tempo, tava andando na rua quando encontro meu primo de infância, fomos tomar um café, ele me conta que tava fazendo cinquenta anos, que ia fazer uma festa pra valer e que eu já tava convidado. Falei que com certeza iria sozinho e contei minha situação, ele disse pra não me preocupar.
Chegou o dia do aniversário e me preparei pra ir sem muita vontade, mas era meu primo e não podia deixar ele na mão. Fui vestido bem pra caramba, considerando como eu sou, na época tinha 37 anos, 1,85m, cabelo castanho e era magro. Chego e meu primo me recebe: "E aí, doido!! Você veio, pensei que não vinha." Ele me apresenta a atual esposa dele (uma trintona de 1,65m mais ou menos, com um belo par de peitos e uma raba de dar inveja), as filhas dele (uma de 15 e outra de 18, também bem comíveis), o moleque de 4 anos (filho dessa trintona) e uma filha de 21 que não sabia onde tava, mas que andava pela casa (ela vai ser a protagonista dessa história).
Conforme a festa foi rolando, ficava mais chata pra mim. Num momento, escapei do barulho e fui pro jardim fumar um cigarro e tomar um ar. Tava fumando quando aparece uma morena linda de 1,70m, magra, com um vestido soltinho, e ela me fala: "Não me oferece um?" "Claro, como não ia dar?" (o cigarro). Começamos a conversar, que a festa era um porre, que seria legal ir pra outro lugar e tal. Aí ela me fala pra esperar ela meia hora lá fora e a gente ia pra uma balada de um amigo dela. Eu topei na hora, porque a mina era gostosa e me deixou meio excitado.
Fomos pra balada e, mal entramos, ela sumiu. Fiquei mais sozinho que o Hitler no Dia do Amigo. Fui pro balcão bem desiludido, quando tava tomando algo longe da bagunça, ela aparece e pergunta: "O que foi, ficou aí?" Respondi: "Não dá, são tudo uns caras." Ela fala: "Então fico com você." Pedimos algo, continuamos conversando, e nisso já eram 6 da manhã, e eu... queria ir, mas antes passei o número do telefone pra ela, ela me despacha com um beijo de língua que me surpreendeu e eu fui embora.
Chegando em casa, não conseguia tirar essa mina da cabeça, tava com um tesão do caralho, sentia que a porra tava saindo pelas orelhas, tava de cueca largado na cama quando toca o telefone, não conhecia o número, atendo e pergunto quem é, ela diz Jazmin, eu fico calado e ela completa: a garota que você conheceu na festa. Pergunto o que precisava e ela diz: me dá o endereço que amanhã umas 16h passo aí pra te buscar e a gente continua conversando. Ok, respondo e durmo.
Acordei com o barulho infernal da campainha, queria morrer, capotei de vez, não tava acostumado a beijar na boca como tinha feito naquela noite. Atendo o porteiro e ele diz: que foi? Faz meia hora que tô tocando e você não atende. Falo: sobe que tô morrendo de sono e ela subiu. Quando abri a porta, quase caí pra trás, ela tava de shortinho jeans bem apertado naquela bunda redonda, uma blusinha branca que marcava os peitinhos pequenos mas chupáveis. De ver ela, o pau subiu na hora, acho que ela percebeu porque vi ela olhando de canto pro meu volume. Convido ela pra tomar chimarrão e a gente começa a conversar, eu não parava de pensar em tudo que ia fazer com ela, mas me acalmei. Nisso ela pergunta se eu era casado e respondo que não, ela pergunta de novo: de namorado? Amiga com benefícios? Respondo de novo que não, pergunto porque tanto interesse, ela responde: desde que te comi a boca não parei de pensar em você. Na hora me aproximei, dei um beijo, ela corresponde e aperta meu pacote, eu respondi agarrando aquela bunda redonda e comecei a passar a mão. A gente se beijava como dois adolescentes tarados e se despia um ao outro. Uma vez pelados, fomos pro sofá, ela sentou e eu, de pé, comecei a chupar o pau dela. Começou pela cabeça, seguiu pelo tronco, terminou nos ovos e depois subiu fazendo um vai e vem gostoso. Em dois minutos já queria gozar, falei: agora quero ser eu quem chupa a sua pussy. Linda, toda depiladinha, rosadinha (do jeitinho que eu gosto). Comecei o trabalho metendo a língua naquele botãozinho rosado e os dedos dentro da buceta dela. Via ela se contorcendo e gemendo, e isso me deixava mais louco. Ela começou a pedir pra eu comer ela, que queria sentir dentro. Eu dei o gosto: coloquei a perninha dela no ombro e comecei o vai e vem devagar, porque eu tava a mil, enquanto chupava os peitinhos dela. Ela dizia: — Me morde os bicos do peito que eu gosto. Sabia que ia gozar rápido, não aguentava muito mais. Mas quando ouvi a mina falando — Mais forte!! Mete tudo!! — minha cabeça explodiu e comecei a furar ela como se fosse a última vez. Sabia que não aguentava mais que uns dois minutos. Suava que nem testemunha falsa, não dava mais. Falei: — Meu amor, não aguento mais, onde você quer que eu goze? Ela respondeu: — Molha meu corpo todo com seu leite. Na hora, tirei e comecei a jorrar como mangueira de bombeiro (fazia um tempão que eu não tava com ninguém). Ela disse: — Pai, me molhou inteira, parece que tamo em quarentena. Eu fiquei vermelho e perguntei se a gente tomava banho junto. Ela respondeu que não, que só queria uma toalha, que era tarde e tinha que ir na casa do pai dela jantar. Eu falei ok. Quando a gente se vê, perguntei, e ela respondeu: — Eu te ligo. (Lá comigo, pensei: tô ferrado, nunca mais vejo ela.) Mas, por sorte, eu me enganei.
Espero que vocês gostem, porque esse é o começo de uma série de situações que terminaram numa verdadeira bagunça familiar....
CONTINUA
Chegou o dia do aniversário e me preparei pra ir sem muita vontade, mas era meu primo e não podia deixar ele na mão. Fui vestido bem pra caramba, considerando como eu sou, na época tinha 37 anos, 1,85m, cabelo castanho e era magro. Chego e meu primo me recebe: "E aí, doido!! Você veio, pensei que não vinha." Ele me apresenta a atual esposa dele (uma trintona de 1,65m mais ou menos, com um belo par de peitos e uma raba de dar inveja), as filhas dele (uma de 15 e outra de 18, também bem comíveis), o moleque de 4 anos (filho dessa trintona) e uma filha de 21 que não sabia onde tava, mas que andava pela casa (ela vai ser a protagonista dessa história).
Conforme a festa foi rolando, ficava mais chata pra mim. Num momento, escapei do barulho e fui pro jardim fumar um cigarro e tomar um ar. Tava fumando quando aparece uma morena linda de 1,70m, magra, com um vestido soltinho, e ela me fala: "Não me oferece um?" "Claro, como não ia dar?" (o cigarro). Começamos a conversar, que a festa era um porre, que seria legal ir pra outro lugar e tal. Aí ela me fala pra esperar ela meia hora lá fora e a gente ia pra uma balada de um amigo dela. Eu topei na hora, porque a mina era gostosa e me deixou meio excitado.
Fomos pra balada e, mal entramos, ela sumiu. Fiquei mais sozinho que o Hitler no Dia do Amigo. Fui pro balcão bem desiludido, quando tava tomando algo longe da bagunça, ela aparece e pergunta: "O que foi, ficou aí?" Respondi: "Não dá, são tudo uns caras." Ela fala: "Então fico com você." Pedimos algo, continuamos conversando, e nisso já eram 6 da manhã, e eu... queria ir, mas antes passei o número do telefone pra ela, ela me despacha com um beijo de língua que me surpreendeu e eu fui embora.
Chegando em casa, não conseguia tirar essa mina da cabeça, tava com um tesão do caralho, sentia que a porra tava saindo pelas orelhas, tava de cueca largado na cama quando toca o telefone, não conhecia o número, atendo e pergunto quem é, ela diz Jazmin, eu fico calado e ela completa: a garota que você conheceu na festa. Pergunto o que precisava e ela diz: me dá o endereço que amanhã umas 16h passo aí pra te buscar e a gente continua conversando. Ok, respondo e durmo.
Acordei com o barulho infernal da campainha, queria morrer, capotei de vez, não tava acostumado a beijar na boca como tinha feito naquela noite. Atendo o porteiro e ele diz: que foi? Faz meia hora que tô tocando e você não atende. Falo: sobe que tô morrendo de sono e ela subiu. Quando abri a porta, quase caí pra trás, ela tava de shortinho jeans bem apertado naquela bunda redonda, uma blusinha branca que marcava os peitinhos pequenos mas chupáveis. De ver ela, o pau subiu na hora, acho que ela percebeu porque vi ela olhando de canto pro meu volume. Convido ela pra tomar chimarrão e a gente começa a conversar, eu não parava de pensar em tudo que ia fazer com ela, mas me acalmei. Nisso ela pergunta se eu era casado e respondo que não, ela pergunta de novo: de namorado? Amiga com benefícios? Respondo de novo que não, pergunto porque tanto interesse, ela responde: desde que te comi a boca não parei de pensar em você. Na hora me aproximei, dei um beijo, ela corresponde e aperta meu pacote, eu respondi agarrando aquela bunda redonda e comecei a passar a mão. A gente se beijava como dois adolescentes tarados e se despia um ao outro. Uma vez pelados, fomos pro sofá, ela sentou e eu, de pé, comecei a chupar o pau dela. Começou pela cabeça, seguiu pelo tronco, terminou nos ovos e depois subiu fazendo um vai e vem gostoso. Em dois minutos já queria gozar, falei: agora quero ser eu quem chupa a sua pussy. Linda, toda depiladinha, rosadinha (do jeitinho que eu gosto). Comecei o trabalho metendo a língua naquele botãozinho rosado e os dedos dentro da buceta dela. Via ela se contorcendo e gemendo, e isso me deixava mais louco. Ela começou a pedir pra eu comer ela, que queria sentir dentro. Eu dei o gosto: coloquei a perninha dela no ombro e comecei o vai e vem devagar, porque eu tava a mil, enquanto chupava os peitinhos dela. Ela dizia: — Me morde os bicos do peito que eu gosto. Sabia que ia gozar rápido, não aguentava muito mais. Mas quando ouvi a mina falando — Mais forte!! Mete tudo!! — minha cabeça explodiu e comecei a furar ela como se fosse a última vez. Sabia que não aguentava mais que uns dois minutos. Suava que nem testemunha falsa, não dava mais. Falei: — Meu amor, não aguento mais, onde você quer que eu goze? Ela respondeu: — Molha meu corpo todo com seu leite. Na hora, tirei e comecei a jorrar como mangueira de bombeiro (fazia um tempão que eu não tava com ninguém). Ela disse: — Pai, me molhou inteira, parece que tamo em quarentena. Eu fiquei vermelho e perguntei se a gente tomava banho junto. Ela respondeu que não, que só queria uma toalha, que era tarde e tinha que ir na casa do pai dela jantar. Eu falei ok. Quando a gente se vê, perguntei, e ela respondeu: — Eu te ligo. (Lá comigo, pensei: tô ferrado, nunca mais vejo ela.) Mas, por sorte, eu me enganei.
Espero que vocês gostem, porque esse é o começo de uma série de situações que terminaram numa verdadeira bagunça familiar....
CONTINUA
8 comentários - Sin querer me cogi a la hija de mi primo
Seguí contandonos, estan piolas estos kilombos familiares! Yo cuento los mios tambien, con mi suegra y cuñadita! Jajaja!
Saludos capo!