[Oi, pessoal dessa comunidade maravilhosa.. aqui vai a continuação dos contos que sempre trago pra vocês, espero que curtamOi, sou a esposa do amigo que contou a experiência com o caminhoneiro, lá na lagoa de Junín.
Tenho 32 anos, sou loira, medidas normais, um peitinho e um quadrilão. Fogosa também, pelo que já deu pra ver, bem caliente.
Depois daquela experiência meio fracassada em Mendoza, porque o marido da minha prima se comportou como um frouxo, rolou a parada do caminhoneiro com a cabine dupla dele. Não foi a de Mendoza a primeira, como meu marido contou, mas sim que a gente tinha tido um encontro de beijos e amassos com um casal que conhecemos numa balada. E como a gente quis ir mais fundo, foi que eu falei com minha prima, que já tinha transado na nossa casa antes da tentativa em Mendoza.
Esclarecido isso, vou contar que o negócio da lagoa de Junín foi categoricamente foda, pelo jeito que aconteceu e por como a gente se divertiu. Maurício, o caminhoneiro, entrou nas nossas fantasias sexuais, porque a gente vivia falando dele e só de lembrar eu já ficava a mil.
Como a gente tinha trocado os celulares, esperamos ele ligar, mas passou quase um mês e nada, então resolvemos ligar pra ele. Mas, infelizmente, o celular dele sempre dava fora de área. Ficamos meio frustrados, mas não perdemos o pique, ainda mais que minha prima veio aqui de novo, e ela diz que vai arrumar um chifrudo se o marido não mudar de atitude.
Nesses dias, meu marido procurou uma alternativa e encontrou um moleque do supermercado, que é conhecido como um puta comedor. Pena que não deu pra marcar ele vir quando minha prima estava aqui.
No sábado que ele veio, a gente tava cheio de expectativa. Fizemos a prévia, revisamos o roteiro e deixamos tudo pronto. O cara não era tão desinibido e queria me levar pro quarto sem meu marido estar em casa. Foi difícil ajeitar e convencer ele.
Mesmo assim, a experiência não foi lá essas coisas, porque meu marido só ia ficar de voyeur, sentado, olhando.
Tudo começou numa boa, eu me oferecendo toda pelada, enquanto ele me apalpava toda, e eu despi, e dei uma chupada daquelas no pauzão dele.
Quando ficou duro, ele pediu pra eu ficar de quatro. Eu vi ele todo lisinho, depilado, tão musculoso que me esquentou a juventude dele. Queria que pelo menos tivesse me beijado um pouco ali, pra compensar a chupada que eu tinha dado.
Ele meteu sem cerimônia, e eu, meio tensa e não tão molhada, sofri aquela invasão, mas o tesão me esquentou na hora.
Comecei a ferver quase que instantaneamente, mas antes de chegar no meu auge de prazer, o garoto gozou, deu uns pulinhos e o boneco dele murchou.
— Já foi — disse ele.
— Ok, espera que eu levanto ele de novo — falei, solícita.
— Não, já foi, já te comi, você é muito gostosa, mas já me fez gozar igual um louco.
Ali acabou a sessão. Não teve jeito. O rapaz se despediu dizendo que tinha gostado, que queria voltar e que a gente ligasse quando quisesse.
Fiquei meio frustrada, tomei banho e voltei pro quarto, onde meu maridinho, na melhor das intenções, quis me explicar que tinha sido um encontro positivo.
Não concordo com a opinião dele, nem com o que ele quis disfarçar. Não gostei de ficar com tesão acumulado, ainda mais com meu marido não participando. Então agora eu chupava ele enquanto os dedos dele percorriam meu corpo, brincando até me deixar feliz. Queria guerra e ia desafiar ele.
Bem nessa hora o telefone toca? Vamos ignorar e continuar com a nossa… falei.
— Pode ser um cliente — disse ele.
— Ah, sim, oi, como vai, quanto tempo… sim, sim… tá bem, sim. Pega um táxi que a gente te espera em casa. Tchau.
Eu não acreditava, porque quem ligava era o Maurício, o caminhoneiro, que estava na Capital e já vinha pra casa. Que bom… que bom… abracei meu marido com uma fúria de tesão, pedi pra ele me comer um pouquinho… queria receber nosso amigo ali na cama, pronta pra um festão.
Meu marido passou creme perfumado no meu corpo, me masturbou, enfiou os dedos na minha bucetinha e lubrificou meu cu… por via das dúvidas, disse ele. Prendi a respiração pra não gozar só com a excitação de saber o que podia vir. E quase gozei quando bateram na porta, a campainha pareceu vibrar no meu clitóris, mexendo com todo o meu ser. Ajeitei o lençol macio que cobria minha nudez completa. Na hora que vi o Mauri, minha alegria foi explícita, mostrando minha emoção, vendo ele ali parado no meu quarto, grandão como eu lembrava, vestido de cowboy americano, jeans, camisa xadrez, cinto preto largo e lindo como eu guardava na memória quando a gente fantasiava com ele. O cabelo dele naturalmente arrumado, os dentes branquíssimos e um sorriso que passava confiança e tesão. Ter ele ali parado aos pés da nossa cama era uma provocação. Me ajoelhei, me cobrindo um pouquinho, pra ir abraçar ele. Quando fiz isso, deixei o lençol cair, pra que meu corpo nu ficasse à vista dele, começando a beijá-lo enquanto tirava a roupa dele. Com uma das mãos grandes, ele percorreu minhas costas, do pescoço até a virilha. A outra acariciou meus seios, beliscou meus mamilos, uma e outra vez, como repetindo uma coreografia dos meus sentidos. — Mauri, senti tanto a sua falta que não conseguia fazer amor sem lembrar um pouco de você. — Yami, senti falta de vocês e procurava vocês em cada curva do caminho. Foi sem dúvida uma sorte ele ter nos ligado, porque a gente não conseguia falar com ele, a mulher dele tinha jogado o celular fora quando descobriu a aventura que ele teve. Abaixei a calça dele e ele fez o resto. Encarei o pau dele já meio duro e comecei a saborear ele inteiro. Pegava as bolas dele com uma mão e levantava pra enfiar a cabeçona bem no fundo da minha garganta. Fazia um redemoinho com a língua pra deixar ele tão quente quanto eu. O Vicktor estava do lado da cama, olhando e curtindo. Aproximei meu corpo pra ele dar umas chupadinhas na minha buceta já aberta e quente. Virei como uma putinha que se ajeita pra deitar, pra começar agora a chupar a pau do meu marido, oferecendo de quatro minhas intimidades pra que o já pelado Maurício me beijasse as costas, a cintura, as nádegas, a bunda e minha buceta cheia de mel ardente.
Era óbvio que eu não aguentava mais aquele prazer enorme sem soltar meus gritinhos explosivos na hora que o leite quente jorrava das minhas entranhas.
Gozei por mais uns instantes a língua do Maurício, e dessa vez virei de novo pra que fosse meu marido quem metesse primeiro. Sem parar de gozar em sequência, recebi o pau do meu esposo bem fundo na minha bucetinha em chamas. Chupei de novo a pica do Maurício, dessa vez deitando ele na cama. Tê-lo ali era magnífico e fazia a intensidade do meu prazer não baixar.
— Vicktor, vendo você comer sua mulherzinha, fico pensando que quando eu trouxer a minha, você vai fazê-la gozar pra caralho. Porque depois que ela ficou puta, foi mudando de atitude, a ponto de agora saber que eu vim pra ver se era possível um encontro.
— Sim, Maurício, quando você trouxer a sua, vamos comer as duas.
Me sacudi intensamente com o pau do meu marido bem dentro. Aquela história de trazer a mulher do Maurício também me esquentava. Tirei de um só empurrão a vara do Vicktor, deixando ela fumegante e no ponto.
Enquanto ele se masturbava agora, eu montei no Maurício, bem na beirada dos pés da cama, o que permitia que ele se firmasse no chão pra me dar estocadas de baixo pra cima.
Que jeito de gozar, porra… e era tanta minha tesão que olhei pro meu marido, pedindo que ele fosse agora por trás. Minha bunda tava pronta, e ofereci com carinho.
Me agarrei nos braços do Maurício, aguentando a repetição das estocadas que o Vicktor dava pra meter por trás.
— Como sua mulherzinha grita, Vicktor.
— É que a sua goza e a minha tá entrando nela.
Quis dizer que aquilo me dava medo, mas não queria parar de fazer, queria pedir pra irem devagar, mas não saíam palavras, só gemidos, suspiros e gritos de um prazer descomunal. Quando senti as duas bem fundo dentro de mim, continuei gemendo, chorando de prazer, segura pelos braços do Mauricio e sendo comida por trás pelo meu Vicktor.
Perdi a noção do tempo, sem saber se estava gozando, mijando ou me derramando em litros de sucos. Eles dizem ter gozado duas vezes sem nem tirar a pica. A única coisa que tenho certeza é que nunca tinha estado num estado de prazer tão puta.
De repente, me vi deitada na cama, ladeada dos dois lados por dois homens maravilhosos, que acariciavam meu corpo exausto.
— Que felizes vocês me fizeram, rapazes!
— Que puta que você é, Yamila.
— Não queria que vocês me deixassem de lado, nunca.
Aí o Mauricio contou que, depois de ter confessado o caso pra mulher dele, ela ficou furiosa por um tempo, mas perdoou e pediu pra brincar mais. Primeiro com brinquedinhos que tinham, depois insinuou um cachorrinho, mas ela disse que preferia um homem a um cachorro.
Que ele trouxe um equipamento Louisiana Lounger. É um móvel inflável pra mulherada gozar, mas quando ela viu ele tão decidido, disse que aceitaria fazer trocas com gente de confiança. Então ele recuperou o número e veio nos ligar. Só pediu que desse novo encontro a gente não falasse nada, porque podia virar contra ele de novo.
Eles tomaram banho e depois eu levantei, tomei um banho quente e vesti um conjuntinho bem leve e gostoso por cima de uma tanguinha.
Saímos pra jantar num lugar bonito em Puerto Madero. Prolongamos a sobremesa porque decidimos que o Mauri ia dormir em casa naquela noite. No dia seguinte, o Vicktor ia levá-lo cedo até onde ele tinha deixado o caminhão.
Mauricio deu umas ligadas. Uma pra casa pra cumprimentar a mulher e contar que estava tomando algo com a gente, que tínhamos concordado em recebê-los em casa, e que ela ficasse tranquila que ia se divertir muito. Outra ligada foi pra um amigo encomendar um móvel Lounger pra me dar de presente.
Mauricio é incrivelmente fogoso, porque ficava me olhando com cara de... quero te comer de novo, me deixava meio perturbada. Então voltamos pra nossa casa com a certeza de que a putaria tava garantida.
Mal entramos, o Vicktor colocou música e deixou o clima quente, baixando as luzes. Dancei um pouco com cada um, mas logo meu marido tirou minha jaqueta, e o sutiãzinho minúsculo foi parar no sofá. Me apalparam com habilidade e delicadeza, me deixando com uma excitação nova.
Quando dançava com o Mauricio, o volume dele ficava duro, e como ele é ousado, pediu pra eu colocar um pé no sofá, pra me pegar por trás. Me balanceei um pouco, mas logo senti entre minhas pernas a vara dura dele. A calça jeans dele caiu no chão junto com a cueca, e eu senti a nudez dele no meu rabo. Ele levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental pro lado e, assim, vestida da cintura pra baixo, começou a me foder de pé. Dançando no ritmo da música, com o pau dele dentro de mim, descobri outra forma nova de gozar. Ele se virou pra começar a descer minha saia e a calcinha, e logo fiquei só de meia e salto. Parece que isso deixou meu marido de bom humor também, porque ele já tava pelado e de pau duro.
O Mauricio tirou o pau de dentro de mim, e foi o Vicktor quem me abraçou pela frente, me levantando no ar, enfiada na pica dura dele. Assim, com as pernas pro ar, enrolei elas no corpo dele, bem cravada, levantada igual um coala carente.
— Pega ela por trás, Mauricio — ordenou meu marido.
— Vocês vão me arrebentar — falei com uma ousadia falsa.
— Você vai ver como vai gostar, Yamilita — disse o Mauri, enquanto encostava a ponta da vara no meu cuzinho.
Por sorte, ele era experiente e não forçava muito, só mantinha o espaço que eu ia deixando ele ganhar com meus pequenos movimentos de esfíncter. De repente, senti ele furando meu cu, cheio de carne, enquanto eu continuava pendurada na buceta com o pau do meu maridinho.
— Que que vocês tão fazendo comigo, loucos, querem me deixar louca, louca… Ohm, vou gozar, vou acabar, vou pro caralho. Inferno com essas duas rolas dentro... Hahn, ahhammmmm
Já era verdade que à tarde, em poucas horas, três paus tinham me comido, me fizeram aquele bum e penetração dupla, e agora de novo a dupla, mas pendurada na vara do meu marido.
Não aguentava mais e chorava de prazer de novo, pedindo pra eles me levarem pra cama e me comerem até morrer.
E assim fizeram, me comeram com a ferocidade de amantes carinhosos e fogosos.
Se eu já me surpreendia com a fogosidade do Maurício, mais ainda com a do meu marido, que tava num nível que nunca vi, repetindo uma e outra vez umas fodas esplêndidas em posições diferentes.
Eles se esgotaram no final, e eu fiquei acabada fisicamente, mas finalmente rendida à deusa do sexo — minha buceta era a conchinha mais feliz de todas.Se vocês gostaram, por favor deixem pontos e comentem pra eu melhorar, como sempre falo.🙂
Tenho 32 anos, sou loira, medidas normais, um peitinho e um quadrilão. Fogosa também, pelo que já deu pra ver, bem caliente.
Depois daquela experiência meio fracassada em Mendoza, porque o marido da minha prima se comportou como um frouxo, rolou a parada do caminhoneiro com a cabine dupla dele. Não foi a de Mendoza a primeira, como meu marido contou, mas sim que a gente tinha tido um encontro de beijos e amassos com um casal que conhecemos numa balada. E como a gente quis ir mais fundo, foi que eu falei com minha prima, que já tinha transado na nossa casa antes da tentativa em Mendoza.
Esclarecido isso, vou contar que o negócio da lagoa de Junín foi categoricamente foda, pelo jeito que aconteceu e por como a gente se divertiu. Maurício, o caminhoneiro, entrou nas nossas fantasias sexuais, porque a gente vivia falando dele e só de lembrar eu já ficava a mil.
Como a gente tinha trocado os celulares, esperamos ele ligar, mas passou quase um mês e nada, então resolvemos ligar pra ele. Mas, infelizmente, o celular dele sempre dava fora de área. Ficamos meio frustrados, mas não perdemos o pique, ainda mais que minha prima veio aqui de novo, e ela diz que vai arrumar um chifrudo se o marido não mudar de atitude.
Nesses dias, meu marido procurou uma alternativa e encontrou um moleque do supermercado, que é conhecido como um puta comedor. Pena que não deu pra marcar ele vir quando minha prima estava aqui.
No sábado que ele veio, a gente tava cheio de expectativa. Fizemos a prévia, revisamos o roteiro e deixamos tudo pronto. O cara não era tão desinibido e queria me levar pro quarto sem meu marido estar em casa. Foi difícil ajeitar e convencer ele.
Mesmo assim, a experiência não foi lá essas coisas, porque meu marido só ia ficar de voyeur, sentado, olhando.
Tudo começou numa boa, eu me oferecendo toda pelada, enquanto ele me apalpava toda, e eu despi, e dei uma chupada daquelas no pauzão dele.
Quando ficou duro, ele pediu pra eu ficar de quatro. Eu vi ele todo lisinho, depilado, tão musculoso que me esquentou a juventude dele. Queria que pelo menos tivesse me beijado um pouco ali, pra compensar a chupada que eu tinha dado.
Ele meteu sem cerimônia, e eu, meio tensa e não tão molhada, sofri aquela invasão, mas o tesão me esquentou na hora.
Comecei a ferver quase que instantaneamente, mas antes de chegar no meu auge de prazer, o garoto gozou, deu uns pulinhos e o boneco dele murchou.
— Já foi — disse ele.
— Ok, espera que eu levanto ele de novo — falei, solícita.
— Não, já foi, já te comi, você é muito gostosa, mas já me fez gozar igual um louco.
Ali acabou a sessão. Não teve jeito. O rapaz se despediu dizendo que tinha gostado, que queria voltar e que a gente ligasse quando quisesse.
Fiquei meio frustrada, tomei banho e voltei pro quarto, onde meu maridinho, na melhor das intenções, quis me explicar que tinha sido um encontro positivo.
Não concordo com a opinião dele, nem com o que ele quis disfarçar. Não gostei de ficar com tesão acumulado, ainda mais com meu marido não participando. Então agora eu chupava ele enquanto os dedos dele percorriam meu corpo, brincando até me deixar feliz. Queria guerra e ia desafiar ele.
Bem nessa hora o telefone toca? Vamos ignorar e continuar com a nossa… falei.
— Pode ser um cliente — disse ele.
— Ah, sim, oi, como vai, quanto tempo… sim, sim… tá bem, sim. Pega um táxi que a gente te espera em casa. Tchau.
Eu não acreditava, porque quem ligava era o Maurício, o caminhoneiro, que estava na Capital e já vinha pra casa. Que bom… que bom… abracei meu marido com uma fúria de tesão, pedi pra ele me comer um pouquinho… queria receber nosso amigo ali na cama, pronta pra um festão.
Meu marido passou creme perfumado no meu corpo, me masturbou, enfiou os dedos na minha bucetinha e lubrificou meu cu… por via das dúvidas, disse ele. Prendi a respiração pra não gozar só com a excitação de saber o que podia vir. E quase gozei quando bateram na porta, a campainha pareceu vibrar no meu clitóris, mexendo com todo o meu ser. Ajeitei o lençol macio que cobria minha nudez completa. Na hora que vi o Mauri, minha alegria foi explícita, mostrando minha emoção, vendo ele ali parado no meu quarto, grandão como eu lembrava, vestido de cowboy americano, jeans, camisa xadrez, cinto preto largo e lindo como eu guardava na memória quando a gente fantasiava com ele. O cabelo dele naturalmente arrumado, os dentes branquíssimos e um sorriso que passava confiança e tesão. Ter ele ali parado aos pés da nossa cama era uma provocação. Me ajoelhei, me cobrindo um pouquinho, pra ir abraçar ele. Quando fiz isso, deixei o lençol cair, pra que meu corpo nu ficasse à vista dele, começando a beijá-lo enquanto tirava a roupa dele. Com uma das mãos grandes, ele percorreu minhas costas, do pescoço até a virilha. A outra acariciou meus seios, beliscou meus mamilos, uma e outra vez, como repetindo uma coreografia dos meus sentidos. — Mauri, senti tanto a sua falta que não conseguia fazer amor sem lembrar um pouco de você. — Yami, senti falta de vocês e procurava vocês em cada curva do caminho. Foi sem dúvida uma sorte ele ter nos ligado, porque a gente não conseguia falar com ele, a mulher dele tinha jogado o celular fora quando descobriu a aventura que ele teve. Abaixei a calça dele e ele fez o resto. Encarei o pau dele já meio duro e comecei a saborear ele inteiro. Pegava as bolas dele com uma mão e levantava pra enfiar a cabeçona bem no fundo da minha garganta. Fazia um redemoinho com a língua pra deixar ele tão quente quanto eu. O Vicktor estava do lado da cama, olhando e curtindo. Aproximei meu corpo pra ele dar umas chupadinhas na minha buceta já aberta e quente. Virei como uma putinha que se ajeita pra deitar, pra começar agora a chupar a pau do meu marido, oferecendo de quatro minhas intimidades pra que o já pelado Maurício me beijasse as costas, a cintura, as nádegas, a bunda e minha buceta cheia de mel ardente.
Era óbvio que eu não aguentava mais aquele prazer enorme sem soltar meus gritinhos explosivos na hora que o leite quente jorrava das minhas entranhas.
Gozei por mais uns instantes a língua do Maurício, e dessa vez virei de novo pra que fosse meu marido quem metesse primeiro. Sem parar de gozar em sequência, recebi o pau do meu esposo bem fundo na minha bucetinha em chamas. Chupei de novo a pica do Maurício, dessa vez deitando ele na cama. Tê-lo ali era magnífico e fazia a intensidade do meu prazer não baixar.
— Vicktor, vendo você comer sua mulherzinha, fico pensando que quando eu trouxer a minha, você vai fazê-la gozar pra caralho. Porque depois que ela ficou puta, foi mudando de atitude, a ponto de agora saber que eu vim pra ver se era possível um encontro.
— Sim, Maurício, quando você trouxer a sua, vamos comer as duas.
Me sacudi intensamente com o pau do meu marido bem dentro. Aquela história de trazer a mulher do Maurício também me esquentava. Tirei de um só empurrão a vara do Vicktor, deixando ela fumegante e no ponto.
Enquanto ele se masturbava agora, eu montei no Maurício, bem na beirada dos pés da cama, o que permitia que ele se firmasse no chão pra me dar estocadas de baixo pra cima.
Que jeito de gozar, porra… e era tanta minha tesão que olhei pro meu marido, pedindo que ele fosse agora por trás. Minha bunda tava pronta, e ofereci com carinho.
Me agarrei nos braços do Maurício, aguentando a repetição das estocadas que o Vicktor dava pra meter por trás.
— Como sua mulherzinha grita, Vicktor.
— É que a sua goza e a minha tá entrando nela.
Quis dizer que aquilo me dava medo, mas não queria parar de fazer, queria pedir pra irem devagar, mas não saíam palavras, só gemidos, suspiros e gritos de um prazer descomunal. Quando senti as duas bem fundo dentro de mim, continuei gemendo, chorando de prazer, segura pelos braços do Mauricio e sendo comida por trás pelo meu Vicktor.
Perdi a noção do tempo, sem saber se estava gozando, mijando ou me derramando em litros de sucos. Eles dizem ter gozado duas vezes sem nem tirar a pica. A única coisa que tenho certeza é que nunca tinha estado num estado de prazer tão puta.
De repente, me vi deitada na cama, ladeada dos dois lados por dois homens maravilhosos, que acariciavam meu corpo exausto.
— Que felizes vocês me fizeram, rapazes!
— Que puta que você é, Yamila.
— Não queria que vocês me deixassem de lado, nunca.
Aí o Mauricio contou que, depois de ter confessado o caso pra mulher dele, ela ficou furiosa por um tempo, mas perdoou e pediu pra brincar mais. Primeiro com brinquedinhos que tinham, depois insinuou um cachorrinho, mas ela disse que preferia um homem a um cachorro.
Que ele trouxe um equipamento Louisiana Lounger. É um móvel inflável pra mulherada gozar, mas quando ela viu ele tão decidido, disse que aceitaria fazer trocas com gente de confiança. Então ele recuperou o número e veio nos ligar. Só pediu que desse novo encontro a gente não falasse nada, porque podia virar contra ele de novo.
Eles tomaram banho e depois eu levantei, tomei um banho quente e vesti um conjuntinho bem leve e gostoso por cima de uma tanguinha.
Saímos pra jantar num lugar bonito em Puerto Madero. Prolongamos a sobremesa porque decidimos que o Mauri ia dormir em casa naquela noite. No dia seguinte, o Vicktor ia levá-lo cedo até onde ele tinha deixado o caminhão.
Mauricio deu umas ligadas. Uma pra casa pra cumprimentar a mulher e contar que estava tomando algo com a gente, que tínhamos concordado em recebê-los em casa, e que ela ficasse tranquila que ia se divertir muito. Outra ligada foi pra um amigo encomendar um móvel Lounger pra me dar de presente.
Mauricio é incrivelmente fogoso, porque ficava me olhando com cara de... quero te comer de novo, me deixava meio perturbada. Então voltamos pra nossa casa com a certeza de que a putaria tava garantida.
Mal entramos, o Vicktor colocou música e deixou o clima quente, baixando as luzes. Dancei um pouco com cada um, mas logo meu marido tirou minha jaqueta, e o sutiãzinho minúsculo foi parar no sofá. Me apalparam com habilidade e delicadeza, me deixando com uma excitação nova.
Quando dançava com o Mauricio, o volume dele ficava duro, e como ele é ousado, pediu pra eu colocar um pé no sofá, pra me pegar por trás. Me balanceei um pouco, mas logo senti entre minhas pernas a vara dura dele. A calça jeans dele caiu no chão junto com a cueca, e eu senti a nudez dele no meu rabo. Ele levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental pro lado e, assim, vestida da cintura pra baixo, começou a me foder de pé. Dançando no ritmo da música, com o pau dele dentro de mim, descobri outra forma nova de gozar. Ele se virou pra começar a descer minha saia e a calcinha, e logo fiquei só de meia e salto. Parece que isso deixou meu marido de bom humor também, porque ele já tava pelado e de pau duro.
O Mauricio tirou o pau de dentro de mim, e foi o Vicktor quem me abraçou pela frente, me levantando no ar, enfiada na pica dura dele. Assim, com as pernas pro ar, enrolei elas no corpo dele, bem cravada, levantada igual um coala carente.
— Pega ela por trás, Mauricio — ordenou meu marido.
— Vocês vão me arrebentar — falei com uma ousadia falsa.
— Você vai ver como vai gostar, Yamilita — disse o Mauri, enquanto encostava a ponta da vara no meu cuzinho.
Por sorte, ele era experiente e não forçava muito, só mantinha o espaço que eu ia deixando ele ganhar com meus pequenos movimentos de esfíncter. De repente, senti ele furando meu cu, cheio de carne, enquanto eu continuava pendurada na buceta com o pau do meu maridinho.
— Que que vocês tão fazendo comigo, loucos, querem me deixar louca, louca… Ohm, vou gozar, vou acabar, vou pro caralho. Inferno com essas duas rolas dentro... Hahn, ahhammmmm
Já era verdade que à tarde, em poucas horas, três paus tinham me comido, me fizeram aquele bum e penetração dupla, e agora de novo a dupla, mas pendurada na vara do meu marido.
Não aguentava mais e chorava de prazer de novo, pedindo pra eles me levarem pra cama e me comerem até morrer.
E assim fizeram, me comeram com a ferocidade de amantes carinhosos e fogosos.
Se eu já me surpreendia com a fogosidade do Maurício, mais ainda com a do meu marido, que tava num nível que nunca vi, repetindo uma e outra vez umas fodas esplêndidas em posições diferentes.
Eles se esgotaram no final, e eu fiquei acabada fisicamente, mas finalmente rendida à deusa do sexo — minha buceta era a conchinha mais feliz de todas.Se vocês gostaram, por favor deixem pontos e comentem pra eu melhorar, como sempre falo.🙂
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