Fala aí, galera! Aqui é o Simonmer, da Venezuela. Quem já leu meus contos deve lembrar de mim. Tô de volta porque minha conta foi fechada por um detalhe técnico, mas fazer o quê, né? É assim aqui.
Vou republicar os contos que postei antes e espero que vocês continuem dando a mesma força que deram da primeira vez. Tenho uns novos que escrevi enquanto tava fora e vou soltando aos poucos.
Só lembrando: esses contos são de minha autoria total e vieram de conversas com o protagonista. Claro, coloquei umas coisinhas minhas pra deixar a história mais picante, mas no geral é bem fiel ao que me contaram.
Espero que curtam..
Sou a nova putinha do meu sobrinho
Meu nome é Mônica, tenho 52 anos e há 4 anos estou divorciada. O motivo? Fui fofoqueira e resolvi fuçar o celular do meu ex-marido, num daqueles dias em que ele chegou bêbado, e encontrei um monte de fotos onde minha comadre tava chupando o pau dele e outras onde ele enfiava o pau entre os peitos dela. Enfim, fiquei puta da vida ao saber que minha própria comadre tava dando pra quem até então era meu marido.
Depois da tempestade e de um divórcio meio discreto pra não levantar muita poeira, segui minha vida. No começo, nem saía de casa, só ia trabalhar (sou contadora), mas minha vida social ficou bem apagada. Assim, sem perceber, passou o primeiro ano. No dia do primeiro aniversário da sentença do divórcio, minha irmã e umas 4 amigas apareceram na minha casa com umas garrafas de rum branco, tequila e outros ingredientes pra fazer coquetéis, e me disseram que vieram celebrar o começo da minha nova vida, que não queriam mais me ver assim apagada, triste e sozinha. Pra vocês entenderem, moro sozinha porque só tive um filho que entrou pra vida militar e só me visita quando tem um tempinho, mas sempre cuida de mim e me liga direto. De resto, o apartamento era só meu.
Naquele dia, minha irmã e minhas amigas me fizeram sentir feliz e especial de verdade. A gente se divertiu pra caramba, conversou sobre tudo, criticou todas as nossas amigas e, enfim, coisas de mulher, e terminamos bêbadas, entre risadas e mais risadas. Entre as coisas que conversei com minha irmã, ela sugeriu se dava pro Juan (meu sobrinho, filho dela) ficar alguns dias no meu apê, porque ele arrumou um estágio numa empresa perto da minha casa e, como não tem carro, às vezes é difícil chegar na hora. Juan tá se formando em Engenharia Civil e, da casa da minha irmã, ele leva duas horas de ônibus. Eu disse que claro, adoraria ajudar meu sobrinho, e quantos dias fossem necessários. O quarto do meu filho estava livre. Então, na semana seguinte, meu sobrinho Juan chegou com uma mala no meu apartamento e instalei ele no quarto do meu filho. Juan estava super animado e não parava de me agradecer por deixar ele ficar alguns dias. Eu dizia que era um prazer ter ele em casa e que podia ficar o tempo que precisasse, mas que só pedia uma coisa: que não chegasse tarde pra não preocupar minha irmã. Assim passaram os primeiros 30 dias, tudo normal, era bom ter companhia de novo e alguém pra dividir uma comida ou um café. Um dia, no mês seguinte, Juan me diz:
- Tia... será que na sexta-feira posso trazer minha namorada???
- Eu falei: ah, Juanzinho, e você tem namorada???
- Bom, tia, você sabe, é uma colega de estudo e a gente começou a namorar...
- Hummm, ok... mas quando você diz que vai trazer ela, quer dizer que quer que ela durma aqui??
- É a ideia, tia... bom, se não te incomodar, claro... o que me diz?? Vai, tia, fala que sim, por favor...
- Ah, sei não, Juanzinho, não quero me meter em encrenca com sua mãe, ela sabe do seu rolo com sua namorada??...
- Sim, claro que sabe, e a única coisa que ela pede é que eu me cuide e pense no meu futuro... vai, tia, você vai ver que a Jenny é bem gente boa, vai gostar dela...
- Tá bom, mas só dessa vez... não quero que se acostume, hahaha
Juan, todo empolgado, me agradece, me abraça e me dá um beijão na bochecha... não sei por que, naquele momento senti um arrepio. Deve ser porque já fazia tanto tempo que não me abraçavam daquele jeito tão carinhoso... mas não dei muita importância.
Chegou a sexta-feira, eu voltei primeiro, tomei um banho e fui preparar o jantar. Abri uma garrafa de vinho e comecei a tomar uns copos. Juan chegou com a Jenny lá pelas 7 da noite, e eu já tinha terminado o jantar e tomado meia garrafa de vinho...
A verdade é que quando vi o Juan com a menina, percebi que ele já tinha virado um homem. Cara, meu sobrinho, tenho que admitir que com seus 22 anos ele era um baita partido: alto, moreno, corpo atlético e um sorriso gostoso. A Jenny era uma mina de aparência doce, altura média, bem proporcionada, nada exagerada, o que combinava direitinho com meu querido sobrinho. Tava tudo uma maravilha, a gente teve um jantar agradável, eu continuei tomando minha garrafa de vinho e os dois abriram uma de vodka... A gente ficou bebendo e conversando na sala, e o Juan era o centro das atenções, não parava de falar e contar um monte de histórias da faculdade, das matérias e dos professores, me fez sentir saudade dos meus tempos de estudante. A conversa era tão leve e boa que eu me animei a abrir outra garrafa de vinho, e assim a gente ficou mais um tempão até que eu percebi que o Juan e a Jenny já estavam se pegando, melosos, e imaginei que os hormônios deles já tavam pedindo pra ir pro quarto transar. Por mim, as garrafas de vinho já tavam fazendo efeito e eu decidi ir pro meu quarto dormir. Me despedi dos dois, dei um beijo em cada um e fui pro meu quarto.
Quando entrei no quarto, me joguei na cama e, num gesto involuntário, minhas mãos foram parar em cima dos meus peitos. E, mesmo sem pensar em nada específico, quando me toquei, já tava me esfregando nos mamilos, que já tinham ficado bem duros. Sempre amei sentir aquela sensação dos bicos dos meus mamilos bem eretos, e adorava sentir eles sendo beliscados, mordidos e chupados com paixão. Acho que meus peitos sempre foram meu ponto fraco, e era algo que meu ex sempre sabia aproveitar. Mas aquele momento de relaxamento foi interrompido quando eu senti a porta do quarto do meu filho bater. Levantei e tirei a roupa, que delícia de sensação ao soltar meus peitos do sutiã, porque adoro deixá-los soltos, balançando de um lado pro outro. Eles são grandes, 38C, as auréolas são médias, de cor marrom, e meus bicos parecem dois apêndices que, quando estimulados, ficam... Ficam mais grossos e bem duros.. Fiquei só de camisola porque gosto de dormir assim, mesmo que na maioria das vezes eu acorde completamente pelada.. Embora eu não tenha um corpão, também não passo despercebida na rua e nunca falta alguém me dar um elogio, principalmente sobre os decotes dos meus peitos, que adoro exibir..
Deitei de novo e lembrei que não trouxe água pro quarto e, com aqueles vinhos que tinha tomado, era certeza que ia sentir sede de madrugada, então vesti uma camisola quase transparente e saí com cuidado pra não fazer barulho até a cozinha, peguei a água e, quando voltava passando perto da porta do quarto do meu filho, consegui ouvir como se fosse um gemido, isso me paralisou na hora e não entendo por que, já que eu sabia das coisas que iam rolar na intimidade daquele quarto entre Juan e Jenny, mas uma onda de curiosidade ou morbidez me fez andar na ponta dos pés e me aproximar da porta, encostar meu ouvido pra escutar melhor. O resultado era previsível: o que se ouvia era uma série de gemidos que a Jenny soltava junto com o rangido da cama do meu filho, era evidente que o Juan tava metendo na garota e ela retribuía deixando escapar uns gemidos elétricos de tanto prazer que tava sentindo. Não conseguia tirar minha orelha da porta, só de pensar que do outro lado tava meu sobrinho transando com a namoradinha dele já me deixava perturbada, molhada e excitada. De novo, sem perceber, minha mão esfregava e apertava os bicos dos meus peitos, dessa vez com mais força, precisava sentir aquela dor gostosa que sinto quando apertam meus bicos, que já tinham ficado grossos e duros..
Do tão excitada que tava, quase deixei cair o copo d'água que tinha vindo buscar, mas consegui colocar no chão e liberei aquela mão pra usar no meu corpo, de modo que agora uma mão continuava no tratamento dos meus bicos e a outra eu enfiei na minha buceta já bem molhada, que delícia é a sensação de quando com os dedos você abre os lábios e sente a baba escorrendo e molhando rapidamente os dedos, quase escapei um gemido quando esfreguei meu clitóris todo cheio dessa baba gostosa.. Naquele instante ouvi a voz do meu sobrinho dizer vira que eu quero te comer por trás, ouvi o balanço da cama, imagino que por causa da mudança de posição, e logo em seguida o rangido da cama e quase ao mesmo tempo os gemidos da garota voltaram, eu estava com a mão encharcada com os fluidos da minha buceta e sem pensar levei a mão à boca e devorei desesperadamente cada gota de baba da minha mão, sempre amei o gosto da minha racha, isso eu devo ao cachorro do meu ex que sempre que me comia me fazia provar os frutos do meu sexo, seja com o pau dele ou com os dedos, então agora era algo que eu não deixava de fazer toda vez que me masturbava..
Eu estava concentrada entre o prazer que me dava com os dedos e ouvindo os gemidos do casal e não podia acreditar que estava batendo uma punheta ouvindo meu sobrinho comendo a namorada dele, era muito erótico o que estava acontecendo e nisso ouvi um rugido que saiu do João, mostrando que ele estava se esvaziando com um orgasmo gostoso.. Isso me fez abaixar, pegar o copo d'água e ir para o meu quarto, fechei a porta silenciosamente e fui direto para a cama, tirei a camisola e a calcinha fio dental, ficando completamente nua, fiquei feliz em ver que meus bicos ainda estavam inchados e duros, então minha primeira ação foi me dar mais prazer através dos meus peitos, minhas mãos voltaram a massagear os mamilos, massageei os peitos, apertei eles, puxei os bicos, belisquei eles, levei eles à boca e chupei com força do jeito que eu gosto, mordi os bicos, isso fazia escorrer mais baba da minha buceta e com os dedos tentava não deixar perder e passava nos meus peitos para chupar eles com aquele gosto, eu estava desesperada, muito tesuda e excitada, já não aguentava mais, então com a mão esquerda enfiei com força dois dedos no meu buraco, me Dava duro, sentia gostoso... eu tava naquele ponto onde você quer que destruam sua buceta, e naquele momento tive que tampar minha boca com a outra mão porque veio um orgasmo monstruoso. Minhas pernas se esticavam e eu podia sentir rios de fluidos descendo, molhando minha bunda e a cama. Depois do pico do clímax, me entreguei de novo e friccionei meu clitóris pra tirar mais umas gotinhas de prazer, e assim fui dormir.
No dia seguinte, acordei e já eram quase 8h. Minha cama inteira e eu cheirávamos a minha buceta. Normalmente, nos dias depois que eu transava com meu ex, o quarto cheirava a uma mistura de porra com buceta. Muitas vezes, meu ex adorava cheirar minha buceta toda cheia de porra dele e acabava lambendo e tirando qualquer resquício do próprio sêmen que tivesse ficado em mim, e claro, geralmente acabava me comendo de manhã. Mas nessa manhã, só cheirava a buceta, a xota. Levantei pra fazer o café, vesti só a camisola e saí do quarto em direção à cozinha. Imaginei que os meninos, depois daquela noite de sexo, ainda estariam dormindo.
Quando entrei na cozinha, me surpreendi ao ver o Juan sentado na mesa com uma xícara de café na mão.
— Menino, você me assustou...
— Oi, bom dia, tia.
— Bom dia, Juan. E o que você faz acordado tão cedo? A Jenny ainda tá dormindo?
— Não, ela teve que ir porque ia sair com os pais. Foi embora há menos de meia hora. Vem, senta que vou te servir uma xícara de café. Espero que goste.
Fui até a mesa enquanto Juan se levantou pra pegar a xícara de café, e pude ver que ele só tava de short tipo boxer de algodão. Mesmo não sendo justo no corpo, grudava bastante, e não consegui deixar de notar o belo volume que aparecia.
— Aqui, tia, sua xícara de café.
Tive que fazer força pra não olhar pro volume quando ele veio na minha direção.
— Obrigada, sobrinho. Se o gosto for igual ao cheiro, pode crer que vou gostar.
Isso foi o que minha boca disse, mas minha mente pensava: se o pau é do jeito que tá marcando... deve ter um belo pedaço de carne meu sobrinho..
Tomamos nosso café e pouco falamos sobre o que aconteceu na noite anterior, embora por outro lado eu gostaria de ter perguntado como ele foi com a Jenny na cama, já sabendo a resposta claro kkkkkk
-Não quer comer algo João, eu vou fazer umas panquecas..
-Claro tia, não cairia mal comer alguma coisa..
Então me levantei pra pegar os ingredientes das panquecas e dessa vez foi meu sobrinho que reparou como eu estava, não percebi que só estava de camisola e sem roupa por baixo, ele tinha que notar isso sem falar que pela transparência da camisola dava pra ver o escuro dos meus mamilos, enquanto preparava a massa podia sentir que ele não tirava os olhos de mim, acho que isso fez meus mamilos começarem a endurecer. Antes de ligar o fogão procurei a frigideira onde faço as panquecas que fica na parte de cima do armário, então fiquei na ponta dos pés pra alcançar e claro a camisola subiu e naquele instante pensei que visão da minha bunda estou dando pro meu sobrinho.. e ouvi a voz dele me dizendo:
-deixa eu ajudar tia..
Ouvindo essas palavras e sentindo aquele volume encostar nas minhas nádegas, ufff que sensação tão gostosa, fiquei parada e ele continuava encostando o pau na minha bunda e como não achava a frigideira fazia movimentos de se esticar o que fazia ele enfiar mais o pau em mim que eu podia sentir ficando mais duro.. Como pude falei:
-é a frigideira preta que está no fundo..
E ele voltou com uma nova investida e enfiou mais forte o pau em mim isso me fez inclinar um pouco deixando minha bunda indefesa, ele com uns movimentos esfregou de novo aquele pedaço de carne.. Finalmente abaixou o corpo e colocou a frigideira no balcão mas não se afastou de trás de mim, eu como pude me virei e nesse movimento esfreguei completamente o pau dele, estava duro bem rijo e ao ficar de frente pra ele a primeira coisa que fiz foi abaixar a vista, queria apreciar como tava o tronco dele e quando vi a barraca enorme que ele tinha no short, era certeza que meu sobrinho tinha um pauzão.
— uau, Juan, cê me deixou com fome, foi?
— desculpa, tia, não foi minha intenção, mas você…
— eu o quê, Juan???
— você tá muito gostosa..
— ai, sobrinho, como cê vai me dizer isso se eu sou uma velha pra você, ainda mais tendo uma menina tão linda como a Jenny..
— cê não é velha nenhuma, tia, e é verdade, a Jenny é muito linda, mas você é mais mulher..
Enquanto a gente conversava, eu não parava de olhar o volume do meu sobrinho, e o olhar dele tava fixo nos meus peitos, que já tinham os bicos grossos e duros, querendo furar a camisola pra sair..
— não acredito que um jovem tão bonito como você curte velhas igual a mim..
— cê não é velha nenhuma, tia..
Falando isso, Juan me pega pela cintura com força e firmeza..
— olha como cê tá dura, olha esses teus peitões.. sabe que tenho amigos que já me perguntaram se você fez silicone, porque veem suas fotos no Facebook.. eu falo que os seus são naturais..
— sério?
— sim, tia.. sempre gostei de como seus peitos aparecem..
— que coisa que cê fala, sobrinho, sou sua tia..
Fiz um movimento como se fosse sair, mas ele não deixou, me segurou pela cintura, e o que eu causei foi que ele encostasse mais ainda, agora quase que o pau dele roçava na frente da minha buceta, que pra ser sincera já tava super molhada..
— se é minha tia.. e me deixa louco há um tempão..
Falando isso, as mãos dele subiram até chegar nos meus peitos..
— acho que cê gosta, tia, olha como cê tá, os bicos dos seus peitos parecem que vão explodir..
E sem dizer mais nada, meu sobrinho começou a apertar meus peitos e encostou de vez o pau dele na minha buceta, eu deixei ele se deliciar com meus peitos, é uma coisa que me fascina, que apertem e amassem eles, os movimentos dele eram desesperados, mas eu gostava de me sentir tão desejada, fazia tanto tempo que um homem não amassava meus peitos, de sentir que eu conseguia deixá-lo nesse estado de desespero..
Ele começou a me beijar no pescoço e a chupar meus bicos por cima da camisola, eu aceitava e acariciava a cabeça e o cabelo dele pra dar confiança de que o que ele fazia tava me dando tesão..
-Tia, que delícia seus peitos, sempre sonhei em fazer isso..
Eu ia responder pra ele chupar do jeito que quisesse quando senti os dedos dele abrindo os lábios da minha buceta..
-ummmm uauuuu grmmmm
Foi isso que saiu de mim, um gemido gostoso que deixou meu sobrinho mais louco ainda, fazendo o dedo do meio esfregar meu clitóris e enterrar até o fundo da minha xota.. minhas pernas fraquejaram e ele me segurou pra eu não cair. Me recompus, mas ele não parava de me beijar na boca, no pescoço e nos meus peitos (ainda por cima da camisola)..
Me apoiei no balcão e abri mais minhas pernas pra facilitar a punheta gostosa que ele tava dando na minha buceta e tirei a camisola pra ele poder chupar do jeito certo meus peitos inchados, aff, que delícia sentir a boca quente dele sugando meus bicos e com o dedo entrando e saindo sem parar na minha buceta, não demorei pra gozar. De novo ele teve que me segurar pra não cair..
Quando me recuperei do orgasmo, falei:
-vem, vamos pro meu quarto, quero sentir você por completo..
Chegamos na minha cama entre beijos e apalpadas, mandei ele deitar e me deixar satisfazer ele. Ele obedeceu e eu fiquei de quatro em cima dele..
-que delícia ver seus peitões enormes pendurados, tia..
-não se preocupa, você vai chupar eles já.. primeiro deixa eu comer esse pauzão enorme que você tem..
Quando falei isso, ele se deixou deitar e eu fui direto pro pau dele, puxei o short e a cueca e o pau enorme saltou pra fora. Suspirei ao ver aquela beleza de pedaço de carne morena, grossa e cheia de veias, era um espetáculo ver ele ali parado, bem ereto e pronto pra eu aproveitar..
Sem mais enrolação, levei ele à boca e comecei a chupar. Na primeira lambida, Juan soltou um gemido, com minha mão.. comecei a dar a devida esfregada combinando com o movimento da minha boca, tentava engolir o máximo que podia, comparando com os outros paus que já chupei, o do Juan deve ter uns 18cm, mas o diferencial era o quanto ele é duro e grosso..
Continuei chupando o pau dele e ele não parava de gemer e falar como eu estava fazendo bem, meus movimentos com a mão eu acelerava, assim como a entrada e saída da minha boca, estava adorando ter aquele pau na minha boca.. Meu segundo vício depois de terem chupado meus peitos é chupar pau, sou do tipo de mulher que seria feliz chupando pau o dia inteiro, muitos dos meus ex-parceiros me confessaram que o que mais sentiam falta de mim eram os boquetes que eu dava..
Fiquei assim uns 15 minutos lambendo e chupando o pau do meu sobrinho, chupava as bolas dele, mas sempre sem parar de bater uma com a mão quando senti que o orgasmo estava chegando (pelas gotinhas de pré-gozo), mandei ele se acalmar e comecei a engatinhar pra colocar minha buceta em cima do pau duro dele, nos ajeitamos e pegando o pau dele direcionei pra entrada da minha xota, esfreguei um pouco no meu clitóris pra molhar a cabeça dele e aí sim coloquei a glande na boca da minha buceta e com suavidade me deixei cair em cima daquela estaca..
Uffff as paredes da minha vagina foram violadas pela presença daquela massa de carne que buscava se acomodar e com alguns movimentos de sobe e desce fui dilatando pra me ajustar ao tamanho do pau do meu sobrinho.. Depois que minha xota se adaptou ao pau dele, me inclinei pra começar a me mexer, Juan deixava eu levar o ritmo e ele só se deliciava mais uma vez com meus peitos, as mãos dele apertavam e esfregavam, especialmente meus bicos grossos que estavam prestes a explodir de novo.. Como explicar aquela sensação de ter aquele pau dentro, tão duro, tão rijo, me sentia viva de novo e era com o pau do meu sobrinho..
Comecei meu movimento de cintura, pra frente e pra trás e sentia minha xota se expandir e contrair em volta do pau dele e isso me fez acelerar os movimentos, já minha respiração tava bem pesada, assim como a do meu sobrinho, e comecei a dizer:
- Deus, que gostoso, tô sentindo ele.. é tão grande.. tão grossa.. que delíciaaa
- que gostoso você se mexe, tia, você é uma mulher divina..
Juan me dizia isso enquanto chupava meus peitos e me segurava com uma mão na cintura pra levar meu ritmo..
- morde meus bicos.. chupa forte os bicos da sua tia..
Juan não hesitou em fazer a ação, me dando uns primeiros mordiscos suaves nos meus bicos, acho que com medo de me machucar..
- assim, Juan, um pouco mais forte, faz sua puta tia gritar..
Quando ele me mordeu com mais força, deixei escapar um grito de prazer.. meu sobrinho parou assustado..
- é assim que eu gosto, gostoso..
Me levantei e comecei a rebolar com mais força, segurei nas mãos dele pra ter mais equilíbrio e montei com tudo..
- siiiim, continua assim, tia, que vou gozar, vai fundo, não para..
Continuei rebolando e pude sentir o calor do gozo dele enchendo minhas entranhas, seguido do estalo característico que o pau dentro e a buceta cheia de porra fazem, isso ativou meu orgasmo e, com uns poucos movimentos a mais, desabei no peito dele, exausta pelo orgasmo magnífico que acabava de ter..
Os dois estávamos exaustos e respirando forte, mas ainda sentia o pau dele na minha buceta e, aos poucos, ele foi murchando.. Recuperei um pouco o fôlego, desci e fui até o pau dele, que já mostrava metade do tamanho que tinha até pouco tempo, na pélvis dele tinha uma poça de porra com meus fluidos e o membro todo estava ensopado de espuma branca..
- acho que isso nenhuma mulher ainda fez pra você..
E comecei a lamber de um jeito pra deixar o pau dele limpinho, limpei os restos que tinha na pélvis dele e continuei chupando o pau dele, que divino aquele gosto de porra com fluido vaginal, queria deixar ele bem limpinho e repito: adoro chupar pau..
Minha surpresa foi quando, já tendo terminado de limpar, eu continuava lambendo ele.. Caralho, senti ele enfiando os dedos na minha racha e começou a brincar com os lábios da minha buceta e com meu clitóris, hummm que gostoso, pensei comigo, mas mais gostoso foi quando senti que o bicho dele tava acordando de novo..
- Ufffff que gostoso, papai, seu amigo já tá acordando de novo…
- Sim, tia, continua chupando.. segue chupando…
Continuei minha tarefa e em poucos minutos o pau dele já tava duro de novo, não podia acreditar..
- Vem, tia, quero que você fique de quatro pra te comer por trás..
Me ajeitei na beirada da cama como ele pediu e ofereci minha bucetinha ainda escorrendo o leite dele.. Ele se levantou, me pegou pela cintura e depois de dar umas palmadas, abriu os lábios da minha xota com os dedos, viu que ainda tava lubrificada e me meteu com força..
- Hummmmmmmmmmmmm assim, papai, que gostoso…
Dessa vez era meu sobrinho quem tava no controle, me segurava firme pela cintura e me penetrava com vontade, cada estocada fazia eu sentir o pau dele na minha nuca, tava me comendo com força, as bolas dele batendo no meu clitóris, fazia tempo que não me castigavam tão gostoso assim..
- Não para, papai, parte a buceta da sua tia..
- Diz que você gosta….
- Adoro… me dá duro….
Não conseguia evitar gritar e gemer com cada metida que ele dava, tava me comendo muito forte e divino..
- Duro.. me dá duro.. faz eu gozar.. mete seu leite em mim..
Com a mão comecei a esfregar meu clitóris rápido e sentia as bolas dele batendo na minha mão..
- Xota, assim, me dá duro, tô gozando..
E soltei um grito que os vizinhos devem ter ouvido, mas não importa, meu sobrinho tava me dando uma surra de buceta.. Gozei e continuei gemendo, e incentivei ele a encher ela de leite..
- Vai, papai, me dá seu leite.. dá o leite pra sua tia.. enche a buceta da sua tia com seu leite..
- Aproveita pra arrebentar a tia gostosa.. sou sua puta, me come duro…
- Ufffffffffffff tô gozando, tia… hummmmmmmmmmm grmmmmmmmmm
E senti ele despejando mais uma vez o leite dentro da minha buceta…
Depois das últimas estocadas, ele se Ele saiu e se jogou na cama, completamente exausto.. Eu me deitei ao lado dele e sentia os jatos de porra escorrendo da minha buceta..
A gente dormiu e acordou umas duas horas depois..
Desde aquele dia começou um relacionamento entre meu sobrinho e eu.. que vou contar em futuros relatos..
Espero que tenham gostado.. E se sim, compartilha com seus seguidores... Valeu
Vou republicar os contos que postei antes e espero que vocês continuem dando a mesma força que deram da primeira vez. Tenho uns novos que escrevi enquanto tava fora e vou soltando aos poucos.
Só lembrando: esses contos são de minha autoria total e vieram de conversas com o protagonista. Claro, coloquei umas coisinhas minhas pra deixar a história mais picante, mas no geral é bem fiel ao que me contaram.
Espero que curtam..
Sou a nova putinha do meu sobrinho
Meu nome é Mônica, tenho 52 anos e há 4 anos estou divorciada. O motivo? Fui fofoqueira e resolvi fuçar o celular do meu ex-marido, num daqueles dias em que ele chegou bêbado, e encontrei um monte de fotos onde minha comadre tava chupando o pau dele e outras onde ele enfiava o pau entre os peitos dela. Enfim, fiquei puta da vida ao saber que minha própria comadre tava dando pra quem até então era meu marido.
Depois da tempestade e de um divórcio meio discreto pra não levantar muita poeira, segui minha vida. No começo, nem saía de casa, só ia trabalhar (sou contadora), mas minha vida social ficou bem apagada. Assim, sem perceber, passou o primeiro ano. No dia do primeiro aniversário da sentença do divórcio, minha irmã e umas 4 amigas apareceram na minha casa com umas garrafas de rum branco, tequila e outros ingredientes pra fazer coquetéis, e me disseram que vieram celebrar o começo da minha nova vida, que não queriam mais me ver assim apagada, triste e sozinha. Pra vocês entenderem, moro sozinha porque só tive um filho que entrou pra vida militar e só me visita quando tem um tempinho, mas sempre cuida de mim e me liga direto. De resto, o apartamento era só meu.
Naquele dia, minha irmã e minhas amigas me fizeram sentir feliz e especial de verdade. A gente se divertiu pra caramba, conversou sobre tudo, criticou todas as nossas amigas e, enfim, coisas de mulher, e terminamos bêbadas, entre risadas e mais risadas. Entre as coisas que conversei com minha irmã, ela sugeriu se dava pro Juan (meu sobrinho, filho dela) ficar alguns dias no meu apê, porque ele arrumou um estágio numa empresa perto da minha casa e, como não tem carro, às vezes é difícil chegar na hora. Juan tá se formando em Engenharia Civil e, da casa da minha irmã, ele leva duas horas de ônibus. Eu disse que claro, adoraria ajudar meu sobrinho, e quantos dias fossem necessários. O quarto do meu filho estava livre. Então, na semana seguinte, meu sobrinho Juan chegou com uma mala no meu apartamento e instalei ele no quarto do meu filho. Juan estava super animado e não parava de me agradecer por deixar ele ficar alguns dias. Eu dizia que era um prazer ter ele em casa e que podia ficar o tempo que precisasse, mas que só pedia uma coisa: que não chegasse tarde pra não preocupar minha irmã. Assim passaram os primeiros 30 dias, tudo normal, era bom ter companhia de novo e alguém pra dividir uma comida ou um café. Um dia, no mês seguinte, Juan me diz:
- Tia... será que na sexta-feira posso trazer minha namorada???
- Eu falei: ah, Juanzinho, e você tem namorada???
- Bom, tia, você sabe, é uma colega de estudo e a gente começou a namorar...
- Hummm, ok... mas quando você diz que vai trazer ela, quer dizer que quer que ela durma aqui??
- É a ideia, tia... bom, se não te incomodar, claro... o que me diz?? Vai, tia, fala que sim, por favor...
- Ah, sei não, Juanzinho, não quero me meter em encrenca com sua mãe, ela sabe do seu rolo com sua namorada??...
- Sim, claro que sabe, e a única coisa que ela pede é que eu me cuide e pense no meu futuro... vai, tia, você vai ver que a Jenny é bem gente boa, vai gostar dela...
- Tá bom, mas só dessa vez... não quero que se acostume, hahaha
Juan, todo empolgado, me agradece, me abraça e me dá um beijão na bochecha... não sei por que, naquele momento senti um arrepio. Deve ser porque já fazia tanto tempo que não me abraçavam daquele jeito tão carinhoso... mas não dei muita importância.
Chegou a sexta-feira, eu voltei primeiro, tomei um banho e fui preparar o jantar. Abri uma garrafa de vinho e comecei a tomar uns copos. Juan chegou com a Jenny lá pelas 7 da noite, e eu já tinha terminado o jantar e tomado meia garrafa de vinho...
A verdade é que quando vi o Juan com a menina, percebi que ele já tinha virado um homem. Cara, meu sobrinho, tenho que admitir que com seus 22 anos ele era um baita partido: alto, moreno, corpo atlético e um sorriso gostoso. A Jenny era uma mina de aparência doce, altura média, bem proporcionada, nada exagerada, o que combinava direitinho com meu querido sobrinho. Tava tudo uma maravilha, a gente teve um jantar agradável, eu continuei tomando minha garrafa de vinho e os dois abriram uma de vodka... A gente ficou bebendo e conversando na sala, e o Juan era o centro das atenções, não parava de falar e contar um monte de histórias da faculdade, das matérias e dos professores, me fez sentir saudade dos meus tempos de estudante. A conversa era tão leve e boa que eu me animei a abrir outra garrafa de vinho, e assim a gente ficou mais um tempão até que eu percebi que o Juan e a Jenny já estavam se pegando, melosos, e imaginei que os hormônios deles já tavam pedindo pra ir pro quarto transar. Por mim, as garrafas de vinho já tavam fazendo efeito e eu decidi ir pro meu quarto dormir. Me despedi dos dois, dei um beijo em cada um e fui pro meu quarto.
Quando entrei no quarto, me joguei na cama e, num gesto involuntário, minhas mãos foram parar em cima dos meus peitos. E, mesmo sem pensar em nada específico, quando me toquei, já tava me esfregando nos mamilos, que já tinham ficado bem duros. Sempre amei sentir aquela sensação dos bicos dos meus mamilos bem eretos, e adorava sentir eles sendo beliscados, mordidos e chupados com paixão. Acho que meus peitos sempre foram meu ponto fraco, e era algo que meu ex sempre sabia aproveitar. Mas aquele momento de relaxamento foi interrompido quando eu senti a porta do quarto do meu filho bater. Levantei e tirei a roupa, que delícia de sensação ao soltar meus peitos do sutiã, porque adoro deixá-los soltos, balançando de um lado pro outro. Eles são grandes, 38C, as auréolas são médias, de cor marrom, e meus bicos parecem dois apêndices que, quando estimulados, ficam... Ficam mais grossos e bem duros.. Fiquei só de camisola porque gosto de dormir assim, mesmo que na maioria das vezes eu acorde completamente pelada.. Embora eu não tenha um corpão, também não passo despercebida na rua e nunca falta alguém me dar um elogio, principalmente sobre os decotes dos meus peitos, que adoro exibir..
Deitei de novo e lembrei que não trouxe água pro quarto e, com aqueles vinhos que tinha tomado, era certeza que ia sentir sede de madrugada, então vesti uma camisola quase transparente e saí com cuidado pra não fazer barulho até a cozinha, peguei a água e, quando voltava passando perto da porta do quarto do meu filho, consegui ouvir como se fosse um gemido, isso me paralisou na hora e não entendo por que, já que eu sabia das coisas que iam rolar na intimidade daquele quarto entre Juan e Jenny, mas uma onda de curiosidade ou morbidez me fez andar na ponta dos pés e me aproximar da porta, encostar meu ouvido pra escutar melhor. O resultado era previsível: o que se ouvia era uma série de gemidos que a Jenny soltava junto com o rangido da cama do meu filho, era evidente que o Juan tava metendo na garota e ela retribuía deixando escapar uns gemidos elétricos de tanto prazer que tava sentindo. Não conseguia tirar minha orelha da porta, só de pensar que do outro lado tava meu sobrinho transando com a namoradinha dele já me deixava perturbada, molhada e excitada. De novo, sem perceber, minha mão esfregava e apertava os bicos dos meus peitos, dessa vez com mais força, precisava sentir aquela dor gostosa que sinto quando apertam meus bicos, que já tinham ficado grossos e duros..
Do tão excitada que tava, quase deixei cair o copo d'água que tinha vindo buscar, mas consegui colocar no chão e liberei aquela mão pra usar no meu corpo, de modo que agora uma mão continuava no tratamento dos meus bicos e a outra eu enfiei na minha buceta já bem molhada, que delícia é a sensação de quando com os dedos você abre os lábios e sente a baba escorrendo e molhando rapidamente os dedos, quase escapei um gemido quando esfreguei meu clitóris todo cheio dessa baba gostosa.. Naquele instante ouvi a voz do meu sobrinho dizer vira que eu quero te comer por trás, ouvi o balanço da cama, imagino que por causa da mudança de posição, e logo em seguida o rangido da cama e quase ao mesmo tempo os gemidos da garota voltaram, eu estava com a mão encharcada com os fluidos da minha buceta e sem pensar levei a mão à boca e devorei desesperadamente cada gota de baba da minha mão, sempre amei o gosto da minha racha, isso eu devo ao cachorro do meu ex que sempre que me comia me fazia provar os frutos do meu sexo, seja com o pau dele ou com os dedos, então agora era algo que eu não deixava de fazer toda vez que me masturbava..
Eu estava concentrada entre o prazer que me dava com os dedos e ouvindo os gemidos do casal e não podia acreditar que estava batendo uma punheta ouvindo meu sobrinho comendo a namorada dele, era muito erótico o que estava acontecendo e nisso ouvi um rugido que saiu do João, mostrando que ele estava se esvaziando com um orgasmo gostoso.. Isso me fez abaixar, pegar o copo d'água e ir para o meu quarto, fechei a porta silenciosamente e fui direto para a cama, tirei a camisola e a calcinha fio dental, ficando completamente nua, fiquei feliz em ver que meus bicos ainda estavam inchados e duros, então minha primeira ação foi me dar mais prazer através dos meus peitos, minhas mãos voltaram a massagear os mamilos, massageei os peitos, apertei eles, puxei os bicos, belisquei eles, levei eles à boca e chupei com força do jeito que eu gosto, mordi os bicos, isso fazia escorrer mais baba da minha buceta e com os dedos tentava não deixar perder e passava nos meus peitos para chupar eles com aquele gosto, eu estava desesperada, muito tesuda e excitada, já não aguentava mais, então com a mão esquerda enfiei com força dois dedos no meu buraco, me Dava duro, sentia gostoso... eu tava naquele ponto onde você quer que destruam sua buceta, e naquele momento tive que tampar minha boca com a outra mão porque veio um orgasmo monstruoso. Minhas pernas se esticavam e eu podia sentir rios de fluidos descendo, molhando minha bunda e a cama. Depois do pico do clímax, me entreguei de novo e friccionei meu clitóris pra tirar mais umas gotinhas de prazer, e assim fui dormir.
No dia seguinte, acordei e já eram quase 8h. Minha cama inteira e eu cheirávamos a minha buceta. Normalmente, nos dias depois que eu transava com meu ex, o quarto cheirava a uma mistura de porra com buceta. Muitas vezes, meu ex adorava cheirar minha buceta toda cheia de porra dele e acabava lambendo e tirando qualquer resquício do próprio sêmen que tivesse ficado em mim, e claro, geralmente acabava me comendo de manhã. Mas nessa manhã, só cheirava a buceta, a xota. Levantei pra fazer o café, vesti só a camisola e saí do quarto em direção à cozinha. Imaginei que os meninos, depois daquela noite de sexo, ainda estariam dormindo.
Quando entrei na cozinha, me surpreendi ao ver o Juan sentado na mesa com uma xícara de café na mão.
— Menino, você me assustou...
— Oi, bom dia, tia.
— Bom dia, Juan. E o que você faz acordado tão cedo? A Jenny ainda tá dormindo?
— Não, ela teve que ir porque ia sair com os pais. Foi embora há menos de meia hora. Vem, senta que vou te servir uma xícara de café. Espero que goste.
Fui até a mesa enquanto Juan se levantou pra pegar a xícara de café, e pude ver que ele só tava de short tipo boxer de algodão. Mesmo não sendo justo no corpo, grudava bastante, e não consegui deixar de notar o belo volume que aparecia.
— Aqui, tia, sua xícara de café.
Tive que fazer força pra não olhar pro volume quando ele veio na minha direção.
— Obrigada, sobrinho. Se o gosto for igual ao cheiro, pode crer que vou gostar.
Isso foi o que minha boca disse, mas minha mente pensava: se o pau é do jeito que tá marcando... deve ter um belo pedaço de carne meu sobrinho..
Tomamos nosso café e pouco falamos sobre o que aconteceu na noite anterior, embora por outro lado eu gostaria de ter perguntado como ele foi com a Jenny na cama, já sabendo a resposta claro kkkkkk
-Não quer comer algo João, eu vou fazer umas panquecas..
-Claro tia, não cairia mal comer alguma coisa..
Então me levantei pra pegar os ingredientes das panquecas e dessa vez foi meu sobrinho que reparou como eu estava, não percebi que só estava de camisola e sem roupa por baixo, ele tinha que notar isso sem falar que pela transparência da camisola dava pra ver o escuro dos meus mamilos, enquanto preparava a massa podia sentir que ele não tirava os olhos de mim, acho que isso fez meus mamilos começarem a endurecer. Antes de ligar o fogão procurei a frigideira onde faço as panquecas que fica na parte de cima do armário, então fiquei na ponta dos pés pra alcançar e claro a camisola subiu e naquele instante pensei que visão da minha bunda estou dando pro meu sobrinho.. e ouvi a voz dele me dizendo:
-deixa eu ajudar tia..
Ouvindo essas palavras e sentindo aquele volume encostar nas minhas nádegas, ufff que sensação tão gostosa, fiquei parada e ele continuava encostando o pau na minha bunda e como não achava a frigideira fazia movimentos de se esticar o que fazia ele enfiar mais o pau em mim que eu podia sentir ficando mais duro.. Como pude falei:
-é a frigideira preta que está no fundo..
E ele voltou com uma nova investida e enfiou mais forte o pau em mim isso me fez inclinar um pouco deixando minha bunda indefesa, ele com uns movimentos esfregou de novo aquele pedaço de carne.. Finalmente abaixou o corpo e colocou a frigideira no balcão mas não se afastou de trás de mim, eu como pude me virei e nesse movimento esfreguei completamente o pau dele, estava duro bem rijo e ao ficar de frente pra ele a primeira coisa que fiz foi abaixar a vista, queria apreciar como tava o tronco dele e quando vi a barraca enorme que ele tinha no short, era certeza que meu sobrinho tinha um pauzão.
— uau, Juan, cê me deixou com fome, foi?
— desculpa, tia, não foi minha intenção, mas você…
— eu o quê, Juan???
— você tá muito gostosa..
— ai, sobrinho, como cê vai me dizer isso se eu sou uma velha pra você, ainda mais tendo uma menina tão linda como a Jenny..
— cê não é velha nenhuma, tia, e é verdade, a Jenny é muito linda, mas você é mais mulher..
Enquanto a gente conversava, eu não parava de olhar o volume do meu sobrinho, e o olhar dele tava fixo nos meus peitos, que já tinham os bicos grossos e duros, querendo furar a camisola pra sair..
— não acredito que um jovem tão bonito como você curte velhas igual a mim..
— cê não é velha nenhuma, tia..
Falando isso, Juan me pega pela cintura com força e firmeza..
— olha como cê tá dura, olha esses teus peitões.. sabe que tenho amigos que já me perguntaram se você fez silicone, porque veem suas fotos no Facebook.. eu falo que os seus são naturais..
— sério?
— sim, tia.. sempre gostei de como seus peitos aparecem..
— que coisa que cê fala, sobrinho, sou sua tia..
Fiz um movimento como se fosse sair, mas ele não deixou, me segurou pela cintura, e o que eu causei foi que ele encostasse mais ainda, agora quase que o pau dele roçava na frente da minha buceta, que pra ser sincera já tava super molhada..
— se é minha tia.. e me deixa louco há um tempão..
Falando isso, as mãos dele subiram até chegar nos meus peitos..
— acho que cê gosta, tia, olha como cê tá, os bicos dos seus peitos parecem que vão explodir..
E sem dizer mais nada, meu sobrinho começou a apertar meus peitos e encostou de vez o pau dele na minha buceta, eu deixei ele se deliciar com meus peitos, é uma coisa que me fascina, que apertem e amassem eles, os movimentos dele eram desesperados, mas eu gostava de me sentir tão desejada, fazia tanto tempo que um homem não amassava meus peitos, de sentir que eu conseguia deixá-lo nesse estado de desespero..
Ele começou a me beijar no pescoço e a chupar meus bicos por cima da camisola, eu aceitava e acariciava a cabeça e o cabelo dele pra dar confiança de que o que ele fazia tava me dando tesão..
-Tia, que delícia seus peitos, sempre sonhei em fazer isso..
Eu ia responder pra ele chupar do jeito que quisesse quando senti os dedos dele abrindo os lábios da minha buceta..
-ummmm uauuuu grmmmm
Foi isso que saiu de mim, um gemido gostoso que deixou meu sobrinho mais louco ainda, fazendo o dedo do meio esfregar meu clitóris e enterrar até o fundo da minha xota.. minhas pernas fraquejaram e ele me segurou pra eu não cair. Me recompus, mas ele não parava de me beijar na boca, no pescoço e nos meus peitos (ainda por cima da camisola)..
Me apoiei no balcão e abri mais minhas pernas pra facilitar a punheta gostosa que ele tava dando na minha buceta e tirei a camisola pra ele poder chupar do jeito certo meus peitos inchados, aff, que delícia sentir a boca quente dele sugando meus bicos e com o dedo entrando e saindo sem parar na minha buceta, não demorei pra gozar. De novo ele teve que me segurar pra não cair..
Quando me recuperei do orgasmo, falei:
-vem, vamos pro meu quarto, quero sentir você por completo..
Chegamos na minha cama entre beijos e apalpadas, mandei ele deitar e me deixar satisfazer ele. Ele obedeceu e eu fiquei de quatro em cima dele..
-que delícia ver seus peitões enormes pendurados, tia..
-não se preocupa, você vai chupar eles já.. primeiro deixa eu comer esse pauzão enorme que você tem..
Quando falei isso, ele se deixou deitar e eu fui direto pro pau dele, puxei o short e a cueca e o pau enorme saltou pra fora. Suspirei ao ver aquela beleza de pedaço de carne morena, grossa e cheia de veias, era um espetáculo ver ele ali parado, bem ereto e pronto pra eu aproveitar..
Sem mais enrolação, levei ele à boca e comecei a chupar. Na primeira lambida, Juan soltou um gemido, com minha mão.. comecei a dar a devida esfregada combinando com o movimento da minha boca, tentava engolir o máximo que podia, comparando com os outros paus que já chupei, o do Juan deve ter uns 18cm, mas o diferencial era o quanto ele é duro e grosso..
Continuei chupando o pau dele e ele não parava de gemer e falar como eu estava fazendo bem, meus movimentos com a mão eu acelerava, assim como a entrada e saída da minha boca, estava adorando ter aquele pau na minha boca.. Meu segundo vício depois de terem chupado meus peitos é chupar pau, sou do tipo de mulher que seria feliz chupando pau o dia inteiro, muitos dos meus ex-parceiros me confessaram que o que mais sentiam falta de mim eram os boquetes que eu dava..
Fiquei assim uns 15 minutos lambendo e chupando o pau do meu sobrinho, chupava as bolas dele, mas sempre sem parar de bater uma com a mão quando senti que o orgasmo estava chegando (pelas gotinhas de pré-gozo), mandei ele se acalmar e comecei a engatinhar pra colocar minha buceta em cima do pau duro dele, nos ajeitamos e pegando o pau dele direcionei pra entrada da minha xota, esfreguei um pouco no meu clitóris pra molhar a cabeça dele e aí sim coloquei a glande na boca da minha buceta e com suavidade me deixei cair em cima daquela estaca..
Uffff as paredes da minha vagina foram violadas pela presença daquela massa de carne que buscava se acomodar e com alguns movimentos de sobe e desce fui dilatando pra me ajustar ao tamanho do pau do meu sobrinho.. Depois que minha xota se adaptou ao pau dele, me inclinei pra começar a me mexer, Juan deixava eu levar o ritmo e ele só se deliciava mais uma vez com meus peitos, as mãos dele apertavam e esfregavam, especialmente meus bicos grossos que estavam prestes a explodir de novo.. Como explicar aquela sensação de ter aquele pau dentro, tão duro, tão rijo, me sentia viva de novo e era com o pau do meu sobrinho..
Comecei meu movimento de cintura, pra frente e pra trás e sentia minha xota se expandir e contrair em volta do pau dele e isso me fez acelerar os movimentos, já minha respiração tava bem pesada, assim como a do meu sobrinho, e comecei a dizer:
- Deus, que gostoso, tô sentindo ele.. é tão grande.. tão grossa.. que delíciaaa
- que gostoso você se mexe, tia, você é uma mulher divina..
Juan me dizia isso enquanto chupava meus peitos e me segurava com uma mão na cintura pra levar meu ritmo..
- morde meus bicos.. chupa forte os bicos da sua tia..
Juan não hesitou em fazer a ação, me dando uns primeiros mordiscos suaves nos meus bicos, acho que com medo de me machucar..
- assim, Juan, um pouco mais forte, faz sua puta tia gritar..
Quando ele me mordeu com mais força, deixei escapar um grito de prazer.. meu sobrinho parou assustado..
- é assim que eu gosto, gostoso..
Me levantei e comecei a rebolar com mais força, segurei nas mãos dele pra ter mais equilíbrio e montei com tudo..
- siiiim, continua assim, tia, que vou gozar, vai fundo, não para..
Continuei rebolando e pude sentir o calor do gozo dele enchendo minhas entranhas, seguido do estalo característico que o pau dentro e a buceta cheia de porra fazem, isso ativou meu orgasmo e, com uns poucos movimentos a mais, desabei no peito dele, exausta pelo orgasmo magnífico que acabava de ter..
Os dois estávamos exaustos e respirando forte, mas ainda sentia o pau dele na minha buceta e, aos poucos, ele foi murchando.. Recuperei um pouco o fôlego, desci e fui até o pau dele, que já mostrava metade do tamanho que tinha até pouco tempo, na pélvis dele tinha uma poça de porra com meus fluidos e o membro todo estava ensopado de espuma branca..
- acho que isso nenhuma mulher ainda fez pra você..
E comecei a lamber de um jeito pra deixar o pau dele limpinho, limpei os restos que tinha na pélvis dele e continuei chupando o pau dele, que divino aquele gosto de porra com fluido vaginal, queria deixar ele bem limpinho e repito: adoro chupar pau..
Minha surpresa foi quando, já tendo terminado de limpar, eu continuava lambendo ele.. Caralho, senti ele enfiando os dedos na minha racha e começou a brincar com os lábios da minha buceta e com meu clitóris, hummm que gostoso, pensei comigo, mas mais gostoso foi quando senti que o bicho dele tava acordando de novo..
- Ufffff que gostoso, papai, seu amigo já tá acordando de novo…
- Sim, tia, continua chupando.. segue chupando…
Continuei minha tarefa e em poucos minutos o pau dele já tava duro de novo, não podia acreditar..
- Vem, tia, quero que você fique de quatro pra te comer por trás..
Me ajeitei na beirada da cama como ele pediu e ofereci minha bucetinha ainda escorrendo o leite dele.. Ele se levantou, me pegou pela cintura e depois de dar umas palmadas, abriu os lábios da minha xota com os dedos, viu que ainda tava lubrificada e me meteu com força..
- Hummmmmmmmmmmmm assim, papai, que gostoso…
Dessa vez era meu sobrinho quem tava no controle, me segurava firme pela cintura e me penetrava com vontade, cada estocada fazia eu sentir o pau dele na minha nuca, tava me comendo com força, as bolas dele batendo no meu clitóris, fazia tempo que não me castigavam tão gostoso assim..
- Não para, papai, parte a buceta da sua tia..
- Diz que você gosta….
- Adoro… me dá duro….
Não conseguia evitar gritar e gemer com cada metida que ele dava, tava me comendo muito forte e divino..
- Duro.. me dá duro.. faz eu gozar.. mete seu leite em mim..
Com a mão comecei a esfregar meu clitóris rápido e sentia as bolas dele batendo na minha mão..
- Xota, assim, me dá duro, tô gozando..
E soltei um grito que os vizinhos devem ter ouvido, mas não importa, meu sobrinho tava me dando uma surra de buceta.. Gozei e continuei gemendo, e incentivei ele a encher ela de leite..
- Vai, papai, me dá seu leite.. dá o leite pra sua tia.. enche a buceta da sua tia com seu leite..
- Aproveita pra arrebentar a tia gostosa.. sou sua puta, me come duro…
- Ufffffffffffff tô gozando, tia… hummmmmmmmmmm grmmmmmmmmm
E senti ele despejando mais uma vez o leite dentro da minha buceta…
Depois das últimas estocadas, ele se Ele saiu e se jogou na cama, completamente exausto.. Eu me deitei ao lado dele e sentia os jatos de porra escorrendo da minha buceta..
A gente dormiu e acordou umas duas horas depois..
Desde aquele dia começou um relacionamento entre meu sobrinho e eu.. que vou contar em futuros relatos..
Espero que tenham gostado.. E se sim, compartilha com seus seguidores... Valeu
27 comentários - Sou a nova puta do meu sobrinho
Lamentablemente por Rango solo me dan esos puntitos, porque mereces muchos mas!
Muy bueno!
Me calentaste, lo escribiste Muy Bien!
Felicitaciones
http://www.poringa.net/posts/relatos/2407295/Soy-la-nueva-puta-de-mi-sobrino-Parte-2.html
Saludos.