Um preto arrombou minha buceta

Meu nome é Vanessa, sou mexicana, casada, 1,68m de altura, pele branca, cabelo castanho e por aí vai. Basicamente, essa sou eu, e vou contar uma parada que rolou comigo há um ano e meio numa viagem pra França com meu marido.

Deixa eu falar um pouco da minha vida: eu amo meu marido, ele é um cara foda, me ama, me cuida, é um empresário de sucesso, todo um pacotão de qualidades. Só que ele tem um problema: não é muito bem dotado (cê sabe do que tô falando), e ainda sofre de impotência sexual. Imagina só, eu sou super sensual, acho, e não consigo viver sem sexo. Então, antes de casarmos, ele aceitou que de vez em quando eu tenha meus dias de folga e me divirta com uns amigos.

Aqui estou eu quando a gente passeava por Paris.

Bom, na nossa viagem anterior pra Europa — a gente ama viajar — já tínhamos rodado a Espanha e estávamos na França. De repente, uma noite, num restaurante, chegamos pra jantar e tava lotado, sem lugar. Aí nos ofereceram uma mesa compartilhada onde já tinha um pessoal jantando. Aceitamos, passamos, cumprimentamos e fomos pedir nossa janta. E, cê sabe, a conversa começou. Era um senhor francês empresário, o filho dele, e um cara que era tipo o sócio dele, tentando fechar negócios. Esse último, que tentava ser sócio, era um cara alto, magro mas forte. E adivinha? Era um NEGÃO de origem africana, da Nigéria, pra ser exata. O nome dele é Guy. E, cara, fiquei apaixonada por ele desde que vi. Homens de cor sempre foram minha fraqueza, tenho muito respeito e admiração por eles. São super empreendedores, inteligentes, mas acima de tudo fortes, lindos pra caralho, e mmmmmm, super bem dotados — isso é o melhor.

E bom, desde que chegamos, não resisti e sentei do lado dele. E as coisas foram rolando. Durante o jantar, a gente conversou e foi ficando mais à vontade, até que a janta acabou, veio a sobremesa, e colocaram uma música. Não me segurei e pedi pra ele me tirar pra dançar, já que meu marido não curte. Eu disse, ele aceitou na hora e fomos dançar. Ele é um baita dançarino, me girava, me abaixava, me puxava, enfim, um mestre na pista. A cada dança, a confiança aumentava, a gente ficava mais colado, grudadinho, trocando olhares, umas apalpadas leves... Foi aí que percebi que ele tinha uma costa super forte e larga, um peitão duro e um rabo, mmmmmmm, super duro e gostoso.

Os movimentos e os abraços na dança foram ficando cada vez mais óbvios e ousados. O pessoal que veio com ele já tinha ido embora, e só meu marido estava sentado na mesa, sozinho, enquanto a gente dançava. Eu tava feliz e, naquele momento, decidi que não ia deixar ele ir embora naquela noite. Ia ficar comigo a noite toda, e tava disposta a fazer o que fosse preciso.

Então comecei a ser muito provocativa, muito ousada na dança, e de repente vi meu marido levantar da mesa e ir embora. Hahaha, entendi que naquela noite ele ia ter que arrumar outro quarto pra dormir, porque eu ia estar ocupada. Hahaha, adoro me sentir assim, só de lembrar juro que fico toda molhadinha, me fascina, adoro me sentir muito atrevida, muito safada, muito puta, como dizem. Sou assim, e quando gosto de um homem, não paro até conseguir. Adoro ser tratada um pouco, ou muito, na força, que sejam ousados e meio brutos comigo na hora do love. Adoro sexo forte, ousado, ser tratada como uma puta, bem assim.

Corri pelos corredores, puxando ele pela mão, não liguei se parecia uma louca correndo dentro do hotel. Subimos no elevador, e mesmo não estando sozinhos, eu não perdia a chance de apalpar o volume dele, o peito dele, e ele de passar a mão na minha bunda enquanto eu me encostava nele. Finalmente chegamos no andar, descemos, e correndo abri a porta, puxei ele com força pela mão, fechei e me joguei nele. Não tinha controle de mim, tava desesperada, super tarada, super quente, totalmente descontrolada. Abracei ele, beijei com tudo, senti os lábios grossos e fortes dele beijando, sugando e... Dominavam meus lábios, como a língua dele lambia minha boca, enquanto me livro do meu paletó, ficando nua da cintura pra cima. Com muita força, ele me segurou pela cintura e, sem nenhum respeito ou cuidado, puxou minha calça social, arrancando os broches e rasgando o zíper, deixando-a aberta. Me empurrou pra trás e disse: "Tira isso". Obedeci na hora. — "A sua meia-calça também", ele falou com aquela voz forte e rouca. Fiquei completamente nua à mercê dele. Caminhei pra trás e me sentei num sofá da salinha do quarto, enquanto ele tirava a camisa devagar, desafivelava a calça e deixava cair. Uau, e super uau! Que pernas eram aquelas: fortes, peludas, negras, incríveis. Mmm, nisso eu estava na frente dele, com as pernas abertas, acariciando meus seios com uma mão e com a outra minha buceta toda molhada, brincando com a língua e apreciando meu negão que estava na minha frente. Quando ele baixou a cueca, mmmmmmm, o melhor espetáculo estava diante de mim: aquela pica preta tremenda, que eu tinha beijado minutos antes, estava no dobro do tamanho, completamente dura, ereta. Era um pau venudo, grosso, com uma cabeça enorme que eu sabia que ia me machucar um pouco, mas não me importava. Seria meu, e só meu naquela noite. Adorava aquelas bolas como pendiam. Então não esperei mais: me joguei nele, beijando, acariciando, mordendo os lábios dele, até que peguei no pau dele. Mmm, naquele momento, perdi todo o controle de mim e toda a autoridade. Ele me pegou pelo cabelo, puxou um pouco pra baixo, me beijou com força, mordendo meus lábios, enfiando a língua, apalpando meu corpo todo, e disse com aquela voz de negão: — "Você vai conhecer o que é um homem negro." Me virou de costas pra ele. Eu tinha que virar todo o pescoço pra continuar beijando ele, enquanto ele, à vontade, acariciava meus peitos, puxava eles, e eu sentia entre minhas nádegas aquele pau enorme que não perdia a força. Então me virei de novo, e ele fez eu me ajoelhar na frente dele. Eu comecei a tentar... de mamar no pau dele, era difícil aquela cabeça mal cabia na minha boca, juro que quando peguei no pau dele, não conseguia fechar minha mão, não dava conta por causa da grossura que ele tinha, eu lambia desde a base até a cabeça, aquelas veias como se sentiam na minha língua ao lamber, e chupar, adoro aquele gosto do lubrificante que sai deles, mmmmmmmm eu tava perdida.

Então me viro, ele me pega pela cintura e me levanta, ficando eu de quatro, uyyyy sabia o que vinha, esfrego minha buceta de novo e buuuummmmm, pra dentro, aquele pau que já entrava com menos trabalho, mas a mesma dor, uyyyyyyyyy, eu soltei um grito, do mesmo jeito, enquanto ele me bombava forte destruindo meu útero e buceta, mmmmmmmm, ele tirava o pau, batia nas minhas nádegas com ele, e metia de novo, quando de repente sinto um puxão,

AAAAAAAYYYYYYYYYYYYYYYYYY, me deu um puxão de cabelo com toda força, enquanto me penetrava até o fundo, eu tava completamente vulnerável, com um pau grosso de 23 cm dentro de mim, um negão super forte me puxando pelo cabelo, naquele momento aquela virou minha posição favorita de submissão, dominação ou prazer, como quiserem chamar.

Senti que de repente com um daqueles dedos longos e duros que ele tinha, começou a acariciar meu cu, UYYYYY, aquilo que vinha, eu adorava mas com aquele pau?

Aos poucos ele acariciou, enfiou um dedo, depois outro, e enquanto continuava me penetrando pela buceta, quando ele tira, me deu uma palmada na bunda e me jogou pro lado, queria que eu chupasse ele, coisa que aceitei feliz, assim podia ensalivar melhor pro que vinha, mmmmm, que pau gostoso tava me comendo, eu tava sendo comida como sempre sonhei, me sentia uma puta completa, uma super puta, enorme e vulgar, fazendo o que um desconhecido pedia, e nem ia me pagar, isso é pior que uma puta, e mais ainda, na verdade, seria eu quem teria pagado pra ser comida por aquele negão horrível, quando naquele momento ele me fez voltar à realidade me tirando o pau da boca, e ele falou pra eu ficar de quatro de novo, era inevitável, ele ia me penetrar pelo meu cu, mmmmmmm, eu já queria ele dentro e comecei a pedir, me come pelo cu, vai, pussy, sou sua, sou sua puta, — Sua cadela maldita, você é uma puta — ele disse, — então é assim que vou te tratar, e AAAAAAYYYYYYYYYYYY, caralho, filho da puta, ele meteu forte, arrombando meu cu, sem piedade nenhuma, maldito preto, arrombou meu cu, me deixando toda machucada, mas eu tava quase inconsciente, sentia ele bombando, meu cu, aberto e penetrado, ele metia até o fundo, tirava e metia de novo, UYYYYYYYY, era incrível, mas muito doloroso, mas era meu sonho. — Ele falava: você é uma puta, né? Então aguenta isso. Ele me tratou muito mal, mas eu amei, ele me penetrava, saía, metia na minha buceta, e de novo no meu cu, e voltava pra minha buceta, ele tava me comendo em todos os sentidos, quando de repente, ele puxou meu cabelo de novo e meteu até o fundo no meu rabo, MMMMMMMMMMMMMMM MMMMMMMMMMMMMMMM, quando ele disse: — Aqui está meu leite, e eu senti ele gozando dentro de mim, UYYYYYYYY, foi sensacional sentir aqueles jatos e esguichos, mmmmmm, que gostoso, ele continuava com os movimentos, fortes sem parar, parecia que não tinha gozado, mmmm, quando comecei a sentir um pouco saindo do meu cu e escorrendo pelas minhas pernas, Guuuauuuu, era o sêmen do meu preto que não cabia mais dentro do meu cu, de tão cheio de pau, e saía, pufff, tava exausta.

Me deixei cair na cama, virei e fiquei de barriga pra cima, ele com o pau ainda durasso, veio de joelhos, colocou entre meus peitos e continuou, guuuuaauuuu, era o homem dos meus sonhos, não parava de foder meus peitos, quando percebi que ele queria gozar de novo, então ajudei chupando o pau dele toda vez que chegava perto da minha boca, enquanto deslizava entre meus peitos, até que BBBBUUUUUMMMMMM

Saiu de novo meu leite gostoso, mmmmmmmm, lambuzou todos meus peitos, pescoço, lábios, mmmm, com meus dedos eu pegava um pouco e Levei à boca pra provar, e comer, sempre gostei do gosto de porra, e costumo comer, mmmmmmmm, foi a melhor foda da minha vida, e a primeira vez que transei com um negão, mmmm.

Caímos na cama e dormimos, umas 2 horas depois, ele me acordou, e tava muito tarado, de novo, e não consegui negar fazer de novo, mmmmm foi incrível, terminamos exaustos. De manhã, fui eu quem acordou.

Primeiro, ufffff, super dolorida, minhas pernas doíam, os braços, minha buceta e meu cu, que não me deixaram sentar direito por 2 dias, então não pude deixar de selar aquela foda com um boquete foda que dei nele, quando ele acordou, eu tava com o pau dele na boca, e dei a despedida com uma chupada que acho que ele nunca vai esquecer, hehehehe, só de lembrar fico super quente e tarada, não consigo evitar.

Tomamos banho, e ele tinha que ir, quando me disse: TE ESPERO AMANHÃ NO MESMO LUGAR, hahahahaha não fui, por causa da dor no meu cu, juro que não aguentaria uma foda por 2 dias, e claro que me arrependi de não ter ido, porque nunca mais o vi e não consegui encontrá-lo de novo. Então por isso resolvi escrever esse relato, espero que um dia você veja e me escreva, e se não, espero que algum negão que ler isso me escreva, que eu vou sempre adorar conhecer e hehehehe atender todo amigo e não amigo negro, são minha fraqueza e minha loucura.

3 comentários - Um preto arrombou minha buceta

Excelente historia!
Muuuy caliente!
Gracias por comparitr
De onda te lo digo...... existe la B !!!!!!!!!!! Jalaba, excitaba, giraba, platicábamos, acabo, todas las escribiste con V...........
Más allá de eso (que hacés bien en corregir) muy buena historia.