Depois daquele encontro que a gente teve, eu e minha prima (http://www.poringa.net/posts/relatos/2394741/Mi-prima-se-separo.html), a gente manteve contato por rede social ou mensagenzinha de texto. Lembro que, entre um assunto e outro, ela comentou que um dia gostaria de ir ao estádio ver o time de futebol da nossa cidade. Eu, obviamente, fui rápido e falei que quando ela quisesse, eu convidava e a gente podia ir numa boa.
Combinamos um dia em que o time ia jogar e a gente iria ver. O jogo começava às 3, e eu falei pra ela que naquela tarde passaria buscá-la na casa dela às 1 e 30. Desde aquela noite em que a gente tinha transado, nunca mais tinha visto minha prima e não conversamos por telefone, só por escrito. Quando eu tava quase chegando na casa dela, ela me ligou no celular e eu fiquei muito nervoso, porque não era a mesma coisa falar do que escrever. Atendi e falei:
- Alô?
- Oi, primo, passa pelo portão dos fundos que ainda não terminei de me vestir porque não sei o que vestir.
- Ah, beleza, já tô chegando, Juli.
Naquele momento, eu não sabia se aquilo era uma indireta ou se ela realmente não sabia como ir vestida. Entrei pelo portão dos fundos e vi ela se aproximando pelo corredor. Pra minha surpresa, ela tava de biquíni verde, me recebeu com um beijo na bochecha e um abraço bem carinhoso e falou pra eu entrar!
Ela me perguntou como tinha que ir vestida pro estádio, e eu fiquei tentado a deixar ela bem gostosa, mas ir com uma mulher assim pra um jogo não era fácil, ia receber mais de um assédio. A primeira coisa que perguntei foi se ela ia de maiô, mas ela disse que não, que ia colocar uma calcinha comum. Eu já tava meio excitado, era inevitável, e falei que com uma legging e uma camiseta já tava de bom tamanho. 5 minutos depois, ela saiu do quarto dela com a legging preta, a camiseta e o cabelo preso num rabo de cavalo. Ela deu uma voltinha pra eu ver e perguntou, sorrindo:
- E aí? Tô boa assim?
- Sim, Juli, fantástica!
Subimos no carro e, pra minha surpresa, não tocamos no assunto daquela noite, só estacionamos o carro. Descemos e começamos a fazer a Booty pra entrar no estádio. Imagina que foi uma enxurrada de cantadas, umas boas, mas outras bem sem noção, e eu falei pra minha prima:
— Se você estiver desconfortável, a gente vai embora, Juli!
— Relaxa, é bom ouvir cantada ou não? — e ela riu.
Conforme a gente chegava na porta, íamos ficando cada vez mais apertados com toda aquela gente, e a grande maioria era homem. Diante disso, ela se colocou na minha frente pra evitar que alguém se aproveitasse e segurou minhas duas mãos. Num momento, estávamos tão apertados que eu tinha toda a minha parte da virilha encostada naquele cuzão redondo e lindo dela. Depois conseguimos entrar e nos sentamos nas cadeiras.
Não minto ao dizer que uns 3 ou 4 caras chegaram nela pedindo o número ou tentando puxar conversa, mas ela, bem esperta, pro primeiro cara que se aproximou disse:
— Valeu, mas tenho namorado
e na hora pegou na minha mão como se eu fosse o namorado. Repetiu isso toda vez que alguém chegava perto dela. E comentei:
— A gente combina bem como namorados, né? haha
e ela, entre risadas, falou:
— Nada, eu sou uma coroa pra você!
e eu respondi:
— Na real, se pudesse, eu casava com você, prima!
ela me olhou docemente e disse:
— Você é um fofo, priminho! — e me deu um beijo na bochecha.
Quando o jogo terminou, a gente levantou e foi pra saída. Já saindo do estádio, um sem noção aproveitou o momento, porque minha prima deu um grito e falou:
— Ai, me apalparam a bunda, otário!!
e sim, como não, aquela bunda era pra ser apalpada, mas não conseguimos ver quem foi o agressor.
Ao sair de lá, eu pensava que, quando deixasse ela em casa, ela me convidaria pra entrar, mas pra minha decepção ela disse:
— Primi, não quero ser chata, mas não me leva pra buscar meus filhos na escola?
e claro que eu falei que sim.
Os filhos dela tinham 8 e 4 anos. Eu sabia que ela podia me chamar pra tomar algo, mas não seria a mesma coisa se os filhos estivessem por perto. Mas beleza, fomos, pegamos os filhos dela e voltamos pra casa dela.
Ao chegar, minha esperança de que algo rolasse... Algo ressurgiu, já que ela me disse pra ficar à vontade, que ia levar os filhos dela pra tirar uma soneca, já que ainda não eram seis da tarde. Ainda tinha um solzão brilhando.
Eu fiquei de boa e minutos depois ela veio, sentou no sofá comigo e disse que a partida tinha acabado com ela e me agradeceu porque tinha se divertido pra caralho. Aí, inevitavelmente, o assunto daquela noite veio à tona e ela me disse:
- Realmente amei aquela noite e adoro passar tempo com você, mas isso não vai muito longe.
E eu, de forma madura, falei:
- Sei, prima, mas a gente pode continuar com isso sem ir pra outras paradas, já que os dois se divertem pra caralho.
E ela respondeu:
- É verdade, mas não quero que você pense que tô te usando, primo.
E eu comentei:
- Não, prima, pra mim foi lindo estar com você e daria tudo pra repetir.
Aí ela sorriu e a gente começou a se beijar, mas na hora ela falou:
- Aqui não dá, primo, os meninos podem aparecer. Vamos pro quarto.
A gente levantou e foi pro quarto. E quando vi a cama enorme de casal, falei:
- Tudo isso só pra você, Juli? Que inveja, haha.
Ela riu, mandou eu entrar e fechou a porta.
A gente começou a se beijar de novo e tirou toda a roupa num tempo recorde, eu fiquei de cueca e ela de calcinha e sutiã. Com a luz do sol ainda entrando e a janelona do quarto dela, dava pra ver tudo clarinho. A gente se jogou na cama e terminou de tirar tudo, ficando pelados os dois. Ela me colocou de barriga pra cima, subiu em cima, enfiou meu pau até o fundo dentro dela e começou a rebolar. Eu comecei a soltar uns gemidos, mas ela colocou o dedo indicador na boca, como quem diz que podiam nos ouvir.
Minutos depois, sem tirar meu pau de dentro, virei ela de bruços e comecei a meter bem forte, e ela com as mãos arranhava minhas costas.
Mas mais pra frente rolou uma treta grande.
Eu coloquei minha prima de quatro e comecei a meter, e senti aquela buceta linda... Minha bunda batia nela, mas de repente ouvimos a porta abrir, e era o filho mais velho dela. Inocentemente, o menino disse:
— Mãe, o que vocês estão fazendo?
Imagina só: ela tava de quatro e eu metendo forte por trás. Na hora, ela se levantou e disse:
— Não!! Mateus, o que você tá fazendo aqui? — toda desesperada.
Eu não podia acreditar, mas depois, mais calmos, explicamos que era só uma "brincadeira" o que a gente tava fazendo, que ele não precisava se preocupar. O menino entendeu, e um tempo depois ela disse que não podia acreditar no que tinha acontecido. Quando o menino voltou a dormir, ela falou que o melhor era eu ir embora, mas eu perguntei se antes de ir a gente podia terminar o que tinha começado.
A gente se trancou no banheiro, eu puxei a calcinha dela pra baixo e comecei a meter de novo. Pra minha surpresa, minha prima não aguentou nem um minuto e disse:
— Primo, tô quase gozando.
Isso me fez gozar quase na hora, e eu gozei dentro da minha prima de novo, bem na hora que ela também tava gozando.
Terminamos, ela se virou e me deu um beijo apaixonado, e falou pra eu ir embora, que a gente ia se ver de novo.
Foi assim. A gente se despediu e eu fui pra casa, na esperança de ter outro encontro.
Combinamos um dia em que o time ia jogar e a gente iria ver. O jogo começava às 3, e eu falei pra ela que naquela tarde passaria buscá-la na casa dela às 1 e 30. Desde aquela noite em que a gente tinha transado, nunca mais tinha visto minha prima e não conversamos por telefone, só por escrito. Quando eu tava quase chegando na casa dela, ela me ligou no celular e eu fiquei muito nervoso, porque não era a mesma coisa falar do que escrever. Atendi e falei:
- Alô?
- Oi, primo, passa pelo portão dos fundos que ainda não terminei de me vestir porque não sei o que vestir.
- Ah, beleza, já tô chegando, Juli.
Naquele momento, eu não sabia se aquilo era uma indireta ou se ela realmente não sabia como ir vestida. Entrei pelo portão dos fundos e vi ela se aproximando pelo corredor. Pra minha surpresa, ela tava de biquíni verde, me recebeu com um beijo na bochecha e um abraço bem carinhoso e falou pra eu entrar!
Ela me perguntou como tinha que ir vestida pro estádio, e eu fiquei tentado a deixar ela bem gostosa, mas ir com uma mulher assim pra um jogo não era fácil, ia receber mais de um assédio. A primeira coisa que perguntei foi se ela ia de maiô, mas ela disse que não, que ia colocar uma calcinha comum. Eu já tava meio excitado, era inevitável, e falei que com uma legging e uma camiseta já tava de bom tamanho. 5 minutos depois, ela saiu do quarto dela com a legging preta, a camiseta e o cabelo preso num rabo de cavalo. Ela deu uma voltinha pra eu ver e perguntou, sorrindo:
- E aí? Tô boa assim?
- Sim, Juli, fantástica!
Subimos no carro e, pra minha surpresa, não tocamos no assunto daquela noite, só estacionamos o carro. Descemos e começamos a fazer a Booty pra entrar no estádio. Imagina que foi uma enxurrada de cantadas, umas boas, mas outras bem sem noção, e eu falei pra minha prima:
— Se você estiver desconfortável, a gente vai embora, Juli!
— Relaxa, é bom ouvir cantada ou não? — e ela riu.
Conforme a gente chegava na porta, íamos ficando cada vez mais apertados com toda aquela gente, e a grande maioria era homem. Diante disso, ela se colocou na minha frente pra evitar que alguém se aproveitasse e segurou minhas duas mãos. Num momento, estávamos tão apertados que eu tinha toda a minha parte da virilha encostada naquele cuzão redondo e lindo dela. Depois conseguimos entrar e nos sentamos nas cadeiras.
Não minto ao dizer que uns 3 ou 4 caras chegaram nela pedindo o número ou tentando puxar conversa, mas ela, bem esperta, pro primeiro cara que se aproximou disse:
— Valeu, mas tenho namorado
e na hora pegou na minha mão como se eu fosse o namorado. Repetiu isso toda vez que alguém chegava perto dela. E comentei:
— A gente combina bem como namorados, né? haha
e ela, entre risadas, falou:
— Nada, eu sou uma coroa pra você!
e eu respondi:
— Na real, se pudesse, eu casava com você, prima!
ela me olhou docemente e disse:
— Você é um fofo, priminho! — e me deu um beijo na bochecha.
Quando o jogo terminou, a gente levantou e foi pra saída. Já saindo do estádio, um sem noção aproveitou o momento, porque minha prima deu um grito e falou:
— Ai, me apalparam a bunda, otário!!
e sim, como não, aquela bunda era pra ser apalpada, mas não conseguimos ver quem foi o agressor.
Ao sair de lá, eu pensava que, quando deixasse ela em casa, ela me convidaria pra entrar, mas pra minha decepção ela disse:
— Primi, não quero ser chata, mas não me leva pra buscar meus filhos na escola?
e claro que eu falei que sim.
Os filhos dela tinham 8 e 4 anos. Eu sabia que ela podia me chamar pra tomar algo, mas não seria a mesma coisa se os filhos estivessem por perto. Mas beleza, fomos, pegamos os filhos dela e voltamos pra casa dela.
Ao chegar, minha esperança de que algo rolasse... Algo ressurgiu, já que ela me disse pra ficar à vontade, que ia levar os filhos dela pra tirar uma soneca, já que ainda não eram seis da tarde. Ainda tinha um solzão brilhando.
Eu fiquei de boa e minutos depois ela veio, sentou no sofá comigo e disse que a partida tinha acabado com ela e me agradeceu porque tinha se divertido pra caralho. Aí, inevitavelmente, o assunto daquela noite veio à tona e ela me disse:
- Realmente amei aquela noite e adoro passar tempo com você, mas isso não vai muito longe.
E eu, de forma madura, falei:
- Sei, prima, mas a gente pode continuar com isso sem ir pra outras paradas, já que os dois se divertem pra caralho.
E ela respondeu:
- É verdade, mas não quero que você pense que tô te usando, primo.
E eu comentei:
- Não, prima, pra mim foi lindo estar com você e daria tudo pra repetir.
Aí ela sorriu e a gente começou a se beijar, mas na hora ela falou:
- Aqui não dá, primo, os meninos podem aparecer. Vamos pro quarto.
A gente levantou e foi pro quarto. E quando vi a cama enorme de casal, falei:
- Tudo isso só pra você, Juli? Que inveja, haha.
Ela riu, mandou eu entrar e fechou a porta.
A gente começou a se beijar de novo e tirou toda a roupa num tempo recorde, eu fiquei de cueca e ela de calcinha e sutiã. Com a luz do sol ainda entrando e a janelona do quarto dela, dava pra ver tudo clarinho. A gente se jogou na cama e terminou de tirar tudo, ficando pelados os dois. Ela me colocou de barriga pra cima, subiu em cima, enfiou meu pau até o fundo dentro dela e começou a rebolar. Eu comecei a soltar uns gemidos, mas ela colocou o dedo indicador na boca, como quem diz que podiam nos ouvir.
Minutos depois, sem tirar meu pau de dentro, virei ela de bruços e comecei a meter bem forte, e ela com as mãos arranhava minhas costas.
Mas mais pra frente rolou uma treta grande.
Eu coloquei minha prima de quatro e comecei a meter, e senti aquela buceta linda... Minha bunda batia nela, mas de repente ouvimos a porta abrir, e era o filho mais velho dela. Inocentemente, o menino disse:
— Mãe, o que vocês estão fazendo?
Imagina só: ela tava de quatro e eu metendo forte por trás. Na hora, ela se levantou e disse:
— Não!! Mateus, o que você tá fazendo aqui? — toda desesperada.
Eu não podia acreditar, mas depois, mais calmos, explicamos que era só uma "brincadeira" o que a gente tava fazendo, que ele não precisava se preocupar. O menino entendeu, e um tempo depois ela disse que não podia acreditar no que tinha acontecido. Quando o menino voltou a dormir, ela falou que o melhor era eu ir embora, mas eu perguntei se antes de ir a gente podia terminar o que tinha começado.
A gente se trancou no banheiro, eu puxei a calcinha dela pra baixo e comecei a meter de novo. Pra minha surpresa, minha prima não aguentou nem um minuto e disse:
— Primo, tô quase gozando.
Isso me fez gozar quase na hora, e eu gozei dentro da minha prima de novo, bem na hora que ela também tava gozando.
Terminamos, ela se virou e me deu um beijo apaixonado, e falou pra eu ir embora, que a gente ia se ver de novo.
Foi assim. A gente se despediu e eu fui pra casa, na esperança de ter outro encontro.
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