Uma história quente com a mãe do meu amigo (PARTE 2)

Esta é a continuação do primeiro relato (http://www.poringa.net/posts/relatos/2393909/Una-historia-de-love-de-la-mama-de-mi-amigo-y-yo.html)

Depois daquela noite inesquecível que passei com a mãe do meu amigo, obviamente eu queria continuar tendo encontros. Por isso, depois daquela noite, continuei em contato com ela pelo Facebook e por mensagens de texto, mas o tempo todo sabíamos que podia ser perigoso, já que meu amigo podia ler, mas no fundo acho que eu curtia essa adrenalina.

Lembro que nas mensagens a gente se chamava de linda, meu amor, minha vida, gosto de você, como se fôssemos dois adolescentes apaixonados. Uma tarde, ela me mandou uma mensagem de texto:
- Lindo, hoje estou sozinha, se quiser a gente pode ver um filme.
Essa mensagem me deixou louco e não hesitei em aceitar. Ela disse pra eu ir depois do jantar, já que era o horário que meu amigo ia sair.

Esperei dar 22h30, me troquei, coloquei minha melhor roupa e me perfumei. Fui e decidi tocar a campainha! E como era de se esperar, ela abriu a porta. Lá estava ela, com uma calça jeans branca bem apertada nas pernas e, por cima, uma blusa azul que não marcava nada. Sem dúvida, o ponto forte era a calça.

Cumprimentei ela com um beijo metade bochecha, metade boca e entrei. Ela disse pra eu dar uma olhada e colocar o filme no DVD, que ela não tinha conseguido, enquanto servia dois copos de refrigerante. Ela sentou e cruzou as pernas com os copos nas mãos até eu conseguir colocar o filme. Então fui e sentei ao lado dela e peguei o copo. Sem dúvida, o filme era de amor e blá blá blá. Assistimos quase o filme inteiro, já que eu sabia que tinha a noite toda pra fazer o que quisesse.

Depois de uma hora de filme, os dois protagonistas, depois de muita enrolação, se beijaram apaixonadamente e transaram. Enquanto isso acontecia, "Mari" tomou a iniciativa e, digamos, se reclinou um pouco e apoiou a cabeça no meu ombro. Eu, instantes depois, estendi o abraço e rodeei o pescoço dela, e minha mão ficou pendurada sobre um dos peitos dela.

Ela, mais adiante, parou e disse que ia buscar mais refrigerante. Quando se levantou e caminhou até a cozinha, só a luz da TV me deixou ver a bunda linda e enorme que a Mari tinha. Como já disse, não era nem bunduda nem perfeita, até era meio desproporcional, mas me deixava louco.

Ela voltou e se colocou na mesma posição que estávamos, só que com uma das mãos acariciando meu abdômen e comentou:
— Que história linda, queria ter tido uma assim quando era pequena —
e eu olhei fixo na cara dela e respondi:
— Se você me deixar, eu faria isso por você —
e ela, sem dizer nada, me beijou apaixonadamente. Ainda estávamos sentados no sofá, mas eu me virei para acariciar o rosto dela enquanto a beijava, e ela enfiou um dos braços debaixo da minha camiseta e começou a acariciar minha cintura e costas.

Minutos depois, comecei a descer minha mão e coloquei sobre uma das nádegas dela. Foi lindo, era grande e tinha movimento. Naquele momento, ela tirou minha camiseta e começou a beijar meu pescoço, descendo de surpresa até minha calça. Lá, ela desabotoou o botão e abaixou a calça junto com a cueca de uma vez, me deixando completamente nu. E, para minha surpresa, ela pegou meu pau e colocou inteiro na boca dela! Eu não podia acreditar, a mãe do meu amigo estava me dando um boquete foda. Eu apertava ela com as mãos para que entrasse totalmente na garganta dela. Depois de poucos minutos, avisei que ia gozar, e na hora ela parou.

Ao parar, ela se levantou, virou de costas e tirou a roupa, me deixando ver aquela bunda linda. Depois, virou de novo, enquanto eu continuava sentado no sofá. Ela colocou uma perna de cada lado meu e, de frente pra mim, começou a cavalgar. Diferente da outra vez, ela soltava gemidos mais fortes e até gritos, por isso eu também aproveitei para me expressar.

Mais adiante, contei meu desejo de fazer com ela na cozinha. Ela riu e pegou minha mão. Caminhamos os dois nus até a cozinha, e lá eu coloquei ela. de um jeito que ela virasse de costas pra mim e colocasse uma perna dela em cima da pia, e ali comecei a comer ela sem dó, metia tão forte que minhas pernas não aguentavam mais, os gemidos dela já não eram nada tímidos e no momento em que nós dois estávamos quase gozando, ela abaixou a perna e começou a rebolar mais e mais forte e disse:
— Goza dentro de mim, meu amor!
e eu, sem fôlego, falei:
— Sim, Mari, já vou gozar, não aguento mais
até que não resistimos e os dois gozamos gritando sem parar, ela molhou o chão todo e parte das minhas pernas, e eu joguei todo o meu esperma dentro dela.

Ficamos nos beijando um tempinho na cozinha depois de transar e ouvimos uma chave na porta. Eu fiquei pálido, era meu amigo, mas na hora ela mandou eu sair pela porta dos fundos...

Mais pra frente conto como me safei (ou não) dessa...

4 comentários - Uma história quente com a mãe do meu amigo (PARTE 2)

Caliente y contundente!!!
Muy bueno! A favoritos de una. 🤘
Que lástima que no tengo puntos...
Ojala sigas contándonos mas de esta veterana! 🔥 🔥 🔥
sebis10 +1
me calento mucho... muy buena historia!!