Com as velas acesas, apaguei a luz

Quando eu tinha 35 anos, tava namorando uma mina de 20, a gente tinha uma cama bárbara. Ela se chamava Lu e começou sendo uma armadilha. Ela fazia uns boquetes divinos e, quando gozava, a cara dela se transformava — era o sonho de qualquer cara.

Um dia, tive uma ideia e preparei tudo antes dela chegar em casa. Era um velão grosso que eu talhei em forma de pênis com duas cabeças. Deixei em cima da mesa quando ela chegou, e você precisava ver a cara de felicidade dela. Na hora a gente testou. Ela mesma colocou a camisinha nele e, enquanto me chupava, eu passava o brinquedo na buceta dela. Enterrei a cabeça pra brincar na entrada, ela tava louca.

Coloquei ela de quatro, com aquela rabuda enorme que ela tem, e minha mente perversa tomou conta. Parti o velão no meio e enfiei na buceta e no cu dela — era como realizar a fantasia dela de ser comida por vários. Meti com força, e ela gemia cada vez mais alto, gritava, xingava e pedia pra eu não parar. Assim, de quatro, eu metia na buceta enquanto ela enfiava os dois brinquedos na boca.

Ela gozou pra caralho, me fez pirar a cabeça. No final, gozei na boca dela — foi lindo. Espero que curta esse relato, o primeiro.

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