Faz dois anos que vim estudar na Capital, como na maioria dos casos, bem dura na grana.
Dividimos um quarto com a Marina, uma mina bárbara, toda desenrolada, mas com um defeito: ela éA palavra "mechera" em espanhol se refere a uma mulher que pratica furtos, especialmente em lojas ou em locais públicos, geralmente de forma sorrateira e habilidosa. Em português brasileiro, a tradução mais natural e coloquial seria:
**"batedora de carteira"** ou **"punguista"** (mais formal), mas no contexto de furtos em lojas, também pode ser **"ladra de loja"** ou **"cleptomaníaca"** (se houver um transtorno associado). No entanto, se você quer um termo mais específico e usado no Brasil para esse tipo de furto feminino, **"batedora"** é o mais comum.
Se for para uso em gíria ou contexto mais informal, pode-se usar **"mão-leve"** (para ambos os sexos) ou **"punga"** (para furto em geral).
Exemplo de tradução em frase:
- "Ela é uma mechera." → "Ela é uma batedora de carteira." ou "Ela é uma mão-leve."
Caso o contexto seja mais específico (como furto em lojas), pode-se dizer:
- "Ela é uma ladra de loja." (mas isso perde a nuance de habilidade e sorrateirice).
Se precisar de uma tradução mais literal e adaptada ao seu contexto, me avise!, vale dizer que ela rouba roupas nas lojas. Se precisa de uma roupinha nova, nada muito grande, uma camiseta, roupa íntima ou um par de meias. Já vi ela fazer isso com a maior facilidade, nunca foi pega e eu sempre dava bronca nela por causa disso.
Uns meses atrás conheci um cara que me virou a cabeça, tava doida por ele e queria ser única pra ele. Ele me convidou pra passar um fim de semana na praia e, como tava de folga, aceitei.
A gente já transava, mas eu queria mimar ele, impressionar com algum conjunto de lingerie bem sexy, mas... não tinha grana.
- Faz igual eu - me disse a Marina
- Cê tá louca... Me empresta alguma coisa.
- Claro, se eu roubei, você pode usar, não me enche, se quer uma parada dessas, se joga - Ela falou, levantando a saia e mostrando uma fio dental de renda linda.
Aquela noite quase não dormi, me masturbei imaginando como meu cara ia reagir ao conjunto de fio dental, sutiã e cinta-liga de renda preta e cetim que eu tinha visto na última vez que fui com a Marina na loja onde ela costumava roubar.comprar.De manhã acordei decidida e fui na loja. Fiz todo o percurso igual a Marina, olhei peça por peça, perguntei isso e aquilo. Quando o vendedor tava atendendo uma senhora, aproveitei e enfiei o conjunto na bolsa e tirei uma blusa de liquidação pra provar, sabendo que não tinha meu tamanho. Deixei lá, agradeci e fui pra saída.
- Moça - O vendedor se colocou entre a porta e eu.
- Sim
- Preciso ver sua bolsa
- Como? - Fazendo de conta que não entendia
- Sua bolsa - Já sem tanta educação.
- O senhor não tem direito nenhum...
- Eu talvez não, mas então vamos chamar a polícia - Enquanto fala isso, tranca a porta e guarda a chave.
Meus nervos explodiram
- Não, por favor, amanhã trago o dinheiro, é que...
- A bolsa.
Passei a bolsa tremendo igual uma folha. Ele tirou o conjunto e conferiu se não tinha mais nada.
- Sabia que mais cedo ou mais tarde ia pegar vocês. Sua amiga eu tive que pedir desculpa três vezes, mas sempre soube que tavam me roubando.
Com o nervosismo que tava, fiquei paralisada e não respondi nada. Ele me pegou pelo cabelo e me levou até o balcão.
- Vamos ver como você explica isso pro delegado.
- Não, não chama, eu pago.
- É? Com o quê? - Falou revirando a bolsa toda, que não tinha nem pra um doce. - Acho que isso não dá - Jogando as moedas no balcão.
- Amanhã eu...
- Não, gatinha, já me encheu o saco. Agora é minha vez de encher. Não quer que eu chame a polícia... Tá bom, pega, veste isso pra ver como fica em você e como pode pagar - Me entregou o conjunto apontando pro provador.
Morrendo de vergonha, fui pro provador. Quando fui fechar, ele segurou minha mão e disse:
- Não, com os costumes que você tem, não vou tirar os olhos de você.
- Mas...
- Se tiver problema, a gente resolve no telefone.
Ele se apoiou no balcão sem parar de me olhar. Por mais que tentasse me esconder, era impossível: as três paredes do provador eram de espelho.
Terminei de vestir o conjunto que Ver ele no espelho me confirma que era exatamente o que eu queria pra surpreender meu boy, mas achei um horror estar na frente do vendedor, ainda mais tendo que me trocar na frente dele.
Me olho de novo, mal cobre meus peitos e não entendo por que meus bicos estavam durinhos como nunca. Tenho uma raba empinada, firme e com essa fio dental e o portaligas se destacava ainda mais, e a fio dental tão pequena e transparente que dava pra perceber como meu púbis tá sempre depilado.
Ele faz sinal pra eu chegar perto, tô ciente que até chegar no balcão dá pra me ver da rua, mas já me decidi a tudo pra ele não chamar a polícia.
Quando chego onde ele tá, ele afasta o cabelo com que eu tentei cobrir meu peito, com um dedo percorre a alça e a borda da taça do sutiã e sobe pelo outro lado.
- Gira.
Dou a volta e ele me para de costas pra ele. Pega todo meu cabelo, que chega na minha cintura, desce com o dedo desde a nuca, pela minha coluna, até a fio dental, segue a borda me fazendo girar puxando pelo cabelo, marca assim todo o contorno da fio dental.
- Sem dúvida que fica muito bem em você, muito excitante.
Puxa meu cabelo aproximando meu rosto do dele. Quando me teve a centímetros da boca dele, a outra mão aperta minha cintura me encostando contra o corpo dele, sinto a excitação dele no meu púbis.
- Chega, por favor - Sussurro
- Me beija.
Ele me tem nas mãos dele, se eu resistir ou ele chama a polícia ou me pega à força, e sentindo a mão dele na minha cintura sei que não tenho muita chance de escapar, peso menos de cinquenta quilos e nunca tive experiência em briga física.
Encostei minha boca na dele, não num beijo, mas ele me ajustou com a mão que segurava meu cabelo e com a língua abriu meus lábios. Me senti dominada por completo e isso, muito apesar de mim, me excitou. Em pouquíssimos segundos eu tava colaborando com ele, as mãos dele acariciaram meu corpo inteiro.
Ele voltou a mão pra minha nuca e pressionou pra baixo, não precisei que ele dissesse o que queria, fui me ajoelhando devagar. até ficar de frente pro sexo dele, dava pra ver pulsando pela calça. Senti a umidade da minha buceta e a mancha na calça dele me mostrou que ele tava igual.
Puxou meu cabelo fazendo eu levantar o olhar pros olhos dele.
- Continua.
Balancei a cabeça negando e ele sorriu. Abriu o zíper e pegou minha mão, enfiando dentro da braguilha. Minha surpresa ao encontrar o pau dele latejando sem cueca, vibrando duro na minha mão. Eu masturbo devagar, sem percorrer ele todo.
Solta o botão e a calça cai, descubro assim um pau circuncidado pela primeira vez. Duro... muito duro e balançando, a cabeça brilhando com aquelas gotas que denunciavam o tesão dele. Ele faz que sim com a cabeça, quer que eu chupe.
- Agora não tem volta, gata... nós dois sabemos o que tem que fazer.
O filho da puta me tem dominada sem jeito. Minha mão continua subindo e descendo no pau dele, sinto o calor na minha entreperna, quanto mais me irrito por ficar com tesão, mais tesão eu sinto. Faço ele desejar sem chupar, mas sei que quero tanto quanto ele, os olhos dele me apressam mas ele não fala nada, sabe que tô entregue.
Abro minha boca e o pau dele enche ela na hora, minha língua estuda ele todo, gira na cabeça, lambe o tronco inteiro, as bolas entram na minha boca e com a mão passo o membro todo molhado de saliva pelas minhas bochechas. Ouço os gemidos e suspiros dele.
Me levanta pelas axilas e me apoia no balcão, fico de bunda pra ele, puxa a tanga e esfrega a cabeça nos lábios da minha buceta encharcada, meus gemidos escapam apesar da minha vontade, levanto minha raba pedindo pra ele me penetrar de uma vez e ele não negou... empurrou a cabeça pra dentro de mim, sai e volta, na terceira enfiada sinto que chega até o fundo e fica ali um momento até eu começar a rebolar. Ele me pega pela cintura e tudo acelera, entra e sai cada vez mais rápido. Nisso olho pra rua e vejo gente passando na calçada, se alguém parar pra olhar a vitrine vai nos ver trepando no balcão, isso me deixou com mais tesão ainda, mas sentia que ele já estava muito apressado, ia gozar...
- Espera... me faz gozar também - Falo sem pensar.
Ele diminui o ritmo, passa uma mão por baixo de mim e acaricia meu clitóris, com a outra vai das costas pros peitos, beliscando os bicos. Fico louca... Aperto os músculos da buceta, sinto ele se apressar de novo, em cada estocada sinto ele bater em mim, o orgasmo dele vem... ele não aguenta mais, falo pra mim mesma:se apressa, sua boba... acaba logo...Sinto o endurecimento final e arqueio minhas costas... segurando meus ombros, ele empurra com força e fica parado... com o primeiro jato, grito meu orgasmo...
Saio do provador para me trocar com o conjunto na mão. A loja já está aberta, vou até o balcão.
- Você vai precisar disso - ele me diz e me passa umas meias pretas.
Pego as meias e vou embora sem olhar pra ele...
**"batedora de carteira"** ou **"punguista"** (mais formal), mas no contexto de furtos em lojas, também pode ser **"ladra de loja"** ou **"cleptomaníaca"** (se houver um transtorno associado). No entanto, se você quer um termo mais específico e usado no Brasil para esse tipo de furto feminino, **"batedora"** é o mais comum.
Se for para uso em gíria ou contexto mais informal, pode-se usar **"mão-leve"** (para ambos os sexos) ou **"punga"** (para furto em geral).
Exemplo de tradução em frase:
- "Ela é uma mechera." → "Ela é uma batedora de carteira." ou "Ela é uma mão-leve."
Caso o contexto seja mais específico (como furto em lojas), pode-se dizer:
- "Ela é uma ladra de loja." (mas isso perde a nuance de habilidade e sorrateirice).
Se precisar de uma tradução mais literal e adaptada ao seu contexto, me avise!, vale dizer que ela rouba roupas nas lojas. Se precisa de uma roupinha nova, nada muito grande, uma camiseta, roupa íntima ou um par de meias. Já vi ela fazer isso com a maior facilidade, nunca foi pega e eu sempre dava bronca nela por causa disso.
Uns meses atrás conheci um cara que me virou a cabeça, tava doida por ele e queria ser única pra ele. Ele me convidou pra passar um fim de semana na praia e, como tava de folga, aceitei.
A gente já transava, mas eu queria mimar ele, impressionar com algum conjunto de lingerie bem sexy, mas... não tinha grana.
- Faz igual eu - me disse a Marina
- Cê tá louca... Me empresta alguma coisa.
- Claro, se eu roubei, você pode usar, não me enche, se quer uma parada dessas, se joga - Ela falou, levantando a saia e mostrando uma fio dental de renda linda.
Aquela noite quase não dormi, me masturbei imaginando como meu cara ia reagir ao conjunto de fio dental, sutiã e cinta-liga de renda preta e cetim que eu tinha visto na última vez que fui com a Marina na loja onde ela costumava roubar.comprar.De manhã acordei decidida e fui na loja. Fiz todo o percurso igual a Marina, olhei peça por peça, perguntei isso e aquilo. Quando o vendedor tava atendendo uma senhora, aproveitei e enfiei o conjunto na bolsa e tirei uma blusa de liquidação pra provar, sabendo que não tinha meu tamanho. Deixei lá, agradeci e fui pra saída.
- Moça - O vendedor se colocou entre a porta e eu.
- Sim
- Preciso ver sua bolsa
- Como? - Fazendo de conta que não entendia
- Sua bolsa - Já sem tanta educação.
- O senhor não tem direito nenhum...
- Eu talvez não, mas então vamos chamar a polícia - Enquanto fala isso, tranca a porta e guarda a chave.
Meus nervos explodiram
- Não, por favor, amanhã trago o dinheiro, é que...
- A bolsa.
Passei a bolsa tremendo igual uma folha. Ele tirou o conjunto e conferiu se não tinha mais nada.
- Sabia que mais cedo ou mais tarde ia pegar vocês. Sua amiga eu tive que pedir desculpa três vezes, mas sempre soube que tavam me roubando.
Com o nervosismo que tava, fiquei paralisada e não respondi nada. Ele me pegou pelo cabelo e me levou até o balcão.
- Vamos ver como você explica isso pro delegado.
- Não, não chama, eu pago.
- É? Com o quê? - Falou revirando a bolsa toda, que não tinha nem pra um doce. - Acho que isso não dá - Jogando as moedas no balcão.
- Amanhã eu...
- Não, gatinha, já me encheu o saco. Agora é minha vez de encher. Não quer que eu chame a polícia... Tá bom, pega, veste isso pra ver como fica em você e como pode pagar - Me entregou o conjunto apontando pro provador.
Morrendo de vergonha, fui pro provador. Quando fui fechar, ele segurou minha mão e disse:
- Não, com os costumes que você tem, não vou tirar os olhos de você.
- Mas...
- Se tiver problema, a gente resolve no telefone.
Ele se apoiou no balcão sem parar de me olhar. Por mais que tentasse me esconder, era impossível: as três paredes do provador eram de espelho.
Terminei de vestir o conjunto que Ver ele no espelho me confirma que era exatamente o que eu queria pra surpreender meu boy, mas achei um horror estar na frente do vendedor, ainda mais tendo que me trocar na frente dele.
Me olho de novo, mal cobre meus peitos e não entendo por que meus bicos estavam durinhos como nunca. Tenho uma raba empinada, firme e com essa fio dental e o portaligas se destacava ainda mais, e a fio dental tão pequena e transparente que dava pra perceber como meu púbis tá sempre depilado.
Ele faz sinal pra eu chegar perto, tô ciente que até chegar no balcão dá pra me ver da rua, mas já me decidi a tudo pra ele não chamar a polícia.
Quando chego onde ele tá, ele afasta o cabelo com que eu tentei cobrir meu peito, com um dedo percorre a alça e a borda da taça do sutiã e sobe pelo outro lado.
- Gira.
Dou a volta e ele me para de costas pra ele. Pega todo meu cabelo, que chega na minha cintura, desce com o dedo desde a nuca, pela minha coluna, até a fio dental, segue a borda me fazendo girar puxando pelo cabelo, marca assim todo o contorno da fio dental.
- Sem dúvida que fica muito bem em você, muito excitante.
Puxa meu cabelo aproximando meu rosto do dele. Quando me teve a centímetros da boca dele, a outra mão aperta minha cintura me encostando contra o corpo dele, sinto a excitação dele no meu púbis.
- Chega, por favor - Sussurro
- Me beija.
Ele me tem nas mãos dele, se eu resistir ou ele chama a polícia ou me pega à força, e sentindo a mão dele na minha cintura sei que não tenho muita chance de escapar, peso menos de cinquenta quilos e nunca tive experiência em briga física.
Encostei minha boca na dele, não num beijo, mas ele me ajustou com a mão que segurava meu cabelo e com a língua abriu meus lábios. Me senti dominada por completo e isso, muito apesar de mim, me excitou. Em pouquíssimos segundos eu tava colaborando com ele, as mãos dele acariciaram meu corpo inteiro.
Ele voltou a mão pra minha nuca e pressionou pra baixo, não precisei que ele dissesse o que queria, fui me ajoelhando devagar. até ficar de frente pro sexo dele, dava pra ver pulsando pela calça. Senti a umidade da minha buceta e a mancha na calça dele me mostrou que ele tava igual.
Puxou meu cabelo fazendo eu levantar o olhar pros olhos dele.
- Continua.
Balancei a cabeça negando e ele sorriu. Abriu o zíper e pegou minha mão, enfiando dentro da braguilha. Minha surpresa ao encontrar o pau dele latejando sem cueca, vibrando duro na minha mão. Eu masturbo devagar, sem percorrer ele todo.
Solta o botão e a calça cai, descubro assim um pau circuncidado pela primeira vez. Duro... muito duro e balançando, a cabeça brilhando com aquelas gotas que denunciavam o tesão dele. Ele faz que sim com a cabeça, quer que eu chupe.
- Agora não tem volta, gata... nós dois sabemos o que tem que fazer.
O filho da puta me tem dominada sem jeito. Minha mão continua subindo e descendo no pau dele, sinto o calor na minha entreperna, quanto mais me irrito por ficar com tesão, mais tesão eu sinto. Faço ele desejar sem chupar, mas sei que quero tanto quanto ele, os olhos dele me apressam mas ele não fala nada, sabe que tô entregue.
Abro minha boca e o pau dele enche ela na hora, minha língua estuda ele todo, gira na cabeça, lambe o tronco inteiro, as bolas entram na minha boca e com a mão passo o membro todo molhado de saliva pelas minhas bochechas. Ouço os gemidos e suspiros dele.
Me levanta pelas axilas e me apoia no balcão, fico de bunda pra ele, puxa a tanga e esfrega a cabeça nos lábios da minha buceta encharcada, meus gemidos escapam apesar da minha vontade, levanto minha raba pedindo pra ele me penetrar de uma vez e ele não negou... empurrou a cabeça pra dentro de mim, sai e volta, na terceira enfiada sinto que chega até o fundo e fica ali um momento até eu começar a rebolar. Ele me pega pela cintura e tudo acelera, entra e sai cada vez mais rápido. Nisso olho pra rua e vejo gente passando na calçada, se alguém parar pra olhar a vitrine vai nos ver trepando no balcão, isso me deixou com mais tesão ainda, mas sentia que ele já estava muito apressado, ia gozar...
- Espera... me faz gozar também - Falo sem pensar.
Ele diminui o ritmo, passa uma mão por baixo de mim e acaricia meu clitóris, com a outra vai das costas pros peitos, beliscando os bicos. Fico louca... Aperto os músculos da buceta, sinto ele se apressar de novo, em cada estocada sinto ele bater em mim, o orgasmo dele vem... ele não aguenta mais, falo pra mim mesma:se apressa, sua boba... acaba logo...Sinto o endurecimento final e arqueio minhas costas... segurando meus ombros, ele empurra com força e fica parado... com o primeiro jato, grito meu orgasmo...
Saio do provador para me trocar com o conjunto na mão. A loja já está aberta, vou até o balcão.
- Você vai precisar disso - ele me diz e me passa umas meias pretas.
Pego as meias e vou embora sem olhar pra ele...
9 comentários - A mechera
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