Depois de ser pego pela minha tia enquanto chupava ela, pensei que as coisas iam ficar estranhas entre nós sempre que eu fosse na casa dela, por isso demorei umas semanas pra voltar, enquanto me masturbava lembrando do gosto da buceta dela.
Umas semanas depois voltei, tava meio tenso, depois de comer, saí pra fumar um cigarro (Minha família não sabia que eu fumava, pelo menos era o que eu achava) sempre ia lá pro fundo do quintal porque ali ninguém me pegava, acendi o cigarro e dei duas tragadas e de repente apareceu a Inês, eu joguei o cigarro fora rápido, o que que você tem comigo? Ela perguntou, nada eu falei, ela chegou mais perto de mim e disse, “você não fala comigo, me evita, o que foi? Não gostou do jeito que chupei você outro dia? Se for isso posso tentar melhorar”, eu falei que não, que tinha sido incrível, mas que achava que ela ia ficar envergonhada pelo que aconteceu, ela chegou ainda mais perto de mim, pegou na minha pica e respondeu “você acha que ter sua pica gostosa na minha boca pode me envergonhar? O que eu tô é morrendo de vontade de chupar de novo, se você quiser, claro” “claro que quero” “de qualquer jeito eu ia chupar você mesmo se não quisesse, tô te devendo uma, você comeu minha buceta sem perguntar se eu tava a fim”
Inês abaixou minha calça e minha cueca, pegou na minha pica e enfiou na boca, me chupou até meu gozo encher a boca dela, tava percebendo que ela adorava porra, depois de engolir me deu um cigarro e outro pra ela enquanto fumava me perguntava se eu tinha gostado e como ela adorava chupar.
Aquilo acabou virando rotina, depois de comer eu saía pra fumar e Inês saía atrás e me chupava pra receber a sobremesa dela, um pouco de porra quente.
De vez em quando pra me deixar com tesão ela vestia o vestidinho verde e não usava calcinha, sentava com as pernas abertas pra eu ver bem a bucetinha peluda dela, se abaixava pra eu ver a raba, ou ia no banheiro e mijava com a porta aberta.
Assim passei o verão entre chupada e chupada, até chegar a primeira semana de Setembro tinha o casamento de uma prima, eu não queria ir, muito calor, meus avós, meu pai e minha irmã iam pro casamento, e já que iam, ficariam uma semana por lá, e meu tio tinha uma viagem de trabalho, ia ficar fora umas duas semanas. Minha tia se ofereceu pra ficar e cuidar de mim aquela semana. Arrumei a mala e fui pra casa dos meus avós, fui pro meu quarto e comecei a desfazer a mala, Inês entrou e me perguntou: "Você não gostaria de dormir comigo essa semana?" Não hesitei, peguei minha mala e levei pro quarto da minha tia. Enquanto desfazia a mala, minha tia começou a se despir, vestiu o biquíni e disse: "Vou pra piscina, te espero lá." Rapidão vesti o sungão e fui pra lá, Inês estava deitada numa espreguiçadeira de bruços, com a parte de cima do biquíni desabotoada, me aproximei e ela pediu pra passar creme nas costas. Passei minhas mãos por todas as costas dela, cada vez descia um pouquinho mais até chegar na bunda dela. "Isso que você tá tocando não é costa." Eu, sem graça, subi de novo até as costas, ela desamarrou a calcinha do biquíni e disse: "Assim você vai espalhar melhor, passa bem que se eu queimar a bunda, não vai poder tocar nela a semana toda." Comecei a percorrer a bunda dela com as mãos. "Abre minhas nádegas e passa creme no meu cu que ele não tá acostumado com o sol." Quando terminei, ela se levantou totalmente pelada e entrou na piscina, eu fui atrás dela e começamos a nos beijar e brincar. "Acho que você devia tirar o sungão, ou prefere que eu vista o biquíni?" Não demorei nada pra me livrar do sungão. Ficamos lá umas duas horas nos tocando, nos beijando e chupando um ao outro na piscina. Ela saiu, pegou o biquíni e entrou em casa, eu segui. Entramos no banheiro e ela, com um sorriso safado, disse: "Te faço um boquete rápido enquanto tomamos banho e depois vou fazer compras." Acho que nunca gozei tão rápido, ela começou a percorrer minha pica com a língua até chegar nas bolas, massageava elas e chupava, minha porra não demorou a sair pra dentro da boca dela. Quando minha tia voltou das compras, só trouxe uma sacola da farmácia com 5 caixas de camisinha. Ela tirou a camiseta e me perguntou: "Onde você quer me foder?" "Aqui mesmo." Ela se ajoelhou, baixou minha calça e cueca, eu me apoiei na mesa da cozinha, e ela começou a me chupar. Depois de um tempo, ela se levantou e começou a desabotoar a calça, foi abaixando devagar. Ela estava de calcinha preta, aquela das ocasiões especiais (a Inês tem um conjunto de lingerie preta, o resto é branca de feira). Tava molhada. Ela tirou a calcinha, eu peguei ela e deitei em cima da mesa, abri as pernas dela e comecei a lamber aquela buceta peludinha e bem molhada. Lambia o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos na ppk dela, até que uns gemidos enormes terminaram com uns espasmos na buceta que cuspiram uma gozada na minha cara. As pernas dela tremiam, e a Inês, com a voz entrecortada, balbuciou: "Mete agora." Eu ia pegar uma camisinha, e ela me segurou pelo braço e disse: "Tô muito tesuda, mete agora, sem camisinha." Assim que meti, minha tia começou a gemer. Cada movimento que eu fazia vinha acompanhado de um grito de prazer, e toda vez que eu tirava meu pau da buceta dela, cuspia um jato de gozo. Não demorei muito pra gozar, porque ver ela gemer me deixava a mil. No calor do momento, gozei dentro, e meu pau continuava duro, então resolvi continuar. Com o tesão da minha tia, pensei que talvez pudesse meter no cu dela, então tentei sem falar nada, mas assim que encostei a ponta, ela deu um grito acompanhado de um tapa: "No cu, não." Continuamos transando, mas dessa vez gozei na boca dela. Nisso, minha tia Charo chegou em casa. Só deu tempo de ouvir o barulho da porta abrindo. Nos vestimos rápido, mas minha tia Charo entrou na cozinha e nos viu suspeitos. Ela soltou uma pergunta: "Que cheiro é esse?" (o cheiro de sêmen) "E o que você tem na boca, Inês?" com um risinho safado. Continua...
Umas semanas depois voltei, tava meio tenso, depois de comer, saí pra fumar um cigarro (Minha família não sabia que eu fumava, pelo menos era o que eu achava) sempre ia lá pro fundo do quintal porque ali ninguém me pegava, acendi o cigarro e dei duas tragadas e de repente apareceu a Inês, eu joguei o cigarro fora rápido, o que que você tem comigo? Ela perguntou, nada eu falei, ela chegou mais perto de mim e disse, “você não fala comigo, me evita, o que foi? Não gostou do jeito que chupei você outro dia? Se for isso posso tentar melhorar”, eu falei que não, que tinha sido incrível, mas que achava que ela ia ficar envergonhada pelo que aconteceu, ela chegou ainda mais perto de mim, pegou na minha pica e respondeu “você acha que ter sua pica gostosa na minha boca pode me envergonhar? O que eu tô é morrendo de vontade de chupar de novo, se você quiser, claro” “claro que quero” “de qualquer jeito eu ia chupar você mesmo se não quisesse, tô te devendo uma, você comeu minha buceta sem perguntar se eu tava a fim”
Inês abaixou minha calça e minha cueca, pegou na minha pica e enfiou na boca, me chupou até meu gozo encher a boca dela, tava percebendo que ela adorava porra, depois de engolir me deu um cigarro e outro pra ela enquanto fumava me perguntava se eu tinha gostado e como ela adorava chupar.
Aquilo acabou virando rotina, depois de comer eu saía pra fumar e Inês saía atrás e me chupava pra receber a sobremesa dela, um pouco de porra quente.
De vez em quando pra me deixar com tesão ela vestia o vestidinho verde e não usava calcinha, sentava com as pernas abertas pra eu ver bem a bucetinha peluda dela, se abaixava pra eu ver a raba, ou ia no banheiro e mijava com a porta aberta.
Assim passei o verão entre chupada e chupada, até chegar a primeira semana de Setembro tinha o casamento de uma prima, eu não queria ir, muito calor, meus avós, meu pai e minha irmã iam pro casamento, e já que iam, ficariam uma semana por lá, e meu tio tinha uma viagem de trabalho, ia ficar fora umas duas semanas. Minha tia se ofereceu pra ficar e cuidar de mim aquela semana. Arrumei a mala e fui pra casa dos meus avós, fui pro meu quarto e comecei a desfazer a mala, Inês entrou e me perguntou: "Você não gostaria de dormir comigo essa semana?" Não hesitei, peguei minha mala e levei pro quarto da minha tia. Enquanto desfazia a mala, minha tia começou a se despir, vestiu o biquíni e disse: "Vou pra piscina, te espero lá." Rapidão vesti o sungão e fui pra lá, Inês estava deitada numa espreguiçadeira de bruços, com a parte de cima do biquíni desabotoada, me aproximei e ela pediu pra passar creme nas costas. Passei minhas mãos por todas as costas dela, cada vez descia um pouquinho mais até chegar na bunda dela. "Isso que você tá tocando não é costa." Eu, sem graça, subi de novo até as costas, ela desamarrou a calcinha do biquíni e disse: "Assim você vai espalhar melhor, passa bem que se eu queimar a bunda, não vai poder tocar nela a semana toda." Comecei a percorrer a bunda dela com as mãos. "Abre minhas nádegas e passa creme no meu cu que ele não tá acostumado com o sol." Quando terminei, ela se levantou totalmente pelada e entrou na piscina, eu fui atrás dela e começamos a nos beijar e brincar. "Acho que você devia tirar o sungão, ou prefere que eu vista o biquíni?" Não demorei nada pra me livrar do sungão. Ficamos lá umas duas horas nos tocando, nos beijando e chupando um ao outro na piscina. Ela saiu, pegou o biquíni e entrou em casa, eu segui. Entramos no banheiro e ela, com um sorriso safado, disse: "Te faço um boquete rápido enquanto tomamos banho e depois vou fazer compras." Acho que nunca gozei tão rápido, ela começou a percorrer minha pica com a língua até chegar nas bolas, massageava elas e chupava, minha porra não demorou a sair pra dentro da boca dela. Quando minha tia voltou das compras, só trouxe uma sacola da farmácia com 5 caixas de camisinha. Ela tirou a camiseta e me perguntou: "Onde você quer me foder?" "Aqui mesmo." Ela se ajoelhou, baixou minha calça e cueca, eu me apoiei na mesa da cozinha, e ela começou a me chupar. Depois de um tempo, ela se levantou e começou a desabotoar a calça, foi abaixando devagar. Ela estava de calcinha preta, aquela das ocasiões especiais (a Inês tem um conjunto de lingerie preta, o resto é branca de feira). Tava molhada. Ela tirou a calcinha, eu peguei ela e deitei em cima da mesa, abri as pernas dela e comecei a lamber aquela buceta peludinha e bem molhada. Lambia o clitóris dela enquanto enfiava dois dedos na ppk dela, até que uns gemidos enormes terminaram com uns espasmos na buceta que cuspiram uma gozada na minha cara. As pernas dela tremiam, e a Inês, com a voz entrecortada, balbuciou: "Mete agora." Eu ia pegar uma camisinha, e ela me segurou pelo braço e disse: "Tô muito tesuda, mete agora, sem camisinha." Assim que meti, minha tia começou a gemer. Cada movimento que eu fazia vinha acompanhado de um grito de prazer, e toda vez que eu tirava meu pau da buceta dela, cuspia um jato de gozo. Não demorei muito pra gozar, porque ver ela gemer me deixava a mil. No calor do momento, gozei dentro, e meu pau continuava duro, então resolvi continuar. Com o tesão da minha tia, pensei que talvez pudesse meter no cu dela, então tentei sem falar nada, mas assim que encostei a ponta, ela deu um grito acompanhado de um tapa: "No cu, não." Continuamos transando, mas dessa vez gozei na boca dela. Nisso, minha tia Charo chegou em casa. Só deu tempo de ouvir o barulho da porta abrindo. Nos vestimos rápido, mas minha tia Charo entrou na cozinha e nos viu suspeitos. Ela soltou uma pergunta: "Que cheiro é esse?" (o cheiro de sêmen) "E o que você tem na boca, Inês?" com um risinho safado. Continua...
14 comentários - Minha tia Inês: Uma coroa gostosa 2ª parte
Muy bueno!
😃
My god !! what a beautiful post
felicitaciones
MAYTE