Nos pediram nossa história completa, e aqui vai — é 100% real, e quero contar porque pode ajudar muita gente que quer experimentar esse mundo de experiências sexuais intensas, e se for a dois, melhor ainda. Desde que começamos com esse tipo de coisa, a comunicação entre eu e minha esposa melhorou, e temos menos problemas de ciúme; na verdade, ficamos mais excitados na cama lembrando do que fizemos. Preciso dizer que ainda estamos no processo, não fizemos tudo ainda — por exemplo, ainda não rolou uma troca total de casais, só chegamos no oral, mas estamos no meio do caminho. Já fizemos o trio HMH com penetração, e recentemente a dupla penetração e um gang bang, que a gente curtiu pra caralho. Também devo dizer que minha mulher não é viciada nisso, mas pelo menos aceitou e curtiu, como ela mesma fala. Mesmo assim, acho que posso inspirar muitos maridos ou casais que querem viver essas experiências.
Os homens sempre fantasiam com esse tipo de coisa — revistas e filmes estão ao alcance de todo mundo, mas nossas mulheres precisam ser motivadas, ensinadas se não souberem. Lembro que, com medo, falei com minha esposa sobre isso, e quando mostrei a primeira revista pornô que ela viu na vida, ela ficou brava e não quis ver. Mas, em outra ocasião, ela me pediu para comprar uma para ver na cama, e na época ninguém vendia por perto. Depois, comprei uma especialmente para ela ver, uma que tinha fotos de uma mulher com dois homens. Eu tremia pensando em como aquilo podia acabar, mas minha excitação falou mais alto e mostrei para ela, e chamou a atenção dela. Eu gostava de enfiar coisas na buceta dela, tipo bananas, pepinos e salsichas, e com isso começamos a fantasiar sobre como eu adoraria que vissem ela pelada e depois fazer a três, ou seja, minha mulher com dois homens. Isso nos excitava pra caramba, tanto ela quanto eu. Depois, mostrei o primeiro vídeo pornô num motel, e ela estava... Focada nas cenas, eu comparava revistas de ménage HMH pra mostrar pra ela e assim a gente se excitava. Mas, naquela época, era muito raro minha mulher ficar excitada com a ideia de um ménage com outra mulher ou qualquer coisa que envolvesse a presença de uma mulher; na verdade, ela ficava irritada só de mencionar. E quando eu falava fora da cama sobre realizar o ménage HMH, ela também se irritava.
Assim, o tempo foi passando e a gente só fantasiava. Eu pensava em como podia fazer minha mulher aceitar realizar essas coisas.
Então, me veio a ideia de soltar ela tirando fotos com as câmeras antigas, sabendo que ela e eu saberíamos que quem revelasse as fotos ia se deliciar com o corpo dela. Esse foi um primeiro grande passo pra ela se soltar. Cada foto era mais ousada que a anterior; primeiro não dava pra ver nem o rosto dela, depois já dava. E eu sempre lembrava minha mulher que o revelador tinha visto ela nua. Uma vez, deixei uma das fotos dela numa cabine telefônica pública pra alguém encontrar, e fiquei na frente vendo um senhor olhar a foto e guardar — isso também era um jeito de me preparar.
Outra vez, fomos ao cinema ver um filme tradicional, quando um homem que sentou do lado dela agarrou a coxa dela. Eu cortei o cara e ele se mandou, mas já em casa, na cama, a gente se excitou com aquilo. Eu perguntava até onde ele tinha agarrado e coisas assim.
Além disso, comecei a perguntar o que ela tinha feito com os ex-namorados dela. Eu fui o primeiro homem dela, mas eles já tinham avançado um pouco, pelo menos com os peitos dela. Eu perguntava se ela tinha gostado de como chupavam as tetas dela, e ela dizia que sim, e a gente se excitava.
Depois de um tempo, comecei a entrar na internet; lá se conhece uma porrada de casos de casais que realizam essas práticas, tem fotos, tem chats especializados e contatos. Lá, eu conversava pela primeira vez com casais e caras, falando sobre transar com minha mulher — era excitante, interessante, pelo menos. Contei pra minha mulher, ela ficou meio irritada. pouco, mas depois ela esqueceu, embora eu tenha dito que estava procurando um cara pra realizar o ménage, ela ficou na dúvida. Aí entrei em contato com uns caras, me passaram o número e eu entrevistei eles. Um deles me pareceu o mais adequado, era bonitão e pensei que com certeza ia agradar minha mulher, ele tinha experiência, até me mostrou fotos das experiências dele, então fiz minha esposa falar depois com ele por telefone, ela meio brava aceitou, daí pro encontro foi só meio passo... naquela época ele também tinha uma parceira de swing igual ele, embora só tenhamos falado por telefone, mas voltando ao encontro, propus pra minha esposa e a esquentava na cama como de costume, mas fora dela ela resistia, mas com tanta insistência ela aceitou, a ideia era só se conhecer, dançar, só isso naquela noite, e expliquei isso pra ele também.
Então marcamos pra uma noite, minha esposa ainda meio brava se arrumou, tava muito gostosa, nos encontramos com ele e nos cumprimentamos, em poucos minutos entramos numa festa, lá ele se saiu muito bem, falava das experiências dele com casais e já era natural pra ele, além de ser bem dotado fisicamente, sabia se virar e dava pra ver que eu tinha escolhido bem porque minha esposa foi entrando no clima, tava animada, pedia pra eles irem dançar mas que não demorassem, ele aproveitava pra colar ela no corpo e levar e trazer ela de mão dada, verdade que eu também tava curtindo estar ali naquela situação que a gente mesmo tinha criado, lembro que eu tinha levado umas fotos da minha mulher pelada e quando ela foi no banheiro mostrei pra ele, isso animou ele e quando saíram pra dançar, e eu não perdia um detalhe, vi pela primeira vez como minha esposa era beijada... meu coração dava um pulo, era tesão, ciúme, satisfação, era o primeiro contato com swing, a gente é um casal tradicional e até hoje nos consideramos assim, duas ou no máximo três vezes por ano a gente tem alguma experiência desse tipo, nada mais... Então esse foi o começo, eu tava Eu tava gozando pra caralho, então quando voltaram pra mesa, pedi pra eles se beijarem ali mesmo pra eu ver de perto. Imagina que loucura...
Minha esposa tava realmente curtindo a festa, embora ainda não quisesse ir mais longe. Também não queria que a festa acabasse; quando sugeri irmos pra casa, ela queria continuar dançando. Depois de um tempo, finalmente nos despedimos até a próxima, com um beijo entre eles, claro. Além disso, todo mundo já sabia que era só uma festa pra nos conhecermos... Esse foi nosso primeiro contato, nosso primeiro passo real no swing.
Depois do nosso primeiro encontro com um cara, minha esposa e eu ficamos impactados. É verdade que só rolou uns beijos, com a minha permissão, numa balada, mas já foi nossa primeira experiência na onda do swing. Minha esposa ficou super excitada. Se naquela noite não fomos além, foi por causa dos preconceitos dela — e um pouco dos meus também — e por não termos dado mais tempo pra noite. Esse cara com quem saímos também tinha uma parceira, com quem eu conversei por telefone. Minha ideia era sairmos os quatro, mas não era a ideia da minha esposa. Quando contei pra ela, ela ficou puta e perdeu a vontade.
Depois de um tempo, planejei outra saída com o mesmo cara. Dessa vez, propus pra minha mulher fazermos só o oral, e ela aceitou, mas não muito animada, pra ser sincero. Mesmo assim, ela se arrumou toda. Eu ficava olhando ela se trocando, emocionado. É uma sensação foda quando você vai fazer essas coisas com a pessoa com quem divide a vida há tantos anos. Novamente fomos pra uma festa. Lá, minha esposa tava à vontade de novo. Expliquei pro cara até onde iríamos naquela noite, e ele aceitou de boa, como um cavalheiro. E essa é uma dica pros casais: antes de sair com um cara, conversem bastante com ele. Assim você vai percebendo a personalidade dele e conhecendo ele fisicamente, mesmo que seja por foto. Com casais é praticamente a mesma coisa, e é bom que as minas conversem por telefone — isso elimina dúvidas sobre... a condição de casal dela. Então fomos de novo numa festa lá, só conversamos besteira e dançamos. Quando saímos, fomos no carro dele para um hostel — ele dirigindo e nós atrás. Ele falou na recepção e entramos os três no mesmo quarto. Uma vez lá dentro, pedi pra eles sentarem na cama, todos sorriam nervosos. Pedi pra eles se beijarem, de língua, e entre risadas eles fizeram. Daí ele disse pra minha esposa que queria dançar, mesmo sem música, beijou ela e continuaram se pegando de boca, em pé. Eu soltei a blusa da minha esposa e afrouxei o sutiã dela; levantando um pouco a blusa, peguei nos peitos dela. Também desabotoei a calça dela e abaixei um pouco, deixando a bunda e a selva dela à mostra. Ele, sem perder tempo, agarrou os peitos dela, jogou ela na cama e começou a chupar — era algo realmente incrível pra mim... Sem soltar minha esposa, continuavam deitados, abraçados, se beijando, minha esposa com os peitos e a bunda de fora, e ele segurando a bunda dela, colocou ela por cima dele, e eu tirando fotos. Continuavam se beijando, ele agarrava ela forte. Nisso, minha esposa começou a procurar o pau dele por cima da calça. Aí pedi pra eles se levantarem e pra ele colocar a camisinha pra minha esposa chupar ele — era a primeira vez na vida dela que via, tocava e chupava outro pau que não fosse o meu. O pau dele era quase igual ao meu, mas mais cabeçudo. Ela chupou como chupa em mim. Pra mim já era suficiente, pedi pra parar por ali naquela ocasião, e ele teve que aceitar — além disso, já tinha sido avisado e tinha que ser assim. Ficou por ali daquela vez, até um tempo depois. Depois continuei com minha esposa transando só nós dois, conversando felizes sobre o que aconteceu. Minha esposa dizia que pelo menos ele devia ter gozado na boca dela.
Então, depois de um tempo, a vontade de concretizar o ato não demorou a aparecer. Embora minha ideia original fosse a troca de casais, estava claro que minha esposa só topava o ménage. Então contatei de novo o amiguinho da rede. supostamente pra sair em casal, mas na última hora ele se desculpou, disse que não podiam vir juntos, muito conveniente pra ele, né, mas tanto faz, no fim das contas. Aí a calentura falou mais alto e eu sabia que minha esposa gostava dele, então decidi dar o próximo passo: a penetração.
Lembro que a gente tava esperando numa área de baladas quando sugeri que a gente fizesse logo a penetração com ele. Ela sorriu, entre nervosa e animada, compramos um colarzinho que vendiam por lá (que foi a única coisa que ela usou no final...), coqueteria feminina. Finalmente ele chegou com o carro, a gente se cumprimentou e entramos num lugar de música salsa, conversamos sobre tudo e mais um pouco, e aí saímos pra procurar um motel. Eu tava no banco de trás com minha esposa, ele dirigindo. Parou num motel e desceu pra falar na recepção. Minha esposa segurou minha mão e disse "não...", mas o sorriso dela dizia outra coisa... Então ele voltou e a gente entrou com o carro, e depois passamos pela recepção do motel os três juntos! Eu vi a moça que tava atendendo se tapando a boca de espanto enquanto a gente passava (depois disso a gente já entrou separado em outras ocasiões, com outros caras). Pegamos nosso quarto, ele trouxe umas cervejas e começamos a jogar "garrafada": girava a garrafa e quem ela apontasse tirava uma peça de roupa. Aos poucos fomos ficando pelados, minha esposa ficou só de calcinha. Lembro que ela se cobria o máximo que podia com o lençol, e a luz tava meia-boca.
Aí tirei a calcinha dela, me enfiei debaixo do lençol com ela e a penetrei, e joguei o lençol pra longe. Naquele momento já tava tudo dito... Ela me diz: "Fala pra ele chupar meus peitos..." Então o amiguinho, nem curto nem preguiçoso... Que loucura.
Aí a gente tava os três deitados na cama, nós chupando os peitos dela e pegando na buceta dela. Falei pra minha esposa ficar de quatro e meti nela enquanto ela chupava o pau dele, até que finalmente chegou o momento tão esperado. Pedi pra ele... Aquele que ia deitar, e pra ela eu falei pra sentar em cima dele. Era o momento mágico tão desejado. Ele tava de pau duro, eu acariciando minha esposa enquanto ela passava as pernas por cima dele pra sentar no pau dele. Coloquei minha mão entre a buceta dela e o pau dele quando começou a entrar... finalmente... Algo que parecia impossível, mas ali estávamos... o mais erótico que já vivemos. Naquele momento, que eu não conseguia acreditar, acendi todas as luzes porque precisava ver como aquele pau entrava na buceta da minha mulher. Ela sentada em cima dele, com a bunda toda à mostra, engolindo aquele pau de camisinha... o máximo.
Daí minha esposa levantou um pouco envergonhada depois de cavalgar ele e ter se beijado às vezes. Eu pedi pra ela tirar o leite dele com a boca.
Então ela começou o serviço. Ele tava deitado e minha esposa chupando ele até ele gozar. Eu também tinha me aliviado batendo uma. Minha esposa se deitou em cima dele e aí eu já falei chega. Ele se arrumou, se despediu da gente e foi embora. Nós continuamos transando, ainda incrédulos com o que a gente tinha feito, mas finalmente a fantasia tinha se realizado.
Os homens sempre fantasiam com esse tipo de coisa — revistas e filmes estão ao alcance de todo mundo, mas nossas mulheres precisam ser motivadas, ensinadas se não souberem. Lembro que, com medo, falei com minha esposa sobre isso, e quando mostrei a primeira revista pornô que ela viu na vida, ela ficou brava e não quis ver. Mas, em outra ocasião, ela me pediu para comprar uma para ver na cama, e na época ninguém vendia por perto. Depois, comprei uma especialmente para ela ver, uma que tinha fotos de uma mulher com dois homens. Eu tremia pensando em como aquilo podia acabar, mas minha excitação falou mais alto e mostrei para ela, e chamou a atenção dela. Eu gostava de enfiar coisas na buceta dela, tipo bananas, pepinos e salsichas, e com isso começamos a fantasiar sobre como eu adoraria que vissem ela pelada e depois fazer a três, ou seja, minha mulher com dois homens. Isso nos excitava pra caramba, tanto ela quanto eu. Depois, mostrei o primeiro vídeo pornô num motel, e ela estava... Focada nas cenas, eu comparava revistas de ménage HMH pra mostrar pra ela e assim a gente se excitava. Mas, naquela época, era muito raro minha mulher ficar excitada com a ideia de um ménage com outra mulher ou qualquer coisa que envolvesse a presença de uma mulher; na verdade, ela ficava irritada só de mencionar. E quando eu falava fora da cama sobre realizar o ménage HMH, ela também se irritava.
Assim, o tempo foi passando e a gente só fantasiava. Eu pensava em como podia fazer minha mulher aceitar realizar essas coisas.
Então, me veio a ideia de soltar ela tirando fotos com as câmeras antigas, sabendo que ela e eu saberíamos que quem revelasse as fotos ia se deliciar com o corpo dela. Esse foi um primeiro grande passo pra ela se soltar. Cada foto era mais ousada que a anterior; primeiro não dava pra ver nem o rosto dela, depois já dava. E eu sempre lembrava minha mulher que o revelador tinha visto ela nua. Uma vez, deixei uma das fotos dela numa cabine telefônica pública pra alguém encontrar, e fiquei na frente vendo um senhor olhar a foto e guardar — isso também era um jeito de me preparar.
Outra vez, fomos ao cinema ver um filme tradicional, quando um homem que sentou do lado dela agarrou a coxa dela. Eu cortei o cara e ele se mandou, mas já em casa, na cama, a gente se excitou com aquilo. Eu perguntava até onde ele tinha agarrado e coisas assim.
Além disso, comecei a perguntar o que ela tinha feito com os ex-namorados dela. Eu fui o primeiro homem dela, mas eles já tinham avançado um pouco, pelo menos com os peitos dela. Eu perguntava se ela tinha gostado de como chupavam as tetas dela, e ela dizia que sim, e a gente se excitava.
Depois de um tempo, comecei a entrar na internet; lá se conhece uma porrada de casos de casais que realizam essas práticas, tem fotos, tem chats especializados e contatos. Lá, eu conversava pela primeira vez com casais e caras, falando sobre transar com minha mulher — era excitante, interessante, pelo menos. Contei pra minha mulher, ela ficou meio irritada. pouco, mas depois ela esqueceu, embora eu tenha dito que estava procurando um cara pra realizar o ménage, ela ficou na dúvida. Aí entrei em contato com uns caras, me passaram o número e eu entrevistei eles. Um deles me pareceu o mais adequado, era bonitão e pensei que com certeza ia agradar minha mulher, ele tinha experiência, até me mostrou fotos das experiências dele, então fiz minha esposa falar depois com ele por telefone, ela meio brava aceitou, daí pro encontro foi só meio passo... naquela época ele também tinha uma parceira de swing igual ele, embora só tenhamos falado por telefone, mas voltando ao encontro, propus pra minha esposa e a esquentava na cama como de costume, mas fora dela ela resistia, mas com tanta insistência ela aceitou, a ideia era só se conhecer, dançar, só isso naquela noite, e expliquei isso pra ele também.
Então marcamos pra uma noite, minha esposa ainda meio brava se arrumou, tava muito gostosa, nos encontramos com ele e nos cumprimentamos, em poucos minutos entramos numa festa, lá ele se saiu muito bem, falava das experiências dele com casais e já era natural pra ele, além de ser bem dotado fisicamente, sabia se virar e dava pra ver que eu tinha escolhido bem porque minha esposa foi entrando no clima, tava animada, pedia pra eles irem dançar mas que não demorassem, ele aproveitava pra colar ela no corpo e levar e trazer ela de mão dada, verdade que eu também tava curtindo estar ali naquela situação que a gente mesmo tinha criado, lembro que eu tinha levado umas fotos da minha mulher pelada e quando ela foi no banheiro mostrei pra ele, isso animou ele e quando saíram pra dançar, e eu não perdia um detalhe, vi pela primeira vez como minha esposa era beijada... meu coração dava um pulo, era tesão, ciúme, satisfação, era o primeiro contato com swing, a gente é um casal tradicional e até hoje nos consideramos assim, duas ou no máximo três vezes por ano a gente tem alguma experiência desse tipo, nada mais... Então esse foi o começo, eu tava Eu tava gozando pra caralho, então quando voltaram pra mesa, pedi pra eles se beijarem ali mesmo pra eu ver de perto. Imagina que loucura...
Minha esposa tava realmente curtindo a festa, embora ainda não quisesse ir mais longe. Também não queria que a festa acabasse; quando sugeri irmos pra casa, ela queria continuar dançando. Depois de um tempo, finalmente nos despedimos até a próxima, com um beijo entre eles, claro. Além disso, todo mundo já sabia que era só uma festa pra nos conhecermos... Esse foi nosso primeiro contato, nosso primeiro passo real no swing.
Depois do nosso primeiro encontro com um cara, minha esposa e eu ficamos impactados. É verdade que só rolou uns beijos, com a minha permissão, numa balada, mas já foi nossa primeira experiência na onda do swing. Minha esposa ficou super excitada. Se naquela noite não fomos além, foi por causa dos preconceitos dela — e um pouco dos meus também — e por não termos dado mais tempo pra noite. Esse cara com quem saímos também tinha uma parceira, com quem eu conversei por telefone. Minha ideia era sairmos os quatro, mas não era a ideia da minha esposa. Quando contei pra ela, ela ficou puta e perdeu a vontade.
Depois de um tempo, planejei outra saída com o mesmo cara. Dessa vez, propus pra minha mulher fazermos só o oral, e ela aceitou, mas não muito animada, pra ser sincero. Mesmo assim, ela se arrumou toda. Eu ficava olhando ela se trocando, emocionado. É uma sensação foda quando você vai fazer essas coisas com a pessoa com quem divide a vida há tantos anos. Novamente fomos pra uma festa. Lá, minha esposa tava à vontade de novo. Expliquei pro cara até onde iríamos naquela noite, e ele aceitou de boa, como um cavalheiro. E essa é uma dica pros casais: antes de sair com um cara, conversem bastante com ele. Assim você vai percebendo a personalidade dele e conhecendo ele fisicamente, mesmo que seja por foto. Com casais é praticamente a mesma coisa, e é bom que as minas conversem por telefone — isso elimina dúvidas sobre... a condição de casal dela. Então fomos de novo numa festa lá, só conversamos besteira e dançamos. Quando saímos, fomos no carro dele para um hostel — ele dirigindo e nós atrás. Ele falou na recepção e entramos os três no mesmo quarto. Uma vez lá dentro, pedi pra eles sentarem na cama, todos sorriam nervosos. Pedi pra eles se beijarem, de língua, e entre risadas eles fizeram. Daí ele disse pra minha esposa que queria dançar, mesmo sem música, beijou ela e continuaram se pegando de boca, em pé. Eu soltei a blusa da minha esposa e afrouxei o sutiã dela; levantando um pouco a blusa, peguei nos peitos dela. Também desabotoei a calça dela e abaixei um pouco, deixando a bunda e a selva dela à mostra. Ele, sem perder tempo, agarrou os peitos dela, jogou ela na cama e começou a chupar — era algo realmente incrível pra mim... Sem soltar minha esposa, continuavam deitados, abraçados, se beijando, minha esposa com os peitos e a bunda de fora, e ele segurando a bunda dela, colocou ela por cima dele, e eu tirando fotos. Continuavam se beijando, ele agarrava ela forte. Nisso, minha esposa começou a procurar o pau dele por cima da calça. Aí pedi pra eles se levantarem e pra ele colocar a camisinha pra minha esposa chupar ele — era a primeira vez na vida dela que via, tocava e chupava outro pau que não fosse o meu. O pau dele era quase igual ao meu, mas mais cabeçudo. Ela chupou como chupa em mim. Pra mim já era suficiente, pedi pra parar por ali naquela ocasião, e ele teve que aceitar — além disso, já tinha sido avisado e tinha que ser assim. Ficou por ali daquela vez, até um tempo depois. Depois continuei com minha esposa transando só nós dois, conversando felizes sobre o que aconteceu. Minha esposa dizia que pelo menos ele devia ter gozado na boca dela.
Então, depois de um tempo, a vontade de concretizar o ato não demorou a aparecer. Embora minha ideia original fosse a troca de casais, estava claro que minha esposa só topava o ménage. Então contatei de novo o amiguinho da rede. supostamente pra sair em casal, mas na última hora ele se desculpou, disse que não podiam vir juntos, muito conveniente pra ele, né, mas tanto faz, no fim das contas. Aí a calentura falou mais alto e eu sabia que minha esposa gostava dele, então decidi dar o próximo passo: a penetração.
Lembro que a gente tava esperando numa área de baladas quando sugeri que a gente fizesse logo a penetração com ele. Ela sorriu, entre nervosa e animada, compramos um colarzinho que vendiam por lá (que foi a única coisa que ela usou no final...), coqueteria feminina. Finalmente ele chegou com o carro, a gente se cumprimentou e entramos num lugar de música salsa, conversamos sobre tudo e mais um pouco, e aí saímos pra procurar um motel. Eu tava no banco de trás com minha esposa, ele dirigindo. Parou num motel e desceu pra falar na recepção. Minha esposa segurou minha mão e disse "não...", mas o sorriso dela dizia outra coisa... Então ele voltou e a gente entrou com o carro, e depois passamos pela recepção do motel os três juntos! Eu vi a moça que tava atendendo se tapando a boca de espanto enquanto a gente passava (depois disso a gente já entrou separado em outras ocasiões, com outros caras). Pegamos nosso quarto, ele trouxe umas cervejas e começamos a jogar "garrafada": girava a garrafa e quem ela apontasse tirava uma peça de roupa. Aos poucos fomos ficando pelados, minha esposa ficou só de calcinha. Lembro que ela se cobria o máximo que podia com o lençol, e a luz tava meia-boca.
Aí tirei a calcinha dela, me enfiei debaixo do lençol com ela e a penetrei, e joguei o lençol pra longe. Naquele momento já tava tudo dito... Ela me diz: "Fala pra ele chupar meus peitos..." Então o amiguinho, nem curto nem preguiçoso... Que loucura.
Aí a gente tava os três deitados na cama, nós chupando os peitos dela e pegando na buceta dela. Falei pra minha esposa ficar de quatro e meti nela enquanto ela chupava o pau dele, até que finalmente chegou o momento tão esperado. Pedi pra ele... Aquele que ia deitar, e pra ela eu falei pra sentar em cima dele. Era o momento mágico tão desejado. Ele tava de pau duro, eu acariciando minha esposa enquanto ela passava as pernas por cima dele pra sentar no pau dele. Coloquei minha mão entre a buceta dela e o pau dele quando começou a entrar... finalmente... Algo que parecia impossível, mas ali estávamos... o mais erótico que já vivemos. Naquele momento, que eu não conseguia acreditar, acendi todas as luzes porque precisava ver como aquele pau entrava na buceta da minha mulher. Ela sentada em cima dele, com a bunda toda à mostra, engolindo aquele pau de camisinha... o máximo.
Daí minha esposa levantou um pouco envergonhada depois de cavalgar ele e ter se beijado às vezes. Eu pedi pra ela tirar o leite dele com a boca.
Então ela começou o serviço. Ele tava deitado e minha esposa chupando ele até ele gozar. Eu também tinha me aliviado batendo uma. Minha esposa se deitou em cima dele e aí eu já falei chega. Ele se arrumou, se despediu da gente e foi embora. Nós continuamos transando, ainda incrédulos com o que a gente tinha feito, mas finalmente a fantasia tinha se realizado.
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