Travessuras de Irmãos Parte 1

Meu primeiro e humilde post

Assim começa minha história, a gente mora num apartamento no centro. Minha família já era meio estranha por si só, mas isso aconteceu de verdade. Somos três no total: minha mãe Mônica, de 45 anos, viúva, dona de casa há vários anos; minha irmã Gisela, de 18, bem inteligente pra idade dela; e eu, Agustín, de 22, cursando faculdade de direito.

Eram umas 5 da tarde, e minha irmã tava com vontade de tomar um chocolate. Ela pegou o Nescau, a caneca, e quando foi pegar o leite, já não tinha mais. Minha mãe tinha esquecido de ir no mercado comprar. Eu tava saindo do meu quarto coçando o saco, só de cueca porque era domingo, quando ela me pergunta:

— Agus, não tem mais leite?
— Sei lá, olha na geladeira.
— Já olhei, não tem.
— Então pra que me pergunta, burra?
— Pra saber se tem daqueles de caixinha que a mãe compra, que não precisa ficar na geladeira. E não me responde assim.
— Tá bom, tá bom, deixa eu ver... Não, não tem nada. Já me fez esquecer o que eu vim pegar.
— Oooo, isso é porque você bebe tudo e quando acaba não avisa pra comprar.

Começamos a nos xingar, eu e minha irmã, jogando na cara um monte de coisas que faltam em casa e acontece a mesma coisa que com o leite. Nisso, minha mãe aparece do quarto, acordando da sesta dela — ou melhor, da madrugada de domingo, porque tinha saído com as amigas e tava com um bafo de cachaça impressionante. Ela tava de fio dental e uma regatinha sem sutiã, basicamente o pijama que usava pra dormir. Uma bunda meio caída, mas um rabão do caralho, os peitos típicos de uma mãe que amamentou dois filhos, mas peitos bons. No meio dos nossos gritos, minha mãe nos cala:

— Eii, chega! Parem com esses gritos, que minha cabeça tá doendo. E você, Gisela, vai colocar um sutiã, não anda assim que seus peitos tão escapando.

A gente tava todo mundo em casa à vontade. Eu calei a boca e fui pro sofá da sala ver TV, mas de canto de olho fiquei olhando a bunda da minha mãe, que ia de um lado pro outro da casa procurando. um vasal...
E claro, o morbo não demorou a aparecer e começou a endurecer a pica, aí na hora coloquei um travesseiro por cima e continuei vendo TV tentando não pensar, e nisso aparece minha irmã...

- hahaha achei iogurte na geladeira, quer..??
- dá aqui, sim.

E nisso que ela me alcança um copo de iogurte, sem querer empurra o travesseiro e me vê a calça levantada, e me olha sorrindo,..

- hahaha e isso..??
Aí na hora me tapei de novo,
- nada, nada
- tá de pau duro hahaha ou não..??
- que não vê, falei
- hahaha por que tá assim??
- por nada, cala a boca que quero ver TV
- haha já sei por que, cê tá olhando a bunda da mãe..
- cala a boca, que isso, não enche..
- Que nada, outro dia também te vi parado na porta do banheiro espiando pelo buraquinho da fechadura quando ela tava tomando banho, mas não falei nada porque justo ia te pedir dinheiro pra sair.

- nada a ver, cê tá viajando..
- humm, também me excita, ainda mais quando ela veste minhas tangas que ficam bem apertadas nela.

Eu fiquei sem reação porque não esperava ouvir isso da minha irmã, e com a pica pulsando ainda mais..
Nisso ela pegou o celular e me mostrou um vídeo da Índia, acho, onde o filho come a mãe, numa cama, e a luz de uma TV ligada iluminava eles..
- e issooo...??
- A Mili me mandou outro dia na escola, é abuso, idiota, parece que ele come ela sempre porque a velha fazia como se fosse uma obrigação..
- É, deixa eu ver, haha fiquei a mil,
- cê tá de pau duro, Agus..
- e sim, o que quer, olhaaa hahaha..

depois minha irmã me pergunta se coçando a bunda e ajustando o sutiã..

- cê faria isso com a mãe..?
- sim, claro haha e você filmava, claaaaro,,, não, boba, para um pouco, tô brincando,..
- tô falando sério, mano..

Justo minha mãe passa mais uma vez na nossa frente, com aquela bunda apertada e bem ajustada, e fala vou deitar, não façam barulho que tô muito cansada, ficamos nós dois olhando fixo pra aquela bunda indo embora devagar.. enquanto eu com a pica a mil e ela com uns peitos que os bicos pareciam botãozinhos..
E eu falo..
– mas como é que eu vou fazer isso, não tem chance Gii.., cê tá pensando que eu vou cair de uma vez na cama da mamãe? Ela vai me botar pra correr.
– haha já sei, salame, tô perguntando na zoeira só pra ver o que cê falava..
Nisso ela levanta e vai embora, eu começo a fazer umas coisas e cada um segue com suas atividades de domingo, mas com a mente a mil por causa daquela conversa tão quente...(continua)

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